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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“O sucesso do Governo do PSD/CDS será a tragédia do país”

O sucesso na concretização do seu programa de governo será a catástrofe e a ruína dos portugueses. As medidas tomadas vão sempre no sentido de penalizar quem trabalha, quem vive de uma reforma, quem não tem emprego, dos que exercem a sua actividade dependente do poder compra das populações – os sectores produtivos que vivem do mercado interno, o pequeno comércio, a restauração, um conjunto vasto de actividades onde predominam as pequenas e médias empresas.

Bastaram dois meses de governo de Passos e Portas para mostrar a falsidade e o embuste das suas promessas e a real dimensão das consequências do programa de agressão e submissão. Têm razão os portugueses que se sentem enganados. Enganados pelo que lhes sonegaram. Desde logo a dimensão e natureza do pacote de medidas e que a partir deste mês de Setembro querem concretizar ao ritmo de duas por dia.

Mas se esta é uma política que coloca o país a saque é também a democracia que é posta em causa em todas as suas dimensões. Não são apenas as decisões tomadas à revelia e nas costas do povo aqui e na Europa, é o ataque a direitos, liberdades e garantias e de descaracterização do regime democrático que prosseguem em áreas sensíveis como os serviços de informações.

Mas grave é também no plano da democracia o que o governo prepara contra o Poder Local, com a inteira cumplicidade do PS. É um programa de completa subversão do Poder Local Democrático e das suas características de pluralidade, participação e transparência.

Daqui nos dirigimos aos trabalhadores e ao povo português para que, pela sua acção, convergência e luta, construam e ampliem uma vasta corrente de protesto e de luta que inscreva como objectivo central da sua acção e mobilização a rejeição por Portugal do pacto de agressão e submissão que União Europeia e FMI querem impor com a cumplicidade de PSD, CDS e PS.
Temendo que os trabalhadores assumam a consciência dos perigos, sacudam o matraquear da ideologia das inevitabilidades e transformem a indignação e a revolta em luta, vem o Governo fazer cínicos apelos à concertação e ao diálogo.
Quando falam em diálogo pensam em verbo-de-encher. Quando proclamam a concertação pensam na resignação dos trabalhadores e das suas organizações. Mas o que mais temem é essa força social imensa que em movimento e em luta faz mover o que parece inamovível.

Estes são alguns trechos do discurso de Jerónimo de Sousa, de hoje na Festa do Avante!, que pode ler na íntegra aqui.

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