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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Todo o Alentejo unido


O questionário proposto ao PAINEL DE PERSONALIDADES COM PODER DE DECISÃO NO ALENTEJO contem quatro questões, através das quais se pretende apurar “as opiniões sobre reformas, medidas e personalidades cuja influência poderá mudar o Alentejo”.
Os resultados dizem-nos que os (20) membros do painel que responderam são favoráveis à descentralização e à regionalização mas não à desconcentração.
“Todo o Alentejo unido” foi a solução encontrada, por uma maioria expressiva, para solucionar o problema da divisão administrativa do território.
A distribuição e o exercício do poder na região foram também avaliados pelo painel que atribuiu à CCDRA, o primeiro lugar entre as organizações mais poderosas da região.
A indicação dos nomes com competência para exercer o poder na região suscitou reservas: 40% dos membros do painel escusou-se a fazê-lo. A lista dos eleitos tem 35 nomes, dos mais variados sectores da sociedade Alentejana, destacando-se Carlos Zorrinho, Abílio Fernandes, João Transmontano e Carreira Marques.
1. A reforma administrativa
A reforma administrativa mais importante para o Alentejo é a descentralização: 80% dos decisores consideram-na mesmo muito ou bastante importante. A regionalização vem depois, tendo reunido 60% das respostas.
2. A organização do espaço
60% do painel prefere “todo o Alentejo” quando se discute a divisão administrativa desta região. 20% defende a “divisão entre Alto Alentejo e Baixo Alentejo”e 15% opta pela “divisão por NUT´s” III. Apenas 5% subscreve a “divisão por distritos”.
3. E a distribuição do poder
Desafiados a seleccionar, por ordem decrescente, as 3 entidades com mais poder no Alentejo o painel indicou, em 1º lugar, a CCDRA com uma expressiva maioria: 70%. As câmaras municipais dominam a segunda escolha, seguindo-se-lhes as direcções regionais. Os estabelecimentos de ensino superior estão entre as instituições que detêm menos poder (10% no total), logo seguidos pelas associações empresariais com 15% e dos governos civis com 25%. No meio ficam os partidos políticos com 5% como 1ª escolha e 41% no total.
4. Os líderes da região
Instado a seleccionar 5 pessoas, por ordem decrescente, que reúnem as melhores condições para exercer a liderança no Alentejo o painel indicou 35 nomes. Carlos Zorrinho reúne o maior número de referências (9,4%) embora Abílio Fernandes tenha sido mais vezes indicado em 1º lugar. Na lista final, Abílio Fernandes divide o segundo lugar com João Transmontano (7,5%), seguido por Carreira Marques (5,7%). Capoulas Santos, Francisco Pacheco, João Paulo Ramôa, Pós de Mina, Rogério de Brito e Rui Nabeiro surgem a seguir, com 3,8%, numa lista onde constam referências a Alfredo Barroso, António Borges, António Cachola, Bento Rosado, Carlos Pinto de Sá, Carmelo Aires, Castro e Brito, Fernando Caeiros, Henrique Troncho, João Andrade Santos, João Rocha, Joaquim Miranda, Jorge Araújo, José Ernesto Oliveira, José Raul dos Santos, José Soeiro, Manuel Patrício, Marques Ferreira, Mata Cáceres, Mouzinho Serrote, Pita Ameixa, Pulido Valente, Rondão de Almeida, Sevinate Pinto e Teresa Patrício Gouveia.

Sondagem feita pela Estud@lentejo e publicada na revista Mais Alentejo.

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