Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
21
Fev 17

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"O Sr. Presidente da Câmara acaba de informar (na reunião da Assembleia Municipal de Beja) que no concurso para a concessão do parque de campismo apenas foi recebida uma proposta.
Não restam dúvidas que, quase sem discussão pública e sem propostas de ideias inovadoras de concorrentes interessados, vamos ter uma intervenção privada, que quase todos desconhecem, em dois espaços fundamentais da cidade de Beja:
- no atual parque de campismo que, pelo que já se percebeu, irá ser quase de imediato desmantelado, sem se conhecer qual o destino a dar a este espaço nobre no coração da cidade, tema que devia ser central nesta discussão;
- na atual mata e circuito de manutenção, que vai desaparecer para se construir, em cima de uma via rápida e junto a uma escola, um suposto parque de campismo com data de entrada em funcionamento daqui a alguns anos.
Reitero aqui a proposta já feita em sede de reunião de câmara onde votei contra este processo pouco transparente: abrir a discussão à população e ao debate público, aos utilizadores destes espaços, aos seus vizinhos, aos seus utilizadores e a todos os Bejenses. Rui Marreiros"

 

Parece confirmar assim o alvitre que AQUI deixei.

publicado por Zé LG às 22:29
21
Fev 17

Copiado DAQUI:

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“Como sabemos os monumentos não escrevem mas falam da história de um povo, de uma cidade. São o cartão de visita, são a sala de entrada, neste caso literalmente, pois a Ermida de São Pedro localiza-se à entrada de Beja junto à estrada que vem de Espanha e de toda a margem esquerda. É visível por qualquer dos caminhos que a cercam e além disso fica perto do Bairro da Conceição onde vive uma importante comunidade de Bejenses. Quem entra em Beja depois de passar pela Ermida que fica à esquerda de quem vem de Espanha, ou em frente de quem vem de Lisboa e Évora e se dirige quer para a margem esquerda ou para Espanha (Rosal), depara-se com um monumento negro, escuro, descuidado com um envolvimento lamacento, árvores secas e um piso irregular e ainda local de entulho, como as fotos documentam. Não é com certeza um bom cartão de visita para quem nos visita ou simplesmente quem faz os percursos atrás referidos. Quanto ao título, "Lavem-me e pintem-me porra!!!" embora emprestado aos sloganes escritos nos paredões de uma ponte perto da barragem do Alqueva, que levou umas dezenas de anos a ser concretizada, não acreditamos que a ermida continue por muito mais tempo assim abandonada até porque as eleições estão próximas. Para bem da cidade, dos nossos olhos, dos habitantes do bairro próximo e de quem nos visita esperamos que a espera não seja longa. Ah!!! e para bem do Património da Cidade de Beja urge uma intervenção rápida e completa.

Publicada por José Janeiro

publicado por Zé LG às 08:56
14
Fev 17

A Rua José Joaquim Fernandes, a pincipal rua do Penedo Gordo, onde se encontram a Escola e o Jardim de Infância públicos, o Parque Infantil, grande parte do comércio e a que tem mais circulação (depois da Estrada Nacional), encontra-se no estado que as fotografias mostram.

1.JPG

A reabilitação da Rua não foi feita no ano passado, apesar de ter sido incluída no orçamento municipal,  juntamente com Plano de Valorização de Freguesias Rurais, Largo frente á Igreja em Santa Clara do Louredo, Largo junto à JF em Santa Clara do Louredo, Reabilitação do Largo dr Carlos Moreira em Beringel, Espaço do Poço dos Ferros - Mombeja e Reabilitação da Praça 5 de Outubro em Salvada. Este ano, tanto quanto sei, nem sequer foi incluída no orçamento.

2.JPG

Sugere-se à Câmara Municipal que reveja as prioridades que definiu e proceda à reabilitação urgente deste arruamento utilizado por tanta gente, do Penedo Gordo ou que se desloca à Aldeia para trazer os seus filhos à Escola ou Jardins de Infância e outras razões.

publicado por Zé LG às 13:55
30
Jan 17

QUE PASSA COM O EXECUTIVO CAMARÁRIO DE BEJA?

