Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Nov 17

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Os técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica estão em greve por tempo indeterminado, desde o dia 2 de Novembro, e garantem que esta paralisação só termina quando o Governo decidir cumprir a lei.

O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica recorda que há cerca de 10 mil profissionais em exercício nos serviços públicos de saúde que querem ver a sua carreira regularizada. A nível europeu a carreira é reconhecida, mas em Portugal não, disse o técnico de radiologia do Hospital de Beja, António Balsinha, frisando que esta greve já dura há 22 dias.
Esta greve está a afectar praticamente todos os serviços de saúde, com especial incidência nos blocos operatórios, altas e internamentos hospitalares, diagnósticos diferenciados em todas as áreas de intervenção clínica, planos terapêuticos em curso, distribuição de medicamentos e prevenção em saúde.

publicado por Zé LG às 13:54
Elvas vai ter Clinica de Alta Resolução,notícia a Tribuna Alentejo.Valor 1,5 milhões .A ULNA em protocolos com as Ca aras que se preocupam com a saúde dos seus habitantes.Elvas e Serpa ,deviam comparar mas não interessa.Alias há alguém que se preocupe com a saúde dos Baixo Alentejanos?
Anónimo a 26 de Novembro de 2017 às 11:45
Com as Câmaras e, muito importante, a Associação Coração Delta, do Grupo Nabeiro - Rui Nabeiro, homem nascido em Campo Maior e um mecenas da sua região.
Anónimo a 26 de Novembro de 2017 às 19:51
O Anónimo das 19.51 sou eu, esqueci-me de me "logar".
Ana Matos Pires a 26 de Novembro de 2017 às 19:52
Já houve quem se preocupasse seriamente com a saúde do Baixo Alentejo, mas não ligaram, deixaram-no à sua sorte, ficaram indiferentes à perseguição de que foi alvo. O que querem agora? Perderam uma oportunidade. Agora é tarde.
Anónimo a 26 de Novembro de 2017 às 14:33
Será que este corpo de críticos,assíduos da Casa da Cultura, blogs locais,encontros de Nerbe e Pax Julia...Beja Merece +,autarcas e por aí não lêem o que vai pelo País e Alentejo na saúde? Ah,é tudo gente que quando não está bem vão a Évora ou a Lisboa à Misericordia ou aos hospitais privados.Afinal o Espírito Santo é o melhor hospital do Alentejo, que dizer dos restantes? E a escolha é uma oportunidade do SNS! E já podem todos pagar quando não há em Beja!
E mesmo sem comboio estão em Lisboa à porta dos Lusiadas,da Cuf em duas horas e não há espera.Ainda vão às compras e chegam à hora do lanche.
Anónimo a 26 de Novembro de 2017 às 16:53
Ora finalmente alguém põe a língua no trombone.
Sim, o Hospital de Beja já há muito tempo que tirando as situações urgentes, não é nem de perto e nem de longe sequer a primeira opção da classe média e média-alta quando procuram cuidados de saúde.
Sim, são esses mesmo os locais para onde se dirigem, aproveitando depois para dar uns passeios e visitar alguns locais de consumo e até porque não culturais.
Tudo isso, incluindo a parte da saúde, que não têm por cá.
Anónimo a 26 de Novembro de 2017 às 18:18
Já que alguém disse umas verdades,avancem agora,digam mais qualquer coisa porque a saúde é o parente pobre da critica Baixo alentejana e o Hospital de Beja o mais pobrezinho do Pais.
Anónimo a 26 de Novembro de 2017 às 18:36
Por cá comemora-se o dia local da saúde com fados e guitarradas.
Anónimo a 29 de Novembro de 2017 às 14:51
1. O que preocupa o atual CA da ULSBA parece ser manter um nível de frequentes eventos, de que vão fazendo uma imagem positiva. Os utentes iludem-se com comemorações e mais comemorações e não dispõem de dados fiáveis para saber como está a qualidade dos cuidados prestados.
2. Com o ministro em fim de validade, agora é o secretário de estado que vem mandar bocas aos trabalhadores do SNS!
Anónimo a 29 de Novembro de 2017 às 18:42
Os jovens médicos formados vão-se embora porque não lhe oferecem condições de trabalho como fazem em outros hospitais.Nao se trata de razões familiares isso é treta !
E a Urgencia é um caos de organização.
É o fim e a comunidade e os poderes políticos nem conhecem o desgoverno e pouco se importam com o futuro que está aí.
Anónimo a 29 de Novembro de 2017 às 21:11
O que ocupa o cargo de diretor clínico é uma nulidade em termos organizativos!
Anónimo a 30 de Novembro de 2017 às 17:03
Não poderemos acreditar que o Secretário de Estado venha abrir as comemorações do cante,mas enfim!
Anónimo a 29 de Novembro de 2017 às 21:13
O aldraberto e as forças ocultas afastaram o frade maçom.
Anónimo a 30 de Novembro de 2017 às 00:54
Devem ler.

Anónimo a 29 de Novembro de 2017 às 14:49
Muito se fala por aqui na saúde no Baixo Alentejo e da alegada falta de condições do hospital de Beja. Algumas coisas serão verdade outras nem tanto ... E do que se passa na maioria dos restantes serviços públicos na cidade de Beja ninguém fala porquê? Toda a gente comenta o regabofe total de funcionários/ as públicas a pavonearem-se pela cidade e arredores em horário de expediente a tratarem das suas vidinhas à custo do tal emprego de Estado onde nada fazem, nada produzem e ainda axam que são uns sacrificados. Haverá escepções mas serão poucas.
Anónimo a 1 de Dezembro de 2017 às 22:34
Tomam lições particulares para não escreverem “axam” e “escepções”.
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 00:38
Pouco ou nada se diz aqui da saúde noz Distrito.E tema de que fogem e não lhes interessa. E devia de ser importante,mas acham mais importante os buracos da estrada e os festins locais.
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 04:10
Na verdade, o tema da saúde é de longe o mais comentado no blogue Alvitrando. Basta dar uma vista de olhos à lista dos posts mais comentados. MILHARES!
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 09:33
Não acho.
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 20:22
Vá ao fim da coluna do meio e acha.
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 20:55
Candeia que foi à frente já não volta para buscar os atrasados.
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 21:32
O debate sobre os problemas da saúde no distrito de Beja arrancou com grande intensidade a partir da denúncia pública que Munhoz Frade fez, em setembro de 2013, contra o encerramento de camas do Hospital. No Alvitrando debateu-se com grande vivacidade e participação, como se pode constatar nos registos do blogue. Os que só agora acordaram para o problema aproveitariam com a leitura dos comentários dos intervenientes.
Anónimo a 2 de Dezembro de 2017 às 23:51
E qual foi o resultado dessa "grande luta" de M. Frade.
Zero, nada, nickles batatoides, ...
Apenas andou a chatear durante meses o conde e a condessa.
Depois, a seguir à habitual troca de cadeiras da mudança de governo, ele e M. Raposo fecharam em copas, ou seja refugiaram-se no seu mutismo.
E pronto, assim se faz politica .. de saúde, na região.
Anónimo a 3 de Dezembro de 2017 às 18:21
Refugiar-se no mutismo nunca foi o que ele fez nos momentos de crise. E se a luta não teve resultados, isso se deve à passividade dos bejenses.
Anónimo a 3 de Dezembro de 2017 às 18:31
E se ele está em mutismo, é obrigatório que todos estejam?
Anónimo a 3 de Dezembro de 2017 às 19:40
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