"No prazo de 60 dias, a ULHT deverá reanalisar todos os processos de creditação de competências profissionais (...) No caso de não haver fundamentação suficiente para a creditação profissional ou inexistindo registo de conclusão de unidades curriculares, deve a ULHT disso extrair todas as consequências legais, incluindo a possível declaração de nulidade" das licenciaturas atribuídas, refere o despacho do ministro da Educação, hoje divulgado.
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O Pimpolho iniciou, esta manhã, uma nova e importante etapa da sua vida - iniciou as aulas do primeiro ano do primeiro ciclo, depois da recepção e das apresentações dos professores e outros técnicos e auxiliares de educação, na sexta-feira.
São dias de algum nervosismo e ansiedade pela forma como ele reage e se adapta a esta nova etapa. Hoje, disseram-nos que esteve bem. Esperemos que, mais uma vez, nos surpreenda pela positiva.
Enfim, são estas pequenas coisas do quotidiano doméstico que são as mais importantes para qualquer criança e para a sua família.
A Câmara de Beja executou, no passado mês de Julho, as obras:
- de beneficiação no Centro Escolar de Santa Maria, visando impedir o acesso ao talude existente junto à zona de recreio, reforçando a sua proteção em toda a extensão, evitando assim um eventual desprendimento rochoso que pudesse pôr em causa a segurança dos utilizadores deste espaço. Foi ainda construída uma portaria na zona de entrada do novo edifício destinado ao 1º ciclo e ensino primário. A obra foi adjudicada por um valor de 24.614,00€ (+6% IVA).
- de repavimentação das ruas José Moedas (traseiras do Patronato de Santo António) e Mário Castrim, na sequência da beneficiação da rede de águas pluviais, cujo custo rondou os 25 mil euros.
Informação divulgada pelo Gabinete de Comunicação Integrada da Câmara Municipal de Beja.
Não tenho abordado os casos de Miguel Relvas, designadamente este relacionado com a sua supersónica licenciatura, por se tratar de uma figura que sempre me causou repulsa, por me parecer tratar-se do melhor exemplo do pior que a política tem. Todos os dias, através da sua acção, contribui para que as pessoas mais se afastem da política, porque mais achem que na política só está quem se quer amanhar e os políticos vivem em total impunidade, podendo fazer tudo, incluindo o que não é minimamente aceitável.
Escrevo agora sobre esta questão da sua licenciatura, procurando abordar algumas perspectivas que não tenho visto serem devidamente debatidas.
A principal é a de esta polémica poder ter uma consequência perversa de acabar com a possibilidade, que considero correcta, de impedir que alguma experiência possa ter equivalência a algumas cadeiras de alguns cursos, desde que correctamente avaliada.
Outra é a de que o que deveria estar a ser escrutinado é a forma e a quantidade de equivalências forram concedidas em comparação com o que é habitual naquela e noutras universidades. Tenho uma amiga que, para além de uma história de vida muito rica e pertinente para o curso que pretendia terminar, teve de fazer umas quantas cadeiras para terminar um curso de três anos (Bolonha), embora tivesse quase todas as cadeiras do mesmo curso para cinco anos, tendo sido “deitadas para o lixo” dezenas de cadeiras. Existe comparação possível entre uma e outra situação?
Outra ainda é a de apurar-se se em todo o universo universitário existem outros casos parecidos. E, se não existem, interessa apurar que relações existiam entre o candidato Miguel Relvas e as pessoas (administradores e professores) envolvidas no processo e fazer uma auditoria a este, que esclareçam cabalmente todo o processo.
Finalmente e independentemente das conclusões a que se venha a chegar, devido à nebulosidade dos processos (deste e dos outros) e a ausência de esclarecimentos cabais e atempados, Miguel Relvas é, a partir de agora, a maior dificuldade da governação de Passos Coelho. Até porque toda a gente se questiona porque é que este insiste em mantê-lo no governo quando só contribui para aumentar a sua instabilidade. Que interesses o impede de prescindir dele? E porque é que Miguel Relvas não se vai embora, de modo a facilitar a vida do seu amigo primeiro-ministro? Será que tem medo de que, uma vez fora do governo, estes e outros casos possam ser investigados e tratados sem a influência e a impunidade de que goza?
A FENPROF convoca manifestação de protesto e exigência para 12 de Julho. Uma jornada de luta que juntará professores e médicos em defesa da Escola Pública e do serviço Nacional de Saúde
“Queremos e vamos dar mais força à luta e, por isso, convocamos os professores para uma manifestação de protesto e exigência, a realizar em 12 de Julho, em Lisboa, com concentração no Rossio. Juntaremos, nesse dia, a luta dos professores à dos médicos e, juntos, defenderemos dois pilares fundamentais da nossa Democracia e Estado Social: a Escola Pública e o Serviço Nacional de Saúde”. Esta a mensagem fundamental da intervenção de Mário Nogueira, na iniciativa promovida pela FENPROF dia 21, no alto do Parque Eduardo VII, junto à bandeira nacional.
