Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
09
Jun 16

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A Administração Central dos Sistemas de Saúde publicou no início deste mês informações sobre os “tempos médios de resposta no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”. Nos dados divulgados, referentes ao passado mês de abril, a ULSBA é a que apresenta a percentagem mais elevada de cumprimento do tempo médio de resposta garantida para a primeira consulta hospitalar.

Nos dados divulgados, a média nacional é de 73% e na ULSBA é de 77%.

A ULSBA é também, a Unidade com o tempo médio de espera mais baixo, 86 dias, para a primeira consulta e 80 dias para a cirurgia programada, quando a média nacional é de 115 dias para a primeira consulta e de 91 dias para a cirurgia programada.

Na região Alentejo, a ULSBA apresenta, igualmente, o melhor tempo médio de resposta para a primeira consulta hospitalar, 84 dias, e para a cirurgia programada 76 dias, quando a média regional registada foi de 102 dias para a primeira consulta hospitalar e de 97 dias para a cirurgia programada.

publicado por Zé LG às 00:05
Os médicos responsáveis por esta performance estão de parabéns! Nas presentes condições, fazer melhor é difícil.
MF a 9 de Junho de 2016 às 00:57
E a Urologia também contribui para esta performance?Com a liberdade de escolha , que aí vem, à ULSBA não vão ficar baratinhos os doentes , mesmo que poucos, referenciados para a Urologia. Se outras especialidades fizessem o mesmo, não se gloreava tanto este CA, que iainda tem que agradecer à resposta pronta de outras especialidades, mesmo quando são tratados mal e como enteados.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 13:59
Diz Alguém: "Aqui está bem patente o paradigma do desplante de uma administração incompetente e desavergonhada que se apropria dos louros do trabalho dos seus subordinados."
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:08
Acha mesmo? Eles não são muitos, mas tambem não são assim tão poucos... a população é escassa, é fazer as contas.. comparar...se calhar não é assim tão bom afinal!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 07:08
Acho mesmo. Com melhores condições fariam ainda melhor...
MF a 9 de Junho de 2016 às 07:13
Sabe uma coisa, aqui no Baixo Alentejo sempre foram poucos mas bons e a população sempre escassa e distante. Sempre fomos dos melhores em saude e em gestão. Só que agora , os poucos bons profissionais que ainda existem, muito mal geridos e com equipamentos obslotetos( quase que tem que adivinhar se o doente tem pneumonia ou não!)ainda vão permitindo que o CA faça publicidade com estas notas de imprensa, completamente enganadoras . Vejam lá se fazem um comunicado com a verdade das respostas às questões que lhe têm sido colocadas e não andam a apregoar mentiras sobre processos disciplinares e graves problemas com a inspecção do Infarmed.
Enganam poucos ,porque quem sabe e domina as situações tecnicas , sabe que estes assuntos não se analisam assim e até tem pena destas desculpas esfarrapadas
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 11:22
Mas porque é que as pessoas falam do que não sabem e, sobretudo, não perguntam? As contas não se fazem como se as pessoas fossem cabeças de gado, caramba. O NUTS III "Baixo Alentejo", pelo qual a ULSBA é responsável, tem cerca de 25% da população com mais de 65 anos, sabe o que é que isso quer dizer em termos de necessidades de cuidados de saúde? Num recente estudo epidemiológico nacional o Alentejo tinha a mais alta taxa de obesidade e depressão, sabe o que é que isso quer dizer em termos de necessidades de prestação de cuidados?

É um excelente indicador de desempenho, sim, bolas. Feito à custa de quem trabalha na ULSBA, que tem excelentes profissionais, e tanto mais importante quanto as carências de recursos humanos são grandes. Ou, de repente, a necessidade de promover a fixação de clínicos e outros técnicos de saúde no interior, e em particular no Baixo Alentejo pq é dele que aqui se está a falar, deixou de ser importante?
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-05-14-Portugueses-que-comem-mal-revelam-mais-sintomas-depressivos

