É com satisfação que vou vendo o Alvitrando reconhecido como um espaço aberto ao livre debate.
Basta ver os debates que aqui se travam sobre diversos temas, tais como: Alvito, que são sempre os mais participados, Saúde / Hospital de Beja; Centro de Paralisia Cerebral, Ensino / Escolas de Beja, Câmara de Beja.
Como podem verificar, não só pouco intervenho nesses debates como raramente apago algum comentário.
Talvez devesse limitar mais os comentários que criticam pessoas mais do que as suas ideias, designadamente os não o fazem da forma mais correcta.
Não o tenho feito para que ninguém se sinta inibido de aqui expressar livremente as suas opiniões e ideias.
Gostava que o fizessem assumindo a responsabilidade pelo que dizem, sem se esconderem atrás do anonimato, e evitando expressões que podem ofender ou melindrar os visados.
O exercício da cidadania implica a participação responsável, usando todos os direitos e cumprindo todos os deveres.
A defesa da cidadania, inclusão e participação dos cidadãos constituem um dos pilares fundamentais da acção que o Movimento “Por Beja com todos” desenvolve no âmbito do Concelho de Beja.
Neste sentido, para aprofundar o debate sobre esta temática, o Movimento “Por Beja com Todos” vai realizar uma Tribuna Aberta (T.A.), no próximo dia 4 de Maio, a partir das 14h30m, no Auditório da Biblioteca Municipal José Saramago em Beja.
As Tribunas Abertas são espaços de debate com a população. São a segunda fase de um já longo processo que começou com a auscultação dos técnicos das mais diversas áreas que trabalham no terreno, ouvidos no âmbito das “reuniões temáticas”. O objectivo geral destes espaços de discussão e troca de opiniões e conhecimentos é facilitar e promover o debate com a população no sentido de enriquecer o Programa Alternativo Independente.
No dia 4, será debatido o tema da Cidadania e da Inclusão e cota com a participação de: José Vitor Malheiros, cronista do jornal Público, Florival Baiôa, presidente da Associação para a Defesa do Património Cultural de Beja e Ricardo Neves, dirigente da Associação Arruaça.
O tema da Inclusão será tratado nas perspectivas de uma cidade para todos e da escola para todos, tendo como participantes José Falcato Simões arquitecto da CML e consultor na área do Design Inclusivo, Benilton Oliveira, membro da Direcção do Centro de Paralesia Cerebral, José Morgado, docente do ISPA, Cristina Taquelim, mediadora de leitura, e Leopoldina Almeida, professora.
A Tribuna contará ainda com a participação Jorge Raposo, director da Escola Superior de Educação de Beja, José Pedro Oliveira, psicólogo, José Janeiro terapeuta da psicomotricidade, Angelina Soares, psicóloga.
Lopes Guerreiro, Coordenador do movimento “Por Beja com todos” abrirá a sessão. Constantino Piçarra, Investigador em História encerra a Tribuna do dia 4.
Ver mais informação em: http://www.porbejacomtodos.org/
António Arnault, o pai do Serviço Nacional de Saúde, diz que é preciso mobilização porque o povo não aguenta mais.
Com a perspetiva de mais cortes no Estado Social, António Arnaut apela à manifestação, à revolta cívica e constitucional. Este socialista diz que é preciso garantir a dignidade dos portugueses, sublinhando que o povo já não aguenta mais num país que «está ligado ao ventilador».
António Arnaut referiu-se também à posição do Presidente da República, considerando que Cavaco Silva não pode deixar que Pedro Passos Coelho mantenha a atual política.
Para António Arnaut, Passos Coelho é um primeiro-ministro «insensível, incompetente e insensato». Ele é o verdadeiro problema e o presidente tem de o travar, considera o pai do Serviço Nacional de Saúde.
Arnaut está convencido que a confiança manifestada por Cavaco Silva no Governo está apenas relacionada com as negociações que vão acontecer no final desta semana em Bruxelas.
Será que o PS subscreve este apelo?
Dezasseis crianças saíram ontem de um infantário de Évora. Foram retiradas pelos pais após estes descobrirem que as crianças, a mais velha com três anos, não eram convenientemente alimentadas.
