Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
30
Mai 16

Segundo uma nota de imprensa do Grupo Parlamentar do PCP, o Governo confirmou que a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo está fortemente descapitalizada em equipamentos de imagiologia, nomeadamente de RX e TAC e deixou a garantia que está a trabalhar com a administração da ULSBA no sentido de se promover uma candidatura para poder ultrapassar este problema. 

AQUI e AQUI.

publicado por Zé LG às 08:51
É de esperar que os críticos do chamado hospitalocentrismo percebam agora a asneira do desinvestimento que prejudica a qualidade diagnóstica. Quem aproveitou foi o setor privado.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 12:10
Isso é bem diferente do que a administração disse. O CA da ULSBA afirma que fez a candidatura. Parece que sem a ajuda do Governo chumba!
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 13:03
Gostaria de referir que nao e so em equipamentos que a ULSBA esta desfalcada.
Estamos a esquecer nos da escassez de recursos humanos.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 13:09
falta de recursos humanos? ou falta de gente para trabalhar? é que são coisas diferentes ! Vá ao bar do hospital e veja as filas.., perca algum tempo e veja quanto tempo leva lá quem lá está...depois vá ao jardim das consultas externas e conte, se conseguir, o nº de funciona´rios que lá estão... perca mais algum tempo e veja quanto demoram em média..., "recursos" humanos eles existem, mas não para trabalhar!
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 22:44
E o CA tem assim tantos recursos e não ê capaz de os por a trabalhar? Que raio de gente é esta , nomeada para fazer funcionar o hospital, e não é capaz de gerir esses recursos humanos. Então ê melhor assumir essa incompetência e pôr-se a arejar, já que é responsável , na totalidade, por esse não trabalho dos seus colaboradores.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 23:51
E uma vergonha a falta de auxiliares e a falta de enfermeiros....sempre gostava de saber como e que vamos passar para as 35 h.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 13:10
A ULSBA está descapitalizada em recursos de equipamentos porque não é só só nível do Serviço de Imagiologia, e também em recursos humanos. Estes dois tipos de investimentos têm sido muito mal geridos. Há equipamento que não é substituído há mais de uma década e os recursos humanos , só abundam as cunhas que as gestões vão colocando, que nada fazem.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 15:45
Agora os "criticos do hospitalocentrismo" é que são os responsáveis dos equipamentos de radiologia do hospital estarem inoperacionais. E estão feitos com os interesses privados da radiologia, a qual é exclusiva dos médicos hospitalares.
Haja um pouco de vergonha na cara.








Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 18:43
Esses críticos fizeram trabalho ideológico a justificar o não investimento.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 18:57
Os criticos do hospitalocentrismo apenas protestam com a centralização abusiva dos serviços nos hospitais, quando muitos deveriam estar nos centros de saúde ou afins e não nos privados.
Isto para estarem mais perto e acessiveis das populações.
Práticas estas que são correntes nos países desenvolvidos e organizados, com reais ganhos de saúde para as populações, profissionais e até de rentabilidade económica.
Ao contrário dos países atrasados e terceiromundistas, que constoem hospitais enormes e quase ingeriveis, para os seus politicos e para-politicos se auto-promoverem e tentarem enganarem e demonstrar ao povo que estão preocupados com a sua saúde e bem-estar.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 09:17
É precisamente o que pretendemos fazer. Numa palavra: integração. Deixem essas críticas para onde se aplicam.
MF a 31 de Maio de 2016 às 09:19
Que é o caso do Hospital de Beja. Daí que as populações do norte do distrito fogem cada vez mais para os hospitais de Évora e as do sul para os do Algarve.
Enquanto isto, o hospital de Beja vive para o seu egocentrismo e visão hospitalocentrica dos seus responsáveis. Considerando os centros de saúde como uns filhos de um Deus menor assim como quem lá trabalha.
Desinvestindo de tal forma, que estes têm cada vez mais as paredes e o mobiliário. Quanto às populações dos concelhos limitrofes que apanhem os autocarros e que venham tratar-se ao hospital de Beja.
Só que os podem apanhar para Beja ou ir para outro lado, que é cada vez mais frequente.
Fica aqui o alerta.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 09:33
A sua insistência nessa teoria já cansa. Os cuidados de saúde primários há muitos anos levam a maior fatia do orçamento. Julga porventura que faz um sistema de saúde sem concentrar os equipamentos pesados?
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 09:38
"Os cuidados de saúde primários há muitos anos levam a maior fatia do orçamento." sic..
Não diga blasfémias. Tenha juizo.
E sobretudo espirito democrático.
Este como qualquer tema, pode e deve aqui ser debatido.
Ou há assuntos tabus?
Ou simplesmente não lhe interessa falar aqui do assunto, porque o incomoda.
Assim sendo, explique nos lá porque é que lhe incomoda tanto sempre que aqui se fala desta aberração que é o hospitalocentismo do hospital de Beja?
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 10:20
Já dei para esse peditório. Sobre as dotações orçamentais da ULSBA, informe-se, que é do domínio público.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 10:25
Ser democrata é de facto complicado para certas pessoas. Ou melhor, a democracia é uma coisa muito bonitinha, mas só se aplica aos outros. No caso de alguns, quem manda na democracia são eles.
Quer queira quer não, quem está agora no peditório é o hospital de Beja.
E escusa de estar com esses chavões do domínio público, que os autarcas, profissionais de saúde e a população em geral dos concelhos limitrofes de Beja conhece e sabe muito bem qual é o equipamento e as competencias que possui e o que deveria ter nos centros de saúde dos seus concelhos.
Fique com a sua "visão democrática" e a sua arrogancia só para si.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 10:44
Estes anti-hospitalocentristas parecem dizer: "Um TAC novo? Não, não vamos gastar dinheiro nisso!" Não há pachorra!
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 11:06
Não me seja "troca-tintas". Ninguém disse isso.
E diz bem. Não há pachorra.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 13:34
Não consta que tenha havido algum autarca a pronunciar-se no Conselho Consultivo da ULSBA dentro dessa linha de contestação.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 11:14
Os autarcas do Baixo Alentejo com execeção de Beja não reivindicam mais e melhores cuidados de saúde que têm nos seus concelhos?
Não devemos estar no mesmo país.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 13:29
Segundo o que a ACSS indica para as contratualizações feitas pelas ARS com as Unidades Locais de Saúde, a ponderação para os Cuidados de Saúde Primários é de 40%, enquanto para os Cuidados Hospitalares é de 30%.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 11:29
Exatamente. Pouco mais. E isso não é hospitalocentrismo?
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 13:33
Acham pouco...
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 16:17
Claro que sim. Quer que eu lhe faça as contas?
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 17:31
Mas mais que as dotações, é o funcionamento efetivo dos cuidados primários que se deveria debater.
Mas sobretudo tal como sucede em Epanha e outros países desenvolvidos e há décadas, a descentralização efetiva de consultas ditas de "especialidades hospitalares" e outras competencias para os centros de saúde, que atualmente são apenas residuais. Como julgo ser apenas o caso da Psiquiatria, e aqui a Drª Ana Matos Pires talvez possa acrescentar alguma coisa a este debate.