Percebe o que é que isto quer dizer em termos de necessidades de saúde? Sabe que consequências podem daqui advir se não se fizer nada? Quantifique lá isto em termos de consultas - ah pois é.
Mesmo que a ULSBA fosse a melhor unidade do país a todos os níveis alguns ressabiados anónimos do Alvitrado arranjariam algum argumento, por muito ilógico e retorcido que fosse, para tentar justificar que com os "amigos" ou a "cor" deles é que era bom.
Mas sempre a alegar que era para o "bem comum" claro.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 08:06
A ULSBA está longe de ser a melhor. Mas pode e deve melhorar. É reconhecido o esforço dos profissionais, e não está em causa a sua vontade de melhorar. Apesar dos maus tratos sofridos. Perguntem-lhes o que é necessário mudar.
MF a 9 de Junho de 2016 às 08:22
Tenha a frieza de reconhecer que aqui a ULSBA foi a melhor.
Não se limite a dar uns parabéns de circunstância aos Médicos e reconheça que no conjunto eles foram os melhores do Alentejo e se comparar com o resto do País verá que também estão muito bem.
Cada um sabe como contribuiu para este resultado, da sua parte sabe seguramente em que ajudou, ou não.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 08:46
Mais do que reconhecer, há que enaltecer. Dirigidos e dirigentes, têm de merecer-se mutuamente.
MF a 9 de Junho de 2016 às 09:04
Tão mais de enaltecer é este facto quanto é conseguido apesar dos péssimos gestores.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 09:27
Os gestores da ULSBA não têm nível para estes profissionais!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 09:48
Ressabiados anónimos? O CA faz parte desse clube!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 08:34
Pelo que dá para perceber o anónimo das 08:34 faz clarissimamente parte desse clube.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 08:53
O que é que tu "postaste" aqui, LG?
Como pudeste fazer uma coisa desta?
Como foi?
Como foi?

Não sabes que aqui só se deve dizer mal da ULSBA. Incluindo dos médicos.

Como foi possivel?
Como foi possivel?
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 09:19
Mais um comentário ressabiado, este das 9:19.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 09:33
Aqui na Gazeta do hospital, deve dizer-se a verdade, já que no hospital ela não pode reinar. A única que tem direito à existência é a "verdade do CA" , a " verdade da PCA e da Emilia Duro" e as patranhas do Conde. E estas duplas que querem ser as melhores clamam Hossana! tratam os funcionários com tanta prepotência, berros, espezinhamento, arrogância, nas reuniões , quando as fazem, que mostram bem o seu falso sentimento de superioridade e de auto afirmação , quando já deteêm somente o cargo de nomeação pelo anterior Ministro, no tempo em que o Conde mandava em tudo, dizia ele.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 11:57
“Venham leis e homens de balanças,
Mandamentos daquém e dalém mundo,
Venham ordens, decretos e vinganças,
Desça o juiz em nós até ao fundo.

Nos cruzamentos todos da cidade,
Brilhe, vermelha, a luz inquisidora,
Risquem no chão os dentes da vaidade
E mandem que os lavemos a vassoura.

A quantas mãos existam, peçam dedos,
Para sujar nas fichas dos arquivos,
Não respeitem mistérios nem segredos,
Que é natural nos homens serem esquivos.

Ponham livros de ponto em toda a parte,
Relógios a marcar a hora exacta,
Não aceitem nem votem outra arte
Que a prosa de registo, o verso data.

