Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
17
Out 17

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O mandato autárquico que agora termiona em Beja, poderá vir a ser recordado pela demolição do Depósito de Água da Praça da República, contrariando uma decisão do anterior Executivo Camarário que previa a sua reabilitação, e a não construção de um novo pavilhão desportivo, prometido repetidas vezes desde as anteriores eleições autárquicas. O Executivo Camarário, que agora cessa funções, procedeu a uma demolição que não anunciara e relativamente à qual recusou o debate público e não executou a obra que mais anunciou, porque não foi capaz de reunir as condições para o efeito. Estas duas "obras", com tudo o que as envolveu, representam talvez o que melhor caracteriza o que foi este mandato. 

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publicado por Zé LG às 08:52
16
Out 17

A inclusão - e neste caso a inclusão escolar - já entrou no discurso político. Ainda bem, porque isso significa que ela é um anseio não só das famílias atingidas mas também da maioria das pessoas. Infelizmente, ao discurso só muito raramente se verifica o seu fomento na prática.

Exemplo disso é o que mais uma vez está a acontecer com os apoios aos alunos com necessidades especiais de educação. Estamos em meados de Outubro, um mês decorrido sobre o início do ano lectivo, e os terapeutas ainda não foram colocados, continuando os alunos sem os apoios de que tanto carecem para o necessário desenvolvimento e consequente inclusão. E as notícias que começam a surgir, como se nada de grave estivesse a acontecer, lançam as piores ameaças sobre as crianças e suas famílias, deixando-os sem rede. Nos casos que conheço directamente, os tempos dos terapeutas foram reduzidos em 50%. Uma criança que tinha dois tempos de fisioterapia e dois tempos de terapia da fala passa a ter apenas um tempo de cada terapia. E isto depois de já terem sido bastante reduzidos os tempos nos anos anteriores. 

Enquanto a aposta na inclusão for encarada como despesa em vez de investimento, estes cortes na educação inclusiva vão continuar a ser feitos para contribuirem para a redução do défice e ficamos todos a perder. 

E perante estas medidas o que fez o Conselho Municipal de Educação? Assiste, na bancada, considerando que se trata de um assunto que não lhe diz respeito? Esperemos que passe a ter um papel mais interventivo no acompanhamento da educação e na procura de soluções para os problemas existentes.

publicado por Zé LG às 23:03
16
Out 17

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A Concelhia de Beja do Partido Socialista diz que foram alcançados “cabalmente” os objectivos de vencer a Câmara de Beja, aumentar o número de freguesias e aumentar o número de eleitos na Assembleia Municipal e que a vitória de 1 de Outubro foi “a vitória da humildade e da simplicidade baseada numa campanha que envolveu muitos jovens e sobretudo muitas mulheres”.

O PS lembra que venceu as eleições “apenas pela 2.ª vez em Beja, em 12 eleições autárquicas já realizadas” e que atingiu “o seu melhor resultado eleitoral de sempre no Concelho em eleições desta natureza com 46,25% dos votos” e que pela primeira vez a CDU não terá maioria absoluta na Assembleia Municipal de Beja “tendo o PS igual número de eleitos e elegendo pela primeira vez 10 deputados directos”. O PS enaltece a conquista das duas freguesias urbanas que junta a Albernoa/Trindade, pela primeira vez, e às duas que já detinha, Beringel e Trigaches/São Brissos.

O PS/Beja destaca ainda “a subida generalizada do partido a nível distrital, com quatro novas vitórias, o que confere a curto prazo responsabilidades acrescidas nos vários organismos de associação intermunicipal na região que não devem ser enjeitadas”.

Ler AQUI e AQUI.

publicado por Zé LG às 00:36
12
Out 17

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a CDU não deve embandeirar em arco e dar as eleições como vencidas antecipadamente, subestimando os adversários, designadamente o PS, que, sem grandes alaridos tem vindo a fazer a sua campanha. Para além de um ou outo tiro nos pés, a candidatura do PS mostrou coragem ao ser a única que promoveu debates temáticos e ao anunciar como palavras-chave ”Recuperar, Valorizar e Promover” e abertura e mobilização das suas listas de candidatos.

