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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Hélder Guerreiro diz que será “o fim da ideia do Baixo Alentejo constituído pelos 18 concelhos”

Zé LG, 25.05.22

182131243_4140054922713742_2588091656553156507_n.jpg«Aquele que deveria ser um processo de construção estratégica para uma região onde as principais reflexões deveriam assentar nas ligações de profundidade desde o oceano atlântico (costa sudoeste) à zona raiana com Espanha e nas relações verticais com a área metropolitana de lisboa e/ou com a Região do Algarve. Em vez de tudo isso estamos a construir de forma separada, Alentejo Litoral para um lado e Baixo Alentejo para outro, a resposta que se nos impõe ao próximo período de programação de fundos comunitários.

Em vez de pensamento estratégico para e sobre uma região estamos entretidos, de forma cada vez mais separada e distante, a arrumar somatórios de projetos e de intenções de projetos que se encaixem nas grandes opções de política definidas pela comissão europeia.»

Hélder Guerreiro, Presidente da CM Odemira, aqui.

A (falta de) segurança da Avenida Salgueiro Maia

Zé LG, 24.05.22

Há uns anos, quando ainda gastava tempo a pensar na minha Cidade, sugeri à Câmara Municipal de Beja que ponderasse a criação de uma rotunda (ou algo parecido) no cruzamento das Ruas Salgueiro Maia e Ivo Góis Figueira, como forma de assegurar mais segurança a quem circula pela primeira, designadamente às crianças que frequentam a Escola Mário Beirão. Completei a sugestão com a possibilidade de criação de outra rotunda, no cruzamento das ruas Salgueiro Maia e Vasco da Gama, o que reduziria ainda mais os traçados sem obstáculos, reforçando ainda mais as condições de segurança. A sugestão foi rejeitada, de imediato e sem qualquer ponderação, com o argumento da sua inviabilidade. O mesmo usado, uns anos antes, quando avancei com as propostas de criação de um parque de estacionamento no Largo dos Correios e de uma rotunda no cruzamento das avenidas Vasco da Gama com a das Piscinas, que o tempo veio a viabilizar...

Rua Salgueiro Maia.pngInfelizmente, têm-se registado vários acidentes na Salgueiro Maia, o úlimo dos quais no passado fim-de-semana, com várias vítimas.

ACOS elege Corpos Sociais

Zé LG, 24.05.22

2022050912021111.jpgA ACOS – Associação de Agricultores do Sul realiza no dia 31 de Maio, pelas 17h30, na sua Sede, a Assembleia Geral, que, para além da apreciação e votação do Relatório de Actividades e Contas de 2021, vai proceder à eleição dos Corpos Sociais para o mandato de 2022 – 2024.

A Mesa da Assembleia-Geral recebeu oportunamente uma lista de candidatura ao conjunto dos Órgãos Sociais.

Cibersegurança do Poder Local no Baixo Alentejo é de alto risco

Zé LG, 24.05.22

imgLoader2.ashx.jpg«Relativamente ao Poder Local, no Baixo Alentejo, a nossa sensibilidade relativamente à cibersegurança é de uma situação de alto risco. Consideramos que a sorte será o Poder Local não ser, por enquanto, um alvo para os cibercriminosos. Realizámos, há anos atrás um trabalho de Ciência Aplicada sobre a Cibersegurança no Poder Local, em que demonstrámos que é possível bloquear o acesso à Internet de grande parte dos municípios do nosso país. Publicámos os resultados obtidos e comunicámos as conclusões à Associação Nacional de Municípios e nada foi feito. Neste momento, estamos a realizar um novo trabalho, com alguns municípios, no âmbito da cibersegurança e das comunicações, que pretendemos generalizar com um caso de estudo, na esperança de podermos contribuir para a redução do risco de ciberataques. Imagine-se o impacto que teria, para uma câmara municipal, a perda de acesso ao seu sistema informático…» - Rui Silva, docente e coordenador do laboratório UbiNET do IPBeja.

“A importância da Inovação Social nos territórios de baixa densidade” em debate em Beja

Zé LG, 24.05.22

João-Cascalheira-1024x576.jpgA Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo promove, hoje, a iniciativa “IMPACT IISBA – A importância da Inovação Social nos territórios de baixa densidade”, que pretende, além de outros aspectos, analisar “de que forma o PRR e o Portugal 2030 podem ser uma ferramenta útil para esse desenvolvimento”, explica João Cascalheira. A iniciativa decorre, pelas 15:00 horas, no Centro UNESCO, em Beja.

