Mais informações em www.fenprof.pt e www.spzs.pt
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A JCP considera uma vergonha o que a PT está a fazer com os seus trabalhadores e com o País, afirmou (http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=n
Em situações de despedimentos idênticos anteriores, constatou-se que a PT passado quatro meses voltou a contratar mais trabalhadores, mostrando que os despedidos eram realmente necessários. Relevou, igualmente, o facto, desta ser uma manobra para não se dar contratos efectivos e evitar que os trabalhadores possam integrar os quadros da empresa.
A JCP de Beja denuncia a postura da PT e reafirma a sua solidariedade com os trabalhadores, dizendo-lhes que não se resignem e que lutem por aquilo que é seu.
O governo só vai pagar o subsídio de férias aos funcionários públicos em Novembro (http://economico.sapo.pt/noticias/rectif
A pergunta que se deve colocar – e a exigência que os funcionários públicos devem fazer -, é se o governo vai pagar juros de mora pelo atraso do pagamento, como faz com os contribuintes que se atrasam nos seus pagamentos ao Estado.
Hoje, 19 de Maio, pelas 11h00, realiza-se a tradicional Romagem a Catarina Eufémia - Concentração, junto à porta do cemitério de Baleizão.
Participa e intervém Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.
Assassinada há 59 anos pela GNR – Homenagem à ceifeira
CATARINA EUFÉMIA
19 de Maio de 2013
19 horas – Romagem ao cemitério, com a Coordenadora do BE, Catarina Martins e o capitão de Abril Mário Tomé, em homenagem a Catarina Eufémia e ao seu sobrinho Manuel da Saudade, dinamizador da UCP “Terra de Catarina” e da Reforma Agrária em Baleizão.
20 horas – Jantar-convívio no Café Central, em Baleizão.
A jornada nacional de contacto com as populações promovida pelo STAL - Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, para denunciar a intenção do governo de privatizar o sector dos resíduos sólidos está, hoje, no distrito de Beja - Beja, nas Portas de Mértola, Aljustrel, junto ao Mercado Municipal e Moura, junto à Câmara Municipal.
Quando directores, jornalistas e trabalhadores da gráfica conviviam e tinham prazer em representar a AMDB /DA.
A União de Sindicatos do Distrito de Beja assinala o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, uma data onde é dado relevo à luta dos trabalhadores e do povo contra o empobrecimento e contra a destruição dos direitos constitucionais.
Na cidade de Beja realiza-se, a partir das 10.00 horas, nas Portas de Mértola, uma concentração seguida de um desfile a pé que tem como destino a Casa da Cultura para onde estão previstas algumas intervenções sindicais.
Nas barragens da Rocha, no concelho de Ourique, do Roxo, concelho de Aljustrel e do Enxoé, concelho de Serpa as iniciativas começam à hora do almoço e incluem animação cultural e musical e intervenções sindicais.
Na reunião extraordinária realizada hoje de manhã, pelo Conselho Executivo da CIMBAL, ficou decidido que os trabalhadores da AMBAAL vão ser integrados no quadro de pessoal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, tendo sido aprovado um novo quadro de pessoal que acolhe todos os lugares das pessoas que estão ao serviço da AMBAAL e da CIMBAL, que vai ser submetido à aprovação da Assembleia Intermunicipal agendada para o dia 14 de Março.
As câmaras e as assembleias municipais vão ter que alterar os mapas de pessoal para integrar os funcionários da AMBAAL, coloca-los em regime de mobilidade, durante seis meses, para passarem depois em definitivo para a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo.
José Maria Pós-de-Mina, presidente do Conselho Directivo da CIMBAL, afirmou que se os prazos forem cumpridos este processo deverá ficar concluído em Outubro deste ano.
Os trabalhadores da Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, foram ontem à Assembleia Municipal de Beja, para perguntar ao presidente da Câmara, qual a sua posição sobre a integração dos trabalhadores no quadro da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo.
Pulido Valente respondeu aos trabalhadores, que o ouviram de pé, afirmando que estranhava a forma como a situação se estava a passar e que esta tinha outros fins que não quis classificar, considerando que este é um assunto demasiado importante para ser tratado da forma que está a ser tratado, em que se tenta explorar do ponto de vista politico/partidário uma situação que não tem nada desses contornos.