Mas quando nos julgarem bem seguros,
Cercados de bastões e fortalezas,
Hão-de cair em estrondo os altos muros
E chegará o dia das surpresas”.
JS a 9 de Junho de 2016 às 12:12
Like, JS. O melhor que aqui apareceu nos ultimos tempos!
JM a 9 de Junho de 2016 às 15:19
JS = José Saramago, o nosso Nobel da Literatura. Poema musicado e cantado por Manuel Freire. Ouve-se muito nas Festas do Avante!...
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:23
Já me tinha esquecido da geringonça, mas do poema não.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:30
Eheina!tanto ressabiado, incluindo o Conselho de Administração! Só ressabiamento, e vocês acreditam nisso?
Nâo há fogo sem fumo , nem fumo sem fumaça!
Outro qualquer Paspalho a 9 de Junho de 2016 às 15:22
Mas a ULSBA não é das melhores , infelizmente.É das piores, como o anónimo anterior sabe bem.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 12:05
Quer dizer que poucos vêm às consultas e ficam por tratar e cuidar.
Como diz a Dra. Ana Matos Pires é preciso que a ULSBA responda às necessidades diagnosticadas de saúde, o tal perfil do doente do Baixo Alentejo, elabore e cumpra plano estratégico de intervençaõ prioritária, considerando os indicadores de morbilidade do Distrito. Promova a prevenção e a promoção da saude , em moldes diferentes do que têm efectuado,acompanhe e descentralize acções de melhoria da prestação de cuidados e responda , entre outras patologias em que somos os primeiros necessitados no País, como a patologia cardiovascular...
E não retroceda , em termos de qualidade, como tem acontecido nos últimos longos anos.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 11:36
"Quer dizer que poucos vêm às consultas e ficam por tratar e cuidar." de onde retira essa conclusão?
Se continuamos a ser os mais obesos, os mais deprimidos,os mais doentes disto e daquilo...alguma coisa está muito mal nesta prestação de cuidados da ULSBA. Então será legitimo que o anónimo das 11:36 possa concluir que os doentes não recorrem aos serviços da ULSBA e ficam muitos por tratar, entre outras conclusões .
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:53
Legitimidade para dizer e concluir o que nos apetece temos todos, o que eu pedi foram dados e factos. Correlações positivas não nos apontam factores causais. Discutir políticas de saúde faz-se com dados, não com "façamos um assupônhamos". Colocam-se e testam-se hipóteses, daí a minha genuína pergunta, pensei que talvez o anónimo das 11:36 tivesse dados que eu conheço e queria informar-me.
Oh, minha Doutora, não estamos prá qui falando de correlações positivas nem negativas , que ninguém sabe o que é. Deixe essa discussão para os letrados na matéria e centre-se na blogosfera mais plebeia.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:13
Nunca me centro no que não quero e muito menos no que não conheço, não sei o que é isso de "blogosfera mais plebeia", e olhe que ando na blogosfera há muito.
Eu esclareço , é o blog alvitrando, agora a gazeta da geringonça da ULSBA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:22
Para mim o Alvitrando é o blog do Zé Lopes Guerreiro, ponto.
É um foro de liberdade, aquilo que não existe dentro da ULSBA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:40
Sim , Dra. do berloque.À excepçao do Conde da ULSBA somos todos da plebe no blog do LG, livre como os passarinhos.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:51
Registo que o "Senhor" (das 15:13 e das 17:22) se digna frequentar este espaço da " blogosfera mais plebeia", "agora a gazeta da geringonça da ULSBA".
O Alvitrando serve para (quase) tudo. Até para descarregar preconceitos...
Espero, apesar do que acha deste espaço (de liberdade, como pode confirmar), que continue a frequentá-lo e a comentar o que e como entender.
Só não digo que o Alvitrando também é seu, por receio de o melindrar...
Muito obrigado, LG.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 18:13
E despido de preconceitos, prometo.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 18:16
*dados que eu não conheço, queria eu ter escrito
Será que não medem o ridiculo? Quando alguma coisa corre bem é mérito exclusivo dos profissionais. Quando corre mal, mesmo que seja um doente que cai da maca na urgencia, é culpa do CA. Penso que isto diz muito dos que se dizem alternativa.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:17
