Hoje, 19 de Maio, pelas 11h00, realiza-se a tradicional Romagem a Catarina Eufémia - Concentração, junto à porta do cemitério de Baleizão.
Participa e intervém Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.
Hoje, 19 de Maio, pelas 11h00, realiza-se a tradicional Romagem a Catarina Eufémia - Concentração, junto à porta do cemitério de Baleizão.
Participa e intervém Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.
Assassinada há 59 anos pela GNR – Homenagem à ceifeira
CATARINA EUFÉMIA
19 de Maio de 2013
19 horas – Romagem ao cemitério, com a Coordenadora do BE, Catarina Martins e o capitão de Abril Mário Tomé, em homenagem a Catarina Eufémia e ao seu sobrinho Manuel da Saudade, dinamizador da UCP “Terra de Catarina” e da Reforma Agrária em Baleizão.
20 horas – Jantar-convívio no Café Central, em Baleizão.
Quando directores, jornalistas e trabalhadores da gráfica conviviam e tinham prazer em representar a AMDB /DA.
Chávez e o triunfo contra a pobreza
Corrupção, violência, pobreza e uma gritante desigualdade social. Nos anos 90, esta era a Venezuela politicamente falida que Hugo Chávez veio conquistar nas urnas e mudar ao longo de mais uma década. Extensos programas sociais suportados pelo petróleo e pelas nacionalizações resultaram numa diminuição drástica da pobreza, e esse será o principal legado do líder socialista.
Segundo o Banco Mundial, 62% dos venezuelanos viviam abaixo do limiar de pobreza em 2003. Em 2011, 31% dos venezuelanos eram pobres. No mesmo período, a riqueza per capita subiu de 3.257 dólares para 10.809. A riqueza nacional, o PIB, quase quadruplicou de 82 mil milhões de euros em 2003 para os 316 mil milhões em 2011.
No Índice de Desenvolvimento Humano, compilado pelas Nações Unidas e que agrega indicadores económicos, sociais, educacionais e sanitários, a Venezuela apresentava no ano 2000 um valor de 0.656. Até 2011, subiu para 0.735. É agora o 73.º país mais desenvolvido do mundo, à frente de nações como o Brasil ou a Turquia.
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada.
Fazias hoje 58 anos, se não tivesses morrido há quase quatro anos. Tinhas menos um ano e três dias do que eu. Ambos aquarianos, tímidos, apaixonados e um pouco loucos. Falávamos e discutíamos muito sobre a vida, a política e o mundo, a nossa cidade e a nossa região, nós e as nossas vidas. Talvez tenhas sido o Amigo com quem tenha tido uma relação mais íntima. Entre nós, praticamente, não havia segredos. Nem podia haver, tal era a cumplicidade que existia entre nós e o conhecimento que tínhamos um do outro. Bastavam sinais ou meias palavras para percebermos o que o outro queria.
Fazes-me muita falta, talvez mais do que nunca antes. Como seria bom poder trocar impressões e discutir contigo a nossa cidade e a nossa região, que tu tanto amavas. Apaixonadamente e, por isso, por vezes, irracionalmente. Estou a imaginar-te a fervilhar de ideias, a não me (nos) deixar sossegar um segundo porque te tinha surgido uma ideia nova que querias partilhar e discutir ou porque me (nos) querias "dar nas orelhas" porque achavas que andava(mos) a fazer asneiras. Enfim, contigo presente tenho a certeza de que teria(mos) um crítico atento, activo e interveniente. Beja teria muito a ganhar se ainda pudesse contar contigo.
Há cerca de um mês, uma pessoa, amiga comum, surpreendeu-me, oferecendo-me esta pintura de Figueira Mestre. Surpreendeu-me ainda mais ao dizer-me que me oferecia o quadro por entender que era na minha posse que ele ficava melhor. Fiquei sem palavras... mas reconhecidamente agradecido por poder ter comigo um trabalho do Figueira Mestre e pelas suas palavras.
