Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
31
Dez 09

Segundo o Índice Concelhio de Qualidade de Vida dos municípios do Continente, realizado pela Universidade da beira Interior, os municípios alentejanos classificados nos dez melhores e nos dez piores lugares foram:

MELHORES:

20º - Sines – 128,6

31º - Évora – 117,0

41º - Vila Viçosa – 107,7

57º - Beja – 103,4

66º - Portalegre – 100,1

69º - Campo Maior – 99,7

82º - Vendas Novas – 94,9

89º - Elvas – 92,9

96º - Borba – 89,8

97º - Castro Verde – 89,7

PIORES:

207º - Crato – 53,6

213º - Monforte – 51,0

219º - Marvão – 49,8

223º - Gavião – 47,9

228º - Avis – 45,6

238º - Almodôvar – 41,8

239º - Ourique – 41,7

250º - Portel – 36,5

251º - Alandroal – 36,3

255º - Mértola – 34,5

Os Municípios da AMCAL obtiveram as seguintes classificações:

124º - Viana do Alentejo – 82,0

133º - Alvito – 77,8

139 – Vidigueira – 76,5

181º - 62,4

250 – Portel – 36,5

 

Estes resultados podem ser vistos nos anexos finais ao estudo “Os Municípios E A Qualidade De Vida Em Portugal: Proposta Metodológica Com Vista À Sua Mensuração e Ordenação”, elaborado por J. R. Pires Manso e Nuno M. Simões, que teve como factores de avaliação: Educação e Mercado de Emprego, Infra-Estruturas e Ambiente Económico e Habitacional.

publicado por Zé LG às 09:26
Estou em 238.º, mas estou-me cagando para ti que te aproveitaste e aproveitas, estamos em presença de um vero oportunista
Anónimo a 1 de Janeiro de 2010 às 15:18
Acho um pouco estranho estas classificações, e de facto nem sequer as levo a sério.

Por exemplo, o que é que Alvito tem a mais do que Mértola (aqui o último classificado) a ponto de ter o dobro da pontuação?
Só porque é o segundo maior concelho do país e ter muita população dispersa em pequenas povoações. Porque em termos de sede de concelho e pelo que conheço, quem nos dera que Alvito tivesse a mesma qualidade de vida, desenvolvimento sócio-económico e sobretudo cultural.
Marquinhos a 2 de Janeiro de 2010 às 16:48
Manuel António Domingos disse...
Lopes Guerreiro estás super simpático.
Com que então os melhores dez alentejanos, dentro dos primeiros cem melhores a nível nacional!
Se um dia conseguires um RANKING, em que em termos relativos ao seu orçamento, um munícipio gasta mais em eventos, aposto contigo que verás Castro Verde em primeiro lugar.
E em pleno século xxi , AINDA HÁ GENTE RESPEITADA, A CHAMAR A ISSO CULTURA...

Manuel António Domingos a 2 de Janeiro de 2010 às 21:32
Caro Marquinhos!

conhecendo eu muito bem a realidade de Mértola, pois uma boa parte da minha família é de lá e tive a oportunidade de lá trabalhar cerca de quatro anos e meui , permita-me que discorde de si. Mértola é o concelho que mais tem perdido em todo o Baixo Alentejo, a todos os níveis. Basta compararmos a população residente nas sedes de concelho e facilmente constatamos que Alvito tem uma população superior em cerca de 150 habitantes, quando, até 2001, nunca Alvito tinha tido mais habitantes do que Mértola. Mais, nos últimos dez anos o concelho de Mértola perdeu cerca de 1200 habitantes e o concelho de Alvito foi o único que cresceu em população no Distrito de Beja. Desde os anos 60, o concelho de Mértola perdeu cerca de 80% da população residente e o de Alvito cerca de 50%. A única indústria de produção que ainda existe no concelho de Mértola é a carpintaria dos Três Irmãos, nos Fernandes e em Alvito é a da "Fábrica da Estação", que se encontra em franco expansionismo.
O concelho de Mértola é macrocéfalo, pois quase todo o investimento de monta é feito na sede de concelho, apesar das tentativas de desenvolvimento turístico da Mina de São Domingos, enquanto que no concelho de Alvito as duas vilas estão relativamente próximas do ponto de vista do desenvolvimento (o mesmo não acontece com o concelho de Cuba, por exemplo).
Em Mértola quase todos os serviços estão concentrados na vila, o mesmo não acontecendo aqui. Alvito tem dois postos de combustível e Vila Nova da Baronia, a cerca de 7km , tem um. Em Mértola existe um posto de combustível, ficando o mais próximo a cerca de 25km no Vale de Açor de Cima. (Continua)
Jorge Feio a 3 de Janeiro de 2010 às 18:45
(Continuação)