Governo quer atores locais a definirem estratégias para aplicar fundos em cada território

Zé LG, 23.05.22

202205211453264192.jpgIsabel Ferreira, a secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, disse que vai convocar os diferentes atores locais para pensarem e definirem onde devem ser aplicados os fundos do comunitários em cada território, trabalho que já iniciou com as cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) do país e que pretende ouvir os diferentes níveis de poder e agentes locais para decidir como será aplicado o dinheiro.
“Não chega nós distribuirmos fundos comunitário aleatoriamente, é preciso que quem recebe esses fundos tenha uma estratégia, saiba o que quer, onde é que quer ir, é preciso convocar os atores todos”, salientou, afirmando que este é um trabalho de rede, que será feito “de baixo para cima”, que é preciso “pensar no país, nas regiões e depois dentro de cada região, dentro de cada comunidade intermunicipal, dentro de cada município, entre um município maior e as freguesias à volta”.
“Os atores, as lideranças locais são fundamentais e determinantes, nomeadamente os municípios. É tratar diferente o que é diferente, não podemos ter medidas iguais para todo o território e isso só se faz identificando região a região”, acrescentou, alertando que as estratégias locais devem articular-se com os três grandes desafios nacionais e europeus, que são o demográfico, a transição digital e a transição verde.

Jerónimo de Sousa critica Governo por recusar travar escalada de preços

Zé LG, 22.05.22

202205221433348290.jpgJerónimo de Sousa, líder do PCP, hoje em Baleizão, acusou o Governo do PS de fazer “uma política de meias-tintas” por se recusar a aumentar os salários e pensões e a travar a escalada de preços, recordando que o PS prometeu, na campanha eleitoral, valorizar salários e reformas, e que agora, “apanhado com a maioria absoluta que ambicionava e de mãos livres”, “esqueceu a promessa” e “está já a fazer o contrário do que anunciou”.
Jerónimo de Sousa frisou que o “deixar andar e fechar os olhos à especulação e à exploração está bem patente” na proposta de Orçamento do Estado para este ano, considerando que no documento “não se veem as soluções para estes e outros problemas” e que “O que aí está é um autêntico assalto ao bolso de quem trabalha da parte dos grupos económicos, com os seus aumentos especulativos dos bens essenciais, dos alimentares à energia, dos combustíveis aos transportes, à água e habitação”.

A CADEIRA E A VIDA, de António Vilhena

Zé LG, 20.05.22

22687938_112235742873964_8205962711830460295_n.jpg«... Tenho, ainda, na memória a imagem da minha primeira cadeira, quando a minha avó, Maria Luísa, me levava, depois das aulas da escola primária, para a casa da menina Bia, em Beja, uma espécie de explicadora ou de ATL dos tempos modernos. A minha avó comprou-me uma cadeirinha azul, onde escorriam algumas flores pintadas. Ao final das aulas lá ia eu fazer os trabalhos de casa com a professora, amiga da minha avó. Sentava-me com uma ardósia sobre os joelhos e, assim, passava as tardes a fazer contas de somar e subtrair. Ao final do dia, arrumava a cadeirinha azul num canto até ao dia seguinte. Com o tempo a cadeira ficou pequena, o mundo mudou, a minha avó reformou-se e eu cresci, quiçá, para compreender a relação entre a cadeira e a minha avó, que foi lavadeira no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Beja. Levou uma vida em pé a precisar, também, de uma cadeira.»                                                                                                             Final da Crónica de António Vilhena, publicada no Diário de Coimbra, dia 19 de Maio de 2022)

“Criar um diálogo” entre Pisões, Beja e o Museu regional, “valorizando todo o território”

Zé LG, 20.05.22

Pisões-1024x703.jpgA União de Freguesias de Santiago Maior e São João Batista, o Museu Regional de Beja e a Universidade de Évora (UÉ), através do seu Laboratório HERCULES, assinaram um protocolo para estudar e valorizar o acervo das escavações realizadas no sítio arqueológico de Pisões, no concelho de Beja, considerada “uma das mais originais ‘villae’ romanas da Península Ibérica”.
O professor António Candeias, da UÉ, explicou que o acordo prevê a cedência, por parte da união de freguesias, de um espaço na aldeia de Penedo Gordo, onde será colocado o acervo proveniente de Pisões e que está depositado no museu regional, com “O grande objetivo” de “criar as condições para que agora seja possível desenvolver todo um estudo em torno do espólio das escavações”.

