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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Governo quer novas regras da Administração local antes das próximas eleições autárquicas

Zé LG, 09.09.11

 

O Governo aprovou hoje as linhas gerais da reforma da Administração local, que inclui a redução do número de freguesias.

Entre as medidas contempladas nesta reforma estão a redução do número de freguesias, a suspensão da criação de novas empresas municipais, a reavaliação das competências dos municípios e as alterações na lei eleitoral.

A reforma também prevê a possibilidade de os municípios se fundirem voluntariamente.

 

Pois é, já estamos todos a ver vários municípios - por exemplo, Alvito, Cuba, Vidigueira e (porque não também?) Portel e Viana do Alentejo -, a, "voluntariamente", fundirem-se... Esta é mesmo para rir!

5 comentários

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    Zé LG 09.09.2011

    "Há mais vida para além orçamento", já disse o outro. Há História, há Cultura, há identidade local e outros valores que não se compadecem com "gestão de merceeiro" e feita a régua e esquadro. As pessoas também contam, ou não?
    Agora está na moda dizer mal do Estado, que tudo está mal no Estado. Parece que se esquerem que o Estado é administrado pelo governo e que este é gerido por partidos. E também se sabe quem eles são... a nível central e localmente.
    Acho que, em vez de generalizações que só desrespemsabilizam, devemos ser mais criterioosos nas avaliações e críticas que fazemos. E também não esquecer as comparações. E, já agora, tentar perceber o que poderá vir a acntecer, que consequências (não apenas imediatas) que as medidas que vão sendo anunciadas e tomadas poderão ter para o nosso devir colectivo.
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    Bandarra 09.09.2011

    LG: Confirmo que não conseguiste responder a nada do que atrás disse. E apenas chutas para o lado com evasivas e os habituais chavões de quem não tem argumentos.

    O país não consegue aguentar com este poder autárquico, e ou o mesmo se reforma a si mesmo, como aliás o inteligente e competente presidente da Câmara Municipal de Lisboa já percebeu. Pois veio a terreno dizer que concorda com a proposta do governo.
    Ou então são os concelhos e as suas populações que irão pagar pela inércia e incompetencia dos seus autarcas. Que de forma alguma abdicam dos seus ocos e inconcebíveis previlégios, mesmo que para isso tenham que fazer festas e passeios todas as semana para tal como o provérbio diz, com festas e bolos se enganam os tolos.

    Basta. Está na altura de debater e tomar decisões para que se acabe de vez com a bagunça que é o poder autárquico, e que este se torne de vez no motor de um real desenvolvimento local e garante do bem-estar das populações.
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    Zé LG 09.09.2011

    Uma coisa é debater o que está mal e deve ser mudado, outra coisa é fazer generalizações e pretender impor uma reforma administrativa do território a régua e esquadro.
    Não existem muitos problemas no Poder Local e em muitas autarquias? - Existem! Não devem ser resolvidos? - Devem! A solução passa por extinguir a eito freguesias e municípios? - Não!
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    Bandarra 09.09.2011

    Reconheço que é uma questão de opinião, como aliás é aqui bem patente.
    Eu concordo com a extinção de pelo menos dois terços das atuais juntas de freguesia, em particular as das vilas que possuam Câmaras Municipais, algumas das cidades como foi (bem)feito em Lisboa e as dos lugares e pequenas povoações.
    Assim como se não for possivel por negociação entre elas, o agrupamento de Câmaras Municipais por decreto governamental, de forma a que por exemplo no Baixo Alentejo fiquem apenas 4 a 5 agrupamentos.
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    CorretorMais

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