E esse é o principal problema do hospitalocentrismo e que não só urge combater, como deveria ser forma urgente e imperiosa.
Daí que ou os nossos autarcas andam a ver passar os comboios, ou não estão a cumprir as suas obrigações para com as populações que os elegeram.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 17:43
Mais importante que as consultas descentralizadas é a real articulação de serviços CHospitalares/CPrimários, na linha do que é, ou deve ser, uma ULS. Como costumo dizer, mais importante q o médico mudar o rabo da cadeira do hospital para a cadeira do CS é essa boa articulação. Pegando no exemplo da psiquiatria, aumentar o número de consultas da especialidade nos CS, em condições físicas muito mais precárias do que aquelas que temos no hospital neste momento (a consulta de psiquiatria não precisa de muito mas precisa de um espaço quieto e calmo) não me parece uma boa alternativa.
A integração de cuidados passa por inúmeras coisas, descentralização de consultas mas não só - rentabilização da telemedicina, no caso da psiquiatria para apoio aos colegas, melhoria da comunicação CHospitalares/CPrimárioas, bons fluxogramas de referenciação, equipas multidisciplinares organizadas, estruturadas e mantidas, articulação com as câmaras para disponibilização de transporte de doentes não urgentes, etc, etc, etc.
ah, e tb muito importante, descentralização de prestação de cuidados clínicos que não passam só por "consultas médicas da especialidade", nos CSaúde e noutras estruturas da comunidade (lares, pex).
Sim, desde que aceite serem comparadas com as outras.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 17:45
Mas quais contas! Tanto disparate! Hospitalocentrismo , sabem o que é ? Tem alguma coisa a ver com contas e mais das que não sabem fazer. Isto é uma Unidade Local e como tal tem de ser gerida.De facto os exitos de tal gestão não são conhecidos, mas daí !! o que querem? Deixar de ser Unidade Local? façam uma petição publica, pela mudnça , se a desejam ou por uma gestão mais integradora , eficaz e eficiente dos recursos desse todo, e conduzam-na ao sitio certo.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 17:48
A utilização racional dos recursos da ULSBA (humanos e orçamentais) implica uma nova organização, visando assegurar um funcionamento verdadeiramente integrado. Sem essa evolução, sem esse upgrade, a ULSBA terá o futuro comprometido a breve prazo. Continuando dirigida pelas pessoas que integram o atual Conselho de Administração, seguirá um caminho de redução da chamada carteira de serviços, em prejuízo da acessibilidade dos utentes do SNS aos cuidados de saúde no Baixo Alentejo. A obstinação que eles têm demonstrado impõe a sua substituição o mais rápido possível.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 19:30
É significativa a convergência objetiva entre as afirmações da Sra. Presidente do CA da ULSBA, nomeadamente a de que tem uma perspectiva de downsizing do Hospital de Beja, e as pretensões publicamente expressas dos responsáveis das Misericórdias, no âmbito da visita a Beja da deputada do PSD, de que querem ter consultas de especialidades médicas nas suas instalações. Coincidência ou negócio combinado?
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 19:47
Já há muitas pessoas arrependidas pelo facto de ser uma ULS. Só serviu até agora para alimentar e aumentar ainda mais o glutão do hospitalocentrismo instalado.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 09:43
Que grande treta de teoria! Tem piada que no Hospital a opinião dominante é exatamente a oposta...
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 10:05
Treta, é o teu post. Anónimo das 10:05.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 14:18
Anónimo das 14:18: entende-se que a intenção destes comentários segregacionistas é cavar o fosso entre níveis de cuidados de saúde, o que seria claramente prejudicial, para os utentes e o para o próprio SNS. Um tal objetivo, que insinua veladamente a coberto de pseudoargumentação pretensamente igualitarista, tem de ser desmascarado como oportunista e facilitador do setor privado. O caminho que interessa desenvolver, já anunciado pelo Governo, é o do reforço da Medicina Geral e Familiar, da integração entre níveis de cuidados de saúde e a facilitação da mobilidade entre unidades prestadoras de cuidados diferenciados.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 14:50
Nada mais há acrescentar , em blog, ao que acabou de ser referido pelo anónimo das14:50. Está tudo dito e deixem-se de agravar situações criadas e alimentadas com objectivos diferentes daqueles para que foram criadas.
JM a 1 de Junho de 2016 às 15:24
Anónimo das 14:50. O hospitalocentrismo não nasceu e existe por acaso. Há interesses instalados dos quais não se arreda pé, defendidos até por pessoas de esquerda e que sabem muitos bem de onde vem o dinheiro dos impostos que o alimenta.
Daí que não haja dúvida que o entendo e muito bem.

