As mais de duas dezenas de entidades que agendaram para amanhã, a partir das 8h30, a Marcha Lenta em defesa do IP8 e do IP2 apelam à participação das populações na iniciativa.
As diversas instituições - sob coordenação da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, Entidade Regional de Turismo e Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral – vão exigir a melhoria das acessibilidades.
No IP2 o mapa de concentrações está definido para: Entradas; Trindade; entrada para Vidigueira até saída para Vidigueira; Entroncamento de Cuba/Alvito até semáforos de S. Matias. No IP8 entre a entrada de Brinches e a ponte do Guadiana; entre a primeira rotunda (sentido Ferreira / Beja) de Ferreira do Alentejo e o entroncamento de entrada em Ferreira do Alentejo. Em Beja está prevista a circulação durante 30 minutos nas rotundas de Lisboa, de saída para Aljustrel e de saída para Castro Verde.
As diversas entidades querem “todos na estrada” amanhã.
Esta semana os deputados europeus da esquerda manifestaram-se contra a troika, com a palavra de ordem “Tirem as patas de cima de Chipre, Portugal, Grécia, Espanha, Irlanda”. A revolta contra a austeridade já chegou ao Parlamento Europeu. Esta foto está a correr a Europa toda, mas alguém a viu na imprensa portuguesa?
Um grupo de manifestantes, exigindo "Mudar de Política e de Governo", cantou a Grândola Vila Morena na 30ª OVIBEJA, apesar da ministra da Agricultura ter faltado à inauguração da Feira, justificando com uma indisposição.
Cerca de 50 idosos, reformados, aposentados e pensionistas concentraram-se ontem, em plenário, junto à Segurança Social, em Beja, onde aprovaram, por unanimidade, uma moção sobre reivindicações imediatas.
De acordo com o documento os reformados querem “aumento do valor de todas as pensões de reforma (...), restituição dos subsídios de férias e de Natal retirados (...), alteração do indexante dos apoios sociais e a revisão do regime de acesso às prestações sociais não contributivas (...)”. Os idosos exigem ainda a “garantia a todas as pessoas de um médico e um enfermeiro de família, revogação do regime de taxas moderadoras(...) e a reposição da concessão de desconto de 50% para idosos em todos os tipos de transporte colectivos”.
Da Segurança Social ninguém esteve disponível para receber esta moção.
Esta acção inseriu-se no âmbito as Semana de Luta da Inter-Reformados e conta com a participação do MURPI (Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos), União dos Sindicatos do Distrito de Beja e CGTP-IN.
Ver aqui.
A Troika está em Portugal para avaliar pela sétima vez o cumprimento do Memorando de Entendimento. O agravamento da crise social, as sucessivas revisões em baixa do crescimento económico e as revisões em alta do desemprego e da dívida pública, demonstram que o Memorando falhou. No entanto, não serão certamente estes os resultados da avaliação agoraem curso. Julgandoem causa própria, os responsáveis do FMI, da Comissão Europeia, do BCE e do Governo concluirão, uma vez mais, que o falhanço da austeridade deve ter como resposta ainda mais austeridade. Alterações pontuais das metas orçamentais e das condições do empréstimo internacional não resolvem os problemas fundamentais do país, mas servirão para justificar mais cortes nos salários, nos direitos sociais e nos serviços públicos.
O Congresso Democrático das Alternativas apela a todos os seus apoiantes e activistas para que participem nas manifestações que se irão realizar em várias cidades do país, este Sábado, dia 2 de Março.
No próximo sábado, dia 2 de Março, pelas 16 horas, Évora adere à manifestação nacional, que se realiza em mais de 40 cidades de todo o país sob o lema "Que se Lixe a Troika!| O Povo é quem mais ordena".
Na rua vamos dizer, a uma só voz, que estamos contra a austeridade, o corte dos direitos sociais, o corte nos salários e nas reformas. Que estamos contra o desemprego que não cessa de crescer. Que estamos contra a fome e a miséria e contra os que nos querem representar, desligados dos problemas reais d@s portugues@s. Vamos para a rua dizer que estamos pela vida, pela educação, pela saúde para todos, por uma sociedade autogerida por quem produz toda a riqueza. Por um país sem exploração nem opressão.
Já chega! Basta! Outro mundo é possível.Contamos contigo!
Concentração às 16 horas na Praça do Giraldo, em Évora.
Manifestação: 17 H - Praça do Giraldo/Largo Camões/ Templo Romano/Rua 5 de Outubro
Assembleia Popular c/ microfone aberto: 18H - Praça do Giraldo
Grândola Vila Morena, a muitas vozes, 18,30H, Praça do Giraldo
Ver Manifesto. Ver aqui locais das Concentrações / Manifestações.
Amanhã realiza-se uma caravana automóvel, pelo concelho de Beja, em defesa das freguesias.
S.Brissos, Trigaches, Mombeja, Santa Vitória, Mina da Juliana, Albernoa, Trindade, Salvada e Quintos este é o percurso de uma caravana automóvel em defesa das freguesias marcada para o próximo domingo, a partir das 10.00 horas.
Sandra Margarida, presidente da Junta de Freguesia de Albernoa e uma das dinamizadoras da caravana, afirma que este não é um “assunto arrumado” e o facto da lei já ter sido promulgada dá ainda mais motivos para protestar, acrescentando que os protestos não vão parar e já está a ser pensada uma iniciativa para a cidade de Beja.
