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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Imagine que…

… que o primeiro-ministro mandou chamar a uma reunião do Conselho de Ministros o director da RTP e o jornalista de fez uma notícia, com o título “É assim que o governo apoia os empresários?”, em que um empresário acusou a fiscalização do Ministério do Ambiente de o andar a perseguir, por ter levantado um auto de contra-ordenação por uma situação que – garantiu o empresário – a sua empresa não praticou, para os interpelar sobre as razões da publicação daquela notícia.

O que diria Portugal inteiro da forma como o primeiro-ministro lidou, ou lida, com a liberdade de imprensa?

Ora, terá sido assim que procedeu o presidente da Direcção da AMBAAL perante a publicação no Diário do Alentejo de uma notícia semelhante à referida, relacionada com a sua Câmara Municipal.

Que comentários lhe merecem, caros leitores, este procedimento?

6 comentários

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    Zé LG 13.08.2010 11:00

    E, para além da divulgação da notícia, o que pretendes com o que colocaste entre parênteses?
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    Manuel António Domingos 13.08.2010 12:19

    Primeiro de tudo ser claro, para que os que por aqui passam saibam do que se trata.

    Do entre parênteses, é para ajudar a perceber melhor, eventuais motivações dos diversos actores da coisa. Quanto ao é ou foi, é porque não tenho a certeza se continua ou não a ser, porque a prática, se existe não tem tido visibilidade desde há algum tempo.
    Se fiz involuntáriamente saír alguém da hibernante clandestinidade, sou o primeiro a pedir desculpa.
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    Zé LG 13.08.2010 14:46

    A questão não é essa. Se as coisas se passaram como são referidas, o CD e, designadamente, o seu presidente agiram correctamente? Esta é a questão.
    Podem-se invocar motivações e até achar-se que a notícia é tendenciosa, mal feita ou desajustada. Nada disso justifica o comportamento do CD. Este, se entende que há algo que não corre bem no jorna,l só tem de tratar com o director, podendo até correr com ele se achar que a situação o justifica.
    Justificar-se o que não se deve fazer com o argumento de outros também o fazem não passa de justificação de "mau pagador"...
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    Manuel António Domingos 13.08.2010 20:43

    A proximidade, a dependência financeira e a pequenez da instituição ( DA ) têm destas coisas para o bem e para o mal.
    Eu também concordo que se devem respeitar as hierarquias dentro das instituições. Mas infelizmente quantos vezes não são respeitados esses princípios em claro prejuízo das próprias organizações?
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    Zé LG 13.08.2010 22:39

    Não é hierarquia que foi posta em causa mas a lei de imprensa, que impede os proprietários dos ocs de interferirem neles, a não ser através dos seus directores.
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