Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
01
Jan 10

Na sua habitual mensagem de Ano Novo, Cavaco Silva manifestou preocupação com a dívida do Estado e o endividamento externo do país, notando, a propósito deste último factor, que "o tempo das taxas de juro baixas não demorará muito a chegar ao fim". "Com este aumento da dívida externa e do desemprego, a que se junta o desequilíbrio das contas públicas, podemos caminhar para uma situação explosiva", alertou.

Notando que os "tempos difíceis" são "ainda de maior exigência e responsabilidade para os detentores de cargos públicos" e pedindo que se concentrem no combate ao desemprego e nos problemas "do país real", apontou como caminhos "o reforço da competitividade externa das nossas empresas e o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira" e "o apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise".

Lembrou que "o reforço da competitividade" depende da "confiança e da credibilidade das instituições, nomeadamente do sistema de justiça e da Administração Pública" e sublinhou o papel das pequenas e médias empresas na economia portuguesa, que funcionam como "estrutura do tecido produtivo" e têm um "contributo decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento".

Num ano em que se comemora o centenário da República, defendeu que Portugal deve "valorizar a prática do valor da ética republicana" e que "a ética nos negócios, nos mercados e na vida empresarial, mas também na vida pública, tem de ser um princípio de conduta para todos".

publicado por Zé LG às 23:59
O comentário do presidente da república teve como principal objectivo pôr em causa a palavra do primeiro ministro, na mensagem de natal( foi mais uma politiquisse do sr). Contudo todos sabemos que a situação do país está complicada , basta vermos o índice ded desempregados, mas não devemos baixar os braços. Acham que o governo não deve avançar com os investimentos públicos como TGV...? Eu acho que devem avançar.
anonimo a 2 de Janeiro de 2010 às 22:10
Claro, numa altura em que o pais está detanga, e não há dinheiro, mais um elefante destes parece-me absurdo....
Anónimo a 2 de Janeiro de 2010 às 23:08
Os investimentos públicos são fundamentais para combater a crise. Mas importa avaliar bem os grandes investimentos em termos de custos-benefícios, oportunidade, etc.
Acho que deveriam ser criados programas de pequenas obras - novas e de reparação e manutenção -, a concretizar pelas autarquias locais. É esta a melhor forma de distribuir o esforço do Estado por todo o território e também abrangendo mais pme,s e desempregados.
Zé LG a 3 de Janeiro de 2010 às 19:11
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