Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
11
Fev 17

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 Parece mentira, mas de vez em quando acontece...

publicado por Zé LG às 19:09
10
Fev 17

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DAQUI.

publicado por Zé LG às 13:47
04
Fev 17

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Há dias no meu trajeto habitual para Beja, dei conta que algumas culturas estavam a ser regadas com “pivots” em pleno Inverno, o que significa que a humidade e retenção de água no solo é diminuta, logo, comprometedora para a normal germinação das plantas semeadas e plantadas. O ano de 2016 já foi um ano considerado de pouca pluviosidade e agora entrámos no atual com uma situação semelhante. Esta constatação provoca a recorrente discussão pública sobre a gestão dos recursos hídricos, a qual deverá de ser feita de acordo com os princípios da racionalidade. São desoladoras as imagens das albufeiras da nossa região com o registo das suas escassas reservas, perigando a qualidade no abastecimento público de água às populações e também para o normal funcionamento de alguns perímetros de rega.
Os efeitos nefastos das alterações climáticas são sintomáticos e começam a fazer-se sentir, paralelamente, começam a haver registos deveras preocupantes.

...

Concluiremos que este tema merece uma atenção redobrada, porque se enquadra de forma muito nítida, na própria sobrevivência da raça humana.
No Alentejo, apesar do cenário de penúria hidrológica (leia-se seca), existe um instrumento infraestrutural estratégico que pode nestas circunstâncias amenizar os efeitos gravosos que a seca impõe. Essa infraestrutura é a Albufeira de Alqueva, que possibilita municiar os outros reservatórios disponíveis e com operacionalidade para cumprir a sua missão. Para tal, importa que as diferentes entidades intervenientes na gestão da água pública na região, se entendam e definam com sentido de responsabilidade as formas mais eficazes para que, sobretudo a agricultura e o abastecimento público de água às populações não sofram os indesejáveis constrangimentos que a mãe natureza ciclicamente impõe.

Manuel Camacho, in: Diário do Alenejo, edição de ontem.

publicado por Zé LG às 12:33
26
Jan 17

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Depois da recuperação do Tanque Velho e de uma intervenção nas Cavadas a Junta de Freguesia de Santiago Maior e São João Baptista está neste momento a efetuar alguns melhoramentos na acessibilidade ao Ribeiro, fonte existente na Herdade da Faleira e à qual muita gente do Penedo Gordo e não só se desloca para ir à água.

Com a intervenção dos Bombeiros e a colaboração de técnicos da EMAS procedeu a uma verificação, com esvaziamento do poço, do caudal proveniente das nascentes e sondagem da ligação entre o poço e a fonte, que confirmou que a falta de água resulta essencialmente da pouca chuva que se verificou nos últimos anos, não existindo qualquer ligação ás obras da EDIA, promovidas muito a montante da Fonte.

publicado por Zé LG às 13:51
02
Nov 16

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Faz impressão ver o estado de esvazianmento em que se encontram as barragens do sistema de Alqueva. É certo que estamos a atravessar um longo período de seca, tal como é verdade que estamos no final de uma campanha de rega. Mas Alqueva não servia para regularizar o nível das barragens que alimenta?

A gestão do sistema de Alqueva deve ter alguma justificação para este estado. Mas, por mais justificações que existam, não deixa de confranger o estado em que as barragens (na foto a de Odivelas) se encontram... 

publicado por Zé LG às 17:43
21
Out 16

O Governo já anunciou que vai apoiar os produtores pecuários afetados pela seca no Baixo Alentejo. São três milhões de euros destinados ao financiamento de novos furos para a captação de água, equipamentos de bombagem e de transporte de água.

Esta foi uma das reivindicações que a Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) levou em setembro a Capoulas Santos e que o Governo cumpre agora, indo ao encontro do proposto pelos agricultores. As declarações são do presidente da FAABA, Rui Garrido, que deixou ainda, a indicação de que se está a aguardar, igualmente, a resolução do PDR 2020.

O Ministério da Agricultura decidiu assim adotar, com caráter de urgência, um conjunto de medidas para apoiar os produtores pecuários das zonas mais afetadas, nomeadamente nos concelhos de Aljustrel, Almodôvar, Barrancos, Beja, Castro Verde, Mértola, Moura e Serpa.

