Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
01
Jan 17

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Há 55 anos que foi o assalto ao Quartel de Beja. Tratou-se de uma tentativa (falhada) de derrubar o regime fascista que então vigorava em Portugal, levada a cabo por um punhado de militares e civis, comandados pelo Capitão Varela Gomes, que foi gravemente ferido.

Há uns anos atrás, o Município de Beja, de forma a evocar aquela acção anti-fascista, descerrou uma lápide sobre um pedregulho colocado no centro da Avenida Miguel Fernandes. Mais tarde, aquando das obras de construção do parque de estacionamento subterrâneo, foi retirada a referida placa, não tendo voltado a ser colocada naquele nem moutro qualquer local. 

Porque as razões que levaram ao descerramento de uma placa evocativa da Revolta de Beja certamente se mantêm, sugiro que o Município a coloque da mesma forma (num pedregulho) na rotunda próxima do Quartel de Beja. Para que a memória não se perca.

publicado por Zé LG às 19:03
13
Dez 16

A propósito da recente homenagem aos falecidos presidentes da Câmara Municipal de Cuba, Francisco Felgueiras e António São Brás, a Comissão Política Concelhia do PS afirma que “Comemorar 40 anos do Poder Local Democrático apagando 16 anos do executivo do PS é, quanto a nós, intolerável e não podemos deixar passar esta ausência de democracia e respeito por todos os eleitos e eleitores que democraticamente elegeram os seus representantes nesses 4 mandatos… e repudia todas todas as atitudes de acentuem ainda mais as clivagens políticas porque os habitantes de Cuba não precisam e não merecem...”

publicado por Zé LG às 00:11
12
Dez 16

A Assembleia Municipal de Beja recorda, em nota de imprensa, que no dia 12 de Dezembro assinala-se o dia da realização das primeiras eleições livres e democráticas para as autarquias locais em 1976.

A Assembleia Municipal de Beja saúda os 40 anos deste momento maior da democracia fruto do 25 de Abril de 1974, para o concelho e para o país. Saúda e presta homenagem a todos sem excepção que, nos diversos órgãos autárquicos do concelho de Beja, desde esse primeiro dia, deram muito das suas vidas ao serviço da população e do desenvolvimento do concelho e da região como afirma, Bernardo Loff, presidente da Assembleia Municipal de Beja.

publicado por Zé LG às 21:22
12
Dez 16

101220162212-119-CastroVerde40anosPoderLocal.jpgA Assembleia Municipal de Castro Verde promove, hoje, uma Sessão Solene Evocativa dos 40 Anos do Poder Local Democrático.

Neste 12 de Dezembro, cumpre-se o 40º aniversário das primeiras Eleições Autárquicas em Portugal, data simbólica que instituiu o Poder Local Democrático com autonomia consagrada constitucionalmente, com competências próprias e órgãos eleitos por mandato, pelo voto popular.

publicado por Zé LG às 00:37
10
Dez 16

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publicado por Zé LG às 14:35
09
Dez 16

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publicado por Zé LG às 21:54
07
Dez 16

Apreciamo-la quando, através dela, conseguimos o que politicamente pretendemos. Não lhe achamos muita piada quando ela nos troca as voltas. Há quem, sem um pingo de pudor, se sirva dela e do que ela permite, para se amanhar e fazer, em seu nome, todas as tropelias, prejudicando quem ela devia servir - a maioria. Quem quer a Democracia tem de defendê-la e combater todos os que, em seu nome, a atacam tentando enfraquecê-la e destruí-la. Os democratas não são os que dizem sê-lo, são os que agem de acordo com as suas regras, sempre e não apenas quando lhes convém.

publicado por Zé LG às 00:11
15
Set 16

«Alguém escreveu isto na sua página do facebook. Não, não é sobre Beja mas sobre outra cidade, do interior norte, mas bem podia ser sobre a velhinha Pax Julia.
Há "massa crítica" na minha terra? Onde e como se manifesta? Foi silenciada? Foi reduzida a 2 ou 3 heróis? Digam-me dois ou 3 nomes de homens e mulheres que exercem o direito de criticar, de ir contra a corrente? Onde estão? Em que local se discute sem medos e sem constrangimentos a vida da cidade? Onde estão as tertúlias, os debates, a cidadania activa? Há " massa crítica" na minha terra? Ou a resignação obediente tomou conta da cidade? O que aconteceu? Todos baixaram os braços, entregues ao fatalismo? É o cansaço que nos tolhe os passos? Onde se ouvem as vozes desalinhadas? Entraram na clandestinidade os que têm opiniões divergentes? Não são, os críticos, indispensáveis à democracia na cidade? Porquê, então, esta paz podre? Digam-me por favor que há uma "massa crítica" e que está, como lhe compete, viva e actuante?
Respiramos? Estamos ainda vivos na cidade?»