28/08/2017

 

A forma de tratamento dos assuntos, em política e em democracia, é muito importante pelas consequências que tem e as apreciações que permite fazer aos agentes políticos e à sua acção.

11/05/2016

 

Caro João Rocha

Escrevo-te esta carta aberta, neste Feriado Municipal, na tentativa de te sensibilizar para que não cometas um acto, que, para além de poder-te custar a reeleição, te colocará na História da Cidade de Beja pelas piores razões.

Demolir o Depósito de Água da Praça da República, sem promover um sério debate público, sem dares a cara em defesa da iniciativa que é tua…

05/05/2016

publicado por Zé LG às 08:47
11
Out 17

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Alguns dos que não levaram BEJA A SÉRIO optaram por uma CIDADE ABERTA.

Muitos dos que não viram A DIFERENÇA de CONSTRUIR O FUTURO de BEJA COM RUMO e pretendem UM CONCELHO INCLUSIVO optaram por FAZER DIFERENTE! FAZER MELHOR! RECUPERAR, VALORIZAR e PROMOVER A NOSSA CIDADE.

publicado por Zé LG às 13:51
10
Out 17

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A intromissão do regadio intensivo em áreas da rede de protecção e de valorização dos ecossistemas naturais constitui uma preocupação enorme, e que tem sido expressada por vários agentes da administração e das universidades!...E salvo melhor opinião, assiste-se de modo quase irreversível ao empobrecimento dos solos agrícolas de maior potencialidade, destruindo-se áreas vastas de montado de sobro e de azinho, e respectivos ecossistemas! Há muita coisa errada nesta quase ausência de planeamento e de ordenamento agrícola e territorial, e iremos muito em breve pagar a factura desse descontrolo! Hoje é quase um lugar comum, que os solos de culturas intensivas, ficam saturados em poucos anos, irreversivelmente contaminados, esqueléticos e improdutivos!...e isto não é pouco, nem menosprezável pelos agentes com responsabilidades sobre a área, em Portugal!...é olhar para os elementos cartográficos e comparar o resultado nos últimos anos, dessas práticas agrícolas...No terreno ainda é mais notório o efeito nocivo!...Muito haverá a dizer sobre o assunto, mas não faz sentido, assobiarmos para o lado e encolher os ombros!

Ecce homo a 9 de Outubro de 2017 às 09:31, AQUI.

publicado por Zé LG às 13:56
09
Out 17

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A DORBE do PCP… considera que outras motivações poderão ter influenciado negativamente o voto em alguns casos com as consequências conhecidas, designadamente um resultado que é também inseparável, entre outros factores, das consequências, directas e indirectas que a transformação de eleições locais, em eleições de natureza nacional acarretou, não estando ainda presente a consciência de que as possibilidades de ir mais longe e seguir em frente seriam sobretudo asseguradas com o voto e o reforço da CDU e não do PS.
Ainda segundo, Miguel Madeira, o resultado das eleições autárquicas não reduz a determinação do PCP de continuar a intervir para responder aos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo.

publicado por Zé LG às 08:46
07
Out 17

Acredito nas pessoas, nos Alentejanos, seja o PA ou outro.
Beja é capital do Baixo Alentejo, Não tenho nada contra Évora, muito pelo contrário, mas colocar Évora como a capital de onde devem ser tomadas as decisões já representa uma visão politica que não compartilho.
Do mesmo modo que não compartilho essa imagem resignada que o Alentejo não tem importância só por não ter votantes.
Não está escrito em nenhum lado, e muito menos na constituição da republica que as regiões estão divididas por numero de votantes.
De uma coisa tenho a certeza, má língua, pessimismo, derrotismo, resignação, submissão, falsidade ideológica é que não nos leva a lado nenhum.

