Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
21
Mai 13

A Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMAS) de Beja constituiu um fundo de reserva para fins sociais, durante o ano 2013, com base no qual

apoiou a compra de equipamentos “de cinco IPSS, que intervêm nas áreas da infância, juventude e deficiência”, conforme se pode ler e ouvir em:

 http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=905.

 

É uma iniciativa de louvar e mais de louvar seria ainda se estas preocupações sociais não tivessem surgido em vésperas de eleições autárquicas, num ano em que, certamente por pura coincidência, a EMAS não aumentou os preços da água e tem promovido um conjunto de iniciativas com forte impacto mediático.

A propósito destas preocupações sociais colocamos aqui a seguinte interrogação: Porque é que a EMAS cobra mais de 50,00 euros pela assinatura de um contrato de fornecimento de água, enquanto a EDP, por exemplo, nada cobra pela as

sinatura do contrato de fornecimento de energia?

18
Mai 13

ÚLTIMA HORA: Após analisar as condições climatéricas adversas que se fazem sentir em Beja, o local do evento foi transferido do Castelo para o Karas Club.

14
Mai 13

A Câmara de Beja, a convite da Segurança Social, vai integrar o CLDS+.  “Os CLDS+ têm o objectivo de contribuir para o aumento da empregabilidade, para um combate articulado contra a pobreza crítica, em especial garantindo uma maior protecção às crianças, aos jovens e aos idosos, fornecendo instrumentos adequados nas respostas às calamidades, sempre tendo em mente a aposta num superior desenvolvimento local e especial atenção na concretização de medidas que promovam a inclusão activa das  pessoas com deficiência e incapacidade”, lê-se na portaria publicada em Diário da República.

Durante dois anos vão ser desenvolvidas acções mais aprofundadas, revelou (http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=807) Jorge Pulido Valente. O presidente da Câmara de Beja considera que o Contrato Local vai reforçar o trabalho feito pela rede social e pelo gabinete de desenvolvimento social.

03
Mai 13

publicado por Zé LG às 09:54
21
Abr 13

Apesar de afirmar, sem qualquer problema, provavelmente porque está a fazer afirmações em anonimato, que esta direcção é devassa e laxista gostaria imenso de perceber os argumentos para tal afirmação!
Imagino que deverá ser porque já poupámos alguns milhares de euros a renegociar: segurança, higiene e saúde no trabalho, seguros... Porque abrimos as portas da instituição a empresários e entidades da comunidade. Porque recebemos e somos recebidos em vários locais públicos, porque estamos a tentar encontrar um caminho claro e seguro para encaminharmos o CPCBeja. Provavelmente porque estamos a tentar incentivar funcionários e pais a participarem nas actividades diárias da instituição, porque estamos a tentar cumprir com os compromissos que não foram cumpridos e estamos tentando pagar a dívida que nos deixaram, porque publicamos todos os financiamentos que nos são atribuídos... Provavelmente porque estamos a tentar ser justos para todos e estamos a tentar cobrar equipamento ao preço de custo (e não o dobro do preço), porque estamos a tentar que as regras sejam iguais para todos (sabe por acaso quanto paga alguém em mão-de-obra na oficina do CPCBeja? Quanto pagava? Será que todos pagavam o mesmo?).
Gostaria de poder conversar consigo pessoalmente e se sócio, de lhe justificar o trabalho que esta Direcção tem desenvolvido ao longo destes 3 meses. Não ouça tanto, confirme mais...
Quanto ao concurso tudo foi claro e transparente, coisa que muitas outras vezes não acontecia. O equipamento da horta de todos, conhecia? Pois eu não, nunca vi tal equipamento, no entanto o assunto está a ser tratado, provavelmente não da forma que o Sr. ou Sra. desejaria, mas da forma mais justa e correcta para esta direcção! O processo disciplinar... esse assunto parece-me interno, não lhe parece? Sabe quantos foram realizados nos últimos anos? Sabe? Pois era se calhar importante também lhe darem essas informações pois este não foi o primeiro... Mais uma vez lhe digo confirme mais, ouça menos...

Francisca Guerreiro, a 21 de Abril de 2013 às 15:36, aqui.