Comentário de Anónimo a 12 de Setembro de 2016 às 22:37, AQUI.

publicado por Zé LG às 23:49
01
Ago 16

"Era inédito uma governação camarária ser feita a partir dos consensos tomados nas várias opiniões anônimas emitidadas num blogue."

Comentário de Anónimo a 31 de Julho de 2016 às 12:43.

 

 

"Confundir debate com tomada de decisão é uma estratégia para evitar aquele e decidir autoritariamente. Ninguém pretende substituir no processo de decisão quem foi eleito para decidir, apenas se quer que esse acto seja o mais esclarecido possível e tenha em conta o maior consenso possível dentro da maior diversidade de opiniões.

Democracia é participação, reflexão, debate colectivo, antes da tomada de decisão final, essa sim individual, de quem foi eleito para nos representar.
Os que têm medo e fogem ao debate são arrogantes e incompetentes."
Trechos de um comentário de Alentejo dos pequenitos a 31 de Julho de 2016 às 17:06. 

 

Ambos AQUI.

publicado por Zé LG às 08:47
02
Abr 16

201120151550-467-AMA1.jpgO Congresso do AMAlentejo que se realiza neste sábado, em Troia, conta com mais de 400 congressistas e a Comissão Promotora considera que este evento vai marcar uma viragem, na realidade que se vive há 40 anos, no que se refere à regionalização.

O congresso apresenta como tema “Mais poder local, mais democracia, melhor Alentejo” e vai centrar-se em duas ideias, a primeira assenta na proposta de criação da Comunidade Regional do Alentejo e a segunda, na aprovação de um processo legislativo de iniciativa popular, que permita avançar com o debate da descentralização administrativa.

publicado por Zé LG às 11:22
23
Mar 16

201120151550-467-AMA1.jpgO Alentejo quer avançar com a regionalização, ainda que provisória, através da criação da Comunidade Regional do Alentejo.

A proposta consta da declaração final para o Congresso da AMAlentejo agendado, para 2 de Abril, em Tróia.

A “declaração de Tróia”, apresentada aos jornalistas pela comissão organizadora do congresso, defende uma “alternativa, ainda que transitória” para substituir “o poder regional existente, nomeado pela administração central, que tem representado e dirigido o Alentejo à revelia do poder local” e que é um “modelo falhado de governação, incapaz e ilegítimo”.

O congresso tem como tema “Mais poder local, mais democracia, melhor Alentejo” e vai debater as autarquias locais como agentes de desenvolvimento, defender a implementação das regiões administrativas e apresentar exemplos das vantagens da Regionalização em vários países da Europa.

publicado por Zé LG às 21:43
08
Dez 15

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José Soeiro, membro da Comissão Dinamizadora, mostra-se satisfeito com a dinâmica do Movimento agora criado para defesa do desenvolvimento regional.

publicado por Zé LG às 15:20
11
Nov 15

Ainda não percebeu que, atualmente, a questão do depósito tem também a ver com gestão participada, transparência das decisões e democracia?
A decisão de derrubar o depósito serve os interesses da nossa terra e pode contribuir para um caminho de progresso? Não será antes o projeto do Centro de Arqueologia e (Artes) em que se insere o depósito requalificado e o Museu Vivo?
Inactivo e com deficiências estruturais? Ignorância!
Ter uma opinião contrária ao derrube é atacar tudo e todos?
Já agora qual é o valor que traz o derrube? Mais um pequeno troço de um muro que nada vai adiantar na interpretação arqueológica nem na valorização museográfica? Qual o valor que se perde e que se gasta com o derrube?
O apenas porque sim é o argumento dos que querem derrubar porque os que querem requalificar já apresentaram argumentos e as contas!!!
Retirado do comentário de Alentejo dos pequenitos a 3 de Novembro de 2015 às 15:18.