Espanta-me é a sua agressividade PIDESCA e a sua visão autocrática e ditatorial ao ponto de instigar ao medo com intuitos persecutórios e até defender a caça às bruxas, aliás
tal como aconteceu e era prática no anterior CA do PS.

Medite lá um pouco nesta sua frase, isto porque o que aqui se pretende é apenas um debate que se quer sério e educado, mesmo quando se defendem pontos de vista diferentes. E a qual ao meu ver, merece um reparo e até se tiver dignidade para isso um pedido de desculpas:
"Um tal objetivo, que insinua veladamente a coberto de pseudoargumentação pretensamente igualitarista, tem de ser desmascarado como oportunista e facilitador do setor privado".

25 de ABRIL SEMPRE. FASCISMO NUNCA MAIS.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 15:32
Anónimo das 15:32: se FASCISMO NUNCA MAIS, porque não assume publicamente as críticas que como cidadão tem o direito democrático a fazer? Quanto a sentir-se ofendido, quem não quer ser visto como lobo não lhe vista a pele. A autofagia é uma velha pecha da esquerda. Hospitalocentrismo era o que existia antes de ser criado o SNS. Usar esse conceito nos dias de hoje só pode levar água ao moinho dos que esfregam as mãos ávidas de clientela que foge do SNS por obsolescência dos equipamentos. Faça o 25 de Abril na sua cabeça!
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 15:50
Você, pessoa aqui muito bem identificado (há, há, há,..), sugere "porque não assume publicamente as críticas que como cidadão tem o direito democrático a fazer?" sic...
É preciso ter lata, hem?
Será que não tem aí nenhum espelho por casa?

Depois baralha tudo, baralha os conceitos, baralha as ideias, baralha..., baralha,.. para depois acabar com chavões sem sentido como o da iniciativa privada.
Quando o que aqui se debate é a transferência de competências dos hospitais para os centros de saúde, de forma a que os cuidados médicos integrados cheguem e sejam o mais acessíveis possível às comunidades, sobretudo as mais distantes do meio hospitalar.

O que me parece é que você só de ler aqui a palavra "hospitalocentrismo", a dita mexe consigo de tal forma que perde por completo as estribeiras.
Daí que toda a tentativa de diálogo e debate do tema, se torna impossível. Além de não haver qualquer tipo de empatia ou comunicação, devido ao seu radicalismo programático.
E eu sinceramente não quero que tenha algum enfarte ou trombose por causa disto.
Motivo que vou ficar por aqui.