20
Abr 13

O Núcleo Distrital de Beja da EAPN e o Centro Social Cultural e Recreativo do Bairro da Esperança promovem”, no dia 21 de Abril, pelas 15h00, na Igreja Paroquial do Bairro da Esperança, a Ação de Sensibilização: “Flores da Esperanças - Quais as vantagens de  transformar o Bairro da Esperança no Bairro mais florido da cidade de Beja”.

Com esta sessão e através de alguns convidados de renome, pretende-se apresentar um conjunto de ideias e uma abordagem inovadora que permita potenciar a atividade económica  já existente neste bairro, bem como criar condições para o desenvolvimento de novos produtos e serviços a partir de uma nova imagem a associar ao bairro da esperança, onde através da sua transformação no bairro mais florido da cidade se pretende desta forma envolver a comunidade local neste propósito e com esta iniciativa alterar a imagem que a cidade tem do mesmo.

n.beja@eapn.pt

publicado por Zé LG às 00:02
18
Abr 13

publicado por Zé LG às 13:59
28
Fev 13

 

Ver mais informação aqui.

publicado por Zé LG às 00:11
25
Fev 13

Dezasseis crianças saíram ontem de um infantário de Évora. Foram retiradas pelos pais após estes descobrirem que as crianças, a mais velha com três anos, não eram convenientemente alimentadas.

Até ontem os pais pagaram 300 euros por mês para manterem os filhos nesta creche situada numa das mais novas zonas da cidade, junto a uma das saídas de Évora. A creche não tem cozinha própria. Os almoços eram fornecidos através de catering por uma empresa de Évora.

Uma mãe terá desconfiado que algo se passava porque sempre que ia buscar o filho via os meninos com um copo na mão cheio de cereais. Esta desconfiança ficou reforçada quando o dono da empresa de catering terá dito algures que para aquela creche todos os dias levava 5-cinco-5 refeições indicadas para crianças.

Combinados, alguns pais foram à creche no dia seguinte e ficaram chocados com a situação que encontraram: as cinco refeições eram divididas pelas 16 crianças.

A educadora terá sido "apertada" confirmando toda a história. Ao que parece, frequentemente era misturada água na sopa para aumentar a dose e a comida, dividida, todos os dias saía pouca. Parece que era visível que os meninos tinham fome! De tal forma que a educadora e a auxiliar se viram na obrigação de comprarem cereais para diariamente matarem a fome das crianças.

As duas funcionárias - auxiliar e educadora - estavam com vários meses de ordenados em atraso nesta creche que, repito, cobra 300 euros por cada criança.

As crianças saíram da creche e no dia seguinte foram todas integradas numa instituição da cidade ligada à igreja que não só recebeu as crianças como contratou de imediato a mesma educadora e a mesma auxiliar para tomarem conta dos meninos.

Esta história é verdadeira. Passou-se esta semana em Évora.

Os pais destas crianças ficaram muito descansadas porque os seus filhos estão agora noutra creche em segurança e não quiseram tornar pública esta história através da comunicação social alegadamente por MEDO. Repito M-E-D-O!!!

Fiquei sem saber se terão apresentado queixa na Segurança Social ou na ASAE ou noutro sítio qualquer, ou se também tiveram MEDO!

Não terão estes pais pensado que foram contratar para tomar conta dos filhos duas pessoas que passaram meses a negligenciar a vida as crianças sem falarem com os pais e denunciarem uma patroa-creche que nem sequer lhes pagava os ordenados. Terá sido MEDO?

Os pais que esta semana tiveram MEDO de denunciar publicamente esta situação não terão pensado que na próxima semana mais 16 crianças, a troco de 300 euros mensais, podem entrar naquela creche e começar a sofrer o mesmo que os seus filhos já passaram e, eventualmente, os donos da creche voltarem a ficar com o dinheiro e nem sequer pagarem aos funcionários.

Tudo isto por MEDO!!! M-E-D-O!!!

Eu, jornalista e pai de filhos, senti-me esta semana comovido com a história dos meninos. Amplamente chocado com o silêncio dos pais!

Publicada por Paulo Nobre às 22:36, aqui.

 

 

Obrigado Paulo Nobre, por teres feito o que competia aos pais daquelas crianças!