Até ontem os pais pagaram 300 euros por mês para manterem os filhos nesta creche situada numa das mais novas zonas da cidade, junto a uma das saídas de Évora. A creche não tem cozinha própria. Os almoços eram fornecidos através de catering por uma empresa de Évora.
Uma mãe terá desconfiado que algo se passava porque sempre que ia buscar o filho via os meninos com um copo na mão cheio de cereais. Esta desconfiança ficou reforçada quando o dono da empresa de catering terá dito algures que para aquela creche todos os dias levava 5-cinco-5 refeições indicadas para crianças.
Combinados, alguns pais foram à creche no dia seguinte e ficaram chocados com a situação que encontraram: as cinco refeições eram divididas pelas 16 crianças.
A educadora terá sido "apertada" confirmando toda a história. Ao que parece, frequentemente era misturada água na sopa para aumentar a dose e a comida, dividida, todos os dias saía pouca. Parece que era visível que os meninos tinham fome! De tal forma que a educadora e a auxiliar se viram na obrigação de comprarem cereais para diariamente matarem a fome das crianças.
As duas funcionárias - auxiliar e educadora - estavam com vários meses de ordenados em atraso nesta creche que, repito, cobra 300 euros por cada criança.
As crianças saíram da creche e no dia seguinte foram todas integradas numa instituição da cidade ligada à igreja que não só recebeu as crianças como contratou de imediato a mesma educadora e a mesma auxiliar para tomarem conta dos meninos.
Esta história é verdadeira. Passou-se esta semana em Évora.
Os pais destas crianças ficaram muito descansadas porque os seus filhos estão agora noutra creche em segurança e não quiseram tornar pública esta história através da comunicação social alegadamente por MEDO. Repito M-E-D-O!!!
Fiquei sem saber se terão apresentado queixa na Segurança Social ou na ASAE ou noutro sítio qualquer, ou se também tiveram MEDO!
Não terão estes pais pensado que foram contratar para tomar conta dos filhos duas pessoas que passaram meses a negligenciar a vida as crianças sem falarem com os pais e denunciarem uma patroa-creche que nem sequer lhes pagava os ordenados. Terá sido MEDO?
Os pais que esta semana tiveram MEDO de denunciar publicamente esta situação não terão pensado que na próxima semana mais 16 crianças, a troco de 300 euros mensais, podem entrar naquela creche e começar a sofrer o mesmo que os seus filhos já passaram e, eventualmente, os donos da creche voltarem a ficar com o dinheiro e nem sequer pagarem aos funcionários.
Tudo isto por MEDO!!! M-E-D-O!!!
Eu, jornalista e pai de filhos, senti-me esta semana comovido com a história dos meninos. Amplamente chocado com o silêncio dos pais!
Publicada por Paulo Nobre às 22:36, aqui.
Obrigado Paulo Nobre, por teres feito o que competia aos pais daquelas crianças!
Mas a questão que se pôe é a de saber se uma situação destas fica assim, sem que as autoridades competentes. Será que vivemos em plena impunidade, pelo menos alguns?
Agradecemos o convite que o PS nos endereçou, através do Jorge Pulido Valente, para participar neste debate do Beja Capital.
Os temas que hoje vamos aqui debater integram o manifesto fundador e a própria identidade do movimento independente e plural “Por Beja com todos”, que aqui representamos.
Recordo que no nosso manifesto afirmamos que a situação que vivemos aconselha um grande debate que, para além dos partidos políticos, envolva e mobilize todos os que queiram exercer a sua cidadania ativa e contribuir para novos caminhos capazes de relançar a esperança num concelho melhor.
Recordo ainda que o “Por Beja com todos” defende um poder local autónomo e responsável, com uma gestão rigorosa e participada, facilitadora, fomentadora e cooperante.