Os trabalhadores da Ambaal negam categoricamente a acusação, deixando claro que o que os move, nesta e noutras tentativas de esclarecimento, é perceber por que se arrasta continuamente a necessária tomada de decisão que garantiria o posto de trabalho de mais de 40 pessoas.
Recordam, igualmente, que, de momento, a Ambaal é a única associação de municípios do País que ainda não resolveu a questão da integração dos seus trabalhadores, tendo em conta o processo de extinção em curso.
Ver Manifesto. Ver aqui locais das Concentrações / Manifestações.
O presidente da Câmara de Beja refere agora que o contrato de trabalho na EMAS “obriga a que a terça-feira seja gozada pelos trabalhadores”, pelo que, para não haver uma “desigualdade” entre os funcionários da Empresa Municipal e os da Câmara Municipal, o executivo “reviu” a sua decisão e decidiu dar tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval.
Jornalistas do Alentejo encontraram-se no dia da greve geral e decidiram:
- Formar uma associação de jornalistas e profissionais da comunicação de todo o Alentejo para fomentar a participação de todos, com o objetivo primordial de mostrar a importância que a comunicação social tem no desenvolvimento social, económico e cultural de toda a região.
- Avançar pelo uso de mecanismos de divulgação que mostrem aos poderes instituídos os problemas que o jornalismo atravessa e o peso e poder que a região perde se não tiver voz através dos órgãos de informação, que terá como lema "Se nos calarem, são vocês que perdem o pio", numa tentativa de demonstrar as consequências do fecho de órgãos de informação por toda a região.
Retirado de: http://www.facebook.com/#!/paulo.nobre.1
Todos na Greve Geral
No dia da Greve Geral, nas principais cidades do país, vão realizar-se concentrações e outras iniciativas onde todos - trabalhadores, reformados, desempregados, etc. - pode manifestar o seu protesto.
Muitas são as razões para TODOS fazermos GREVE GERAL no próximo dia 14 de Novembro.
TODOS têm direito a manifestar o seu protesto, a sua indignação, a sua revolta.
TODOS seremos sempre poucos para lutar contra a brutalidade que se está a abater sobre os trabalhadores e o povo português.
TU que sempre trabalhaste;
TU que sempre ajudaste a construir o teu país;
TU que sempre te empenhaste no seu desenvolvimento;
TU que nunca o abandonaste, mesmo quando a necessidade te levou para fora;
TU que sempre acreditaste.
TU que hoje estás reformado;
TU que hoje, por força destas políticas, estás desempregado;
TU que hoje, graças a estas opções, não encontras trabalho; TU que hoje voltas a emigrar;
TU que simplesmente estás solidário.
TODOS nós podemos e devemos estar juntos na indignação. Pela construção de um futuro melhor.
Quando o actual governo rouba o 13º e o 14º mês aos reformados e à função pública;
viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, torna-se num criminoso em actividade.
Recorde-se que, tanto a Constituição da República Portuguesa como a Declaração Universal dos Direitos Humanos tornam a justiça explícita na forma de lei. É dessa forma que se mantém a paz entre os cidadãos já que aquilo que está acordado permite uma vida justa e digna para todos.
Este governo, ao submeter os mais débeis aos mais fortes, eliminou a justiça e deixou unicamente a lei. Como consequência, fez com que grande parte da população deixasse de ter lugar.
Por outras palavras, isto significa que o governo violou e viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ou seja, o governo quebrou a paz social. Isto legitima a acção de todos os cidadãos que agora têm o dever de preservar a paz e o bem-estar proclamados nestes documentos.
Por estas razões, e ao abrigo do Artigo 21º da Constituição da República Portuguesa, o MSE, Movimento Sem Emprego, e aqueles que estão a ser vitimas das acções criminosas deste governo reservam para si e para todos os cidadãos o direito à desobediência civil como forma de resistência dos que estão a ser atirados para a valeta por este governo.
Chega de esfolar os 99% mais pobres para que o 1% mais rico mantenha os seus privilégios.