publicado por Zé LG às 12:33
07
Nov 15

Está indigitado, e bem, PPC como 1.º ministro do partido/coligação mais votada. Se a esquerda conseguir um entendimento mínimo, derruba este governo e apresenta uma alternativa maioritária ao Presidente, mais ou menos sólida, não é muito relevante. Tudo normal numa democracia parlamentar representativa. Por isso não percebo tanta crispação, exaltação, pressa e nervosismo por parte de empresários, alguns jornalistas, comentadores televisivos, militantes ressabiados, movimentos cívicos com balões e correntes (por onde andaram nos últimos anos?), etc. Tudo está a decorrer dentro maior normalidade, regras políticas e prazos constitucionais. Dentro de um mês ou há 1 governo minoritário do PS com apoio parlamentar maioritário de esquerda ou continuam os mesmos metralhas em gestão até julho com apoio parlamentar minoritário de direita. Simples.
Comentário de Anónimo a 6 de Novembro de 2015 às 20:23, AQUI.

publicado por Zé LG às 00:54
06
Nov 15

Em democracia o poder é exercido por quem tem a força dos votos, traduzidos em mais deputados no parlamento. A força do poder resulta da maioria no parlamento, mas também e principalmente da correcção das suas políticas.

publicado por Zé LG às 13:51
15
Out 15

imgLoader.ashx.jpegNo âmbito da Semana Europeia da Democracia Local o Município de Alvito promove:
- Um Encontro com os estrangeiros residentes no concelho, no dia 16, pelas 17horas
- Um Encontro Multicultural, no dia 17, pelas 16horas
Ambos na Biblioteca Municipal Luís de Camões.

publicado por Zé LG às 13:46
10
Out 15

São os que durante uma legislatura não conseguiram apresentar um orçamento constitucional ou os que defenderam a Constituição, recorrendo ao Tibunal Constitucional?

São os que, á partida, excluem partidos com assento parlamentar das soluções governativas ou quem os inclui procura dessas soluções?

É mais democrática uma solução apoiada por uma maioria absoluta de 121 deputados eleitos por 51% de votos ou uma maioria relativa de 104 deputados eleitos por 38% dos votos? (sem contar ainda com os deputados da emigração)

publicado por Zé LG às 10:10
04
Ago 15

Numa democracia representativa, o que se delega são funções de Estado. Mas isso não chega para uma democracia total. Os que delegam essas funções através do voto não podem ficar descansadinhos até às próximas eleições. Primeiro, tem de fiscalizar os eleitos, pedir-lhes contas com frequência. Depois, o que não é menos importante, fazer o trabalho de casa. Trabalhar para construir um Pais decente e promissor para as gerações seguintes é obrigação de todos. Quer-me parecer que quem sistematicamente se demitiu desse papel de cidadão ativo é quem mais reclama da democracia.
Comentário de Anónimo a 3 de Agosto de 2015 às 13:41; AQUI.

publicado por Zé LG às 20:34
03
Ago 15

Poderemos sempre teorizar sobre os valores e a visão de cada povo sobre a Democracia. Pois é consensual que a mesma não se resume apenas ao direito de colocar o voto nas urnas de tempos a tempos.
Não poderemos nunca, portanto, é deixar de a avaliar, e quantificar os seus benefícios para cada povo.
Mas sobretudo salientar que não há só um tipo de democracia. ...

Assim e passados que foram 40 anos sobre a de novo institucionalizada Democracia, isto porque o regímen que lhe antecedeu era uma ditadura. Convém fazer uma análise do que de bom e de menos bom nos trouxe e quais as expectativas futuras.

Comentário de Anónimo a 2 de Agosto de 2015 às 13:31, que pode ler na íntegra AQUI.

publicado por Zé LG às 22:32
03
Ago 15

Parece-me sempre preocupante o uso fácil do "tipo fascismo", é como uso abusivo "da falta de liberdade de expressão". Muitos morreram para que agora possamos usar estas expressões com leviandade. Dito isto, parece-me razoável e importante rever o nosso sistema eleitoral, reforçar os mecanismos que possibilitem aumentar a voz do exercício de cidadania na luta eleitoral é o caminho. O exercício político não deve ser uma actividade profissional nem profissionalizado.
Comentário de Ana Matos Pires a 2 de Agosto de 2015 às 00:49, AQUI.

publicado por Zé LG às 21:30
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