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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Que podem as autarquias fazer para travar o despovoamento do Alentejo?

 

Parece-me ser esta uma questão interessante e oportuna face aos resultados do último Censo, que mostram que o Alentejo, apesar de já tão despovoado, continuou a perder população, pelo que desfio os leitores do Alvitrando a deixarem aqui as suas opiniões. Para início do debate deixo transcrevo dois comentários aqui deixados:

 

“… penso mesmo que a CIMBAL deveria debruçar-se rapidamente sobre estes trágicos resultados de modo a constituir-se como mecanismo de pressão junto das instâncias que definem (ou não), as políticas de desenvolvimento regional, e por outro lado , no sentido de fazer crescer nos municípios dinâmicas locais que possam contribuir para a inversão desta hecatombe demográfica, mas que teriam um efeito multiplicador se fossem concebidas e aplicadas numa lógica distrital e regional.
Penso que seria mais útil do que andar a organizar espectáculos na Ovibeja ou cursos de formação.”

Miguel Bento a 3 de Julho de 2011 às 13:04

 

“… embora não queira desde já tirar ilacções precipitadas, não posso deixar de salientar e propor que talvez no futuro não devam ser as autarquias os motores de desenvolvimento dos respectivos concelhos.
A estas deveria caber a parte social e cultural, de conservação de equipamentos e até lúdica.
Pois é até nesta última que as coisas têm corrido pelo melhor. Já que algumas autarquias são autenticas comissões de festas, de passeios e viagens terrestres e até aéreas, de eventos gastronómicos, etc, etc, etc,...
E deixar a parte do desenvolvimento ecconómico para as estruturas regionais e para as associações locais privadas ligadas ao comércio, agricultura e industrias.
Talvez assim o dinheiro gasto pudesse ser melhor aplicado, gerar mais riqueza, postos de trabalho e o consequente aumento populacional.”

Luis D'Cunha a 3 de Julho de 2011 às 20:47

8 comentários

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