Em Mértola existem poucas condições para habitar no Centro Histórico, no concelho de Alvito vive-se nos Centros Históricos. O comércio local, com excepção da restauração, é mais barato em Alvito.
O concelho de Alvito tem duas estações de caminhos-de-ferro e Mértola não tem nenhuma.
No que respeita ao socorro à população, existem no concelho de Mértola aldeias situadas a cerca de 40km da sede, sendo difícil aos bombeiros fazer um melhor socorro às populações e à GNR patrulhar o território. Isso não acontece em Alvito, até porque num raio de 25km existem seis corporações de bombeiros, sem contar com Alvito e oito postos da GNR. Se estendermos aos 52km , em torno de Alvito existem 9 corporações de Bombeiros e 11 postos da GNR. No caso de Mértola, a corporação mais próxima é a de Alcoutim (se não me engano, a 36km ) e num raio de 52 km existem seis corporações. Para além do de Mértola, o posto da GNR mais próximo é o das Minas de São Domingos a 17km e num raio de 52 km existem mais cinco.
A Água para consumo tem mais qualidade no concelho de Alvito e é neste concelho que existem mais espaços verdes. (Continua)
Jorge Feio a 3 de Janeiro de 2010 às 19:03
Não quer isto dizer que não goste do concelho de Mértola e que não pense que aí existam qualidades. Pelo contrário.
A Câmara tem um número de técnicos qualificados, bem superior ao de Alvito, para todas as áreas. Tem, ao que me recordo, três arquitectos, sete engenheiros civis, três desenhadores, três geógrafos, três assistentes sociais, um topógrafo, sem contar com os vários licenciados na área da economia e da gestão do território, em História. Tem cinco divisões, vários museus polinucleados.
Mértola tem praias fluviais, cineteatros, teatro ao ar livre, melhores festas (e muito maior número também) uma arqueologia ímpar, com cerca de 30 anos de avanço a Alvito, porque os políticos e alguns caciques de Alvito pensam que isso não é in " e que não se deve investir na investigação do passado. E podemos afirmar que são a arqueologia e a política cultural que têm evitado o colapso total de Mértola, pois poderia estar ainda pior do que Alcoutim, que tem um concelho três vezes maior do que o de Alvito e 3500 habitantes.
Mértola é ainda melhor do que Alvito na política social e tem uma população muito bairrista. Mas isso só não chega.
Posso pensar que Alvito tem mais recursos, mas menos planeamento e menos vontade de investir e que Mértola tem o inverso. O ideal para ambos os concelhos era terem as três coisas.

Eu sou Alvitense de gema, mas também adoro Mértola, que tem pessoas fantásticas e onde deixei muitos, e bons, amigos.
Jorge Feio a 3 de Janeiro de 2010 às 19:19
Jorge Feio: Ora bem vindo a este Blog, embora eu não seja o seu dono, e sobretudo a este tipo de debates. Creia que já sentia um pouco a sua falta, mesmo quando há uns tempos aqui tivemos uma acalorada troca de impressões.
Reconheço que está um pouco em desvantagem, dado ao contrário de mim assumir a sua identidade. Mas também creio que não é de todo importante que tal assim aconteça.

Tal como diria o Prof. . Martelo", concordo com toda a segunda parte do seu comentário, mas já discordo da primeira.
Não no que diz respeito a Mértola e à sua esperada queda populacional, que mesmo assim penso ser inferior ao que seria suposto estar a acontecer. dadas as suas características demográficas.
Mas sim na sua análise do concelho de Alvito. Embora reconheça que se tratam de duas realidades bem distintas. Até porque um é um concelho bicéfalo e outro dolicocéfalo .

Em primeiro lugar, o aumento populacional que refere, não é devido a nenhum baby boom", antes pelo contrário. As taxas de natalidade são deveras preocupantes. E nem tão pouco à chegada de pessoas em idade de produzir alguma riqueza e mais valias para o concelho.
O aumento populacional deve-se quase exclusivamente à vinda de reformados e pensionistas, sobretudo para a freguesia de Vila Nova. Devido sem dúvida ao facto de possuir um estação de caminhos de ferro, ao excelente apoio social aí desenvolvido e ao baixo custo de vida.

Em relação à "industrialização" de Alvito, julgo que tal como eu, deverá ter sérias dúvidas, se se trata de uma opção correcta ou não. Pois meter no mesmo saco industrias e a consequente poluição inerente, com turismo rural e cultural de qualidade, è quase incompatível Ou se opta por uma, ou por outra. Qual é de facto a aposta do concelho ? Não sei, mas sabemos qual foi a de Mértola.