No caso do concelho de Beja aquilo que a nova lei prevê é que o número de freguesias passe de 18 para 12. Na cidade em vez das 4 freguesias existentes, passam a ser somente duas, devido à agregação de Santiago Maior com São João Baptista e Salvador com Santa Maria da Feira. Relativamente às freguesias rurais a ideia é criar as Uniões de Freguesias de Trigaches e São Brissos, Salvada e Quintos, Albernoa e Trindade, Santa Vitória e Mombeja.
A ANAFRE, em reunião extraordinária do seu Conselho Diretivo, analisou a intenção do XIX Governo Constitucional persistir no grave erro de extinguir mais de um milhar de Freguesias, fazendo-o sem fundamento científico, razões financeiras ou critérios de racionalidade.
AS FREGUESIAS VÃO MANIFESTAR-SE CANTANDO OS REIS EM BELÉM.
Concentrando-se no dia 22 de dezembro de 2012, pelas 14 horas, frente ao Palácio de Belém, apelarão à reflexão do Sr. Presidente da República sobre uma lei que uma larga massa crítica - população, eleitos locais, opinião pública - considera enfermar de profundas iniquidades.
A HORA É DE SOLIDARIEDADE! A PRESENÇA DE TODOS É A NOSSA FORÇA!
As Freguesias que disponham de grupos musicais e de cantares e os queiram fazer deslocar a Lisboa para participar neste evento cultural, devem disso dar nota aos serviços da ANAFRE através do e-mail anafre@anafre.pt , até às 17 horas do dia 20 de dezembro.
Consideramos premente que todos participem - aqueles que agregam e aqueles que não agregam.
A ANAFRE dirigiu aos Municípios um apelo de solidariedade e apoio nos transportes. Contactem os vossos Municípios.
A PRESENÇA DE TODOS É A NOSSA FORÇA!
«Quem luta pode não ganhar mas quem não luta não merece vencer».
As funções sociais do Estado são indissociáveis da qualidade de vida dos cidadãos e do desenvolvimento do país. Foi com o 25 de Abril de 1974 que a generalidade das pessoas idosas passou a ter direito a pensões e reformas; foi construído um Serviço Nacional de Saúde assente na universalidade e qualidade, que permitiu ganhos substantivos em saúde, como o aumento da esperança de vida e a redução da mortalidade infantil; democratizou-se o ensino, foi prolongada a escolaridade obrigatória e desenvolveu-se o acesso gratuito a todos os níveis de ensino.
Estas funções sociais estão a ser postas em causa pelas políticas de austeridade do Governo do PSD-CDS. O anúncio de uma redução de 4.000 milhões de euros na Saúde, na Educação e na Segurança Social, a concretizar-se, porá em causa o próprio Estado Social.
Portugal não está, apenas, confrontado com um problema de ordem financeira, mas, sobretudo, com uma questão marcadamente ideológica de subversão da C.R.P. no que respeita a direitos, garantias e princípios, nomeadamente os que consagram a coesão social e o bem-estar das pessoas.
É necessário sublinhar que o Estado Português está abaixo da média europeia no que respeita a gastos com as funções sociais, embora essa realidade seja frequentemente deturpada. É ainda necessário ter presente que a destruição das funções sociais do Estado e a privatização dos serviços públicos, a par do aumento do desemprego, da precariedade, de salários cada vez mais reduzidos e do agravamento das condições de vida da população, fariam eclodir desigualdades sociais ainda mais profundas e explodir rupturas sociais gravíssimas.
O país não está condenado à espiral de recessão, empobrecimento, e também à fome que já atinge as famílias, crianças e idosos.
Por estas razões, os/as subscritores/as da presente Petição, que pagam os seus impostos e contribuições, exigem que os princípios da universalidade e da solidariedade dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado sejam respeitados, tal como a Constituição da República consagra.
Os peticionários consideram indispensável uma mudança de política urgente que assegure o crescimento e o desenvolvimento económico, aposte na produção nacional, crie mais e melhor emprego, promova uma justa distribuição da riqueza e garanta a defesa e melhoria das Funções Sociais do Estado.
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Ao embuste, sustentado no cumprimento cego da austeridade que empobrece o País e é levado a efeito a qualquer preço, soma-se o desmantelamento de funções essenciais do Estado e a alienação imponderada de empresas estratégicas, os cortes impiedosos nas pensões e nas reformas dos que descontaram para a Segurança Social uma vida inteira, confiando no Estado, as reduções dos salários que não poupam sequer os mais baixos, o incentivo à emigração, o crescimento do desemprego com níveis incomportáveis e a postura de seguidismo e capitulação à lógica neoliberal dos mercados.
Perdeu-se toda e qualquer esperança.
No meio deste vendaval, as previsões que o Governo tem apresentado quanto ao PIB, ao emprego, ao consumo, ao investimento, ao défice, à dívida pública e ao mais que se sabe, têm sido, porque erróneas, reiteradamente revistas em baixa.
O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo.
A recente aprovação de um Orçamento de Estado iníquo, injusto, socialmente condenável, que não será cumprido e que aprofundará em 2013 a recessão, é de uma enorme gravidade, para além de conter disposições de duvidosa constitucionalidade. O agravamento incomportável da situação social, económica, financeira e política, será uma realidade se não se puser termo à política seguida.
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http://expresso.sapo.pt/carta-aberta-a-p