Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
11
Fev 17

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 Parece mentira, mas de vez em quando acontece...

publicado por Zé LG às 19:09
04
Fev 17

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Há dias no meu trajeto habitual para Beja, dei conta que algumas culturas estavam a ser regadas com “pivots” em pleno Inverno, o que significa que a humidade e retenção de água no solo é diminuta, logo, comprometedora para a normal germinação das plantas semeadas e plantadas. O ano de 2016 já foi um ano considerado de pouca pluviosidade e agora entrámos no atual com uma situação semelhante. Esta constatação provoca a recorrente discussão pública sobre a gestão dos recursos hídricos, a qual deverá de ser feita de acordo com os princípios da racionalidade. São desoladoras as imagens das albufeiras da nossa região com o registo das suas escassas reservas, perigando a qualidade no abastecimento público de água às populações e também para o normal funcionamento de alguns perímetros de rega.
Os efeitos nefastos das alterações climáticas são sintomáticos e começam a fazer-se sentir, paralelamente, começam a haver registos deveras preocupantes.

...

Concluiremos que este tema merece uma atenção redobrada, porque se enquadra de forma muito nítida, na própria sobrevivência da raça humana.
No Alentejo, apesar do cenário de penúria hidrológica (leia-se seca), existe um instrumento infraestrutural estratégico que pode nestas circunstâncias amenizar os efeitos gravosos que a seca impõe. Essa infraestrutura é a Albufeira de Alqueva, que possibilita municiar os outros reservatórios disponíveis e com operacionalidade para cumprir a sua missão. Para tal, importa que as diferentes entidades intervenientes na gestão da água pública na região, se entendam e definam com sentido de responsabilidade as formas mais eficazes para que, sobretudo a agricultura e o abastecimento público de água às populações não sofram os indesejáveis constrangimentos que a mãe natureza ciclicamente impõe.

Manuel Camacho, in: Diário do Alenejo, edição de ontem.

publicado por Zé LG às 12:33
04
Jan 17

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publicado por Zé LG às 22:38
17
Nov 16

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O Ministério da Agricultura abriu novas candidaturas a apoios para “restabelecimento do potencial produtivo” nas localidades afectadas pelos tornados.

Em causa estão territórios integrados em 5 municípios do Alentejo que, no passado mês de Outubro foram varridos por ventos de intensidade extrema.

Os apoios, a fundo perdido, atingem os 80% da despesa elegível, no caso dos produtores detentores de seguro, e os 50% da despesa elegível no caso das restantes explorações agrícolas.

São abrangidas as Freguesias de Salvada e Quintos (Beja); Faro do Alentejo (Cuba); Alcaria Ruiva (Mértola); Brinches, Pias, Salvador, Santa Maria, Vila Nova de São Bento, Vale de Vargo, Vila Verde de Ficalho (Serpa) e Pedrogão (Vidigueira).

publicado por Zé LG às 08:45
29
Out 16

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A Câmara Municipal de Serpa solicitou ao Ministro da Agricultura uma reunião, com “carácter de urgência”, devido à intempérie que se abateu sobre o concelho de Serpa.

A autarquia já pediu a todos os empresários agrícolas o valor dos prejuízos causados pela passagem de um mini-tornado pelo concelho, no início desta semana.

Quais as verbas a que as explorações agrícolas afectadas se podem candidatar e que apoios podem ser dados para a replantação e reconstrução de propriedades são alguns dos temas que o autarca pretende levar à reunião com Capoulas Santos.

Tomé Pires frisa que o mau tempo provocou estragos em armazéns, arrancou árvores em olivais novos e destruiu alguns pivôts de rega.

publicado por Zé LG às 16:08
24
Out 16

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publicado por Zé LG às 21:55
22
Out 16

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publicado por Zé LG às 19:00
28
Set 16

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Esta tade.

publicado por Zé LG às 18:07
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19
Set 16

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O Boletim Climatológico do IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera indica que no final do mês passado a região do Baixo Alentejo estava em “seca fraca”, frisando que “no final do mês de Agosto verificou-se, em relação ao final de Julho, um aumento da área em situação de seca fraca na região sul”.

Segundo o IPMA, o mês de Agosto foi “extremamente quente e seco”, “com a temperatura máxima mais alta desde 1931, igualando Agosto de 2003”. Em Beja, a média da temperatura mínima foi de 17,2 Graus Celsius. A média da temperatura máxima atingiu os 35,7 Graus Celsius. O dia 8 de Agosto foi o mais quente do mês com os termómetros a atingirem os 40,6 Graus Celsius, em Beja.

publicado por Zé LG às 08:49
17
Ago 16

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Seis das sete estações da Rede MeteoAlentejo foram distinguidas com o título de “Estações Estrela de Ouro” pelo Weather Underground.

Serpa, Beja, Mértola, Amareleja, Moura e Marvão foram as estações galardoadas.

