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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Contra a corrente, João Paulo Ramôa disse

... aqui:

Esta luta pela ligação ferroviária directa a Lisboa, com linha electrificada (100 milhões de euros) está mais carregada de emoção do que de razão. A proposta actual da CP, como proposta intermédia e que se adequa não só à realidade económica de um País triste e na banca rota, como ao mercado existente, concordo com ela e considero bem razoável. Futuramente com certeza mais e melhor se poderá fazer, não porque Évora tem (que argumento mais descabido) mas porque a procura assim o exige (entenda-se a procura, quer resultante do aeroporto quer do desenvolvimento regional).

Parece-me claramente que a geração ou gerações futuras que vão pagar todos os desvarios feitos e que se estão ainda a fazer (a auto estrada de 4 faixas em substituição de um IP 8 com 3 faixas, por exemplo) nos rogarão várias e lindas pragas. O tempo de fazer a ponte que a água depois aparecerá, certamente fará parte da nossa triste história de politica de desenvolvimento.

No entanto saúdo o movimento de cidadãos, e a sua autonomia clara dos partidos políticos, embora a teia em que o vão tentar enredar (e que me parece claro que já foi lançada), já no passado castrou genuínas posições reivindicativas.

 

Contra a corrente, João Paulo Ramôa levanta aqui uma questão pertinente, que é a de acredimarmos em que se “fizermos a ponte a água depois aparecerá”, ou seja, fazer grandes investimentos na expectativa de que eles só por si trazem desenvolvimento, o que nem sempre tem dado bons resultados. É uma questão importante e oportuna numa altura de crise profunda em que todos os investimentos devem ser ponderados na perspectiva da sua rentabilidade, não só económica mas também social e da coesão regional. Julgo que esta questão - a ponderação da rentabilidade, nas suas várias abordagens -, também é pertinente e deve ser ponderada, não nos ficando pela avaliação económica.

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