Quanto ao ser ou não anónimo, dizer-lhe que sou uma pessoa simples, que não gosta de dar nas vistas e que detesta o protagonismo.
Mas que está atenta à realidade de todos os dias da sua região e que de forma educada e respeitosa, aqui neste blog pretende dar o seu contributo despretensioso para o desenvolvimento e bem-estar de todos os seus conterrâneos, sem exceção.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 16:52
Transferência de competências dos hospitais para os centros de saúde? Tá visto que não tem consciência do disparate. Nem eu paciência para o esclarecer. Desculpe, sim?
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 17:15
Tive um professor de matemática que dizia que o direito à asneira é sagrado...
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 17:29
Operações nos centros de saúde?
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 17:51
A tentativa de baralhar e perturbar este debate chega ao ridículo.
E com que arrogância, prosápia, deselegância e pseudosapiência se inquire e se polui aqui o ambiente.
Com que então não há mais nada além de "operações" nos centros de saúde.
Olhe, já que há aqui quem tanto defenda o hospitalocentrismo, vão mas é vender xuxas para a porta da maternidade.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 19:34
De facto, isto está ridículo.
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 19:37
Sem dúvida.
Sabe-se lá bem porquê, mas fica-se com a sensação que neste lote há pessoas que aspiram a lugares no próximo CA.
Será possível?!!
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 22:19
É o Sr. secretário de Estado não veio dar ênfase ao trabalho efectuado com os CUidados de Saúde Primarios por este CA.Afinal em que ficamos com isto tudo.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 10:36
Umas obrinhas nalguns centros de saúde chegaram para ganhar simpatias autárquicas...
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 16:19
Obrinhas e obretas, nos Centros de Saúde e no Hospital, estão a provar que não chegam para " o dá cá aquela palha" , que temos assistido há ANOS.
Rodolfo inquieto a 31 de Maio de 2016 às 17:50
enfermeiros com 35 h qual é o problema? leia o comentário abaixo, é só coloca-los a trabalhar, os existentes chegam se trabalharem 7 h dia
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 22:47
atente caro anónimo das 35 h, no concelho de moura / barrancos ainda existem muitos enfermeiros...não vái haver problema garanto-lhe
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 22:49
Mais umas cunhazitas do PSD do conde e seu pupilo"o merdas" vão vir e depois é só votarem no "merdas" para futuro homem da banda do PSD.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 23:22
Dê-se o devido destaque ao questionamento feito pelo Deputado Pedro do Carmo sober a unidade de quimioterapia do hospital.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 19:02
Pedro do Carmo demonstra capacidade e iniciativa, na defesa da Saúde do Baixo-Alentejo.
Munhoz Frade a 30 de Maio de 2016 às 19:29
Parece que mesmo no distrito de Beja a geringonça funciona!
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 20:05
"NO ÂMBITO DAS FUNÇÕES DE DEPUTADO ELEITO PELO BAIXO ALENTEJO QUESTIONEI HOJE O MINISTRO DA SAÚDE SOBRE O FUNCIONAMENTO DO HOSPITAL DE DIA DE ONCOLOGIA DO HOSPITAL JOSÉ JOAQUIM FERNANDES, BEJA (ULSBA)

O acesso aos cuidados de saúde é um dos pilares fundamentais das funções do Estado, que se encontra protegido pela Constituição da República Portuguesa.

Considerando a gravidade dos rumores acerca da alegada situação do Hospital de Dia de Oncologia – Quimioterapia, após, pelo menos duas inspeções do Infarmed, nos últimos meses.

Considerando ainda a relevância dos cuidados prestados pelo referido serviço de saúde integrado no Serviço Nacional de Saúde, a importância terapêutica do serviço e o quadro de debilidade física e psicológica em que os pacientes se encontram perante o diagnóstico e os tratamentos.

Considerando, por último, a preocupante opacidade e falta de esclarecimento público do Conselho de Administração da ULSBA às questões colocadas por um jornalista (às quais tivemos conhecimento), bem como a existência de respostas que contradizem a informação que circula entre profissionais, utentes e um pouco por toda a região, enviei ao Exmo. Senhor Ministro da Saúde um conjunto de questões concretas e objetivas que visam apurar, entre outras questões, se:

. se confirmam os rumores que a preparação dos citotóxicos pode ser suspensa de imediato e se está em causa, no mínimo, o encerramento temporário dos tratamentos com quimioterapia no Hospital de Dia de Oncologia do Hospital de Beja;

. o que leva o Infarmed a realizar nos últimos meses e num curto espaço de tempo duas inspeções na ULSBA, após a inspeção realizada em 2012;

. o que foi feito concreta e objetivamente pela Administração entre 2012 e 2016 para ultrapassar os problemas detetados então;

. se o Conselho de Administração fez nesse período de 4 anos tudo o que estava ao seu alcance para ultrapassar quaisquer problemas que pudessem ter sido detetados e garantir em absoluto a segurança de utentes e profissionais;

Estas são algumas das questões que têm de ser respondidas com a máxima urgência e detalhe na informação, de forma a erradicar o alarme social gerado pelas informações que circulam em surdina.

O Baixo Alentejo não prescinde de ter acesso a um serviço de qualidade na prestação de cuidados de saúde, em valências fundamentais para o tratamento de patologias mais exigentes, em questões decisivas para a tranquilidade social e quando estamos a falar de cidadãos em situação de saúde que suscitam particulares preocupações em matéria de acompanhamento médico e familiar.

