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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Não ignorem a crise! Falem verdade às pessoas!

Quem ouve ou lê o que alguns prometem não acredita que haja crise. Ou melhor, não pode acreditar naquilo que eles prometem.

“Prometer tudo a todos e para amanhã já” nunca ajudou a credibilizar a política e, muito menos, os políticos. Mas agora, em plena crise, que, como não será difícil de admitir, vai continuar durante o próximo mandato, é ainda mais descredibilizante, porque completamente irrealista.

Os programas eleitorais, que vão ser apresentados, quer para o país quer para os municípios e freguesias, devem ter como prioridade absoluta as medidas que possam, mais eficazmente, atenuar os efeitos da crise e preparar-nos o melhor possível para os tempos que lhe sucederão, tornando-nos mais competitivos, com maior justiça social.

É absolutamente necessário que os candidatos e suas estruturas de apoio definam as melhores políticas e seleccionem os projectos e medidas mais adequados à promoção do desenvolvimento económico e social, que tem de estar obrigatoriamente no centro das suas atenções.

Não é tempo de “rodriguinhos”, de projectos e acções consumidores de grandes verbas e sem grandes impactos na criação de emprego, no combate às desigualdades e à exclusão sociais. A avaliação custo-benefício, de que hoje tanto se fala, tem de, obrigatoriamente, sustentar as decisões que os poderes central e locais tomam.

O que as pessoas esperam dos políticos e dos aspirantes a políticos é que lhes falem com verdade, que lhes prometam o que sabem que podem fazer e que se comprometam a cumprir. Hoje, mais do que nunca, um “não” justificado pode valer mais do que muitos “sins” não sustentados.

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