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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Pôr o chocalho ao gato

Zé LG, 03.11.10

Todas as organização, das mais pequenas às maiores, criam um conjunto de normas visando facilitar o seu funcionamento, através da definição do que cabe fazer a cada um dos trabalhadores (desde o que tem maior responsabilidade até ao mais simples executante) e de como todos se devem relacionar entre si. Naturalmente que esta é uma abordagem simples (ou simplista) de como se organizam as organizações, passe o pleonasmo.

Da correcção, do equilíbrio e da clareza dessas normas depende, em grande medida, o bom ou nau funcionamento das organizações. Se as normas forem em excesso, desadequadas da realidade e pouco claras é muito provável que gerem burocracia, contribuindo para a lentidão ou, mesmo, ineficácia das organizações. Por outro lado, se forem insuficientes e igualmente desadequadas da realidade e pouco claras é provável que provoquem alguma bagunça e incapacidade de resposta das organizações.

Cabe aos principais responsáveis das organizações, directamente ou através dos seus representantes, encontrar o ponto de equilíbrio que melhor se se ajusta a cada organização. Deve ser essa uma das suas principais responsabilidades, que deve merecer uma avaliação permanente da sua parte, sob pena de muitos dos objectivos propostos não serem alcançados. Quando tal não acontece, é frequente serem os trabalhadores acusados de falta de produtividade, como forma dos principais responsáveis alijarem as suas responsabilidades.

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