Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
18
Jun 13

A Câmara de Beja aprovou, por unanimidade, uma moção de protesto relativamente à criação de mega agrupamentos em Beja. Recorde-se que o Ministério da Educação decidiu criar dois mega agrupamentos juntando os agrupamentos de escolas de Santa Maria e de Santiago Maior e a Escola Secundária Diogo de Gouveia num total de cerca de 3 mil alunos e o outro constituído pelos agrupamentos de escolas de Mário Beirão com a Escola Secundária D. Manuel I com quase 2 mil alunos.
José Velez, vereador da autarquia de Beja, recorda que esta moção surge na sequência de uma tomada de posição unânime da Câmara e Assembleia Municipal, assim como, do Conselho Municipal de Educação, lamentando que estes órgãos tenham sido completamente ignorados neste processo que o Ministério conduziu de forma unilateral.
As críticas vão para a forma como o processo foi conduzido mas também para a criação dos mega agrupamentos que, na opinião de José Velez, não beneficiam em nada a qualidade do ensino.

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=363

16
Jun 13

Quando se usam como argumentos eleitorais, ainda que encapotados, e, ainda por cima, à custa do erário público, o melhor que há no mundo - as crianças - e o que é mais essencial à vida - a água -, está tudo dito quanto às convicções, à seriedade, aos métodos de quem tais "argumentos" usa... 

13
Jun 13

Terá afirmado o presidente da ANA, in: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=335.

E porque não mudar o nome do Aeroporto de Faro para Aeroporto do Algarve? Ou será que o nome de Faro é mais conhecido internacionalmente do que o do Algarve?

E se deixassem de manobras de diversão para fazer esquecer a falta de vontade política de promover e pôr a funcionar o Aeroporto de Beja e o parque empresarial a ele associado?

publicado por Zé LG às 23:33
12
Jun 13

...

No que respeita às populações, os partidos praticamente não existem nem trabalham fora do quadro dos processos eleitorais, resumindo-se a sua atividade à ação governativa a nível local, regional ou nacional e esgotando-se as disponibilidades dos seus quadros praticamente na politiquice e na retórica.
Deixaram de se discutir os problemas e as soluções, de se olhar prioritariamente para os interesses dos territórios e das suas populações, para se fazer apenas o combate destrutivo pelo poder partidário, em que vale tudo, mesmo o terrorismo político do ataque pessoal para tentar abater os adversários sejam eles internos ou externos. A política espetáculo, alimentada pela comunicação social e pelos comentadores, domina por completo o panorama. Curiosamente, e contraditoriamente, quanto mais os partidos apostam nos momentos eleitorais, menos os cidadãos votam e pior imagem têm da política, dos políticos e dos partidos.
A política está cada vez mais afastada do processo de desenvolvimento e dos problemas reais das populações, daí o seu descrédito e o desinteresse das pessoas na participação pública e nas candidaturas eleitorais. 

Claro reflexo de todos estes fenómenos é o aparecimento cada vez mais frequente de movimentos de cidadãos em defesa de causas públicas e de listas de independentes nas autárquicas em rotura com as direções partidárias.

É nossa convicção que está criada a oportunidade única para que estas transformações ocorram e o sistema político evolua.
Queremos não apenas mais democracia mas uma democracia de qualidade!

Jorge Pulido Valente, presidente da CM de Beja, in: http://da.ambaal.pt/noticias/?tipo=Opini%C3%A3o

05
Jun 13

"Os autarcas do futuro devem ser, acima de tudo, agentes activos do desenvolvimento económico e social dos seus concelhos. Na prática, agentes empenhados na captação de investimento, na formação profissional, na investigação e na inovação associadas à vida empresarial, na promoção do empreendedorismo e da competitividade, no combate à pobreza, ao desemprego e à exclusão social."

"Como tudo na vida também o poder local é uma realidade dinâmica e não estática.

O tempo que vivemos exige uma nova agenda autárquica. Uma agenda centrada na criação de riqueza, na geração de emprego, no desenvolvimento sustentável. Afinal, de que serve termos um concelho com boas infraestruturas e bons equipamentos se lhes falta economia, emprego, vida e futuro?