Até ao dia 10 de novembro, os produtores pecuários devem apresentar as declarações de prejuízo e submeter os pedidos de apoio, através de formulário, até ao dia 21. Cada beneficiário pode receber até ao montante máximo de 10 mil euros e o apoio é concedido sob a forma de subvenção não reembolsável, até ao limite de 80% .

A Direção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo tem um prazo, até 15 de dezembro, para fazer a verificação dos prejuízos declarados e o investimento terá de ser concretizado até 31 de dezembro de 2016.

publicado por Zé LG às 14:21
21
Set 16

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Tendo em conta os baixos níveis da capacidade da Albufeira do Roxo, que actualmente se verificam, os vereadores da CDU, apresentaram na última reunião de Câmara uma proposta, que foi aprovada por unanimidade, e que vai seguir para o ministro da Agricultura, relativamente a esta situação.

Manuel Nobre, vereador da CDU na autarquia de Aljustrel, diz que as albufeiras do Alentejo, nomeadamente a do Roxo, que tem a vertente de abastecimento público de água aos concelhos de Aljustrel e de Beja, têm cerca de 20% a sua reserva de água, em contrapartida a albufeira-mãe de Alqueva regista 80% da sua capacidade máxima, concluindo que não existe falta de água no Baixo Alentejo, mas sim uma distorcida gestão dos recursos hídricos podendo colocar em causa a qualidade da água que é distribuída às populações

Ler e ouvir também AQUI.

publicado por Zé LG às 08:41
13
Set 16

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A sessão de abertura está marcada para as 9.30 horas, no auditório do Instituto Politécnico de Beja e vai contar com a presença do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Amândio Torres.

A realização destas iniciativas em simultâneo pretende sobretudo evidenciar a necessidade premente de promover novas abordagens integradas de investigação, gestão e administração dos recursos solo e água, sempre tendo em vista a valorização e a sustentabilidade das áreas de regadio, dos ecossistemas e dos agro-ecossistemas, ou seja, a valorização geral do território. 

Foto copiada DAQUI.

publicado por Zé LG às 00:49
30
Ago 16

emas - factª 001.jpgNão faz sentido que um consumidor (ver foto da factura) que consumiu 29m3 de água pague por esse consumo 49,83 € e 30,67 € de Tarifa de Água Residuais e 30,09 € de Tarifa de Resíduos Sólidos. 

Neste caso concreto como em tantos outros, quase 2/3 desse consumo de água foi gasto em rega e, por conseguinte, não foi para a rede de Águas Residuais e todos os resíduos degradáveis foram deitados num compostor.

O que está em causa não é tanto o preço da água, apesar de ser uma das mais caras do país, mas sim os das outras tarifas, pelas razões apontadas. Ou seja, não é aceitável que um consumidor cujas águas residuais representem apenas 1/3 da água consumida e proceda à reciclagem de uma boa parte dos resíduos sólidos - a totalidade dos resíduos orgânicos são reciclados num compostor -, pague mais de tarifas de Águas Residuais e de Resíduos Sólidos do que da água que consome...

Sei que não é fácil de encontrar um modelo óptimo de aplicação destas tarifas, mas também sei que o modelo em vigor é muito injusto, pelo que urge que seja revisto, depois de uma ampla discussão pública feita com base em estudos técnicos credíveis.

publicado por Zé LG às 08:54
07
Ago 16

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publicado por Zé LG às 17:29
07
Ago 16

A edição acaba de ser apresentada pela Câmara Municipal de Moura. A peça foi executada ao vivo pelo Prof. José Azevedo de Souza.

É pertinente um Município publicar valsas? Decerto. Esta peça, composta por Alfredo Keil por volta de 1905 foi uma encomenda da empresa Água Castello. Decidiu agora a Câmara de Moura gravar um CD, divulgando mais esta peça do nosso património.

Interpretação - Mauro Dilema

Está no youtube: https://youtu.be/pUg6oPUDYcs

Publicada por Santiago Macias à(s) 15:51, no Avenida da Salúqia, 34.

publicado por Zé LG às 00:51
28
Jul 16

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A AgdA- Águas Públicas do Alentejo apresentou seis candidaturas no valor global de 44,1 Milhões de euros ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

A Águas Públicas do Alentejo anuncia que nesta fase foi dada prioridade  aos municípios onde os sistemas “não garantem a fiabilidade do serviço de abastecimento ou a qualidade da água fornecida”. São os casos de Mértola, Castro Verde, Almodôvar, Beja, Odemira, Ourique e Santiago do Cacém. A empresa também perspectiva investimentos para Barrancos, Moura e Serpa.