Alentejano de Beja a 7 de Outubro de 2017 às 00:55, AQUI.

publicado por Zé LG às 01:53
04
Out 17

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A Concelhia de Beja do PCP analisou os resultados das autárquicas e concluiu que “não confirmaram os objectivos”.

Numa nota enviada às redacções, o PCP refere que não renovou “a maioria na Câmara e Assembleia Municipal, nem se reforçaram posições e mandatos, mantendo a presidência de seis das nove freguesias que eram geridas pela CDU”.

O mandato que agora se inicia representa para os comunistas, “uma interrupção na dinâmica e no projecto de desenvolvimento em curso e, sobretudo, uma perda para as populações”.

O PCP adianta que “a população do concelho de Beja continuará a contar com a CDU para fazer valer os seus interesses”.

publicado por Zé LG às 08:57
04
Out 17

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Afirma a JSD de Beja, que a preparação de todo o acto eleitoral, verificou-se danosa para o PPD/PSD e que os nomes indicados nem sempre foram os mais credíveis, nem os mais acarinhados no seio da família social-democrata, originando desde cedo, uma política de descrédito e desunião, que se materializou na obtenção do resultado mais desastroso, quer do concelho, quer do distrito.
Vítor Vasques, presidente da JSD de Beja, defende uma reformulação rápida e urgente das estruturas locais do PSD referindo-se aos orgãos concelhios e distritais.
A JSD considera ainda que a estratégia eleitoral das estruturas locais, esteve condenada desde o primeiro momento, pois abandonou um dos princípios basilares de Francisco Sá Carneiro “As pessoas primeiro!”

publicado por Zé LG às 01:00
27
Set 17

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“O mandato que agora termina lançou as bases para o desenvolvimento sustentado de Beja”. As palavras são de João Rocha, candidato da CDU à Câmara de Beja em entrevista concedida ontem à Rádio Pax.

O ainda Presidente do Município de Beja adiantou que no mandato que está prestes a terminar foram disponibilizados terrenos para a instalação de empresas como a AeroNeo.

João Rocha assegurou que o sector agrícola e a agro-indústria têm “uma forte dinâmica”.

A reabilitação do Centro Histórico, a valorização das freguesias e o incentivo à fixação de jovens casais são apostas da CDU.

publicado por Zé LG às 13:50
26
Set 17

"Fui ali ver aquele Centro Unesco e fiquei maravilhado, apesar de não ter nada por dentro. Mas está belíssimo. Mas, a par destas coisas boas, há uma espécie de não-pensamento."

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"Mas a ideia que tenho é que não existe aqui uma representação de artistas. O Alentejo tem uma cultura muito forte e deveria haver um qualquer lugar onde se pudesse ver a obra de todo e qualquer artista da região, vivo ou morto. Um sítio onde tivesse também os livros dos escritores, a poesia dos poetas… Há uma identidade muito marcada entre as pessoas, nós não divergimos muito. Divergimos mais por coisas pessoais… temos aí excelentes artistas. Onde é que hoje se pode ver uma pintura do Relógio? O Carlos Montes, um artista que não era letrado, tinha uma pintura muito interessante ao nível da abstração e era necessário ter essa obra exposta, uma vez que hoje não pode ser vista em lado nenhum. Os artistas que vão morrendo, como o [Leonel]Borrela… era necessário ter desenhos que mostrassem as preocupações gráficas que ele deixou…"

 

"Agora faz mais sentido fazer alguma coisa com artistas regionais. Naquele tempo, Portugal tinha muito pouca coisa em termos de arte contemporânea. Agora os tempos são diferentes. Temos de nos pensar como região, porque também é dessa forma que a Europa nos vê. Trabalharmos esta cultura mais enraizada, embora em diálogo com a contemporaneidade, com mais tecnologia e menos obra de instalação, com outros protagonistas… O mundo mudou."

