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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

10 - Até quando...

Zé LG, 20.09.10

 

 

 

 

 

 

 

... vão continuar a degradar-se e a desaparecer Montes Alentejanos, alguns dos quais continuam a integrar a memória colectiva do povo, pela importância que tiveram na situação económica e social (e, às vezes, também política) dos concelhos em que se situam.

A fotografia mostra apenas um dos inúmeros exemplos: o Monte do Rio Seco, em Vila Nova da Baronia, concelho de Alvito. Apesar de ter a entrada principal conservada (foto da direita), anexos e áreas fundamentais do Monte estão a cair ou já em ruínas (foto da esquerda).

O Plano de Acção para as Terras da Baronia de Alvito, elaborado há uma dúzia de anos, apontava que o Monte do Rio Seco "poderia ser utilizado como Unidade de Turismo devido à sua estrutura arquitectónica e proximidade da barragem de Odivelas". Ainda me lembro dos seus proprietários reforçarem essa proposta com a possibilidade de nele ser instalado um museu agrícola...

Porque é que não foi desenvolvida aquela proposta e porque deixaram degradar-se mais este Monte Alentejano?

4 comentários

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    Anónimo 21.09.2010

    Quem devia ser obrigado a recuperar estes montes e casas que durante o tempo de má memória da abrilada foram ROUBADOS aos seus legitimos proprietários eram os comunas que então roubaram, destruiram, insultaram, odenderam e mataram e hoje se pavoneiam por aí em altos taxos apregoando cinicamente o seu amor pelo alentejo e pelo povo alentejano. Coitado do povo que só se lixou ao ir em cantigas dos "amanhãs que cantam" dessa escumalha.

    vão pró caralho,
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    Manuel António Domingos 22.09.2010

    Sejamos honestos. Argumentos prós e contras haverá sempre, e razões de um e de outro lado também existirão.
    Por acaso é desolador ver os nossos campos com os Montes Alentejanos em ruínas. Argumentar que foi a Reforma Agrária a culpada de todos os males é denonesto intecualmente. A meu ver são razões económicas e de sensibilidade individual o essencial do problema.
    A Herdade do Pinheiro em Fereira do Alentejo foi ocupada pela Reforma Agrária, e apesar disso o seu dono fez o que é subejamente conhecido. O senhor Silvestre quando fala que exporta uvas para a Rússia, sente um orgulho enorme. Do ponto de vista da economia nacional é um grande exemplo de quem não utiliza como pretexto para a inacção, a Reforma Agrária que Deus tem há já bastantes anos. Estarão os trabalhadores agrícolas do senhor Silvestres todos satisfeitos e a viver com dignidade? Muitos certamente estarão, outros nem por isso. Enfim é a nossa vida em sociedade através dos tempos. O rancor e os nossos impulsos mais primários nunca nos levam a lado nunhum...
    É ou não verdade que o nosso maior desejo é viver bem e em paz? E o desejo dos outros, não merece um pouco de reflexão para os tentar compreender?
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    Manuel António Domingos 22.09.2010

    CORRECÇÃO:
    É DESONESTO INTELECTUALMENTE.
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    CorretorMais

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