Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
07
Dez 17

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A Direcção Regional do Alentejo (DRA) do PCP lamenta “a postura de alguns eleitos do PS que, na busca de hegemonização do poder, ignoram a lei e não olham a meios para atingir os seus fins”, responsabiliza os eleitos socialistas pela “situação de impasse na eleição de órgãos” e acusa-os da prática de “uma cultura de poder pelo poder, diminuindo a matriz de diversidade e pluralidade que existe no Poder Local”.

O PCP diz que Alqueva “não tem condições para resolver todos os problemas existentes no Alentejo” e que a região “precisa é de uma verdadeira política de desenvolvimento, assente no aproveitamento dos recursos e potencialidades existentes”.

 

O PCP mostra-se preocupado com os efeitos da seca na agricultura e no abastecimento à população numa parte substancial da região e refere que há medidas de caráter estrutural que urgem ser implementadas para que se possa fazer face a este tipo de flagelo.

publicado por Zé LG às 08:47
21
Nov 17

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A Empresa Municipal de Águas e Saneamento de Beja (EMAS) anuncia que está a ultimar, “com carácter de urgência”, a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo no valor de 2,5 milhões de euros, para solucionar problemas a curto prazo.

Em causa está o pagamento de vários empréstimos de curto prazo contraídos de forma sucessiva nos últimos dois anos, pela anterior administração, “sem uma previsão relativamente à forma como seriam liquidados, nem uma expectativa sólida quanto ao acesso a financiamentos comunitários”.

Acrescem ainda “elevados valores de facturação que foram e estão a ser apresentados por diversos empreiteiros, empresas de fiscalização, entre outros”, que estão a provocar “rotura completa de tesouraria, criando uma situação insustentável para muitos empreiteiros, prestadores de serviços, fornecedores e também para a própria empresa pela pressão que causa sobre os serviços”.

Rui Marreiros, administrador executivo da EMAS, não esconde as suas preocupações, AQUI e AQUI.

publicado por Zé LG às 08:47
20
Nov 17

 

Há uns anos, quando manifestava o meu desagrado pelo aumento do preço da electricidade, um amigo disse: “Quero lá saber do aumento do preço da electricidade, quero é que as acções da EDP subam.” Isto aconteceu pouco depois da EDP ter feito uma das primeiras operações de venda das suas acções. Por ter comprado algumas dessas acções este meu amigo passou a valorizar mais sua posição de accionista da EDP do que a de consumidor de electricidade. E por mais que eu tivesse argumentado que consumidor seria sempre e que accionista poderia ser apenas durante algum tempo, ele insistiu em defender mais a sua posição de accionista.

Este é o princípio que está subjacente ao facto de haver tanta gente, que ambiciona naturalmente a ter uma boa vida, a agir contra os seus interesses, privilegiando a defesa dos ricos - o que gostaria de ser - em detrimento da posição que ocupa – assalariado, trabalhador por conta própria, micro ou pequeno empresário – e da sua situação de consumidor, que é tanto mais importante quanto menos tem.

 

 

publicado por Zé LG às 00:08
04
Nov 17

"...

Quais das alternativa é que consideraria que seria mais vantajosa para o país ao longo prazo?

A) O governo gasta algum dinheiro (não muito comparado com outros projectos em outras partes do país) para eletrificar a linha de comboio e terminar a auto-estrada para depois o país beneficiar, ao longo de largos anos,de todo o potential florescimento económico que daí verá com mais exportações, em especial agrícolas e agro-industriais e potencialmente outros tipos de indústria também, como indústrias ligadas à aeronáutica.
B) O governo continua a fazer o que tem feito até agora, o distrito de Beja morre, aldeias e vilas desaparecem do mapa, e Beja torna-se numa simples vila de 8000 habitantes com um enorme deserto à sua volta. Perde-se todo o potential agrícola e económico e perde-se ainda toda uma cultura e uma região líndissima em termos de património.
Qual das opções lhe parece melhor, para os bejenses e para Portugal? E até para o próprio governo. Embora o governo obviamente já escolheu a sua opção há muito tempo.