Esta entidade gestora mundial das estações meteorológicas automáticas, decidiu atribuir este título às estações MeteoAlentejo, “por considerar que são equipamentos de elevada qualidade, isto depois de uma rigorosa avaliação”, explica Luís Mestre, promotor do projecto.

publicado por Zé LG às 01:11
09
Jul 16

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publicado por Zé LG às 23:50
07
Jul 16

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 ... foi tirada no Penedo Gordo, ao fim da tarde, onde choveu.

publicado por Zé LG às 01:00
10
Jan 16

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publicado por Zé LG às 23:47
14
Set 15

Baixo Alentejo em seca severa 

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O boletim climatológico de Agosto do IPMA- Instituto Português do Mar e da Atmosfera, coloca o Baixo Alentejo em seca severa.
O documento agora publicado indica que, no final do mês passado 24% do território estava em situação de seca fraca a moderada e 74 % do território estava em situação de seca severa a extrema. É, segundo o Instituto, a segunda seca mais grave dos últimos 70 anos.

publicado por Zé LG às 00:47
20
Jul 15

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publicado por Zé LG às 19:41
15
Fev 14

O Comando Distrital de Operações de Socorro de Beja comunicou ao serviço de proteção civil de Beja que as descargas das barragens de Alqueva e Pedrógão atingirão o caudal de cerca de 600 m3/segundo, pelo que poderão expectar-se os seguintes efeitos: 

– Possibilidade de cheias rápidas em meio rural e urbano, por insuficiência dos sistemas de drenagem;
– Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
– Danos em estruturas montadas ou suspensas;
– Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
– Fenómenos geomorfológicos

O Serviço de proteção civil de Beja recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente: 

– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas junto aos locais de perigo;
– Ter especial cuidado na circulação junto de áreas inundáveis;
– Ter especial cuidado na circulação a zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
– Não praticar atividades relacionadas com as zonas ribeirinhas, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-rio;
– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

publicado por Zé LG às 12:17
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10
Fev 14

A Protecção Civil contabilizou mais de 50 ocorrências, teve no terreno 190 operacionais e 72 veículos, até às 22 horas de Domingo. De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja, a intempérie provocou a queda de árvores e de estruturas. Segundo a mesma fonte, não há vítimas a lamentar, apenas danos materiais.

Algumas localidades ficaram, ao longo da noite, privadas por diferentes períodos de tempo de energia eléctrica.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para a manhã desta segunda-feira aguaceiros e vento forte.  Para a tarde o tempo melhora. O céu apresentará períodos de muito nublado e o vento soprará fraco.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=3095

publicado por Zé LG às 00:14
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23
Set 12

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora indicou que no distrito ocorreram 17 inundações, em Évora Vila Viçosa, Vendas Novas, Montemor-o-Novo e Borba, sobretudo em vias públicas.

De acordo com o CDOS de Beja, neste distrito registaram-se 24 inundações, em vias públicas, habitações e estabelecimentos comerciais, em Beja, Moura, Vidigueira, Alvito e Cuba.

Também no distrito de Portalegre, segundo o CDOS, registaram-se 10 inundações, seis das quais em habitações, duas em Sousel, e em Marvão, Portalegre, Campo Maior e Avis, e quatro em Elvas, em vias públicas.

No concelho de Monforte, segundo a mesma fonte, registou-se um pequeno incêndio, no gasoduto que faz o transporte de gás para a região.

No distrito de Setúbal, de acordo com o CDOS, o quartel dos bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal ficou inundado, "situação que se regista quando chove com intensidade".

Segundo os comandos distritais de operações de socorro (CDOS), o mau tempo não provocou, até cerca das 13:00, quaisquer casos graves na região do Alentejo.

Copiado daqui.

publicado por Zé LG às 17:39
05
Mar 12

Ouvimos com frequência dizer que está bom tempo, quando não chove, está sol e as temperaturas são amenas. Sinal dos tempos. Dos tempos e da sociedade em que vivemos, fortemente urbanizada, em que as pessoas se desligaram do mundo rural e, principalmente, da sua actividade principal, a agricultura. Para esta e para os seus agentes não está bom tempo. Este "bom tempo" para quem vive desligado do campo é um "mau tempo" para os agricultores e para os que trabalham com eles e, a manter-se como parece que vai acontecer, anuncia um mau ano agrícola, com as consequências que daí resultam, não só para eles como para o país.

 

publicado por Zé LG às 13:56
15
Nov 11

Um mini tornado foi sentido o vento forte arrancou e partiu várias árvores.

Este fenómeno atmosférico registou-se ontem de manhã e terá atingido uma faixa entre Vila Nova da Baronia e Alcáçovas. O vento forte que se fez sentir arrancou dezenas de árvores (azinheiras, sobreiros e oliveiras centenárias), designadamente na Herdade das Barras,  e arrancou a cobertura metálica de um casão na Herdade dos Cabreiros (?), atirando as chapas até um quilómetro de distância. Telhados de outras edificações sofreram também prejuízos. A estrada entre Vila Nova da Baronia e Torrão esteve cortada devido à queda de uma árvore.

publicado por Zé LG às 00:55
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Podes ir desde já tirando o cavalinho da chuva.A ú...
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Corrigindo: alguns não só acreditavam que fosse po...
A Dra.Conçeicao Margalha vai limitar-se a ser uma ...
Sim. O problema não é de Évora e nem dos que lá mo...
Seja uma construção mental, mas o que é bem real é...
Outra vez, o tema do Baixo Alentejo!? Mas o BA exi...
O desenvolvimento do Baixo Alentejo depende do suc...
Certo! A prova de que esse foi o motivo da present...
Que ingenuidade, Santo Deus.Será com tanto que aqu...
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