...

Mas para o cidadão comum e já hoje para vários autarcas esta é uma questão essencial. É mesmo a questão que estabelece a fronteira entre o passado e o futuro, entre o fracasso e o sucesso, entre a demagogia e a responsabilidade."

Luís Marques Mendes, in Visão nº 1055, de 23 de Maio de 2013.

 

Nisto estou de acordo com Marques Mendes. De facto, "de que serve termos um concelho com boas infraestruturas e bons equipamentos se lhes falta economia, emprego, vida e futuro?"

28
Mai 13

publicado por Zé LG às 23:34
24
Mai 13

24
Mai 13

 

A JCP considera uma vergonha o que a PT está a fazer com os seus trabalhadores e com o País, afirmou (http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=163) Pedro Martins, frisando que esta é uma situação recorrente e que a empresa em causa trata os seus trabalhadores como meros números.

Em situações de despedimentos idênticos anteriores, constatou-se que a PT passado quatro meses voltou a contratar mais trabalhadores, mostrando que os despedidos eram realmente necessários. Relevou, igualmente, o facto, desta ser uma manobra para não se dar contratos efectivos e evitar que os trabalhadores possam integrar os quadros da empresa.

A JCP de Beja denuncia a postura da PT e reafirma a sua solidariedade com os trabalhadores, dizendo-lhes que não se resignem e que lutem por aquilo que é seu.

23
Mai 13

O governo só vai pagar o subsídio de férias aos funcionários públicos em Novembro (http://economico.sapo.pt/noticias/rectificativo-atrasa-pagamento-do-subsidio-de-ferias_169794.html).

A pergunta que se deve colocar – e a exigência que os funcionários públicos devem fazer -, é se o governo vai pagar juros de mora pelo atraso do pagamento, como faz com os contribuintes que se atrasam nos seus pagamentos ao Estado.

22
Mai 13

A visita de trabalho que o secretário de Estado do Turismo ao Alentejo, no âmbito de uma iniciativa de reconhecimento do território, organizada pela Turismo do Alentejo, ERT, começou ontem e termina nesta quarta-feira.

Para hoje, Adolfo Mesquita Nunes tem programadas cinco actividades: um passeio de barco no Alqueva, seguido de uma reunião de trabalho com empresários da zona, na Amieira Marina; uma visita a uma das unidades de enoturismo do “Triângulo Mágico dos Vinhos de Beja” à Herdade da Malhadinha, um almoço/debate com autarcas do Alentejo, no Hotel Vila Galé, em Beja, visita a Sky Dive Europe, em Ferreira do Alentejo; e um encontro com promotores turístico-residenciais do Litoral Alentejano, no Centro de Conferências do Tróia Design Hotel.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=138

publicado por Zé LG às 12:41
21
Mai 13

A Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMAS) de Beja constituiu um fundo de reserva para fins sociais, durante o ano 2013, com base no qual

apoiou a compra de equipamentos “de cinco IPSS, que intervêm nas áreas da infância, juventude e deficiência”, conforme se pode ler e ouvir em:

 http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=905.

 

É uma iniciativa de louvar e mais de louvar seria ainda se estas preocupações sociais não tivessem surgido em vésperas de eleições autárquicas, num ano em que, certamente por pura coincidência, a EMAS não aumentou os preços da água e tem promovido um conjunto de iniciativas com forte impacto mediático.

A propósito destas preocupações sociais colocamos aqui a seguinte interrogação: Porque é que a EMAS cobra mais de 50,00 euros pela assinatura de um contrato de fornecimento de água, enquanto a EDP, por exemplo, nada cobra pela as

sinatura do contrato de fornecimento de energia?

12
Mai 13

José Sócrates voltou há umas semanas à política activa, desta vez como comentador da RTP.

Voltou em forma, muito bem preparado, como quando desempenhou igual papel, há uns anos, no frente-a-frente com Santana Lopes, que o catapultou para primeiro-ministro.