 

Extratos da entrevista de Jorge Castanho ao Diário do Alentejo, com Texto Paulo Barriga e foto Rui Cambraia

publicado por Zé LG às 19:30
26
Set 17

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A Voz da Planície terminou o ciclo de entrevistas aos candidatos à presidência da Câmara Municipal de Beja, João RochaPaulo ArsenioPinela FernandesJose Pedro OliveiraLuis Dargent, nas eleições autárquicas de 1 de Outubro, que pode ouvir AQUI.

publicado por Zé LG às 12:40
26
Set 17

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O candidato do PS à presidência da Câmara de Beja nas eleições do próximo Domingo quer “recuperar, valorizar e promover aquilo que Beja já tem”. A candidatura socialista apresenta sete eixos programáticos para o concelho.

Paulo Arsénio disse ontem em entrevista à Rádio Pax que os eleitores têm duas opções em cima da mesa. Em seu entender “quem quiser apostar na continuidade da linha de entretenimento como base de desenvolvimento da cidade de Beja” deve votar na CDU.

Por outro lado, “quem quiser seguir pelo caminho do empreendedorismo, da educação, da descentralização para as freguesias e da participação pública deve votar no Partido socialista”, concluiu Paulo Arsénio

publicado por Zé LG às 08:52
26
Set 17

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A Câmara Municipal de Beja é liderada por João Rocha, da CDU. Nas eleições autárquicas de 2013, a CDU venceu com 7.438 votos, mais 303 do que os obtidos pela candidatura do PS.

Quanto às freguesias, as duas da cidade - União de Freguesias Santiago Maior e São João Batista e União de Freguesias de Beja Salvador e Santa Maria da Feira - são lideradas pela CDU tal como oito, das dez rurais - Albernoa/Trindade, Santa Clara do Louredo, Cabeça Gorda, Salvada/Quintos, Nossa Senhora das Neves, Baleizão, São Matias e Santa Vitória/Mombeja. As outras duas rurais - Beringel e Trigaches/São Brissos - têm o PS à frente dos seus destinos.

Nas autárquicas 2017 apresentam-se a votos em Beja:

João Rocha, cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Beja, afirma que nestas eleições joga-se o futuro do concelho e que depois do muito que se fez não se pode parar agora, nem voltar atrás.

Paulo Arsénio, cabeça de lista do PS à Câmara Municipal de Beja, frisa que a candidatura que lidera é verdadeiramente alternativa e forte e com uma visão para o futuro do concelho diferente da atual.

José Pinela Fernandes, cabeça de lista do PSD à Câmara Municipal de Beja, diz que a sua candidatura quer um concelho mais moderno, mais solidário e com mais desenvolvimento económico.

José Pedro Oliveira, cabeça de lista do BE à Câmara Municipal de Beja, assegura que o voto no Bloco é um voto de confiança e na certeza da construção de um concelho inclusivo.

Luís Dargent, cabeça de lista do CDS-PP à Câmara Municipal de Beja, revela que a sua candidatura tem como propósito fazer deste, um concelho com ambiente favorável à fixação de empresas e pessoas.

publicado por Zé LG às 00:32
24
Set 17

A dedicação de um trabalhador não se compra. É uma condição subjectiva que acontece quando o contratado entende ter interesse na empresa além do ressarcimento do seu trabalho nela. É o que se chama estar motivado, vestir a camisola. Depende acima de tudo da atitude dos empregadores e gestores para com os colaboradores.