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O Instituto de História Contemporânea ((IHC) da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do centenário da revolução russa de Outubro de 1917, em parceria com diversas entidades, entre as quais, a Fundação para a Ciência e Tecnologia e a Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e Bibliotecas, lançou um programa de análise e discussão sobre o tema citado às Bibliotecas Públicas. A Biblioteca Municipal de Beja, á semelhança de muitas outras bibliotecas públicas do país, respondeu afirmativamente à proposta, agendando com o IHC as duas actividades constantes do programa, sendo a primeira já no próximo dia 3 de Fevereiro. No entanto, na passada sexta-feira, dia 27 de Janeiro, a Biblioteca comunica ao IHC que o agendado ficava sem efeito porque o executivo camarário não autorizava a iniciativa. Perante o estranho e o caricato da situação, na qualidade de utilizador da Biblioteca Municipal de Beja, pergunto: PORQUÊ? Entendo que a Câmara de Beja tem toda a legitimidade em não querer que a sua Biblioteca se associe a qualquer evento destinado a debater um dos acontecimentos centrais do século XX - a revolução de Outubro de 1917. Só gostava, no entanto de saber, o porquê.

Constantino Piçarra, AQUI.
publicado por Zé LG às 08:50
20
Nov 16

É assim que acontece vezes sen conta no Penedo Gordo. Esta tarde já faltou por umas três vezes, a última das quais durante cerca de meia hora. Só agora voltou. 

É tempo das autarquias locais - Município de Beja e União das Freguesias de Santiago Maior e São João Baptista exigirem da EDP, a quem se encontra concessionada a distribuição eléctrica, uma solição eficaz e rápida para este problema, que muito afecta a população da Aldeia. 

Para ilustrar melhor o que se passa, quando ia publicar o alvitre acima voltou a faltar a electricidade por mais uns minutos, só tendo voltado depois de três tentativas falhadas...

publicado por Zé LG às 17:43
19
Nov 16

Este dito popular é frequentemente considerado prejurativo para quem se pretende atingir. Isto acontece porque se valoriza mais o mensageiro do que a mensagem, como bem se pode ver por aqui. Sempre que alguém expressa uma opinião, mais ou menos, polémica caem-lhe em cima, pouco se importando com a pertinência da opinião expressa...

publicado por Zé LG às 16:52
16
Nov 16

Já aqui escrevi um dia que o mundo virtual, como o real, tem regras, algumas até são coincidentes - como a possibilidade de defender o bom nome e de não nos apetecer contemporizar com delitos de injúria, difamação ou ameaça. 

...
Estes sítios são locais de conversa, tertúlia, discussão, são até locais de graçolas, picardias (algumas acesas) e insultos, mas não se pode tudo e, sobretudo, tem que se assumir as consequências do que dizemos ou escrevemos, sempre. Eu assumo, sempre. 

Sim, fiz queixa ao Ministério Público.

PS: nada tenho contra o anonimato, como também já referi por aqui, acho legítimo e despoluidor de discussão, é conversa de "cabeça contra cabeça", só dá mais responsabilidade ainda.

Ana Matos Pires

 

Puxa! Se eu fui infeliz (vou enviar o teu post aos Amigos do PNR aqui em beja, vão-te fazer a folha "dra”) você está a ser precipitada, não foi mais que uma saida infeliz, irrefletida, apenas para a " provocar" se imaginasse que poderia levar a coisa tão a sério não o teria feito garantidamente, desculpe a parvoice.

Anónimo

 

Espero sinceramente que a destinatária da ameaça tenha feito queixa à polícia. É muito fácil descobrir a identidade do autor do comentário através do IP (e todos os blogs guardam o IP dos comentadores). A maioria das pessoas tende a esquecer que o quadro legislativo português - e uma ameaça destas é um crime - também se aplica online.

Anónimo

 

AQUI

publicado por Zé LG às 12:45
15
Nov 16

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Como a Saúde tem gerado aqui longo debate - a importância do tema não é para menos -, resolvi trazer aqui este caso, que, embora seja pessoal, é sintomático do estado da Saúde na nossa região. Levaram um mês e meio para informar que "Não há vaga dentro de 90 dias". E assim dão por encerrado o assungto. 

Acho que este caso - porque se trata apenas de um exemplo de entre tantos -, deve ser suficientemente motivador para um debate que conte com a participação de todos os que aqui comentam o tema. Fica o desafio.

publicado por Zé LG às 22:39
20
Set 16

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A Câmara de Alvito tem em consulta pública o Projecto de Regulamento Municipal de Apoio ao Movimento Associativo – RAMA.

O regulamento define “os programas, tipos e critérios de apoio a prestar às Entidades/Associações de cariz desportivo, cultural e recreativo no Concelho de Alvito, assim como regula as condições da sua atribuição a entidades legalmente existentes”.

