Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
05
Abr 16

Peço desculpa pela informação errada que divulguei através do alvitre anterior, por distração. O programa não foi transmitido esta noite mas sim na noite de ontem.

Aqui fica a sinopse do programa Visita Guiada e o link (http://www.rtp.pt/play/p2366/e230541/visita-guiada) para onde pode ver o vídeo.

 

A partir de um antiquíssimo olival no Alvito, Baixo Alentejo, o geógrafo Jorge Gaspar, discípulo e amigo de Orlando Ribeiro, conduz-nos pela história milenar dos fenícios, gregos, romanos, visigodos e muçulmanos que contribuíram para a fixação da oliveira em Portugal.

publicado por Zé LG às 23:27
Sinceramente gostei muito de ver e aconselho o mesmo a todos os que se interessam pelo Alentejo e em particular por Alvito.
Trata-se de uma pessoa muito culta e atenta, com quem se pode aprender muita coisa de util.
Saliento como curiosidade a sua explicação tendo em conta o exemplo de Alvito em Itália, de que a origem deste nome poder vir de oliveiras/olival e daí a existencia de vários Alvitos em Portugal. Com que sem dúvida concordo, pois nunca me parece lá muito consistente a sua origem em alvitre do boi que fugiu de uma tourada alí realizada há séculos.
O único senão do programa e que aqui saliento, foi a sua resposta a uma pergunta da jornalista, sobre o abandono gritante dos campos em redor de Alvito. Questão que de facto é levantada uma vez e outra, sempre que uma televisão faz um programa sobre esse concelho.
Ora alguém que é o responsável pelos Estudos Gerais de Alvito, não deveria ter "chutado para o lado", evitando assim dar qualquer resposta digna desse nome.
Pareceu-me estar a fugir um pouco às suas responsabilidades.
Pois se está tudo tão bem e não há problemas nenhuns, não é preciso estudar nada e nem sequer nos preocuparmos com o que aí vem para as próximas gerações. Sobretudo concelhos bonitos como é o caso, mas sem grande futuro neste momento sobre o ponto de vista económico e social.
Anónimo a 6 de Abril de 2016 às 09:16
Pois deve ser mesmo verdade.
Até porque se hipótese agora saísse um boi bravo de uma praça de touros, quantas pessoas é que se poriam a gritar: Alvitre. Alvitre.
O lógico seria "Olha ó boi" ou então estava tudo calado e a fugir com a mexa toda.

O interessante de quem estuda e se dedica a estas preciosidades, é que descobre tanta coisa errada e que nos venderam sabe-se lá quem e porquê, de forma categórica como verdades insofismáveis.
Anónimo a 6 de Abril de 2016 às 22:04
A especulação sobre as coisas antigas é relativamente anódina, mas as "bombas" que rebentam nos dias de hoje ninguém comenta...
Anónimo a 7 de Abril de 2016 às 17:47
Não se percebe lá muito bem o que pretende dizer. Não quer explicar melhor o seu raciocinio.
Anónimo a 8 de Abril de 2016 às 09:25
Sem dúvida que é muito interessante conhecer as nossas raízes culturais. Mas a história é feita todos dias, por nós próprios. E para isso a atitude contemplativa sobre o passado tem de complementar-se com ação sobre o presente. E isso dá uma trabalheira!...
Anónimo a 8 de Abril de 2016 às 11:56
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