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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Falta de pensamento estratégico ou utilização das Águas do Centro Alentejo como financiadora da actividade autárquica?

A notícia é escrita pela Rita Ranhola da agência LUSA e dá conta da situação que as Águas do Centro Alentejo vivem. Estão com a corda na garganta devido às dívidas dos municípios que já ascendem a 15,6 milhões de euros. Agora sem financiamentos bancários tudo se agrava,

 

"A Águas do Centro Alentejo explora e gere o sistema multimunicipal de água e saneamento, em alta, que serve seis dos 14 municípios do distrito de Évora.
A maioria do capital pertence à Águas de Portugal (51 por cento) e o restante é detido pelos municípios (Alandroal, Borba, Évora, Mourão, Redondo e Reguengos de Monsaraz) e pela empresa gestora do Alqueva (EDIA).
O mais recente relatório da Entidade Reguladora do Sector de Águas e Resíduos (ERSAR), divulgado na última quinta-feira, aponta a AdCA como um dos sistemas multimunicipais em situação financeira “preocupante”.
Contactada pela Lusa, a empresa respondeu por escrito e admitiu problemas financeiros, destacando que as dívidas vencidas dos municípios ascendem a 15,6 milhões de euros, o que representa “182 por cento do valor global da faturação em 2010”.
Questionado pela Lusa, José Calixto, presidente do município de Reguengos de Monsaraz e representante das autarquias no conselho de administração da AdCA, frisou que este sistema multimunicipal, com a configuração atual, “não é sustentável”.
Mas, disse, essa falta de sustentabilidade “não pode ser reduzida” às dívidas dos municípios.
“Não pode ser tudo resumido a 15 milhões de euros de dívidas. Estas têm a ver com a falta de pensamento estratégico na base da configuração do sistema e, se este não é sustentável, os municípios vão continuar a aumentar a dívida”, afirmou".

 

Falta de pensamento estratégico. Ora bom. Mas afinal, presidente Calixto, quem configurou o sistema?

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