De acordo com a Câmara, “o associativismo no concelho de Alvito, pela  diversidade das actividades desenvolvidas, pela sua dimensão, pela prática de voluntariado, pelo número de pessoas envolvidas e pelos projectos que concretiza, constitui um vector fundamental do desenvolvimento desportivo e cultural do município”.

O Regulamento está em consulta pública nos próximos 30 dias.

publicado por Zé LG às 17:40
19
Set 16

«Não há paz podre em Beja? Olhe que não, até cheira mal. Começa dentro da câmara onde os trabalhadores assistem ao desgoverno do seu chefe que nem lhes passa cartão, mas que só podem falar em surdina não vá o diabo tecê-las e sejam postos na prateleira.
E as instalações desportivas cada vez mais degradadas? E a cultura municipal que é cada vez mais festas, bailes e foguetes? E o Pax Julia com uma programação pobre e sem imaginação? E a Casa da Cultura cada vez mais abandonada? 
Mas a malta dos clubes e o pessoal das associações culturais vai comendo e calando, por causa das moscas.
E as ruas da cidade e as estradas municipais, buracos e mais buracos? E a limpeza que em certas zonas mete dó?
E que dizem as juntas de freguesia a isso? Nada, por disciplina partidária.
Fosse isto no tempo do Carreira Marques, do Francisco Santos ou do Pulido Valente e caía o carmo e a trindade, era porrada pra cima sem dó nem piedade.
E se a malta contesta o derrube do depósito, a mudança do parque de campismo ou outra decisão do homem que quer, pode e manda, vale tudo para denegrir quem faz tal coisa. Até ofender se for preciso.
E agora venha lá dizer que não há uma paz podre em Beja.»

Comentário de Anónimo a 16 de Setembro de 2016 às 17:10, AQUI

publicado por Zé LG às 13:52
15
Set 16

«Alguém escreveu isto na sua página do facebook. Não, não é sobre Beja mas sobre outra cidade, do interior norte, mas bem podia ser sobre a velhinha Pax Julia.
Há "massa crítica" na minha terra? Onde e como se manifesta? Foi silenciada? Foi reduzida a 2 ou 3 heróis? Digam-me dois ou 3 nomes de homens e mulheres que exercem o direito de criticar, de ir contra a corrente? Onde estão? Em que local se discute sem medos e sem constrangimentos a vida da cidade? Onde estão as tertúlias, os debates, a cidadania activa? Há " massa crítica" na minha terra? Ou a resignação obediente tomou conta da cidade? O que aconteceu? Todos baixaram os braços, entregues ao fatalismo? É o cansaço que nos tolhe os passos? Onde se ouvem as vozes desalinhadas? Entraram na clandestinidade os que têm opiniões divergentes? Não são, os críticos, indispensáveis à democracia na cidade? Porquê, então, esta paz podre? Digam-me por favor que há uma "massa crítica" e que está, como lhe compete, viva e actuante?
Respiramos? Estamos ainda vivos na cidade?»

Comentário de Anónimo a 12 de Setembro de 2016 às 22:37, AQUI.

publicado por Zé LG às 23:49
12
Set 16

«Há por aqui alguns a praticar uma certa hipocrisia, infelizmente clássica na vida social. Quando alguém se pronuncia sobre um determinado assunto, habitualmente surgem duas possíveis reações. Isso não depende do que diz nem da posição que o interveniente assume. Numa sociedade que tolera o apagamento pessoal, que aceita apenas que os fortes tenham a liberdade reiniciaria e expressão, isso depende do "enquadramento". Se quem fala o faz como membro de um partido da oposição, a reação socialmente consensual é a de que visa o interesse público. Se alguém o faz enquanto responsável formal por um setor, a reação dominante é de descrença. Se alguém fala fora do âmbito das esferas do poder ou das dinâmicas partidárias, a reação certamente será de que tem algum interesse material em jogo na matéria. Enquanto não houver honestidade argumentativa, a presunção e o preconceito dominarão a vida pública, e continuaremos hipocritamente a esgrimir o que nos parece ou que suspeitamos, e nunca analisaremos a realidade de modo razoável. Esta hipocrisia serve a distração dos problemas, serve lindamente a quem se esconde atrás das cortinas.» 