..." 

Trecho do comentário de Eu a 3 de Novembro de 2017 às 00:49, AQUI.

publicado por Zé LG às 10:22
31
Out 17

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Não é por ter sido o anterior governo a suspender a construção dos IP’s (ou autoestradas) 2 e 8 que este não a retoma e os mantém afunilados a 30 ou 40 kms de Beja.

Não é por ter sido construído o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva que agora o Estado não investe mais no Baixo Alentejo. Alqueva foi construído onde foi porque é aqui que existem as condições para tal, tal como o Porto de Sines foi construído em Sines e não em Elvas… E, como sabemos, esses são projectos nacionais e não apenas locais ou regionais.

Não é por ir ser feita a ligação ferroviária de Sines ao Caia (e porque não mais a Sul?) que não se arranja a ligação de Casa Branca a Beja ou, pelo menos, se põem a circular comboios com um mínimo de condições.

publicado por Zé LG às 18:03
29
Out 17

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A Coordenadora do Bloco de Esquerda participa na Assembleia Distrital do seu partido, que se realiza hoje, às 15h00, na Casa da Cultura de Beja, para tratar do balanço das eleições autárquicas e da Situação política: OE para 2018; incêndios; saúde; educação; combate às agressões ambientais (e não só) das monoculturas;  greve na Somincor; plenário de imigrantes na Zambujeira.

A chegada de Catarina Martins está prevista para o meio-dia (12h00), com paragem na reta Beringel-Beja (junto à Diabrória) para denunciar a destruição de sítios arqueológicos numa área de 3000 hectares para plantação de amendoal pela empresa espanhola De Prado, seguindo-se um almoço no restaurante Luís da Rocha às 13h00.

publicado por Zé LG às 09:27
25
Out 17

Li no Facebook: "E de repente... eis que faleceram os blogs da cidade :( Paz à sua alma. Com tanto para publicar...", o que já mereceu uma série de comentários sobre "vaga de nomeações externas para a Câmara, a automotora que desapareceu, as obras na cidade que pararam...", como pequena síntese da actividade do Executivo Camarário, que tomou posse há uma semana!!!...

Comecei a escrever este alvitre para comentar aqueles escritos... mas não, acho que disseram tudo.

publicado por Zé LG às 00:05
17
Out 17

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O mandato autárquico que agora termiona em Beja, poderá vir a ser recordado pela demolição do Depósito de Água da Praça da República, contrariando uma decisão do anterior Executivo Camarário que previa a sua reabilitação, e a não construção de um novo pavilhão desportivo, prometido repetidas vezes desde as anteriores eleições autárquicas. O Executivo Camarário, que agora cessa funções, procedeu a uma demolição que não anunciara e relativamente à qual recusou o debate público e não executou a obra que mais anunciou, porque não foi capaz de reunir as condições para o efeito. Estas duas "obras", com tudo o que as envolveu, representam talvez o que melhor caracteriza o que foi este mandato. 

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publicado por Zé LG às 08:52
16
Out 17

A inclusão - e neste caso a inclusão escolar - já entrou no discurso político. Ainda bem, porque isso significa que ela é um anseio não só das famílias atingidas mas também da maioria das pessoas. Infelizmente, ao discurso só muito raramente se verifica o seu fomento na prática.

Exemplo disso é o que mais uma vez está a acontecer com os apoios aos alunos com necessidades especiais de educação. Estamos em meados de Outubro, um mês decorrido sobre o início do ano lectivo, e os terapeutas ainda não foram colocados, continuando os alunos sem os apoios de que tanto carecem para o necessário desenvolvimento e consequente inclusão. E as notícias que começam a surgir, como se nada de grave estivesse a acontecer, lançam as piores ameaças sobre as crianças e suas famílias, deixando-os sem rede. Nos casos que conheço directamente, os tempos dos terapeutas foram reduzidos em 50%. Uma criança que tinha dois tempos de fisioterapia e dois tempos de terapia da fala passa a ter apenas um tempo de cada terapia. E isto depois de já terem sido bastante reduzidos os tempos nos anos anteriores. 