Descarga poluente na Ribeira do Roxo ainda sem culpados

Zé LG, 20.05.22

ALJUSTREL-Ribeira-A-roxo_800x800-240x240.jpgA descarga que foi feita para a Ribeira do Roxo, próximo da aldeia de Jungeiros, está a ser investigada pela APA e NPA da GNR de Aljustrel mas ainda não foi possível identificar a origem destas possíveis descargas. Almina não respondeu ao Lidador Notícias.

“Não obstante as diligências tomadas, não foi possível identificar a origem destas possíveis descargas, quer pontuais, quer difusas, eventualmente ligadas a movimentação de máquinas agrícolas ou aplicação de produtos químicos”, concluiu a APA. A GNR justificou que nos últimos tempos “esta foi a quarta situação de possíveis descargas detetadas naquele leito de água”.

“É urgente dotar a região de melhores condições de saúde”, afirma Nelson Brito

Zé LG, 19.05.22

202205172201003277.PNGO investimento público, na opinião de Nelson Brito deve ser colocado para uma “mudança de paradigma”, para contribuir “para uma região melhor para se viver e em que, finalmente, se concretize a adiada coesão económica, social e territorial do Baixo Alentejo”, pelo que “é urgente dotar a região de melhores condições de saúde, visto que se trata de um direito fundamental e requisito crítico para a fixação e atração de nova população, evidência que ficou ainda mais explicitada após dois anos de resposta do Serviço Nacional de Saúde à situação pandémica, em todo o território nacional”.

O líder distrital e deputado do PS apontou como prioridades “avançar com a construção imediata da segunda fase do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja” e fazer “um esforço de atração para o Baixo Alentejo de mais médicos de saúde pública, especialistas no âmbito dos cuidados de saúde primários de medicina geral ou familiar e ainda especialistas na área hospitalar”.  Daqui, daqui, daqui e daqui.

Até sempre Eulália!

Zé LG, 19.05.22

2022051811294381.nb.pngEulália Parreira Queixinhas Coimbra, natural de Beja, com 49 anos, morreu no dia 17, em sua casa, vítima de doença grave. O funeral realizou-se esta manhã, das Casas Mortuárias de Beja para o Cemitério de Ferreira do Alentejo, onde será cremada. Era técnica da Biblioteca Municipal de Ferreira do Alentejo.

Conheci-a desde que nasceu, porque fui vizinho dos seus pais. Era filha de um Homem – Carlos Queixinhas -, que sempre respeitei e estimei. Já depois de formada trabalhou na Biblioteca Municipal de Alvito, na altura em que estive na Câmara Municipal. Há já algum tempo que não a via nem tinha notícias dela e fui surpreendido pela notícia da doença, que infelizmente a vitimou. A Eulália era uma moça cheia de vida, bem disposta, de fácil relacionamento, que fazia amigos em todas as pessoas que conhecia, dinâmica, sempre com ideias e projectos.

À família apresento as minhas sentidas condolências.

Hospital de Beja “desapareceu” do Orçamento do Estado, denuncia Catarina Martins

Zé LG, 18.05.22

Catarina-Martins-1-768x432.jpgCatarina Martins, a Coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), visitou, esta manhã, o Hospital de Beja e não poupou críticas ao Governo pelo desinvestimento, lamentando que o Orçamento de Estado não tenha atribuídas verbas para a ampliação daquela unidade de saúde. “O Hospital de Beja desapareceu do Orçamento do Estado, entre 2018 e agora”, disse, apontando ainda outros problemas: a contratação e a fixação de profissionais, recordando que o prometido aumento das “vagas carenciadas” ficou “aquém das necessidades” no Hospital de Beja.
A coordenadora do Bloco o Esquerda aproveitou a oportunidade para enaltecer a resposta de saúde mental criada em Beja.                               Leia e oiça aqui e aqui.