É importante tê-lo como voz dissonante da esmagadora maioria de comentadores, nas várias televisões, ao serviço (com maior ou menor alinhamento) do poder instalado.

José Sócrates "não brinca em serviço" e os seus comentários atingem, com frequência os principais responsáveis políticos - PR, primeiro-ministro e Paulo Portas -, com criticas certeiras e bem fundamentadas.

É certo que não podemos esquecer as responsabilidades que teve na situação a que Portugal chegou. Mas isso não deve impedir-nos de reconhecer a pertinência da sua intervenção como comentador. Não deixa ninguém indiferente e as suas críticas fazem mossa, pela oportunidade, pertinência e frontalidade.

10
Mai 13

“Fixar e atrair mais pessoas para a nossa terra e criar mais riqueza e postos de trabalho” é o objectivo maior da nossa candidatura.

Sabemos das limitadas competências e meios do Poder Local para intervir directamente nesta área. Mas, porque a consideramos nuclear, comprometemo-nos a desenvolver uma política de intervenção especificamente direccionada para a instalação de novos projectos empresariais, assim como a consolidação e desenvolvimento das empresas existentes.

Trabalharemos directamente com as empresas instaladas no nosso concelho ou que nele se pretendam instalar, para, naquilo que são competências directas da autarquia, lhes facilitarmos o mais possível a vida e as intermediarmos junto de outras entidades para que façam o mesmo e a, em conjunto com elas e as suas associações, fazermos tudo para conseguirmos o máximo de financiamento do novo quadro comunitário de apoio, que, ao que tudo indica, vai ser mais orientado para a chamada “economia real”.

Sendo a agricultura, tradicionalmente e na actualidade, o sector com maior influência no concelho, bater-nos-emos para que a promessa de conclusão do regadio a partir de Alqueva até 2015 seja uma realidade.

A aposta nas pessoas e no seu conhecimento como motores principais do desenvolvimento sustentável será outra linha mestra da nossa acção, pelo que tudo faremos para potenciar as capacidades do Instituto Politécnico de Beja bem como as capacidades já demonstradas do CEBAL e também do COTRE, no campo da investigação aplicada aos nossos recursos naturais.

Procuraremos o envolvimento dos comerciantes e outros empresários do centro da cidade e das suas organizações representativas, para estruturar uma intervenção que permita a gestão efectiva do espaço, potenciando as suas capacidades de centro comercial, turístico e cultural.

Iremos aproveitar a política de regeneração urbana, que certamente irá avançar, para desenvolver uma política activa de cooperação com os proprietários dos imóveis degradados e devolutos do Centro Histórico de Beja e de outras localidades do concelho, de forma a estimular e promover a sua utilização. Temos como objectivo tratar casa a casa, para encontrarmos a melhor solução, envolvendo nesse difícil trabalho os serviços técnicos municipais e a colaboração das Juntas de Freguesias.

Poremos em prática uma política de cooperação com os outros municípios e outras entidades públicas e associativas para que o concelho e toda a região em que se integra consiga a efectiva implantação no terreno e o desenvolvimento dos grandes projectos estruturantes.

Em complemento, e por interacção e interdependência, deseja-se que o desenvolvimento dos outros concelhos da região também se reflectia na projecção da centralidade de Beja e que esta igualmente tenha impacto no seu desenvolvimento.  

Sendo indispensável que o governo central do nosso País assuma as suas responsabilidades, exigiremos de forma cooperante que o Aeroporto de Beja desenvolva as suas valências e avance o parque empresarial a ele associado; para que se realizem as obras no IP2 e no IP8, tal como previsto inicialmente ou gradualmente; para que seja electrificada a ligação ferroviária Beja - Casa Branca e reclamar para Beja um papel de relevância futura na ligação ferroviária ao Algarve e á fronteira com Espanha, no quadro dos investimentos nacionais a realizar.

Importa ainda que a Autarquia assuma regularmente o papel de representante da comunidade junto da Unidade Local de Saúde. Não apenas em momentos reivindicativos em defesa do direito de acesso aos cuidados de Saúde, como deve fazer neste momento em que se fala da redução de camas no Hospital, mas principalmente como parceira, cooperando com as Administrações em defesa do Serviço Nacional de Saúde.