Anónimo a 23 de Setembro de 2017 às 20:51, AQUI.

publicado por Zé LG às 01:49
23
Set 17

Não sei se foram encostados ou despedidos. Como no tempo do Pulido algumas pessoas também não sei se foi encostada ou despedida, exemplo a esposa dum antigo vereador da CDU. Não defendo nem a CDU nem o PS nestas matérias, o que defendo é que todas as pessoas devem encarar o seu emprego com rigor, e isenção. A política é para ser feita fora do trabalho. Se alguém andar a minar o trabalho um dos outros, deve evidentemente ser punido por isso. Se recebe um salário, é para retribuir com trabalho e dedicação. É assim que acontece nas empresas privadas, mas as pessoas ainda não se mentalizaram que o tempo de trabalhar para o estado, e ter o emprego garantido para a vida, já acabou há muito tempo. Não defendo partido nenhum, e nem sequer vou votar. Defendo só que os descontos que faço todos os meses, para outros receberem os seus salários deverão servir para aumentar a produtividade. ... Funcionários Públicos: os horários de trabalho são para cumprir com profissionalismo, não são para brincar em facebook e blogues, nem para andar a minar o trabalho de quem está no poder!

Anónimo a 22 de Setembro de 2017 às 19:55, AQUI.

publicado por Zé LG às 18:03
21
Set 17

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Quando em Janeiro de 2002 assumi o cargo de eleito pela CDU para a Assembleia Municipal de Beja, carregava comigo a vontade de intervir na defesa de um projeto autárquico coletivo, que visava, e visa ainda hoje, o desenvolvimento sustentável do nosso concelho.

Aos longos dos anos passados neste órgão estabeleci com eleitos de todas as bancadas uma saudável convivência democrática, pontuada aqui e ali por saudável picardia própria do confronto político.
Num balanço breve sobre a minha passagem pela Assembleia Municipal de Beja, como eleito em representação do Partido Comunista Português, é impossível não recordar os anos passados na bancada da CDU como oposição ao executivo socialista liderado por Jorge Pulido Valente.
O único mandato do PS na autarquia bejense começou pelo signo da afronta, anunciando “a chegada a Beja do 25 Abril”. A infeliz afirmação do autarca Jorge Pulido Valente marcou um estilo e uma forma de gestão que perduraria em todo o seu único mandato.
Na banda do PS pontuava como primeiro responsável o agora candidato à Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio.
Nessa funções, suportou e defendeu as políticas autárquicas implementadas pelo seu camarada Pulido Valente enquanto presidente da autarquia bejense.

 

publicado por Zé LG às 20:44
21
Set 17

O executivo anterior, do PS, apresentou uma estratégia para 10 anos - Beja capital e os seus sete pilares, documento construído por muitos e amplamente discutido e divulgado.
João Rocha nem programa apresentou... Está tudo dito sobre a estratégia do PCP. Foram 4 anos de festas e festarolas e obras nos três últimos meses. Nem o Alqueva nem o aeroporto souberam potenciar, no CH nem a obra de referência foram capazes de concluir em 4 anos, requalificação de espaços públicos nada, só demolição do depósito e destruição do pavimento da praça da república, ...

Alentejo dos pequenitos a 19 de Setembro de 2017 às 20:54, AQUI.

 

publicado por Zé LG às 13:52
21
Set 17

Segundo me informaram, foi constituída uma turma do 1º ciclo só por alunos ciganos, a funcionar no edifício do 2ª ciclo de uma escola e com horários desfasados das outras turmas... Admitindo que seja correcta  a informação, parece-me uma situação inadmissível, para não dizer mais nada...

Atendendo à gravidade da situação criada, confirmando-se a sua veracidade, espero que os responsáveis a alterem rapidamente, porque não é criando guetos que se constrói uma escola inclusiva.

Sei quanto é difícil lidar com a diferença, mas também sei quanto é enriquecedora essa viência. Se não for a escola a fomentar a inclusão quem a fará? Tanta e tão justificada preocupação com a preparação dos alunos para a defesa do ambiente, da criação de hábitos de alimentação saudável e outros temas e depois trata-se desta forma a inclusão...

Independentemente da situação em concreto, parece-me que esta é uma questão que deve merecer a mais ampla discussão, porque está em causa a formação das novas gerações, que queremos melhores do que as nossas.

publicado por Zé LG às 08:53
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