Recordo finalmente que no “Por Beja com todos”:
Ø Propomo-nos intervir ativamente no fomento da participação cidadã / democracia participativa;
Ø Procedemos à escolha democrática e o mais aberta possível dos candidatos do Movimento;
Ø Defendemos que a Autarquia assuma um papel facilitador e fomentador aplicando o conceito de “município inclusivo” e que revalorize o papel do movimento associativo;
Ø Pretendemos fazer melhor, fazer mais com menos, potenciando os recursos disponíveis e captando outros, através de uma gestão rigorosa e com sentido de serviço público, planeada, orçamentada e avaliada em processos de democracia participativa e potenciando a cooperação intermunicipal.
É por isso, com satisfação, que vemos que outros, neste caso o PS através do Beja Capital, estão também a interessar-se por estes temas, que reputamos da maior importância para a requalificação da Democracia e a defesa e reforço do Poder Local democrático.
Entendemos que as questões relacionadas com a democracia participativa, o orçamento participativo, a gestão participada ou o fomento da cidadania devem ser tratadas com muita seriedade e apenas quando se acredita genuinamente nas suas virtualidades. Fazê-lo por oportunismo eleitoral ou sem convicção é o pior que se pode fazer, o pior serviço que se lhes pode prestar, pelo maior descrédito que gera nos cidadãos.
A propósito, permitam-me que apresente algumas das ideias de um “Modelo de Gestão Municipal Participada”, criado pela EstudAlentejo, de que era sócio-gerente, e aplicado no Município de Alvito, há meia dúzia de anos, e que nos parece actual.
…
Este modelo poderá, em nossa opinião e com as necessárias adaptações, servir de base para fomentar a democracia participativa e a gestão democrática do Município de Beja.
Julgamos que, antes de mais, devemos explorar todas as potencialidades existentes no próprio Município:
Ø Contando com todos os eleitos, envolvendo-os na definição de políticas, normativos e no processo de tomada das principais decisões das autarquias;
Ø Contando com todos os trabalhadores, envolvendo-os na gestão das autarquias, ouvindo-os a propósito do processo de planeamento e controlo das actividades.
Depois, devemos igualmente, explorar todas potencialidades do envolvimento das populações, através do fomento do voluntariado, das parcerias, da cooperação inter-municipal:
Ø Fomentando o voluntariado, valorizando e apoiando o desenvolvimento do movimento associativo;
Ø Usando os mecanismos legais, técnicos e tecnológicos disponíveis para fomentar o exercício da cidadania activa, como sejam o referendo, os estudos de opinião, o orçamento participativo, procurando envolver o maior número de pessoas nos processos de tomada das principais decisões, com maior impacto no nosso futuro colectivo.
Ø Criando Conselhos Municipais e, eventualmente, painéis de líderes de opinião.
Ø Explorando todas as potencialidades da gestão partilhada, celebrando protocolos de colaboração com todos os parceiros nisso interessados.
Ø Explorando todas as potencialidades da cooperação intermunicipal nas mais diversas áreas, de que possa resultar uma maior racionalização de recursos e uma também melhor qualidade dos serviços prestados às populações.
Se trilharmos este caminho, difícil mas entusiasmante, estamos convictos de que estaremos a dar um novo impulso para alcançarmos o tão almejado desenvolvimento do Concelho, induzido pela melhoria da gestão municipal, através do comprometimento das populações.
Está nas nossas mãos, de todos nós, alcançá-lo. Por isso, aqui, reafirmamos o nosso compromisso de trabalharmos por Beja com todos.
Contem connosco!
Intervenção do “Por Beja com todos” num debate do “Beja Capital”.2013.01.24,
preparada por Lopes Guerreiro e apresentada por José Pedro Oliveira, publicada aqui.
A forma como exercemos o nosso direito à liberdade de expressão é talvez o melhor indicador do estado da democracia que vivemos.
É, por isso, fundamental que reflictamos sobre a forma como estamos a exercer essa liberdade individual, consagrada na Constituição da República Portuguesa.
Algumas pessoas têm-se recusado a participar em iniciativas do movimento “Por Beja com todos”, para que foram convidadas para falar sobre as áreas em que trabalham, para não terem problemas com os partidos de que são militantes ou com as entidades para que trabalham. Isto apesar dessas iniciativas não serem públicas nem publicada a sua realização nem de as comprometerem, de qualquer forma, com o Movimento.