Mas a questão que se pôe é a de saber se uma situação destas fica assim, sem que as autoridades competentes. Será que vivemos em plena impunidade, pelo menos alguns?

15
Fev 13

Ver Manifesto. Ver aqui locais das Concentrações / Manifestações.

12
Jan 13

Os novos Órgãos Sociais do Centro de Paralisia Cerebral de Beja, eleitos em Dezembro, tomaram posse ontem ao fim da tarde, numa cerimónia que contou com a participação de dezenas de pessoas, incluindo as principais autoridades civis, militares e religiosas.

Este foi o culminar de umas eleições em que, pela primeira vez, participaram duas listas. Tal facto, acrescido da apresentação de programas e da realização de campanhas eleitorais por parte das duas listas candidatas, mobilizou, como nunca antes, os sócios, que participaram em grande número.

É importante que agora, terminado o processo eleitoral, os novos Órgãos Sociais, principalmente a Direcção, seja capaz de unir toda a comunidade do Centro e que esta lhe dê todo o apoio para que possa melhorar o seu funcionamento e, consequentemente, a prestação de serviços a quem deles necessita, abrindo-se mais ao meio em que está integrado.

O conhecimento que tenho de alguns elementos agora eleitos, que estimo, faz-me acreditar que tal vai acontecer.

Parabéns pela eleição e bom trabalho é o que lhes desejo.

18
Dez 12

A ANAFRE, em reunião extraordinária do seu Conselho Diretivo, analisou a intenção do XIX Governo Constitucional persistir no grave erro de extinguir mais de um milhar de Freguesias, fazendo-o sem fundamento científico, razões financeiras ou critérios de racionalidade.
AS FREGUESIAS VÃO MANIFESTAR-SE CANTANDO OS REIS EM BELÉM.
Concentrando-se no dia 22 de dezembro de 2012, pelas 14 horas, frente ao Palácio de Belém, apelarão à reflexão do Sr. Presidente da República sobre uma lei que uma larga massa crítica - população, eleitos locais, opinião pública - considera enfermar de profundas iniquidades.
A HORA É DE SOLIDARIEDADE! A PRESENÇA DE TODOS É A NOSSA FORÇA!
As Freguesias que disponham de grupos musicais e de cantares e os queiram fazer deslocar a Lisboa para participar neste evento cultural, devem disso dar nota aos serviços da ANAFRE através do e-mail anafre@anafre.pt , até às 17 horas do dia 20 de dezembro.
Consideramos premente que todos participem - aqueles que agregam e aqueles que não agregam.
A ANAFRE dirigiu aos Municípios um apelo de solidariedade e apoio nos transportes. Contactem os vossos Municípios.
A PRESENÇA DE TODOS É A NOSSA FORÇA!
«Quem luta pode não ganhar mas quem não luta não merece vencer».

14
Dez 12

01
Dez 12

As funções sociais do Estado são indissociáveis da qualidade de vida dos cidadãos e do desenvolvimento do país. Foi com o 25 de Abril de 1974 que a generalidade das pessoas idosas passou a ter direito a pensões e reformas; foi construído um Serviço Nacional de Saúde assente na universalidade e qualidade, que permitiu ganhos substantivos em saúde, como o aumento da esperança de vida e a redução da mortalidade infantil; democratizou-se o ensino, foi prolongada a escolaridade obrigatória e desenvolveu-se o acesso gratuito a todos os níveis de ensino.

Estas funções sociais estão a ser postas em causa pelas políticas de austeridade do Governo do PSD-CDS. O anúncio de uma redução de 4.000 milhões de euros na Saúde, na Educação e na Segurança Social, a concretizar-se, porá em causa o próprio Estado Social.

Portugal não está, apenas, confrontado com um problema de ordem financeira, mas, sobretudo, com uma questão marcadamente ideológica de subversão da C.R.P. no que respeita a direitos, garantias e princípios, nomeadamente os que consagram a coesão social e o bem-estar das pessoas.

É necessário sublinhar que o Estado Português está abaixo da média europeia no que respeita a gastos com as funções sociais, embora essa realidade seja frequentemente deturpada. É ainda necessário ter presente que a destruição das funções sociais do Estado e a privatização dos serviços públicos, a par do aumento do desemprego, da precariedade, de salários cada vez mais reduzidos e do agravamento das condições de vida da população, fariam eclodir desigualdades sociais ainda mais profundas e explodir rupturas sociais gravíssimas.