Enquanto a aposta na inclusão for encarada como despesa em vez de investimento, estes cortes na educação inclusiva vão continuar a ser feitos para contribuirem para a redução do défice e ficamos todos a perder. 

E perante estas medidas o que fez o Conselho Municipal de Educação? Assiste, na bancada, considerando que se trata de um assunto que não lhe diz respeito? Esperemos que passe a ter um papel mais interventivo no acompanhamento da educação e na procura de soluções para os problemas existentes.

publicado por Zé LG às 23:03
07
Out 17

Acredito nas pessoas, nos Alentejanos, seja o PA ou outro.
Beja é capital do Baixo Alentejo, Não tenho nada contra Évora, muito pelo contrário, mas colocar Évora como a capital de onde devem ser tomadas as decisões já representa uma visão politica que não compartilho.
Do mesmo modo que não compartilho essa imagem resignada que o Alentejo não tem importância só por não ter votantes.
Não está escrito em nenhum lado, e muito menos na constituição da republica que as regiões estão divididas por numero de votantes.
De uma coisa tenho a certeza, má língua, pessimismo, derrotismo, resignação, submissão, falsidade ideológica é que não nos leva a lado nenhum.

Alentejano de Beja a 7 de Outubro de 2017 às 00:55, AQUI.

publicado por Zé LG às 01:53
29
Set 17

Para além do que cada candidatura propõe fazer, deve tanbém dizer como propõe fazer. Há quatro anos, a candidatura POR BEJA COM TODOS disse. Nestas eleições, nenhuma candidatura o fez e sobre quase todas as questões apresentadas a seguir nada disseram.

 

COMO FAZER: Um Município participativo, facilitador, congregador e cooperante

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O programa eleitoral que se apresenta e que sustenta a candidatura do movimento independente e plural “Por Beja Com Todos”, às eleições dos diferentes órgãos autárquicos, assenta na clara assunção do princípio da participação, que se materializa no crescente envolvimento de TODOS na construção do futuro de TODOS, valorizando, em todas as dimensões, a transparência e o direito à informação. Exatamente por partilharmos destes pressupostos, consideramos que deverão ser transversais a todas as áreas da execução política, configurando um novo modelo institucional.

 

 

publicado por Zé LG às 13:47
28
Ago 17

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Ao contrário de há quatro anos, a CDU não conta com alguns dos factores que terão contribuído para a sua vitória eleitoral em Beja, entre os quais se podem referir: 1 - tentava recuperar um Município que tinha perdido pela primeira vez nas eleições anteriores, o que uniu e mobilizou (quase) todo o seu eleitorado; 2 – contou com intervenção activa de figuras importantes como a do antigo presidente da Câmara, Carreira Marques, que foi o mandatário da candidatura e atenuou algumas limitações evidentes do candidato, e de Rodeia Machado, que chegou a ser apontado como putativo candidato e homem forte na Assembleia Municipal, que entretanto “desapareceram”…; 3 – contou com figuras como a do, entretanto falecido, presidente da ACOS, Castro e Brito, e do antigo Governador Civil de Beja e presidente do NERBE, Luís Serrano, que mobilizaram muitos eleitores da direita a votarem em João Rocha; 4 -  João Rocha foi apresentado como um autarca experiente e combom trabalho feito em Serpa, tendo sido praticamente ignoradas algumas suas características que agora são fortemente criticadas; 5  – agora, existe uma experiência e um conhecimento por parte dos trabalhadores da Autarquia e do eleitorado, que lhes permite fazer uma avaliação mais crítica do que há quatro anos; 6 – as listas da CDU, com algumas excepções, parecem ter recorrido mais a pessoas do PCP e da própria Autarquia.