Convicto de que o “empreendedorismo” é uma atitude de vida que se cultiva mais do que um talento inato, o município de Alvito foi pioneiro na região ao encetar, em 2010, o projeto “Aprender a empreender” nas escolas do concelho. Há dias, alunos do 7.º ano encheram um autocarro para uma aula final na herdade Vale da Rosa, em Ferreira do Alentejo. António Silvestre Ferreira, o maior produtor nacional de uvas de mesa, foi o professor convidado.
Poderá ler toda a reportagem de Carla Ferreira, com fotos José Serrano, intitulada “Projeto “Aprender a empreender” decorre nas escolas de Alvito desde 2010”, publicada no Diário do Alentejo.
Às terças-feiras um grupo de cinco alunas reúne-se na sala de informática da Escola Mário Beirão para analisar a atualidade “social e cultural” bejense e aí retirar temas para reportagens e entrevistas. É a jovem e entusiasta equipa de redatoras de “O Pião”, que teve na última Ovibeja a sua primeira prova de fogo e elege como grande causa do momento a defesa do Museu Regional de Beja.
Texto Carla Ferreira Fotos José Ferrolho
Ver reportagem em: http://da.ambaal.pt/index/
Pedro Janeiro foi distinguido pela Universidade Técnica de Lisboa (UTL) com o primeiro prémio Santander Totta para melhor aluno em 2011, que contou com a participação de 19 dos melhores alunos das sete faculdades desta universidade.
"Após vários anos de esforço e dedicação, tentando conciliar a vida profissional e pessoal com as obrigações académicas, fiquei muito satisfeito com os resultados alcançados e especialmente por honrar o Alentejo, uma vez que fui o único aluno natural desta região a estar em competição este ano", afirma ao "CA" Pedro Janeiro. Nascido na Vidigueira há 27 anos, Pedro Janeiro estudou no Liceu Diogo de Gouveia, em Beja, seguindo depois para Lisboa, onde se licenciou em Economia e fez duas pós-graduações e dois mestrados na área das Ciências Económicas e Empresariais, pelo ISEG/UTL.
É mais fácil apanhar por aí um licenciado do que um coxo. Mesmo que sejam mancas as licenciaturas que se vão deixando apanhar. A maioria delas, boa parte delas, pernetas da cabeça aos pés. Como diria com humor um bem-humorado humorista. Mas não deixa de ser assinalável a destreza com que a tecnocracia lisboeta baniu esta semana do Programa Operacional do Alentejo um raro exemplar do animal academicamente não graduado. E a ainda mais veloz eficiência com que os municípios do Alentejo cataram para o seu lugar um legítimo exemplar licenciado. Quase ao virar da esquina. De um dia para o outro. Ainda há nada de tempo, Fernando Caeiros, que governou com a eficiência que todos lhe reconhecem a Câmara Municipal de castro Verde entre 1977 e 2008, fora reconduzido enquanto vogal executivo do InAlentejo. Cargo que, em representação dos municípios, desempenhou nos últimos anos com unânime reconhecimento, valor, competência, rigor, determinação e dedicação. Mas esta semana, por indicação do Governo, aos membros do qual não se aplica tal regulamento, nem aos deputados, como é óbvio, Caeiros foi enxotado por não possuir sequer uma licenciaturazinha daquelas da Universidade Independente. É incrível e insuperável a tendência para a galhofa que existe nesta comédia rasca a que ainda vamos chamando país. Numa altura em que em todos os graus de ensino – do primário ao pós- ‑graduado – são valorizadas as competências adquiridas na vida ativa em detrimento do estudo e das abonações científica e académica, um gestor experimentado como Fernando Caeiros é reconduzido à condição de indigente em matéria de “cargos por nomeação política em organismos públicos”. Quando o principal problema orgânico do País reside precisamente na desumanização, extrema politização e tecnocratização radical desses mesmos cargos. Pelo que esta situação não deixa de ser anedótica. Rasca, mas anedótica.
Editorial de Paulo Barriga, na última edição do Diário do Alentejo.
O recente afastamento de Fernando Caeiros da direcção do INALENTEJO, por não ser licenciado, veio evidenciar de forma clara o que é mais valorizado no nosso país. Que importa a competência da pessoa, neste caso comprovada pela generalidade de quem com ele se relacionou no exercício das suas funções? O que importa é que não tem um diploma, mesmo que passado por uma qualquer universidade por mais independente ou moderna que fosse. Ao contrário, se tivesse um diploma desses, mesmo que adquirido da forma mais fraudulenta, mesmo que a sua incompetência fosse reconhecida podia exercer as funções.