Destaque-se que é a Diretora Clínica do Hospital que se vem ufanar, quando o seu exercício do poder tem sido de cariz autoritário e inflexível, recusando sugestões e propostas dos médicos seus colegas e recorrendo a ameaças e repressões quando acha que eles querem mais e melhor do que a Administração entende. A Presidente do CA tem sobejamente e explicitamente dado a entender que pretende que o Hospital de Beja seja um anexo com o mínimo de valências.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:20
Diz-se que há um grupo de médicos que vai pedir ao ministro a demissão do CA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:39
Era o que faltava! Levam com um processo disciplinar!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:49
E se calhar a mandado do Ministro, como quer fazer crer o Conde.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:54
O grande problema do CA é a sua "cor". Se fosse de outra "cor" já aqui o Alvitrando rejubilava com estes resultados.
Com outra "cor" já o CA era um marco de boa governação e a sua gestão exímia.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:14
Ó Lopes Guerreiro, explica a estes senhores do CA qual é a cor do Alvitrando. Para que se apercebam que precisam de ir ao oftalmologista.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:20
Qual cor nem carapuça! Não brinquem com coisas serissimas. O grande mal deste CA é de incompetência , inacção, desrespeito pelos profissionais, prepotência e arrogância, "mal amados" desde o inicio ( nem sequer tiveram estado de graça) e por fim nunca foram nem são um CA.
Outro qualquer Paspalho a 9 de Junho de 2016 às 15:42
SRs. Doutores médicos vocês têm muito bons indicadores, esqueçam essa do Ministro, que não os recebe. Só recebe a PCA e a Milinha, e a pedido.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:32
Isto ainda não é a Republica das Bananas, embora caminhe a passos largos para lá.
Quer dizer que agora em vez dos camponeses, soldados e marinheiros, temos que a pedido de várias famílias, perdão, de um grupo de médicos, salta de lá daí ó CA.
Acham que o camarada MS estará disponível para atender a esta solicitação de imediato.
Se não, façam uma petição e uma manif. com palavras de ordem como:
O POVO da ULSBA, JÁ NÂO ESTÁ COM O ATUAL CA.
O CA É DO POVO DA ULSBA, NÂO É DO CONDE E DA CONDESSA.
A LUTA CONTINUA, CONDE E CONDESSA PARA A RUA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:07
Não levem isto a sério não, é quando acordarem será tarde demais. Desenham-se altos negócios privados que delapidarão as finanças da ULSBA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:17
Negócios com Serpa ,cálculo.Já têm um TAC.
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 14:44
As ditas "forças vivas" da sociedade Bejense desprezaram uma boa oportunidade para mobilizar as massas em defesa do seu hospital, quando este CA amputou as camas da oncologia.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 18:26
Mas este pessoal do hospital não trabalha? É comentários a toda a hora. Parece que não têm mais nada que fazer. Tenham vergonha na cara e lavem a roupa suja nos locais próprios.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:48
O que está sujo na ULSBA tem de ser lavado em praça pública.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 14:50
Bullying na ULSBA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 23:14
Chama-se assédio moral. Mas as pessoas com sangue frio, nervos de aço e confiança no futuro são invencíveis. Pretender reduzir a cinzas uma Fénix é tolice.
MF a 10 de Junho de 2016 às 12:50
Diz-se por aí que no edifício da Preguicinha estão pelo menos duas dezenas a fazer nada ou pouco.Ultimamente esse valor teve um acréscimo, fruto da prepotência e insegurança foz CA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:00
É nas pausas para fumar...
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:07
Há por aí gente que vai fumar de dez em dez minutos, quando quer sair do gabinete.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:15
E outros que inundam os gabinetes de fumo...tornando o a r irrespirável.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:34
Caramba, perante um bom indicador não se conseguirá ter um nível da discussão sobre a saúde na região melhor e mais proveitoso do que este? E se em vez de lugares e pessoas discutíssemos políticas de saúde?