Propomo-nos desenvolver uma política integrada e participada de apoio à produção cultural, fomento desportivo e de animação da cidade nas suas mais diversas vertentes, envolvendo os cidadãos, através do fomento do movimento associativo.

A programação deve incidir sobre projectos no âmbito da cultura local e da cultura cosmopolita, devendo haver um equilíbrio entre as iniciativas de ambos os tipos. Os projectos a desenvolver nestas áreas deverão ter como objectivo incentivar a criação artística e a prática desportiva, dar a conhecer e permitir o usufruto do património e dos bens culturais e desportivos, não só à população residente, mas também como forma de divulgar e promover o concelho no exterior.

Trabalharemos para criar condições para que todos tenham acesso aos bens sociais, culturais, económicos, à educação, à saúde, ao trabalho, condição fundamental para a inclusão social e para a eliminação de processos de exclusão social, garantindo a coesão social da comunidade, enriquecendo-a através da partilha dos seus bens em proveito de todos.

 

Estas são algumas das bases do compromisso eleitoral, a apresentar oportunamente, enunciadas pelo cabeça de lista à Câmara Municipal de Beja, no discurso (http://www.porbejacomtodos.org/2013/04/discurso-do-cabeca-de-lista-do-por-beja.html) de apresentação da sua candidatura.

29
Abr 13

"Como pode observar pelos subscritores, trata-se de uma iniciativa dentro do universo dos eleitos da CDU no Alentejo, com a qual, provavelmente, se identificarão outras correntes de pensamento da região."

24
Abr 13

Um grupo de manifestantes, exigindo "Mudar de Política e de Governo", cantou a Grândola Vila Morena na 30ª OVIBEJA, apesar da ministra da Agricultura ter faltado à inauguração da Feira, justificando com uma indisposição.

18
Abr 13

Soube nestes últimos dias que há a intenção por parte do Conselho de Administração da ULSBA, de reduzir o número de camas do hospital em cerca de 4 dezenas.
Soube também que essa é uma consequência do anúncio do governo de pretender reduzir o número de camas hospitalares para diminuir os custos em Saúde, como se o SNS não estivesse a funcionar convenientemente.

A ULSBA incentivou nos últimos anos, a aposta na cirurgia do ambulatório, como uma boa medida de gestão, apesar de ter encontrado algumas dificuldades por falta de apoios adequados na comunidade, que impediam altas mais precoces em muitas situações.
Segundo o relatório da OCDE de 2011, Portugal tem apenas 3,3 camas/1000 habitantes, contra uma média de 4,9 na OCDE e 8,2 na Alemanha.
Portugal tem um tempo médio de internamento, por todas as causas, somente de 5,9 dias, contra uma média de 7,2 dias na OCDE e 9,7 dias na Alemanha.
Pela experiência e pelas medidas já anteriormente tomadas, pelo órgão de gestão do qual fiz parte, não vejo espaço por onde reduzir mais camas sem prejudicar potencialmente os doentes, pois ter-se-á de ter em conta que no Baixo Alentejo, as distâncias são um factor relevante no acesso aos cuidados de saúde.
A redução do número de camas não leva necessariamente a uma redução da despesa, porque os doentes continuam a precisar de serem tratados.
Segundo a OMS, o ideal é que existam 4,5 camas por cada 1000 habitantes, podendo justificar-se mais em caso de necessidade.
Como se pode concluir facilmente, segundo as estatísticas da OCDE, reduzir ainda mais o número de camas hospitalares em Portugal certamente irá afetar a acessibilidade dos doentes aos cuidados de saúde e colocar o nosso país, e a ULSBA em particular, num patamar inferior de qualidade do SNS, que funciona no limite da excelência, e que atualmente já não está a responder às necessidades de muitos doentes.
Assim, não consigo descortinar como será possível continuar a cortar na saúde, sem piorar todas aquelas circunstâncias.