Comentário de Anónimo a 11 de Setembro de 2016 às 22:11, AQUI.

publicado por Zé LG às 13:49
12
Set 16

«A minha conclusão é que Beja está pior do que há 20 anos atrás.
Não seria interessante debater publicamente este tema, para tentar que nos próximos 20 anos não se cometam os mesmos erros?
Lanço o desafio... a todos os que pretenderem, dentro do respeito, debater o tema.»

Desafio lançado, AQUI, por Wolf Espinho drunk with they friends a 5 de Setembro de 2016 às 22:12.

publicado por Zé LG às 08:50
31
Ago 16

É O QUE NÃO É QUE MAIS INTERESSA!

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A intenção da Câmara de Beja de criar uma parceria com a Fundação de Serralves - uma das mais icónicas e prestigiadas instituições portuguesas ligadas à cultura e ao conhecimento - não é por si só um erro. Não o é! Pelo contrário. Assim se entenda o contrato que sustenta essa parceria e se justifique o dinheiro investido como mais valia para o nosso Concelho. (atrever-me-ia a dizer que se fosse eu até seria capaz de decisão parecida, embora corra o risco de alguns se convencerem que quero ser mais qualquer coisa que um cidadão).

O erro não está em algumas escolhas que o Presidente da Câmara faz, mas sim - e lamentavelmente - nas escolhas que não faz!

Ou seja:

publicado por Zé LG às 13:46
30
Ago 16

emas - factª 001.jpgNão faz sentido que um consumidor (ver foto da factura) que consumiu 29m3 de água pague por esse consumo 49,83 € e 30,67 € de Tarifa de Água Residuais e 30,09 € de Tarifa de Resíduos Sólidos. 

Neste caso concreto como em tantos outros, quase 2/3 desse consumo de água foi gasto em rega e, por conseguinte, não foi para a rede de Águas Residuais e todos os resíduos degradáveis foram deitados num compostor.

O que está em causa não é tanto o preço da água, apesar de ser uma das mais caras do país, mas sim os das outras tarifas, pelas razões apontadas. Ou seja, não é aceitável que um consumidor cujas águas residuais representem apenas 1/3 da água consumida e proceda à reciclagem de uma boa parte dos resíduos sólidos - a totalidade dos resíduos orgânicos são reciclados num compostor -, pague mais de tarifas de Águas Residuais e de Resíduos Sólidos do que da água que consome...

Sei que não é fácil de encontrar um modelo óptimo de aplicação destas tarifas, mas também sei que o modelo em vigor é muito injusto, pelo que urge que seja revisto, depois de uma ampla discussão pública feita com base em estudos técnicos credíveis.

publicado por Zé LG às 08:54
06
Ago 16

Quando venho dar aqui uma olhadela, já por várias vezes, e agora mais uma, constato que opinam que "não se pode fazer juízos de valor". Mas vamos lá agora clarificar isto melhor!
Então e os cidadãos não podem emitir juízos de valor porquê? o que fazem os "opinion makers" senão emiti-los em função do quadro de referencia em análise? Mas em que academia, curso, livros essa afirmação é transmitida? Em lado algum porque juízos de valor emitimos cada um, a todos os momentos porque temos opinião, pensamento crítico, podemos ver "vermelho" quando de facto não o é ou é verde...enfim observar e processar sinais, mensagens, dados, informação, lê-los e interpreta-los implica também formular juízos de valor sobre contextos, indivíduos ou ambos. O homem em sociedade utiliza juízos de valor! Não é punível porque não é crime, nem violação de deveres desde que não sejam ofensivos da dignidade do outro. Cada leitura de uma determinada realidade está imbuída de juízos de valor de quem a lê.
Outra coisa é fazer análises objectivas quantificadas ou quantificáveis, aí não há juízos de valor, são simplesmente expurgados por quem as sabe fazer. De outro modo fazemo-los dia a dia.

