Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
04
Nov 17

"...

Quais das alternativa é que consideraria que seria mais vantajosa para o país ao longo prazo?

A) O governo gasta algum dinheiro (não muito comparado com outros projectos em outras partes do país) para eletrificar a linha de comboio e terminar a auto-estrada para depois o país beneficiar, ao longo de largos anos,de todo o potential florescimento económico que daí verá com mais exportações, em especial agrícolas e agro-industriais e potencialmente outros tipos de indústria também, como indústrias ligadas à aeronáutica.
B) O governo continua a fazer o que tem feito até agora, o distrito de Beja morre, aldeias e vilas desaparecem do mapa, e Beja torna-se numa simples vila de 8000 habitantes com um enorme deserto à sua volta. Perde-se todo o potential agrícola e económico e perde-se ainda toda uma cultura e uma região líndissima em termos de património.
Qual das opções lhe parece melhor, para os bejenses e para Portugal? E até para o próprio governo. Embora o governo obviamente já escolheu a sua opção há muito tempo.

..." 

Trecho do comentário de Eu a 3 de Novembro de 2017 às 00:49, AQUI.

publicado por Zé LG às 10:22
Mas quem é o "Eu" para que mereça o mínimo de credibilidade.
Um anónimo a despejar uma conversa encomendada sem ponta por onde se lhe pegue.
Que formação tem? Que experiência tem? Conhece a cidade da onde?
Tenham santa paciência para o aturar a ele e outros como ele que por aqui andam.
Tu a 4 de Novembro de 2017 às 13:30
Um bom exemplo de uma falácia do falso dilema.
Anónimo a 4 de Novembro de 2017 às 17:32
Vale a pena ler ...

Daqui: http://avenidadasaluquia34.blogspot.pt/2017/11/ainda-duas-ou-tres-coisas-sobre-o-pros.html

AINDA DUAS OU TRÊS COISAS SOBRE O PRÓS E CONTRAS
Continuam as ondas de choque sobre o lamentável programa da passada segunda-feira. O Alentejo não saiu lá muito bem na chapa, como é costume dizer-se. Aqui vão algumas notas diversas sobre o que me vai na alma, podendo ter razão ou não:

* O fundo da questão não reside num jogo Évora vs. Beja, os que se aproveitam de um lado, os que são prejudicados do outro;
* As intervenções primaram pela falta de clareza e pela falta de concisão, uma velha pecha lusitana, nós que tanto amamos o floreado e o barroco;
* Não percebo o que tanto divertiu o senhor ministro, que riu o tempo todo;
* Não percebo o que lá foi fazer o representante de um movimento qualquer, Melhor Alentejo ou algo assim, que se limitou a alinhavar um chorrilho de banalidades;
* Não percebo o que lá foi fazer outro senhor que acabou a tentar cantar qualquer coisa;
* O Presidente da EDIA devia ter tido tempo para explicar coisas importantes;
* Alguém devia explicar ao Dr. José Roquette que o sul da Europa é diferente do norte da Europa;
* Não percebo porque é que deram a palavra a um promotor de gin que foi dizer que Reguengos é diferente (claro, se fosse igual é que seria espantoso) e não permitiram que o Presidente da CCDRA, um homem decente e de grande qualidade, dissesse uma só palavra;
* Há geógrafos que, em poucas palavras, poderiam ter explicado o porquê das coisas;
* Há quem pudesse ter explicado que o triste episódio da automotora não é um detalhe mas o reflexo da realidade que vivemos;
* A penosa e subserviente intervenção do Presidente da Câmara de Beja é o espelho de uma certa política local...

Quem falou melhor? Um senhor chamado Carpinteiro Albino. Falou muito bem. Em poucas palavras, disse o essencial e pôs a nu as terríveis debilidades e limitações da nossa administração. E a estupidez de tanta e tanta legislação. Sei do que falo! E ele mais ainda que eu!
maria a 4 de Novembro de 2017 às 21:53
Fui ler.Nao vi representação de Beja.Aderiu?e representantes?
Anónimo a 5 de Novembro de 2017 às 09:34
Pois, eu tb não vi, aí ter perguntado (está um ponto de interrogação no final do meu anterior comentário). E a pergunta não foi inocente, fi-la porque me parece muito importante este tipo de lobbying, feito em união de esforços. Aguardo a resposta.
*daí ter feito
Está aí na ausência de representação e aderência conjunta una das grandes explicações para o Baixo Alentejoestar como está e nao se vislumbrar uma luz ao fundo do túnel do desenvolvimento e correspondente desertificação e ausência de conhecimento e saberes nas várias áreas.
Muito bem colocada esta questão da Dra.Ana Matos Pires.
Anónimo a 5 de Novembro de 2017 às 13:27
Está aí na ausência de representação e aderência conjunta das grandes explicações para o Baixo Alentejoestar como está e nao se vislumbrar uma luz ao fundo do túnel do desenvolvimento e correspondente desertificação e ausência de conhecimento e saberes nas várias áreas.
Muito bem colocada esta questão da Dra.Ana Matos Pires.
Anónimo a 5 de Novembro de 2017 às 13:28
São todos refréns do dogmatismo...
Todos sabem o que fazer mas ng faz nada...a história mostra que sem revolta não há mudanças...não quero instigar nada...mas deixem-se de merdas...começa na fila pro pão com o amigo que ta à frente e se pede....na fila do supermercado...só tenho umas coisinhas...isto é o básico...a seguir é no hospital...no banco...ah é só pra entregar isto...se quer entregar faça como os outros...fila...desculpe...não vou passar ng à frente mas se permitir que...e é assim que funciona sociedade pequena e onde todos de conhecem...respeito...cidadania...valores perdidos...querem é ver e ser vistos...não interessa que faça mal importante é que vejam...
Beja vive do diz que disse...e do que o outro tem e fez...
Anónimo a 5 de Novembro de 2017 às 03:29
Vivem do sindicalismo....falam em defesa de direitos e luta justa....mas se os problemas se resolvem-se...acabava a mama...Oh rego...não vos interessa resolver só vos interessa é instigar...há quase 20anos que tens um problema em mãos e nada...
Anónimo a 5 de Novembro de 2017 às 04:27
Que nem uma luva..
"Aquilo de que a democracia mais precisa são coisas que cada vez mais escasseiam: tempo, espaço, solidão produtiva, estudo, saber, silêncio, esforço, noção da privacidade e coragem. Não precisa de grandes inteligências, nem de grandes moralidades públicas, mas sim de bom senso e de honestidade básica. Exige uma enorme parcimónia na exibição pública e, sem dúvida, uma certa capacidade de comunicação aliada a uma severidade na fala pública. E precisa, como pão para a boca, de mais razão, menos soundbites, mais argumentos e menos espelhos em que se ouve, ou lê ou vê apenas aquilo de que se gosta, ou de imagens que nos manipulam o corpo pelos afectos e nos encolhem a cabeça." Pacheco Pereira in Público
Anónimo a 5 de Novembro de 2017 às 08:51
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