Não discuto, e defendo, o direito ao lobbying, mas deve ser feito com frontalidade, qualidade e sem personalizar, criticando o que está mal e não desvalorizando o que está bem, essencialmente mostrando de uma forma clara e pragmática as vantagens das alternativas propostas. Pelo que conheço de Adalberto Campos Fernandes são variáveis deste tipo que tem em conta nas tomadas de decisão, tudo o resto é ruído.
Ana Matos Pires a 9 de Junho de 2016 às 15:21
Fala quem sabe! Estas e outras promovem a decisão acertada.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 15:28
Mas é assim que nos referimos ao Sr. Ministro, o Adalberto...
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:03
ehehehehheheheheheeh
A Dra AMP irá encabeçar um abaixo-assinado para entregar ao Ministro seu amigo?
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 16:46
Avance com o abaixo assinado que o CA agradece e compra lhe a carripana.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 17:08
Que converseta da treta, que palermicezita.
On, doutora, todos temos direito a uma palermice de vez em quando, embora esta do abaixo assinado nao seja de menosprezar...
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 22:35
Ora releia lá direitinho tudo o que escrevi. Se não tiver dificuldade de interpretação de texto conseguirá perceber o que está escrito e não voltará perguntar-me sobre "abaixo-assinados" no vazio. Esclarecido?
Com essa dr do brelowue é sempre muito... Até o convencimento e a cretinice
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 18:21
Nunca será tarde para melhorar o curso desenfreado rumo ao caos!
Vamos a isso!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 19:06
Rumo ao abismo, marchar, marchar!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 19:07
Abismo?
Qual abismo?
O do País?
Ou o do hospital?
E deixem lá a preguicinha em paz e sossego. Ou tão com inveja?
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 19:24
O abismo para onde o CA leva a ULSBA.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 19:28
Hão de pensar que é exagero, mas estas advertências são muito sérias.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 21:58
Preguiçinha? Nunca um nome que se pede no tempo... esteve tão apropriado a um local!
Nunca um local sediou tanto preguiçoso / parasita do sistema... e agora, por força das circunstancias (decreto do alto pardal) até a Mauzinha foi lá parar para expiar, fazer penitência e redimir-se da sua cretinice
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 21:45
Preguicinha não leva cedilha. Era o nome do fantasma que habitou o palacete... Agora os fantasmas mudaram-se para o sexto piso do hospital, de onde hão de ascender aos céus pela mão ministerial... E depois descer aos infernos para saldar as dívidas.
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 21:50
não leva , ? mas estou a ve-la ó experto!
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 22:14
Cretina,essa, é coisa que não lhe assenta! Burrice, acha que se lhe aplica?
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 22:24
...que nem uma luva...
Anónimo a 9 de Junho de 2016 às 22:44
Tem inveja daquele depósito, só pode ser!
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 11:58
Estarei à espera do que o SNS não pode dar? Então 80 ou 90 dias de espera para uma consulta ou uma cirurgia é um tempo médio que pode deixar alguém satisfeito? E atenção que é tempo médio, podendo algumas consultas e cirurgias demorar muito mais...
Devemos ficar satisfeitos por noutras regiões os doentes terem de esperar ainda mais?!
A guerra entre os que defendem o CA e os que reclamam a sua rápida saída cega-os de tal forma que os impede de criticar estes tempos de espera inaceitáveis? Em vez de ficarem pela guerra intestina, não seria preferível concentrarem-se no que é necessário fazer para melhorar o SNR, designadamente como reduzir aqueles tempos de espera?
Desculpem, mas esta é a visão do (um) utente. É isto que mais importa.
Zé LG a 10 de Junho de 2016 às 01:41
Percebo a legitimidade da sua questão, Zé LG, em todo o caso a análise não é linear na medida em que a variável "tempo máximo de resposta", contado a partir da data do registo do pedido pela unidade de cuidados de saúde primários, é categorizado do seguinte modo: Consulta muito prioritária: 30 dias; Consulta prioritária: 60 dias; Consulta de prioridade normal: 150 dias. (portaria n.º 95/2013 de 4 de março). Quer isto dizer que há uma triagem inicial dos pedidos e feita a referida categorização, com base em dados clínicos, da prioridade da marcação. O importante é, naturalmente, a percentagem de consultas que são marcadas dentro dentro dos tempos máximos de resposta para cada uma das categorias.