O país não está condenado à espiral de recessão, empobrecimento, e também à fome que já atinge as famílias, crianças e idosos.

Por estas razões, os/as subscritores/as da presente Petição, que pagam os seus impostos e contribuições, exigem que os princípios da universalidade e da solidariedade dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado sejam respeitados, tal como a Constituição da República consagra.

Os peticionários consideram indispensável uma mudança de política urgente que assegure o crescimento e o desenvolvimento económico, aposte na produção nacional, crie mais e melhor emprego, promova uma justa distribuição da riqueza e garanta a defesa e melhoria das Funções Sociais do Estado.

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CLIQUE AQUI PARA ASSINAR

29
Nov 12

publicado por Zé LG às 23:45
29
Nov 12

As palavras serão sempre as palavras. E os trocadilhos que com elas podemos fazer são muitos e variados. Esticam para todos os lados que nós quisermos. E estão todos certos.
Agora há uma coisa que as palavras nunca poderão mudar ou mesmo esconder. A realidade dos factos. Pois essa permanece inalterável perante as palavras. Sejam elas quais forem.
Ora a realidade do Estado Social é que ele só poderá manter-se se houver dinheiro para tal.
E num país de que cada vez mais reformados, pensionistas e desempregados; em que todas as suas estruturas económicas foram há duas décadas quase destruídas em troca de patacos; que tem que importar 80% da sua alimentação; em que o ensino está vocacionado para formar doutores ou dar diplomas de cursos profissionais praticamente apenas em troca da frequência dos alunos. É difícil, muito difícil mesmo suportá-lo com os recursos disponíveis, e não se vislumbra grandes expectativas futuras nesse sentido.
Claro que é sempre possível enfiar a cabeça num saco, e fingir que não se percebe ou ignorar pura simplesmente a dura realidade dos factos.
E para isso servem e de que maneira, as palavras...

Comentário deixado por Bandarra, aqui, a 24 de Novembro de 2012 às 08:35.

28
Nov 12

publicado por Zé LG às 22:50
26
Nov 12

Apresentado pelo Executivo Municipal como “um espaço de diálogo organizado entre os representantes do poder local e os representantes da sociedade civil”, o Conselho Económico e Social tem hoje uma reunião, no Monte da Diabrória, para a qual foram  convidados cerca de 20 conselheiros.

Jorge Pulido Valente, presidente da Câmara de Beja, afirma que vão estar em cima da mesa matérias como o estado do concelho, a avaliação dos últimos 3 anos de mandato autárquico, as prioridades das empresas municipais, as Grandes Opções do Plano para 2013 e os impactos negativos da reprovação do PAEL – Programa de Apoio à Economia Local, pela Assembleia Municipal.

17
Set 12

A Câmara Municipal do Crato deliberou, por unanimidade, aplicar as taxas mínimas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), aos prédios urbanos do município, o que acontece pela primeira vez na história autárquica daquele concelho.

Segundo o presidente da autarquia local, João Teresa Ribeiro, esta medida visa minorar “os graves efeitos sociais” que afetam empresas e famílias do concelho, decorrentes da política do Governo de “grande austeridade e de imposição de gravosos e injustos sacrifícios à esmagadora maioria dos portugueses”.

10
Set 12

Miguel Bento, Assistente Social e Professor do Instituto Politécnico de Beja, foi o vencedor do Prémio Cooperação e Solidariedade – António Sérgio é uma iniciativa da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), pela investigação científica desenvolvida intitulada – Vida e Morte Numa Mina do Alentejo – Pobreza Mutualismo e Provisão Social: o caso de S. Domingos (Mértola) na primeira metade do séc. XX.

O Prémio, nesta que é a sua primeira edição, é entregue hoje, a Miguel Bento, em Lisboa, na Gulbenkian. Miguel Bento disse que lhe agrada o facto de ter sido escolhido um professor do Instituto Politécnico de Beja e porque “isto significa que nas instituições de ensino superior do interior do País há projectos interessantes e faz-se investigação de qualidade”.

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