Na minha ingenuidade, ainda acreditei que o chamado processo de Bolonha pudesse contribuir para o reconhecimento das competências adquiridas ao longo da vida, fora do ensino formal. Parece que não é bem assim...
É evidente que nada do que escrevi anteriormente deve ser entendido como desvalorizante do ensino formal e dos diplomas. Só que o saber, o conhecimento e a competência não se esgotam nele.
À laia da brincadeira recordo aquele que dizia que "há doutores que sabem ler e escrever e outros não"...
Nuno Crato, acompanhado pela secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, e o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova Almeida, vai estar em Beja para participar, nesta quarta-feira, às 10.30 horas, na Escola Secundária Diogo de Gouveia, numa reunião de trabalho com directores de escolas, para tratar os temas: “Metas de Aprendizagem” e “Gestão e Administração Escolar”.
Desta forma “o Ministério da Educação e Ciência pretende conhecer as sugestões dos directores dos estabelecimentos de ensino e esclarecer dúvidas sobre as alterações curriculares propostas”.
“A Câmara de Beja continua sem pagar os auxílios económicos aos alunos do 1º Ciclo. Em causa estão 303 alunos e uma verba de 14 mil euros”, denunciam os vereadores da CDU.
José Velez, vereador responsável pelo pelouro da Educação, garante que está a trabalhar para que os pagamentos sejam feitos o mais rapidamente possível.
O programa de entretenimento Portugal no Coração grava amanhã, dia 15 de Novembro, entre as 10h e as 12h, e contará com momentos de divulgação a partir do Centro Cultural de Alvito.
Destacar-se-á o desporto, através das múltiplas atividades desenvolvidas pelo Clube da Natureza e a hotelaria e restauração através dos exemplos da Pousada e da Markádia. Também em destaque, a Escola Profissional de Alvito, designadamente o curso de cozinha, através do brilhantismo de um dos seus ex-alunos cabo-verdianos.
Pretende mostrar-se alguns exemplos de agentes do desenvolvimento local, promovendo-se a ideia de um concelho onde a interculturalidade existe e onde há contributos diversos para que Alvito seja um território onde a felicidade é fruto da terra.
A Cooperativa de Ensino do Concelho de Alvito, que lecionou durante 24 anos, fechou portas devido à construção do novo centro escolar. No último ano obteve uma média de 2.67 nos exames de Língua Portuguesa e de 2,90 nas provas de Matemática, classificando-se, assim, em 4º lugar num universo de trinta escolas do distrito de Beja do ranking do ensino básico.
… é o nome do livro de Carlos Garcia de Castro e Raul Ladeira, com prefácio de João Transmontano, com ilustrações de artistas convidados e artistas da Cerci Portalegre, que foi apresentado em Portalegre, no âmbito das comemorações dos 30 anos da instituição, e que pretende através da poesia e da imagem, “eliminar preconceitos” e valorizar a diferença.
Pela oportunidade, pertinência e correcção com que foi feito, e também porque vem na sequência do alvitre que aqui deixei sobre “Quando abre a EBI/JI de Alvito?”, transcrevo aqui um comentário que aqui foi deixado por um Anónimo a 14 de Setembro de 2011 às 18:36:
Compreenderia o atraso no arranque da escola nova e subsequente ano letivo se se informasse devidamente! Mas para aqueles(as) que andam para aí a mandar "postas de pescada" sem antes se informarem, aqui deixo uma possível explicação:
1.º - a escola nova ainda não está oficialmente legalizada para lecionar o 2.º e 3.º ciclos (deverá constar em Diário da República a passagem do agrupamento a agrupamento vertical);
2.º - em consequência do 1.º ponto, a escola não pode ainda contratar os professores para os 2.º e 3.º ciclos;
3.º - a escola nova carece ainda de muito material necessário para lecionar determinadas disciplinas.
Por fim, é de salientar que todo este processo é moroso e que neste momento só depende da Direção Regional de Educação do Alentejo. São estes os atuais culpados. No entanto, é ainda de salientar que também um dos culpados é o Sr. Presidente da Câmara que não soube gerir devidamente o tempo para a construção e abertura de uma escola dentro dos prazos estipulados. Em consequência disso estão centenas de alunos à espera do arranque do ano letivo (alguns até agradecem). Mas não se esqueçam que em matéria de educação este ano letivo está repleto de novidades e uma delas é a realização de Exames Nacionais no 6.º ano. Ora se escola vai iniciar tardiamente, os alunos do 6.º e 9.º anos vão ter uma preparação para os Exames muito inferior aos restantes alunos do país. Pensem nisso! Não prejudiquem mais os nossos alunos!