Algumas outras razões podiam ser apresentadas, mas parece-me que as referidas são suficientes para mostrar que a CDU não deve embandeirar em arco e dar as eleições como vencidas antecipadamente, subestimando os adversários, designadamente o PS, que, sem grandes alaridos tem vindo a fazer a sua campanha. Para além de um ou outo tiro nos pés, a candidatura do PS mostrou coragem ao ser a única que promoveu debates temáticos e ao anunciar como palavras-chave ”Recuperar, Valorizar e Promover” e abertura e mobilização das suas listas de candidatos. É óbvio que não lhe chega dizer que vai fazer diferente e melhor. Terá de dizer também o que se propõe fazer em concreto, o que já tarda…

publicado por Zé LG às 09:38
17
Ago 17

Os vereadores da CDU na Câmara de Beja visitaram Pisões e as freguesias de Santiago Maior e de Santa Clara de Louredo. Em Pisões dizem ter verificado que os responsáveis, Câmara de Beja, Universidade de Évora e Direcção Regional de Cultura do Alentejo, demitiram-se das suas responsabilidades e que a Estação Arqueológica se encontra ao abandono e vandalizada.

As declarações são da vereadora da CDU Maria de Jesus Ramires, que acrescentou que é importante preservar o património do concelho, assim como não deixar a resolução dos problemas da Estação Arqueológica de Pisões à mercê de boas vontades

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ATENÇÃO: Esta posição foi manifestada em Janeiro de 2013, era a CMB gerida pelo Executivo do PS. A foto é actual.

publicado por Zé LG às 13:53
11
Ago 17

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No início do ano, deixei aqui, à atenção da CMB, um alerta quanto à necessidade de reparar o pavimento da Rua Dr António Belard da Fonseca, onde se situam o Centro de Saúde e a Segurança Social, por ser uma das mais movimentadas e de forma a evitar danos pessoais e em viaturas. Oito meses depois - e parece que depois de alguns remendos -, o pavimento da referida rua encontra-se como mostram as fotografias. Manter em bom estado de utilização / circulação os arruamentos não será prioritário?

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publicado por Zé LG às 08:51
10
Ago 17

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Há quatro anos, quando nos candidatámos aos órgãos autárquicos do concelho de Beja, afirmámos:

É por isso e apenas por isso - por dever cívico -, que nos candidatamos, oferecendo uma alternativa aos tradicionais espaços de participação - os partidos - a todos os que querem exercer a sua cidadania activa, participando na construção de um concelho mais activo, participativo e amigo das pessoas, das empresas e do ambiente.

“Os bejenses democraticamente recusaram a alternativa que apresentámos. Preferiram mais do mesmo. Este ano, mesmo que quisessem, não têm alternativa. Vão ter mais do mesmo. Com algumas nuances, conforme a opção que fizerem, mas sempre mais do mesmo – uma gestão autárquica subordinada à lógica partidária.

Tal como há quatro anos, parece-me que o bipartidarismo como se tem manifestado – “o que eu defendo é bom o que tu queres não presta” -, prejudica o Concelho e mais ainda se quem ganhar as eleições obtiver maioria absoluta, o que dificilmente não acontecerá.

publicado por Zé LG às 18:02
01
Ago 17

«Beja tem uma classe muito especial. São os opinadores profissionais. Não se lhe reconhece uma obra, um feito, uma opinião estruturada sobre nada. Mas acham que nada se devia fazer sem a sua douta opinião. Reservam-se o direito de ser assim uma espécie de reserva moral da polis. Alguns deles, convencidos até da sua importância, ousaram submeter-se a escrutino eleitoral. Azar! O povo não estava preparado para tão doutas inteligências e não percebeu o tão elevado alcance das suas propostas. Outros, tentaram cavalgar ondas que julgavam leva-los a doiradas praias. Azar! Adornaram na volúpia do poder.
E assim é esta ilustre classe de opinadores bejenses.»