O Baixo Alentejo exige o cabal esclarecimento da situação, a reposição de eventuais quebras na prestação dos serviços de saúde e a manutenção do compromisso da Administração com o Serviço Nacional de Saúde na Região.

O lamento sobre a situação em que poderão ter sido ou venham a ser colocados os Baixos Alentejanos necessitados de cuidados de saúde oncológicos é pouco, exige-se que o serviço tenha a qualidade que lhe é devida e que utentes e profissionais possam nas melhores condições possíveis travar juntos o combate pela vida e pela saúde.

A todos os servidores do Estado está acometido o desafio de respeitar a dignidade humana e de salvaguardar na gestão dos serviços o essencial. Estou certo que os profissionais de saúde têm bem presente esta orientação, procuram cumpri-la e dar-lhe sentido prático a bem dos utentes, assim lhes criem as condições exigíveis tecnicamente através de recomendações, normas e leis para a prestação dos cuidados de saúde."

Pedro do Carmo
Fogo sobre o CA! a 30 de Maio de 2016 às 20:17
Então a Câmara de fluxo lâminar não está em plano de candidatura ao Portugal 2020.
Mas o que fez este CA durante o primeiro mandato, sim porque depois da renovação até fogem dos profissionais e perseguem aqueles que sabem trabalhar,que não cumpriu as várias recomendações das inspecções do Infarmedde do IGAS
Nada , nada, a não ser manter se à tona ao abrigo do poder político, dos amigalhaços .
JM a 30 de Maio de 2016 às 20:36
Digam-me, em vossa opinião, acham normal um deputado questionar um ministro com base em rumores e diz-que-disse? Eu até percebo que o Pedro do Carmo queira demitir o Conselho de Administração, mas que credibilidade vai ele ter junto do ministro quando fundamenta a sua acção com "rumores"? Será que sou eu que estou vendo mal? Será que isto não é um contributo para encerrar o Hospital de Dia? Duma coisa tenho a certeza, todos percebemos a posição de Munhoz Frade quando comenta "Excelente".
Vítor Costa a 30 de Maio de 2016 às 20:45
Sr. Vitor Costa, volte a ler o texto do Pedro do Carmo. O antigo ditado diz que onde há fumo pode haver fogo. O Deputado está atento e interveniente. Porque se incomoda com esse facto?
Munhoz Frade a 30 de Maio de 2016 às 20:52
Dr. Munhoz Frade, o seu, é um caso muito particular. O Sr quer ser presidente do CA, da mesma forma que quis ser cabeça de lista pelo PS nas últimas legislativas. Problema global, o PS não o quer. Nem para uma, nem para outra função. Bem pode bajular o Pedro do Carmo e escrever ao Ministro da Saúde que dificilmente conseguirá qualquer destes intentos. Isto não lhe retira qualquer direito de opinião, mas seria, por uma questão ética, desejável que fizesse a sua manifestação de interesse, para além daquele que todos duma forma geral temos que é " a defesa do serviço nacional de saúde, a prestação de cuidados de saúde de qualidade na região, etc,etc"
Vitor Costa a 30 de Maio de 2016 às 22:26
Sr. Vitor Costa, está duplamente equivocado. Primeiro, não propus ao Presidente da Federação ser cabeça de lista. Segundo, quanto a declaração de interesses, tenho o meu longo histórico de posições independentes em defesa do SNS, sem nunca ter tido qualquer benefício material ou de carreira profissional. Que sou um caso muito particular, será verdade, pois não fiz carreira em partidos.
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 22:38
Por lapso não me identifiquei no comentário das 22:38h
Munhoz Frade a 30 de Maio de 2016 às 22:42
"não propus ao Presidente da Federação ser cabeça de lista", neste momento há gente a rebolar de riso. Sobre o que me incomoda na pergunta do deputado, é o ridículo a que se expõe o parlamentar com este tipo de argumentário, que também utilizou na anterior pergunta sobre os processos disciplinares. Quem assessora o deputado Pedro do Carmo nesta matéria está a prestar-lhe um péssimo serviço. E não dr Frade, nós sabemos que não é o senhor. E olhe que até não é difícil saber quem é, e dos resultados que anteriores assessorias deram.
The end.
Vitor Costa a 31 de Maio de 2016 às 00:17
Pois é, meu douto senhor Vitor, sobre o riso, paciência, "noblesse oblige". Da próxima vez, quem sabe, talvez o PS ou o Ministro lhe perguntem quem deve respectivamente ser o quê...
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 00:57
Sr. Vitor Costa, não chegou a responder à questão que lhe fiz: Porque o incomoda a iniciativa do deputado? Falta fazer a sua declaração de interesses, sff.
Munhoz Frade a 30 de Maio de 2016 às 23:03
Uma coisa pode ter o Sr. Vítor Costa como certa:o Dr. Munhoz Frade tem muitos mais apoios internamente , que qualquer elemento do CA. Entre todos os grupos profissionais,médicos, enfermeiros,auxiliares...
O CA não tem nem nunca teve.Tambem tem mais apoios no PS que o CA alguma vez teve no próprio PSD local , quando foi nomeado pelo governo PSD/CDS.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 00:08
"tem muitos mais apoios internamente" olhe que não, olhe que não!
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 00:19
Quais rumores? As inspecções do INFARMED?
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 20:53
Já percebi, sou eu que estou a ver mal.