Bom Dia de Portugal.
PS: A elevada percentagem de doentes que faltam às primeiras consultas de especialidade, na maioria das vezes sem aviso, é um problema real que dificulta o planeamento desta atividade. Desde logo uma falta corresponde a um outro doente que não é visto. Este aspeto é geral no país, não diz apenas respeito à ULSBA, entenda-se.
O Tempo médio de espera para consulta é um indicador médio e que merece trabalho conjunto e articulado,de gestão interna monitorização e resolução de problemas relacionados com factores adjacentes.
É meu entendimento,que não ê possivel discuti-los aqui, de modo tecnicamente razoável, sob pena de deixarmos os utentes, como o Lopes Guerreiro, preocupados, e com razão, como aqui, muito bem expressou.
Gostaria de o tranquilizar,não sei se consigo, ao dizer-lhe que deve esperar do SNS aquilo que ele lhe pode dar, e ele devia poder dar-nos o que precisamos , no momento certo. As uns melhor e mais, a outros menos e menos bem, em função das necessidades de cada um , e dos tais factores adjacentes intrínsecos a gestão em saúde. Aqueles factores /aspectos da gestão dos recursos materiais e humanos que permitem prestar os cuidados que cada um dos utentes necessita,mas só alguns esperam. Sem pretender dar lições, mas um bom gestor, a todos os níveis, por exemplo o médico director que gere as consultas está a praticar um acto de gestão operacional, e como dizem" alguns livros" um bom gestor é aquele que faz as coisas certas no momento certo. Se assim for LG , fique mais descansado e considere a sua questão legítima e oportuna.
A título meramente indicativo,venho acrescentar meia dúzia de questões:

Qual é a taxa de absentismo nas primeiras consultas por especialidade? E nas consultas subsequentes?Se são valores que pesam em actos de gestão , que medidas são tomadas para resolver esse problema? Estão implementadas, sao monitorizadas?
Qual a percentagem de doentes referenciados ao médico de família após a realização da primeira consulta da especialidade?
Qual o tempo de espera ,em dias, das especialidades dos extremos(mínimo e máximo) que determinam os valores médios calculados?É que se um extremo é elevadíssimo, há que resolver somente esse problema pontual, porque induz em erro grave , quer o utente,quer a tomada de decisão.
Como se processa a integração de cuidados numa unidade local, ao nível do pedido de consultas em algumas especialidades, e além do cumprimento da legislação sobre a matéria? Quais as especialidades que podem e devem trabalhar de modo mais eficaz e eficiente com os cuidados de saúde primários?
Há especialidades cuja consulta tem tempos médios de espera praticamente nulos? Se ,quais e porquê? São essas especialidades que devem ser tornadas públicas, se desempenham um trabalho de mérito? Podem servir de modelo organizativo?

E assim por diante...não esquecendo que o Líder é "aquele que faz a coisa certa" bem diferente do gestor com que anteriormente argumentei. A complexidade da gestão nas organizações de saúde, não é por acaso evocada, é que é mesmo uma organização complexa, o dito hospital público.
AAH a 10 de Junho de 2016 às 10:30
Todas as questões que levanta são transversais a qq instituição de saúde, não funcionam, portanto, como variáveis espúrias na avaliação individual de cada uma delas.
As questões que levantei permitem compreender , interpretar, analisar e ainda responder a decisões de gestão para melhorias do indicador ,"tempo médio de espera para uma consulta", em qualquer hospital público. E foi este indicador ao ser conhecido permitiu ao LG colocar a questão :"estarei à espera do que o SNS não pode dar"? Nada mais do que isto e tão somente isto.
Já quanto ao indicador "tempo médio de espera para uma cirurgia "que o LG também colocou, as questõe
para a respectiva análise e interpretação ou ainda melhorias, não são essas, e não foram por mim abordadas. Evidentemente que serão também comuns a qualquer hospital público.
Estamos a falar de análise e interpretação de indicadores e nada mais porque todos os indicadores que caracterizam variáveis, devem ser analisados e contextualizados.Neste caso os indicadores "tempo médio de espera para consulta da especialidade"e "tempo medío de espera para cirurgia" são dois , de entre outros indicadores ,que caracterizam a variável"acesso aos cuidados de saúde especializados"e que são medidos de igual modo para qualquer hospital e como tal comparáveis entre si.
AAH a 10 de Junho de 2016 às 18:45
Vou corrigir e utilizar correctamente o nome do indicador"tempo médio de resposta garantida para a primeira consulta hospitalar"
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 18:58
TMRG = Tempo MÁXIMO de Resposta Garantido
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 19:17
Sim esta correcto.Mas nao invalida o que referi.Obrigado.
AAH a 10 de Junho de 2016 às 19:25
Máximo, tem outras implicações...
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 19:32
Sim, também tem alguma razão,O doente até pode ser atendido em menos dias ou não esperar nada, mas continua a ser oportuno e adequado tudo o que está dito.
AAH a 10 de Junho de 2016 às 20:09
Daqui a pouco estamos a debater questões e analisar indicadores com uma profundidade que a maior parte dos serviços clínicos da ULSBA nunca experimentou. Na verdade, são muito poucos os serviços do Hospital em que os Diretores debatem esses números com os colaboradores. A presente exigência de rigor na gestão pública implica que essa realidade mude, aliando a transparência dos resultados ao envolvimento dos profissionais. É certo que essa necessidade já há muito foi apontada, mas o atual CA nunca o quis.
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 20:22
Nao foi minha pretensao ir tão longe na profundidade. Peço desculpa, sei que é mais agradável outro tipo de comentários, interessantes para todos que vem ao Alvitrando, e são muitos? Mas o LG com o seu comentário, muito bem colocado,merece alguma profundidade na resposta. Aliás,ele exigiu-o, quando se referiu às lutas internas.
E não é que vem a propósito, estou a ouvir , uma entrevista em função de um estudo das PPP na saúde. e as coisas come cam a ser mostradas ,conhecidas , discutidos os indicadores ,muito maior transparência para todos conhecerem a realidade na saúde. Nada a mascarar, uma discussaozinha mais profunda no Alvitrando também não faz mal!
AAH a 10 de Junho de 2016 às 21:34
Estes assuntos deviam ser debatidos num fórum para a saúde, feito a nível local, porque os baixo alentejanos também são gente.
Deixavam o blog do LG para ser a nossa Gazeta!
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 21:46
Bora lá.
AMP, vamos tratar mas é do Forúm!
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 10:47
Conte comigo, seja lá você quem for.
Isso mesmo, falamos na generalidade das instituições. De resto o próprio MSaúde as lista na sua página de transparência https://www.sns.gov.pt/transparencia/

Já agora, uma picuinhice técnica em relação à qual gostava que me elucidasse, se lhe apetecer, claro: porque chama "variável" ao acesso?
Embora não seja o espaço adequado, mas porque não me apeteceria responder-lhe a uma pergunta sua, Dra. Ana Matos Pires? Com todo o gosto,aí vai, o que posso acrescentar aqui.
Porque o Acesso aos cuidados de saúde é uma variável qualitativa(é um conceito) que se mede/avalia através de vários indicadores por nós escolhidos mas que no caso estão já praticamente padronizados.E um conjunto de variáveis explicam ou não explicam uma hipótese de trabalho;e aí sim podemos encontrar relações espúrias.Mas agora e aqui não estamos a investigar nada; estamos a fazer análise de dados, neste caso quantitativos, no contexto da gestão em hospitais e públicos.
Quero contudo acrescentar que a minharesposta ao LG , encerra, porque foi também esse o objectivo, uma outra mensagem que ultrapassa a interpretação do indicador em causa .
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 20:05
Esqueci-me de me identificar: AAH
Anónimo a 10 de Junho de 2016 às 20:06
Sei lá, podia não estar com pachorra, como não sei com quem estou a falar, não sabia o que esperar e ressalvei essa possibilidade.

Ok, já percebi. Tenho sempre a deformação de olhar para estas temáticas, noções e definições usando os princípios da metodologia de investigação e, nesse sentido, uso o termo "variável" de acordo com as noções estatísticas - variável dependente, variável independente e por aí fora. Foi, aliás, nesse contexto que usei o termo "variável espúria" (ou de controlo), no sentido de fator ou propriedade que também é causa, condição, estímulo ou determinante para que ocorra determinado efeito, porém é considerada uma variável secundária em relação a uma variável independente; os seus efeitos são desprezíveis na comparação de situações.