Embora não creia que dessa sua participação pudesse resultar qualquer penalização, imposta pelos seus partidos ou entidades empregadoras, o certo é que elas a receiam.
Tal como a autocensura, a antecipação do medo de eventuais represálias pelo exercício de direitos individuais, como o da liberdade de expressão, é sintomático de que a democracia que estamos a viver não goza de boa saúde.
Se quisesse ser mauzinho, podia dizer que afinal de contas o facto do PS / Beja Capital ter feito chegar, finalmente, como anunciou há pouco mais de três anos, a liberdade a Beja esta ainda não pegou… Infelizmente, os problemas da democracia são muito mais complexos e graves e “se não nos pomos a pau” o futuro pode-nos reservar “coisas” bem piores.
Texto que publiquei no blogue do movimento “Por Beja com todos”.
Durante todo este fim-de-semana, esteve um camião com um roda dianteira avariada a impedir a circulção automóvel nesta via pública, como mostra a fotografia acima. Nesta, pode ver-se ainda a ocupação de espaço público, junto de um parque infantil, com materiais que vão ser utilizados na construção de uma habitação.
É assim que alguns particulares se sentem no direito de ocupar espaço público, provocando prejuizos ou incómodos nos outros cidadãos, que têm tanto direito a utilizá-lo como eles.
De entre os vários comentários aqui publicados, escolhi este da Mafalda como alvitre para que outras pessoas que tenham participado no debate possam dizer o que acharam do mesmo:
“Só sei que havia gente de pé, gente sentada e que ficaram até AO FINAL. não sei se foi graças aos oradores, se ao movimento em questão ou se pelo tema, mas de facto a sala esteve cheia e até foi interessante porque houve intervenções de todo o tipo (apoiantes, não apoiantes, crentes, não crentes…).
jogada politica? talvez.. mas não é o que temos assistido nos ultimos tempos com os encontros e debates promovidos pela CDU?!
cada um joga com as armas que tem. não critico.. não condeno.
como munícipe parece-me extremamente importante participar nestes encontros, ouvir, ouvir muito (mais gente devia ouvir também) e daí tirar as minhas conclusões. em outubro depois falamos!”
Está difícil mobilizar as pessoas. Tirando folcrore, o pessoal não quer participar.
Cada povo tem o que merece!
Os tempos estão complicados. Cada vez estou mais desiludido. Respeito muito os que ainda continuam a acreditar que é possível modificar a atitude das pessoas.
Comentários deixados aqui, por um Anónimo, a 12 de Janeiro de 2013 às 17:50 e pelo Manuel António Domingos a 13 de Janeiro de 2013 às 08:15, respectivamente.
Tendo em conta a importância atribuída à democracia participativa e os meios de que dispõe, o movimento “Por Beja com todos” convida todos os cidadãos do concelho de Beja a participarem na escolha dos principais candidatos aos órgãos autárquicos. Para tal, poderão durante o mês de Dezembro propor, através do e-mail do movimento (porbejacomtodos@gmail.com), nomes para candidatos a candidatos a presidente da Câmara Municipal, a presidente da Assembleia Municipal e a presidente da Junta de Freguesia, a apoiar pelo movimento “Por Beja com todos”.
Depois de, em Janeiro, os órgãos dirigentes do movimento terem seleccionado os nomes para candidatos a candidatos aos referidos órgãos autárquicos, com base nos critérios definidos, em Fevereiro poderão votar, através da Internet e, se possível com urna itinerante, naqueles nomes.
Depois daquela votação, os órgãos dirigentes do movimento selecionarão os nomes dos candidatos a apoiar pelo movimento “Por Beja com todos”, como cabeças das listas à Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e à Assembleia de Freguesia, tendo em conta os resultados das votações, os critérios definidos e ouvidos os votados.