Depois julgo que despercebidamente passou por cima da não só principal ,como até fundamental actividade económica. A Agricultura. Isto porque até prova em contrário, são ambos concelhos rurais.
Em Alvito, está decrépita, quase moribunda e não se vislumbra a curto prazo mesmo com o sistema hídrico do Alqueva, o mínimo indicio de que algo venha a alterar a actual situação. Aliás a sua população está a virar-lhe as costas.
Já a região norte do concelho de Mértola é a principal zona de produção do chamado queijo de Serpa. E as restantes, além das zonas sinergéticas , têm todo um potencial ao nível do agro-turismo e florestação, entre outros, que não se podem comparar nem de perto nem de longe com Alvito.

E fico-me por aqui, reafirmando a minha convicção de que continuo a achar estranho toda a pontuação de um concelho e a do outro...
Permita-me discordar da sua afirmação de que a agricultura. "Em Alvito, está decrépita, quase moribunda e não se vislumbra a curto prazo mesmo com o sistema hídrico do Alqueva", porque:
- Há plantação de novos montados;
- Há plantação de novos olivais;
- Há plantação de vinhas;
- Há explorações pecuárias de bovinos, suinos, designadamente do porco alentejano, ovinos;
- Continua a haver cereais, oleaginosas e outras culturas arvenses...
- Praticamente todo o território está coberto de zonas de caça associativas, turísticas e municipais.
Não me parece que, nessa área, o concelho muito diferente dos envolventes, tendo em conta a especificidade de cada um.
O concelho de Alvito não é um dos que terá mais regadio a partir de Alqueva - é mais um território de passagem da água.
Zé LG a 3 de Janeiro de 2010 às 23:24
Todos estes estudos e classificações são sempre polémicos, dependem dos critérios que são tidos em conta. Por isso, um estudo pode chegar a uns resultados e outro a outros e ambos estarem bem feitos.
O que me parece mais interessante é apreciar a evolução dos resultados, quando os estudos são feitos durante vários anos.
Sugiro que dêem um vista de olhos pelo estudo.
Zé LG a 3 de Janeiro de 2010 às 19:20
Sem dúvida, de acordo.
Marquinhos a 3 de Janeiro de 2010 às 22:55
Boa noite caro Marquinhos!

Obrigado pelas boas vindas. Eu não tenho qualquer problema em assumir o que escreve e muito menos em assinar, porque acredito na discussão de ideias e não gosto de entrar em jogos de ofensas.

Eu não escrevi nada sobre a área agrícola, porque essa então nem tem comparação. Pode afirmar-se que mais de 60% do concelho de Mértola nem sequer tem capacidade agrícola, quanto mais prática. Referiu, e muito bem a caça e o queijo. Poderia acrescentar o mel e o requeijão, mas pouco mais. Os meus avós possuíram terras na serra de Serpa, num sítio conhecido por Fábricas, junto a Vale do Poço e a Vale dos Mortos e sei perfeitamente que aqueles solos são muito fracos. Então quando comparados com os do vizinhos concelhos de Serpa ou Beja, a diferença é abismal. A exploração agrícola do concelho de Alvito é muito mais intensa do que de Mértola, pois não deve esquecer-se que a agricultura não é só trigo e cevada. Até temos no concelho de Alvito um dos melhores vinhos de mesa da Europa e a maior produção de espargos do País. Mas não vamos por aí. Junto de muitas das pequenas aldeias do concelho de Mértola pratica-se fundamentalmente uma agricultura de subsistência, inclusivamente junto de Mértola, onde podem ver-se pequenas hortas junto das margens do Guadiana. De resto sobressai o plantio de pinheiro manso, que, penso eu, é uma completa asneira, pois não tem nada a ver com o território em causa. Mas sempre é melhor do que o plantio de eucaliptos.
Aquilo em que Mértola era forte desapareceu por completo ou quase por completo.
Por completo desapareceu a exploração mineira. Simultaneamente Mértola já não é o porto do interior alentejano.
Quase por completo, a pesca.
Exceptua-se a actividade cultural, apenas.
Da minha parte, não vejo qualquer problema na coexistência de actividades culturais com indústria e também lhe digo que em Mértola não se tomou a opção por "uma das duas". Bem que aquele pessoal precisava de alguma indústria que ali criasse mais postos de trabalho.
Desde que sejam definidos interesses estratégicos e não exista a descaracterização dos centros históricos, eu não vejo qualquer problema na existência de áreas industriais em concelhos de forte caracterização cultural. Basta observar o que acontece em cidades como Barcelona, Mérida, Madrid, Badajoz, León , Cádis ou Algeciras, na vizinha Espanha, isto para não irmos a outros países industrializados.
Se a população é mais idosa é um assunto que também não me preocupa, pois também são pessoas e têm todo o direito de vir para cá. Mas eu não sei se, em média, a população do concelho de Mértola não é mais idosa do que a do concelho de Alvito.