"Considerando a gravidade dos rumores acerca da alegada situação do Hospital de Dia de Oncologia – Quimioterapia"

"a informação que circula entre profissionais, utentes e um pouco por toda a região"

"se confirmam os rumores que a preparação dos citotóxicos pode ser suspensa de imediato"

"falta de esclarecimento público do Conselho de Administração da ULSBA às questões colocadas por um jornalista (às quais tivemos conhecimento)"





Vitor Costa a 30 de Maio de 2016 às 22:06
Sr. V. C., "esqueceu-se" de citar:

"(...). o que leva o Infarmed a realizar nos últimos meses e num curto espaço de tempo duas inspeções na ULSBA, após a inspeção realizada em 2012;
. o que foi feito concreta e objetivamente pela Administração entre 2012 e 2016 para ultrapassar os problemas detetados então;
. se o Conselho de Administração fez nesse período de 4 anos tudo o que estava ao seu alcance para ultrapassar quaisquer problemas que pudessem ter sido detetados e garantir em absoluto a segurança de utentes e profissionais; (...)"
Munhoz Frade a 30 de Maio de 2016 às 22:16
Oh Ex Sr Deputado, o sr ainda é mais "artolas" do que parece!
o sr interpela o ministro e nem tem o cuidado de se colocar tecnicamente ao corrente da matéria? Será que os seus compinchas não sabem que desde sempre (até com CA do seu partido) nunca as boas praticas e a legislação existente para a área foi cumprida? Será que não sabe que diariamente se infringem as regras da preparação dos medicamentos no HD? Quem deverá preparar a medicação são os técnicos de farmácia ao que sei, não os enfermeiros, eles não detêm competências para preparar, apenas para administrar! E onde estão os farmacêuticos ? Será que não sabe disto ou esqueceu de propósito? Não são apenas questões de de espaço físico, são também questões de técnicos nos lugares certos..., e a quem pode interessar isto? À população não será garantidamente!
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 22:36
Força deputado , o caminho é este! Os Vítor Costa que por aí polulam não incomodam gente séria e capaz , com provas dadas, de defender o SNS e o Baixo Alentejo na Saúde.
Isto bateu fundo e é preciso dizer-se.É o que está a acontecer.
O Sr. Deputado sabe o que anda fazendo !O CA tem dor de barriga, paciência!
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 23:14
Corrijo"pululam"
Anónimo a 30 de Maio de 2016 às 23:19
Não se entendem estas críticas ao deputado. Então queixavam-se do silêncio do PS, mas agora queixam-se do PS alertar e indagar com brado?
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 06:35
"(...) o Dr. Munhoz Frade tem muitos mais apoios internamente (...)"
Esta é de rir! Nada como começar o dia com humor!
Deve estar a referir ao Alvitrando, só pode...
É um comentário de quem não faz absolutamente ideia nenhuma do que se vai falando pelos corredores do hospital...
Mas pronto, há quem diga que rir é o melhor remédio!
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:09
Quem ignora, não sabe que ri de si próprio.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:16
Não há ignorância mais insolente do que a da ignorância quando se presume de sábia.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:23
A ignorância de uns é tal que se arrogam em juízes sobre a ignorância dos outros.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:26