Os critérios a ter em conta na escolha dos candidatos, a apoiar pelo movimento “Por Beja com todos” serão: Vontade; Identificação com os princípios do movimento; Disponibilidade; Idoneidade; Competência; Experiência; Liderança; Tra
Acredito que podemos criar um espaço de diálogo combatendo a discussão estéril e provocatória. Acredito que conseguiremos elevar, pelo exemplo, o nível de debate político na nossa cidade e no nosso concelho. Acredito que é possível criar uma frente alargada preocupada com um futuro “mais amigo dos cidadãos”, “mais amigo do ambiente” e mais “amigo das empresas” se soubermos colocar em primeiro plano interesses colectivos locais e regionais.
Leia aqui o texto em que José Raul Janeiro explica porque subscreveu o Manifesto “POR BEJA COM TODOS”.
Quando o actual governo rouba o 13º e o 14º mês aos reformados e à função pública;
viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, torna-se num criminoso em actividade.
Recorde-se que, tanto a Constituição da República Portuguesa como a Declaração Universal dos Direitos Humanos tornam a justiça explícita na forma de lei. É dessa forma que se mantém a paz entre os cidadãos já que aquilo que está acordado permite uma vida justa e digna para todos.
Este governo, ao submeter os mais débeis aos mais fortes, eliminou a justiça e deixou unicamente a lei. Como consequência, fez com que grande parte da população deixasse de ter lugar.
Por outras palavras, isto significa que o governo violou e viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ou seja, o governo quebrou a paz social. Isto legitima a acção de todos os cidadãos que agora têm o dever de preservar a paz e o bem-estar proclamados nestes documentos.
Por estas razões, e ao abrigo do Artigo 21º da Constituição da República Portuguesa, o MSE, Movimento Sem Emprego, e aqueles que estão a ser vitimas das acções criminosas deste governo reservam para si e para todos os cidadãos o direito à desobediência civil como forma de resistência dos que estão a ser atirados para a valeta por este governo.
Chega de esfolar os 99% mais pobres para que o 1% mais rico mantenha os seus privilégios.
Exmo. Senhor Presidente da República
Exmos. Senhores Deputados da Assembleia da República
Os signatários apelam à vossa responsabilidade política e institucional perante o país e perante todos os cidadãos, para que seja rejeitada a proposta de Orçamento de Estado para 2013 apresentada pelo Governo. A sua aprovação constituiria certamente um mal maior para o país e os portugueses comparativamente com as consequências da sua rejeição. Esta proposta de OE, já contestada pela opinião pública e pela grande maioria dos especialistas, significa o prosseguimento e agravamento do caminho para uma austeridade ainda mais recessiva, com mais desemprego, mais destruição da economia, mais empobrecimento, mais desigualdade social e menos justiça fiscal. Em nome dos credores, rouba o futuro e a esperança ao país e aos portugueses. Ofende princípios constitucionais relevantes, designadamente o princípio da confiança (dimensão importante do princípio democrático), os direitos do trabalho, os direitos sociais e a progressividade e equidade fiscais. Aos Deputados, apelamos para que rejeitem esta proposta governamental de Orçamento de Estado, assumindo plenamente a vossa condição de representantes eleitos do povo e de todo o País, que é superior a quaisquer outras fidelidades ou compromissos; Ao Presidente da República, na qualidade de supremo representante da República, garante da independência nacional, da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições democráticas, obrigado a respeitar e a fazer cumprir a Constituição, apelamos a que exerça o seu direito de veto sobre este Orçamento de Estado, no caso de ele ter aprovação parlamentar ou, no mínimo, que o submeta, no exercício das suas competências, à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional.
Lisboa, 22 de Outubro de 2012.
Assine aqui.
E assim, de repente, esses cidadãos – como aquele jovem operário desempregado -, exercendo a sua cidadania e utilizando os novos meios tecnológicos disponíveis, tomam a iniciativa e assumem um protagonismo que, se calhar, não avaliaram ter quando avançaram.
E, perante o escapar deste poder que julgavam só seu, o que fazem os líderes (e muitos militantes) dos partidos? – Ocupam-se em actividades paralelas, retiram-se para os seus castelos (sedes partidárias) ou, quando muito, vão ver, com a secreta esperança, de que as coisas não corram bem…
Veja todo o texto que publiquei aqui.