Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
05
Fev 18

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Legalização de imigrantes ilegais no país está parada. Novas regras arrancaram em setembro, mas associação garante que ainda ninguém foi chamado para se legalizar. Muitos descontam há anos. SEF apenas diz que "análise é por ordem cronológica".

Sem forma de protestar, os imigrantes de várias nacionalidades sujeitam-se a todos os abusos e todas as faltas de condições, entre elas os químicos usados nas oliveiras.

 

Dez mil trabalhadores ilegais no Alqueva só em 2017

Só no ano passado podem ter passado pelo campos do Baixo Alentejo cerca de dez mil trabalhadores imigrantes. A mão de obra na agricultura em redor de Alqueva vem da Ásia, da Europa de Leste e de África.

Com os processos de legalização parados em Portugal, grande parte dos trabalhadores continuam em situação ilegal.

publicado por Zé LG às 00:18
Fazendo uso do provérbio de, " Quem conta um conto acrescenta um ponto...", LG, assim o fez. Fez e tornou uma afirmação verdadeira, de que: "Sem forma de protestar, os imigrantes de várias nacionalidades sujeitam-se a todos os abusos e todas as faltas de condições.", até os legais e os portugueses a isso se sujeitam e os principais responsaveis não são os agricultores, são os políticos. E ao acrescentar o tal ponto, "... entre elas os químicos usados nas oliveiras." , transformou a tal verdade numa falsidade, na altura em que esses fluxos de emigrantes estão nos olivais coincide precisamente com a apanha da azeitona e a poda das arvores, precisamente quando os quimicos de que fala não são utilizados. Não deveria valer tudo para descredibilizar uma riqueza cujo a sua instalação na região irá mudar para sempre a economia do concelho. Tal como aqueles que destruiram lugares arqueologicos deveriam ser responsabilizados criminalmente, aqueles que a todo o custo e generalizando por todos os produtores pretendem descredibilizar um produto de excelência produzido no concelho de BEJA.
Tornou-se moda tudo fazer e tudo dizer para combater os olivais, é o medo das esquerdas pelo crescimento economico da região. Mais do que os problemaa ambientais, culturais, históricos, arqueologicos, paisagistico, o maior probema é político, e essa é a maior comichão que por aí anda. São os vermelhos e os com costelas verdes "à rasca".
Gota a gota a 6 de Fevereiro de 2018 às 11:11
"...Tal como aqueles que destruiram lugares arqueologicos deveriam ser responsabilizados criminalmente, aqueles que a todo o custo e generalizando por todos os produtores pretendem descredibilizar um produto de excelência produzido no concelho de BEJA, também esses DEVERIAM SER RESPONSABILIZADOS CRIMINALMENTE..."
Gota a gota a 6 de Fevereiro de 2018 às 11:25
Não acrescentei nada. Respiguei apenas trechos de reportagens da TST e RTP, que pode ler e ouvir, bastando para isso clicar no sublinhado a vermelho. E fi-lo porque me parece bastante grave as condições dramáticas em que vivem alguns trabalhadores. E também porque acho que o desenvolvimento não deve ser só crescimento económico, devendo respeitar o ambiente e o património, os direitos dos trabalhadores e contribuir para uma maior justiça social.
Zé LG a 7 de Fevereiro de 2018 às 00:14
Precisamente, por estar no texto, reforçar uma falácia achei desnecessário.
Quando se diz por aí que os olivais não dão emprego, estarmos a falar em 10 mil ilegais é obra, quantos serão os outros.
Pelos vistos a culpa não será dos agricultores, mas sim do SEF, que não os legaliza, e das politicas de subsidios de desemprego e rendimentos mínimos.
Os agricultores têm de recorrer a quem procura trabalho e quer trabalhar. E esses são os que vieram para cá para isso. Os de cá entre subsidios de desemprego, rendimentos mínimos e uns "pescatos" perferem estar "teoricamente" em casa.
Tal como o meu caro, sou também contra muitas ilegalidades que por aqui vão surgindo, tanto de natureza humana, cultural e ambiental, que felizmente são a excessão e não a regra.
Gota a gota a 8 de Fevereiro de 2018 às 11:09
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