Pronto, bom resto de feriado.
PS2: Muito importante também, para uma melhor e mais correta categorização, é a informação clínica prestada pelos colegas dos cuidados primários. Neste sentido, a existência de fluxogramas de referenciação são um elemento chave no processo.
*a existência é, e não a existência são
Estimado Lopes Guerreiro: A questão que levantas tem toda a pertinência. Na verdade, a monitorização deste tipo de indicadores é um método de utilização muito recente no nosso SNS. Os valores que em cada região esses dados numéricos apresentam podem relacionar-se com as respectivas necessidades de cuidados, assim como podem refletir o grau de adequação da capacidade instalada nas unidades analisadas. Digamos sucintamente que são uma tradução possível do produto de um equilíbrio entre a procura e a oferta de serviços. Espera-se que o acompanhamento da evolução desses indicadores, bem como a possível comparação entre realidades semelhantes, permita ter uma ideia de qual é a estrutura organizacional mais adequada para melhorar a capacidade e celeridade no acesso dos cidadãos aos cuidados prestados no SNS.
Munhoz Frade a 10 de Junho de 2016 às 10:28
LG, não concordo com a sua leitura de "guerra intestina" que "os cega", nem com as defesas de um lado e outro que os impede de actuar. Penso que já aqui neste blog foram dadas provas, e o LG melhor que qualquer outro pode a qualquer momento testemunha-lo, compilando informação de alguns pequenos debates técnicas que nao existem ao nível local nem mesmo internamente à ULSBA.
Têm que entender que o resto que por aqui anda, até coisas engraçadas, é próprio da ocasião, do momento, do contexto...e é o blog livre do LG e até o nosso blog, que como diz "serve para(quase) tudo".
JM a 10 de Junho de 2016 às 10:59
JM: Tem razão. Foi uma provocação que resultou bem, pelo nível dos comentários até agora aqui feitos, que realço e agradeço. É certo que o debate tem sido muito técnico - talvez não haja forma de evitá-lo... -, o que dificulta a compreensão por parte dos que não dominamos os conceitos e a terminologia, mas a preocupação em esclarecer os utentes (neste caso fui eu que levantei as questões) ganhou aqui outra dimensão, que nem sempre tem.
Obrigado!
Zé LG a 10 de Junho de 2016 às 21:31
Tenho estado a pensar nisto desde ontem..como é possivel que com tanto entendido estejamos onde estamos?
Se todas as variáveis, espurias ou não, são, estão tão bem identificadas, como é que as distribuições são o que são? Será mais uma questão inerente ao valor da mediana, ou o resultado de uma moda inadequada que não consegue de algum modo refletir as tendências dos quartis?
Vou ainda perder mais algum tempo com isto, quero ver se percebo de vez esta coisa!
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 08:52
Não perca tempo com tão nobre pensamento. Sabe, a distribuição Ulsbiana deve ser tão enviesada que a MODA ê a medida rainha.
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 09:17
Força, vai conseguir. Inspire, expire, inspire, expire... inspire, expire. O infinito é o limite. Adelante.
Substituam essa Moda Ulsbiana pela moda dos "afectos"e respeito entre dirigidos , dirigentes e utentes e vão ver que os resultados melhoram significativamente.
Amigo do Paspalho a 11 de Junho de 2016 às 09:43
Melhoram tanto que não há moda que resista. Os resultadoscá pelo País estão à vista.So não vê quem não quer.
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 15:59
Para quando a Dra.do berloque tem os cartazes prontos para a Manif dos médicos ? Precisamos de si para ir ao seu amigo Adalberto Fernandes
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 09:55
Vexa é burro(a) mêmo, hein!?
Mas Vexa nao sabe que essa é uma raça em vias de extinção.Ja não há disso , a não ser em algum parque como raça a recuperar.Aqui no Alvitrando nem pensar, só"fina flor".
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 11:03
O Monteverde e a Matos Pires vão em delegação ao ministério pedir para serem eles a escolher o CA.
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 19:46
O par ideal!
Anónimo a 11 de Junho de 2016 às 20:23
É isso e cuspir na sopa.
Ó, tão engraçadinho(a), estou aqui que nem posso com o brilhantismo da piadola.
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