Um abraço
Jorge Feio a 4 de Janeiro de 2010 às 01:03
Jorge Feio & L G: Li com atenção os vossos anteriores comentários, e apreceu-me que não fui bem compreendido naquilo que quiz dizer. Além do facto de termos posturas diferentes nas abordagens dos mesmos problemas. O que não é alheio o facto de uns assumirem a sua identidade e outro usar e por esse motivo um pseudónimo. O que a meu ver não tem nada de mal, e até serve para dizer coisas que pelos vistos não são politicamente correctas de serem ditas.

Claro que perante a mesma situação, pode haver pontos de vista até completamente díspares, mas a realidade é só uma e permanecerá apenas única.

Deixemos Mértola para trás, que tem uma dinãmica própria e concerteza os seus problemas específicos, e que até não nos dizem respeito algum. Pelo menos a mim. Concentremo-nos pois no concelho de Alvito, que nos interessa.
Reparei que em relação a alguns dos assuntos que levantei e bastante importantes, nem sequer uma linha a comentar. Será que não vale a pena falar deles ?
E em relação a outros, julgo que há um empolamento que até é prejudicial aos mesmos. Como a agricultura que se faz no concelho, e em que sobressaem os vinhos.
Acho que se está a usar uma técnica política em que se pretende insinuar que está tudo bem e não há problema algum. E se não há problemas, não é preciso dizer mais nada, pois os mesmos não existem.

Pelo que se houver interesse em debatê-los, cá estarei para o que der e vier. Caso contrário, calo-me. Que é o que vou fazer agora.
Marquinhos a 4 de Janeiro de 2010 às 11:36
Caro Marquinhos: Permita-me que o trate assim, porque não é um anónimo, usa um pseudónimo e, por aquilo que tem escrito, merece-me respeito. Só me referi à agricultura porque não concordei com o que escreveu e acho que a esse nível o concelho não está assim tão mal. É evidente que os problemas que a agricultura atravessa são complexos mas não me parece que sejam específicos deste concelho. Têm a ver mais com as políticas agrícolas comuns e nacional e a própria posição dos agricultores e, até, da sociedade em geral.
Não se cale, comente tudo o que entender porque os seus comentários são bem vindos.
Zé LG a 4 de Janeiro de 2010 às 16:19
OK L.G., Assim já é outra coisa.
Deixe-me então explicar porque acho que as coisas nos campos do concelho de Alvito, não estão assim tão boas.

A agricultura, os agricultores e o que resta dos trabalhadores agricolas deste concelho, não conseguiram até certo ponto e salvo as honrosas excepções, quase todas vindas de fora. Adaptar-se aos novos ventos da agricultura globalizada dos nossos tempos.
E então no caso dos nossos agricultores e trabalhadores rurais, não houve mesmo qualquer tipo de evolução.
Não frequentam cursos de formação dignos desse nome, não actualizam conhecimentos, desviaram os filhos do campo pelos motivos que todos conhecemos e que nos envergonham, são renitentes a qualquer tentativa de inovação seja ela qual fôr... Enfim, tudo aquilo que temos conhecimento e que vemos todos os dias.
Aquilo que refere estar a acontecer, parece-me mais um desejo, do que facto a realidade das coisas.

Claro que a culpa não lhes caberá por inteiro, mas sim aos sucessivos responsáveis pela agricultura deste país que tudo têm feito para a destruir, e em nada contribuiram para a dignificação e respeito por quem pratica esse autêntico acto cívico e cultural, que é trabalhar nos campos.
Até mesmo em terras pequenas como as nossas, nas próprias escolas, os alunos são postos quase à margem de tudo o que seja agricultura, virando as costas a toda uma visão rural e etnográfica, que foi a razão de ser e de existir de comunidades como as aldeias e vilas deste país e do Alentejo em particular.

Seria até interessante saber quantos jovens com menos de trinta anos se dedicam à agricultura no concelho de Alvito.
Mas creio que em alguns concelhos, como o caso de Vidigueira, Serpa ou Moura, as coisas ainda não chegaram ao extremo de Alvito. Isto talvez porque as escolas técnicas de aí têm tido alguma acção nesse sentido, criando cursos ou seminários formativos, de forma a estimular o interesse e consequente manutenção e aprofundamento de algumas competências e saberes .
Marquinhos a 4 de Janeiro de 2010 às 17:14
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