Comentário de Anónimo a 31 de Julho de 2017 às 17:09, AQUI.

publicado por Zé LG às 13:50
31
Jul 17

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"A diferença que faz!" e desfaz o que que fez...

publicado por Zé LG às 08:49
28
Jul 17

Acho que estou a atravessar uma crise existencial relativamente a esta solução governativa. Sempre a defendi, mesmo antes de existir. E continuo a defender. Mas acho que, de vez em quando ou com demasiada frequência, perde o pé e faz asneira que é difícil compreender quanto mais aceitar. Os últimos tempos têm sido disso férteis... 

Mas quando aprecio as críticas e alternativas das oposições, designadamente das de direita, conformo-me, porque me fazem convencer que não há alternativa credível nos tempos mais próximos. Mas que se cuide quem governa, porque conformar-me não significa acomodar-me. O nível de exigência não só não diminuiu como deve ser maior.

publicado por Zé LG às 18:02
26
Jul 17

20265098_1844398655587384_4447702591939927749_n.jpVamos encolher os ombros?

Escreve Bruno Ferreira:

Em 2013 a Estradas de Portugal anunciou que a A26, entre Sines-Beja (inicialmente prevista até à fronteira com Espanha), era um “equívoco técnico”, e que os 35 milhões gastos até então, não eram significativos (?!?), e que parando as obras ainda se conseguiam poupar 60 milhões. Pelas contas do governo ficamos a saber que esta importante Auto-estrada A26 (apenas até Beja) custaria 95 milhões de euros – cerca de metade já gastos – entre outros, com expropriações (com validade de 15 anos, faltando 5 para expirarem e regressem aos seus antigos proprietários sem estes terem de indemnizar o Estado); com o abate de montado e de espécies protegidas; com material que apodrece nas bermas do IP8.

O concelho de Beja, há 10 anos exportava apenas 875 mil euros, mas depois de apostar fortemente nos sectores agrícola, agro-industrial e agro-alimentar, potenciando o investimento de Alqueva, exporta hoje mais de 113 milhões, concorrendo de sobremaneira para a competitividade do Alentejo e do todo nacional. Mas… onde está a retribuição do Estado para com este concelho? Estas condições rodoviárias conferem competitividade à economia regional? E à nacional? São seguras? Quantas pessoas ali perderam a vida? Quantos ficaram feridos? São cómodas e confortáveis? Que prejuízos provocam nos veículos? Quanto tempo faz perder no transporte de mercadorias? E para as necessidades das pessoas? Como podemos pensar no Aeroporto de Beja sem uma estrada, sequer, digna desse nome?

 

 

publicado por Zé LG às 13:51
26
Jul 17

AFINAL O QUE VAI SER FEITO NA PRAÇA DA REPÚBLICA?

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Ler artigo de Carlos Dias n'O Público.

Existe um projecto ou apenas uma idéia geral? Vai ser mudado apenas o pavimento ou também as infraestruturas? Vai haver intervenção nos vestígios arqueológicos e colocados alguns à vista, como em espaços públicos noutras cidades? Qual o orçamento? Como é assegurado o financiamento? Para quando está previsto o início e o prazo da intervenção?

 

Publiquei, em 9 de Dezembro do ano passado, este alvitre como contributo para um debate que entendia  - e continuo a entender -, que devia ter sido promovido pelo Executivo Camarário, uma vez que vai alterar uma obra de um anterior Executivo da mesma força política, que na altura gerou muita polémica, sem que a tenha pré-anunciado na campanha eleitora.

Quase 9 meses decorridos sobre a colocação destas questões, eis que é anunciado o início para breve das obras, sem que o Executivo Camarário tenha avançado com qualquer esclarecimento sobre aquelas questões ou outras que pertinentemente têm sido colocadas pelos cidadãos.

Mais uma vez, parece oportuno questionar opções e sua fundamentação e o entendimento do envolvimento da população interessada na discussão de projectos com impacto na Cidade do Executivo Camarário?

publicado por Zé LG às 08:56
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