Quem deseja diminuir a sua ignorância deve, em primeiro lugar, confessá-la.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:32
Só se confessa o que se tem em consciência. Por isso os imodestos nunca o fazem. Assim se comportam os que se julgam melhores do que os outros, pensando que isso justifica estarem instalados no poder. Ilusões...
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:39
Alguma coisa há mais perigosa do que a ignorância, e é não a conhecer; porque todas as ignorâncias humanas, que são mais inumeráveis do que as estrelas do céu, a pior de todas, a mais fatal, a mais fecunda de infinitos desastres, é a ignorância da própria ignorância.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:53
O empenho com aqui combatem o Dr. Frade prova a sua importância.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 08:54
Têm inveja de ele ser um sábio estudioso.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 09:12
Ele bate aos pontos outros pretendentes, em temperamento e sensatez.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 10:17
Enganam-se pela sua simplicidade. Quem escreve o que ele escreve e como o escreve nunca pode ser considerado ignorante.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 09:17
Aí os Srs. Enfermeiros do centrao completamente aflitos! Mas têm medo do quê? Do tal interesse instalado se ir ao ar , adeus privilégios, ou querem também escolher o PCA já agora o CA inteiro , como fez o conde. Querem seguir o exemplo do passado recente, à semelhança do que fez o Conde, mesmo sem aceitacao do PSD local , em grande escala? Tenham calma , que este Sr. Ministro não é o anterior e o PS não costuma ter condes a delinear o seu reinado. Tem outros , mas não são Condes!
As chefias do centrao têm medo das 35 horas. Têm razão para isso ,pois não dão conta de gestao nenhuma.É o que temos.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 09:32
Mas quem são esses chefes do centrão?
E quais são os previlégios ds chefias de enfermagem? Vá lá diga-nos, já que parece saber o que nós ignoramos!
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 20:53
É por causa das insolências que levam com processos! Quem os manda atreverem-se a pôr em causa as majestades? Que fiquem quietinhos, que quem manda sabe sempre o que faz!
Súbdito lambe-botas a 31 de Maio de 2016 às 08:34
Insolente e bajulador, o Munhoz Frade??? Não o conhecem, com certeza...
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 19:51
Ele sim, seria um condigno Presidente da ULSBA.
Anónimo a 31 de Maio de 2016 às 20:22
Se a preparação dos medicamentos administrados na Quimioterapia cabe aos farmacêuticos, porque o CA não coloca esse serviço sob a responsabilidade da Farmácia do Hospital?
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 20:02
?! ?! ?!
Anónimo a 1 de Junho de 2016 às 23:25
Agora cá.Sao preparados por uma enfermeira e segundo o relatório do Infarmed as irregularidades são tantas, com impacto a vários níveis, que a coisa está mesmo mal...e o CA a emitir comunicados para iludir o Zé povinho.Mas as questões colocadas , não são respondidas, e foram colocadas ao Sr. Monstro a quem o CA não responde com este comunicado para "tolinhos".
Anónimo a 2 de Junho de 2016 às 00:10
Corrijo:Ministro , obviamente , foi um lapso do teclado.
Anónimo a 2 de Junho de 2016 às 00:31
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