Comentário de Anónimo a 5 de Agosto de 2016 às 18:50, AQUI.

publicado por Zé LG às 00:48
02
Ago 16

Aos que afirmam que não existem espíritos construtivos em blogues, não têm sido aqui apresentadas ideias, não tem visto mais nada que não sejam críticas ao tipo de gestão utilizada pelo executivo, recordo, apenas como exemplo os:

CONTRIBUTOS DO "PBCT" PARA O PLANO DE ACTIVIDADES DE 2016 DO MUNICÍPIO DE BEJA

«Assim, propomos:
Que sejam assumidos compromissos de longo prazo em relação a áreas cruciais.
Que seja dada prioridade à educação, dotando-a de recursos que permitam o desenvolvimento de um trabalho precoce na área da educação estética e artística.
Que seja criada uma lei local de leitura e respetivo financiamento, aprovada por todas as forças políticas representadas na Assembleia Municipal, que se traduza no compromisso destas forças no respeito e aplicação dessa lei local quando são ou forem poder.
Que seja definido, a partir da experiência de cada força política, um orçamento mínimo para diferentes áreas:
• Projetos educação;
• Apoio social;
• Apoio cultural;
• Apoio desportivo;
Que seja fixado em definitivo um calendário para os grandes eventos, desta forma contribuindo para lhes dar sustentabilidade, ao invés de tentar “inventar a pólvora” com experiências sem continuidade.
No que a outras propostas respeita, retomamos as que apresentámos no ano transato, porque não foram adotadas, pelo que as juntamos em anexo.
Mais uma vez, colocamo-nos à disposição da Câmara Municipal para discutir e apoiar na implantação destas medidas, bem como de outras em que a nossa participação seja solicitada.

Beja, 16-09-2015
Movimento Independente e Plural
Por Beja Com Todos»

publicado por Zé LG às 08:41
31
Jul 16

É curioso o esforço feito, por algumas pessoas que aqui comentam, para fugir aos debates sobre alguns temas. Tudo serve para evitar que o debate se faça. Umas vezes dizem que o assunto não tem importância, outras afirmam que os assuntos sérios devem ser discutidos nos “locais” próprios. Umas vezes dizem que o assunto devia ter sido colocado em debate antes de ser decidido, outras afirmam que é prematuro debatê-lo por ainda não ter sido decidido. Quase sempre, tentam deslocar o debate do assunto para o debate sobre quem o alvitrou. Quase sempre também, levantam suspeitas sobre as intenções de quem coloca o assunto em debate. E, quase sempre ainda, insinuam ou acusam mesmo quem pretende debater qualquer assunto de só querer atacar e prejudicar os responsáveis pela política, pela decisão ou medida que se pretende debater.

Pela parte que me toca, garanto que a principal intenção que me move ao colocar qualquer assunto em debate é vê-o discutido e esclarecido, de forma a que todos os interessados possam avaliar com mais dados e informação a bondade da política, da decisão ou medida, que possa ter consequências na nossa vida colectiva. Que cada um tire as suas próprias conclusões sobre as decisões tomadas pelos órgãos com competência para as tomar. 

publicado por Zé LG às 09:59
20
Jul 16

Para: Exmº Presidente da Câmara Municipal de Beja

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A Pista de Atletismo do Complexo Desportivo Fernando Mamede, em Beja, está muito deteriorada e, desde Outubro de 2015, que na referida infraestrutura, está inderdita, a realização de provas oficiais.

Recorde-se, que a Pista de Atletismo do Complexo Desportivo Fernando Mamede, em Beja, é a única olímpica, no distrito de Beja e, que a mais próxima, localiza-se a 45 kms (Castro Verde), contudo é, simplificada, não chegando, aos 300 metros e, com seis corredores.
A substituição do pavimento, da pista bejense, foi garantida, pela autarquia bejense, até ao final de 2009, contudo, ainda não foi foi efetuada.

Assinar Petição AQUI

publicado por Zé LG às 08:52
18
Jul 16

POR MARBEJA NUNCA ALCANÇADO

 

Em meados do mês de Junho, num encontro que reuniu mais de 250 organizações e 300 pessoas no auditório do NERBE/AEBAL, nasceu um movimento pela afirmação da região de Beja.

Foi importante que os intervenientes no encontro se tivessem concentrado mais na afirmação da necessidade de união, com respeito pela diversidade de opiniões e posições, no interesse de todos se empenharem na definição do maior denominador comum para a afirmação da região de Beja no contexto do Alentejo, do país e da União Europeia, do que nas queixas e lamechices do costume.

Foi importante que o encontro tenha privilegiado a afirmação da região à sua defesa ou à contestação de outras, porque o que, efectivamente, importa é que a região, e cada um dos seus agentes, faça a sua parte, faça o que a cada um cabe fazer.

Não há desenvolvimento sem trabalho. Se todos trabalharmos, se todos fizermos o trabalho que nos compete, os resultados surgirão, porque entramos no caminho do desenvolvimento.

 

 

publicado por Zé LG às 18:46
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