Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
21
Dez 09

“A realidade económica e social muda rapidamente. Compete ao Governo ajustar as políticas em função das necessidades sentidas neste sector, no contexto de uma crise económica profunda. A agricultura representa um pilar fundamental da nossa economia e não pode nem deve ser usada só para satisfazer interesses eleitorais. Temos de agir, de colocar a agricultura, o desenvolvimento rural e as pescas na agenda mediática…na discussão em toda a sociedade. No mundo agrícola também se faz investigação, também se faz investimento, também temos preocupações ambientais e de sustentabilidade, nós também temos no nosso sector todas as preocupações de toda a sociedade, mas todos, cada vez mais, pensam que a cenoura, a alface, a batata nascem no expositor do supermercado e os agricultores só recebem subsídios. Há um trabalho pedagógico, de aprendizagem que quero fazer em 2010. Infelizmente para muitos a Agricultura resume-se a financiamentos e a subsídios. Poucos discutem a verdadeira função da Agricultura na estrutura da nossa economia, e do seu papel para a criação de emprego e para a manutenção do equilíbrio da nossa paisagem, do nosso território, da biodiversidade e da nossa identidade histórica e cultural.”

Ler toda a entrevista em: http://www.noticiasalentejo.pt/

 

publicado por Zé LG às 19:25
Concordo em absoluto. Mas mais do que tudo, haverá que fazer um trabalho pedagógico a começar nas escolas do 1º Ciclo. Em que será crucial alterar mentalidades e atitutes perante o campo e a agricultura.

Trabalhar no campo, mesmo que seja só aos fins-de-semana, ter uma pequena horta ou uma pequena quinta até para fazer exercício físico e descansar a mente. Deverá ser uma forma de estar na vida saudável e equilibrada.
Há uns anos o presidente da Câma de Évora dizia que queria cada família da sua cidade a morar numa vivenda com um espaço para ter um cão. E eu digo e porque não mais um quintal para plantar produtos horticulas e flores?

Será a partir do gosto pelo campo que se poderá até formar técnicos e cidadãos ecológicamente correctos, que virem as costas ao bolicio dos cafés e bares. Melhorando assim sem dúvida a sua qualidade de vida e até as próprias vilas e cidades.

Agora em relação à agricultura a sério e às agro-industrias, o problema é de facto mais complexo. Mas sem dúvida há que começar por qualquer lado. E este parece-me o mais correcto.
MMata a 22 de Dezembro de 2009 às 08:58
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