José Mestre

12
Abr 13

 

 Em Espanha

 

publicado por Zé LG às 22:56
09
Abr 13

Segundo o que consta, existe um plano de redução de camas hospitalares em toda a região do Alentejo. A questão do ex-hospital de Serpa é outra bem diferente. Os utentes do SNS, nós, pagadores de impostos, temos direito à informação sobre essa tão importante matéria. Não é aceitável a ocultação de um tal plano. O encerramento de camas hospitalares resultaria em impedimento de internamentos imprescindíveis. Pretende-se que os doentes fiquem irremediavelmente em macas, até "desistirem"?...

 

Bem, então vamos fazer a perguntinha:

Este governo, na Saúde, assumirá claramente que quer poupar despesa negando tratar doentes que precisam de ser internados?

 

Munhoz Frade aqui.

09
Abr 13

António Arnault, o pai do Serviço Nacional de Saúde, diz que é preciso mobilização porque o povo não aguenta mais.

Com a perspetiva de mais cortes no Estado Social, António Arnaut apela à manifestação, à revolta cívica e constitucional. Este socialista diz que é preciso garantir a dignidade dos portugueses, sublinhando que o povo já não aguenta mais num país que «está ligado ao ventilador».

António Arnaut referiu-se também à posição do Presidente da República, considerando que Cavaco Silva não pode deixar que Pedro Passos Coelho mantenha a atual política.

Para António Arnaut, Passos Coelho é um primeiro-ministro «insensível, incompetente e insensato». Ele é o verdadeiro problema e o presidente tem de o travar, considera o pai do Serviço Nacional de Saúde.

Arnaut está convencido que a confiança manifestada por Cavaco Silva no Governo está apenas relacionada com as negociações que vão acontecer no final desta semana em Bruxelas.

 

Será que o PS subscreve este apelo?

08
Abr 13

O Governo deve reduzir os impostos já este ano, defende o economista João Ferreira do Amaral, membro do Conselho Económico e Social (CES), que afasta novos cortes nas pensões ou aumentos nas propinas e taxas moderadoras.

Apologista da saída de Portugal do euro, considera que o buraco orçamental, provocado pelo chumbo do Tribunal Constitucional, poderia ser facilmente preenchido se a economia voltasse a crescer e, para isso, é preciso diminuir a carga fiscal.

“Eu acho que o erro é todo de concepção destes programas e aí culpo inteiramente a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional”, afirma.
O economista admite ainda que “o Governo está fragilizado” e avisa que assim não vai conseguir avançar com as medidas que propõe de novos cortes no Estado social.

Considera que não resta outra saída ao Executivo senão pedir mais tempo à “troika” e, depois de estabilizada a situação na zona euro, Portugal deverá sair da moeda única.

João Ferreira do Amaral, autor do livro “Porque devemos sair do euro”, que vai ser apresentado esta terça-feira, garante ainda que Portugal nunca vai recuperar enquanto estiver no euro.

Junho 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Passaram por cá
"Contador de visitas">Contador de visitas
Passaram por cá
"Contador de visitas">Contador de visitas
mais sobre mim
pesquisar
 
últ. comentários
Rui Costa, talvez não se lembre, mas foi no tempo ...
Crao ZéComo vai a charanga! Em Barrancos, quando ...
Então uns trabalham 8 e outros 6 horas, filhos e e...
É de facto muito preocupante.
O que não faz sentido é ver o Valerio fotografado...
NAO FAZ SENTIDO VISTO QUE VÃO TRABALHAR 8 HORAS PO...
Fora a CDU volta PS
PS NA CÂMARA DE ALVITO JÁ
Totalmente de acordo.As Escolas do MEGA ( Liceu +S...
Um exemplo de trabalho, competência e dedicação .....
Os fins não justificam os meios...As crianças e os...
Este é um assunto verdadeiramente sério, pelo que ...
Assim a Escola Pública não vai lá.Não é com guerra...
É preferivel ter uma escola com um LIDER , que com...
Jornada contínua na secretaria
Outras paragens
blogs SAPO