No que respeita ao saneamento de águas residuais foram já aprovadas pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos outras seis candidaturas, referentes à construção das ETAR de Beja, Grândola, S. Teotónio, Montemor-o-Novo, Amareleja e Senhora d’Aires, num valor de 17 Milhões de Euros, também para executar até 2018.

publicado por Zé LG às 08:43
19
Jul 16

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QUARTA-FEIRA, 20 JULHO 2016

10H30 – Visita à ETAR de Ourique

11H15 – Cerimónia de Inauguração da ETA do Monte da Rocha

- Descerrar da placa de inauguração- Visita geral à instalação

- Apresentação do sistema do Monte da Rocha e respectiva ETA

- Intervenções

Recebido por e-mail.

publicado por Zé LG às 00:46
18
Jul 16

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Esta intervenção, que surge com o objectivo de melhorar a qualidade do serviço prestado aos consumidores e tendo como base um diagnóstico de necessidades (Plano Estratégico da EMAS), vai abranger as redes públicas de distribuição de água, águas residuais domésticas e pluviais da aldeia.
Trata-se de um investimento que ronda os 420 mil euros, as obras têm inicio previsto para o mês de Setembro e o prazo de execução é de 150 dias como afirma, Alexandre Leal, Administrador da EMAS.

publicado por Zé LG às 01:42
01
Jul 16

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A EMAS de Beja abriu esta semana um procedimento público para a execução da Empreitada de Remodelação das Redes Públicas de Distribuição de Água, Águas Residuais Domésticas e Pluviais de Albernoa.

Um investimento que rondará os 500 000,00€ e que têm como objetivo melhorar os serviços prestados aos consumidores.
Recorde-se que esta importante intervenção já tinha sido anunciada, no âmbito do plano estratégico de renovação das redes de águas do concelho de Beja. 
A intervenção terá início no de mês agosto e um prazo de execução de 120 dias. 

In: B NEWSLETTER | 30 de junho de 2016 | Câmara Municipal de Beja

publicado por Zé LG às 08:48
06
Jun 16

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A edição de 2016 dos Prémios da Associação Portuguesa de Museologia (APOM) atribuiu à Câmara Municipal de Moura uma menção honrosa na categoria de “Melhor Exposição”, pela mostra “Água – Património de Moura. Identificação de um concelho”. 

Patente ao público desde julho do ano passado, a exposição “Água – ­ Património de Moura. Identificação de um concelho” ocupa o espaço central do antigo matadouro municipal e mostra o potencial que a água teve no passado e tem no presente da cidade.

publicado por Zé LG às 12:43
06
Jun 16

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publicado por Zé LG às 00:56
31
Mai 16

A EMAS vai proceder à remodelação da rede pública de abastecimento de água, e de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais do Bairro da Apariça e do Bairro Social de Beja.

Esta intervenção, que faz parte do plano estratégico de renovação das redes de águas do concelho de Beja, tem como principal objectivo melhorar os serviços prestados aos consumidores e dar resposta a alguns problemas que foram identificados naqueles dois bairros.
Trata-se de uma empreitada representa um investimento aproximado de 422 mil euros e um prazo de execução de 180 dias.

publicado por Zé LG às 12:43
04
Mai 16

 

020520161740-945-barragem.jpgNa Bacia do Guadiana, duas albufeiras estavam acima dos 80% da sua capacidade máxima, 4 entre os 50 e os 80% e 3 abaixo dos 50% da capacidade limite. Alqueva encontrava-se a 78,3% do seu limite.

Na Bacia do Sado, uma albufeira tinha quantidade de água armazenada superior a 80%. Cinco estavam entre os 50% e os 80% e 4 abaixo dos 50% da capacidade máxima. O Roxo, que abastece Beja, encontrava-se a 28,2% da sua capacidade limite.

Na Bacia do Mira uma barragem estava acima dos 80% da capacidade máxima e outra entre os 50 e os 80%. 

 

Será que vão deixar baixar o nível da água da albufeira do Roxo, pondo, mais uma vez, em causa a qualidade da água de abastecimento público?! O que dizem e fazem as Câmaras de Beja e Aljustrel, a EMAS, a APdA, a EDIA, para evitar que tal aconteça?

publicado por Zé LG às 08:57
12
Abr 16

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DAQUI. Ler e ouvir AQUI.

publicado por Zé LG às 08:56
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