Passaram nove anos sobre o dia - 14.01.2004 - em que criei o Alvitrando.
Ao longo deste período editei cerca de 10.000 alvitres, que geraram cerca de 20.000 comentários.
As visitas terão sido cerca de 1.500.000.
Pela minha parte, nem sempre terei sido correcto no que escrevi, mas, sempre que tal possa ter acontecido, não foi com intenção de ofender, injuriar ou, de qualquer forma, atingir o bom nome de quem quer que seja.
Orgulho-me do Alvitrando ser reconhecido como um espaço de liberdade, em que todos podem expressar as suas opiniões sem limitações. Em todos estes anos foram muito poucos os comentários que apaguei. Julgo que alguns exageros que, em determinadas alturas, foram cometidos por alguns são cada vez menos frequentes. Espero que assim continui.
Seguramente que a pessoa que mais duramente aqui tem sido criticada sou eu. São os custos de quem se expõe publicamente, do respeito pela liberdade e da prática da democracia.
Sem falsas modéstias nem pretenciosismos, julgo que passar pelo Alvitrando passou a fazer parte das rotinas de muitas pessoas.
O ano de 2012 foi um ano bom porque: nasceu a minha filha mais nova, o meu filho adaptou-se bem à escola onde entrou e tem bons apoios, foram-me proporcionados novos desafios profissionais, criámos o movimento independente e plural “Por Beja com todos”, realizou-se a maior manifestação de sempre de contestação da política seguida pelo governo.
O ano de 2012 foi um ano mau porque: a minha filha mais velha fez uma fractura, registou-se uma quebra no rendimento familiar, adensou-se a indefinição sobre a gestão do Parque de Feiras e Exposições de Beja, pararam as obras nas estradas de acesso a Beja, atrasaram-se as obras do regadio de Alqueva, acentuou-se a política de empobrecimento de Portugal e dos portugueses, cujas perspectivas para 2013 são de agravamento e não surgiu uma alternativa credível a este governo e a esta política.
Este é o meu balanço ao ano de 2012, feito com base nas impressões mais marcantes neste momento. Seguramente terão existido outros acontecimentos igualmente ou mais positivos e negativos, como seja, neste último caso, o falecimento de pessoas que nos ficaram a fazer falta…
A Assembleia Municipal de Ferreira do Alentejo homenageia, esta tarde, Aníbal Coelho da Costa, o médico, que se radicou em Ferreira do Alentejo, onde se destacou no plano profissional e político, falecido a 6 de Agosto de 2011.
O programa da homenagem prevê a exibição de um documentário alusivo ao homenageado, a apresentação de testemunhos e a inauguração de um Busto no Jardim Público.
Copiado daqui.
A Associação Abril e a Sociedade Portuguesa de Autores gostariam muito de contar com a sua presença numa sessão inserida no Ciclo de Conferências "Memória e Resistência", sobre o tema "Católicos Progressistas", em que vamos lembrar este movimento, refletindo sobre o seu papel renovador que ajudou a criar uma nova consciência política e desafiou não só o sistema ditatorial como a própria Igreja.
Serão evocados, em jeito de homenagem, António Jorge Martins e Sereno Regis, destacando ainda o papel do líder principal deste processo, Nuno Teotónio Pereira.
Com esta iniciativa pretende-se ainda alargar o debate para a atualidade, no sentido de desenvolver ideias e apontar propostas de ação e de intervenção relativamente à atual conjuntura política.
Comunicações ou testemunhos de Ana Vicente, António Correia, Francisco Fanhais, Joana Lopes, João Medina, Manuela Braz Jorge, Maria da Conceição Moita, Maria Vitória Vaz Pato, Mário Brochado Coelho, Nani Sallio e Paulo Fontes.
18 de Junho - 18.30h - SPA – Sociedade Portuguesa de Autores, Auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé, n.º 31