Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
16
Abr 16

Parece que anda tudo doido. É surrealista. Mas, mais do que tudo isso, é muito grave e, a confirmar-se o que me contaram, o governo fica muito mal na fotofrafia se não agir rapidamente. 

A estória foi-me contada assim: Funcionários de uma empresa pública entregaram ao ministro da tutela um documento de trabalho, crítico da administração e com uma estratégia alternativa para a gestão da empresa. O ministério enviou o documento ao Conselho de Administração da empresa, para que esta se pronunciasse sobre o mesmo. O Conselho de Administração abriu um processo disciplinar, sem nota de culpa, aos autores do documento. 

A ser verdade o que me contaram, o Conselho de Administração, em vez de transmitir o seu parecer sobre o documento ao ministro, avancou com um processo persecutório, na tentativa de calar as vozes discordantes e com opinião, de forma a evitar que outros lhes seguissem o exemplo. É uma reacção insustentável num estado de direito, que exige uma intervenção imediata do ministro da tutela, sob pena de ser acusado cumplicidade com o Conselho de Administraçãoneste processo, o que o deixaria em muitos maus lençóis, tal como o governo. 

Vamos ver o que vai acontecer.

publicado por Zé LG às 23:38
E ja agora convinha dizer se isso e na nossa terra .
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 11:31
Imagino que por principio de dever ético a pessoa em causa enviou o documento para o ministro com conhecimento ao CA . Ou terá usado a celebre técnica da queixinha, neste caso com o objectivo concreto de alcançar objectivos pessoais?
teo a 17 de Abril de 2016 às 11:56
Fraca justificação, ainda que imaginária.
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 12:26
Havera maiores objectivos pessoais essoais do que os do Conde? Calam-se e olhem bem para analisarem aquela nobre personagem.
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 16:13
O Sr. Teo acha normal que quem faça queixas ou propostas seja penalizado por isso? Em que país vive?
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 12:41
É kafkiano!
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 22:41
LG: Não te passa pela cabeça que a tua estória possa não estar muito bem contada?
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 23:06
Pode ser que alguém queira contar outra estória. O tempo tudo esclarece.
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 23:17
Também concordo. A verdade virá invariavelmente ao cimo. Por mais que se queira ou não.
Embora haja quem não fique contente com ela.

Só uma pergunta. Isto porque me causa alguma impressão tudo o que até agora aqui foi escrito.
Será possível que alguém aqui acredite que um CA nomeado pelo anterior governo iria abrir um processo disciplinar a um elemento do partido que está neste momento no poder, pelos motivos aqui apresentados?
Não joga. Pois não.
Anónimo a 17 de Abril de 2016 às 23:27
Na sua reacção, o ódio foi tanto que os fez esquecer isso.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 00:31
Pois é. Mas parece que é isso que está acontecendo.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 15:23
Não é um membro qualquer, é um destacado quadro.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 15:26
Quem é que é um destacado quadro?
Teo a 18 de Abril de 2016 às 17:14
Rasteirinha...
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 17:17
O Teo faz o papel de agente provocador.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 18:30
Se assim for, espero que alguém, melhor informado, a conte melhor....
Zé LG a 19 de Abril de 2016 às 23:55
Esta geringonça esta a cair de podre!
-um ministro da cultura que não é embaixador
-um secretario do desporto nomeado com processos nos tribunais
--Um amigo Lacerda que negociava em nome do estado sem qualquer transparência,com negócios ruinosos para o estado Kamov e Sirespe
O ministro das finanças mentiu na audição o Banif. etc..
Tudo aconteceu numa semana,a este ritmo dificilmente chegam o Verão!
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 11:06
A chuva, frio e vento vão-se embora, virão dias ensolarados, o Costa e o Marcelo vêm à Ovibeja e fica tudo contente.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 11:12
Vamos a chamar os "bois" pelos nomes.... Quem escreveu ao ministro foi o frade e a raposinho!
E fizeram muito mal, foi quebra de confiança, deviam ser era despedidos
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 18:45
Este fachoso mostra que tem uma visão feudal, hostil para a tutela.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 19:12
Sim, a Função Publica ainda tem regras, e felizmente que subsistem à volupia dos partidos politicos e sobretudo dos seus boys. Pois se assim não fosse, era o seu fim como tal.
Começo a perceber o que aconteceu de facto e o que levou ao processo disciplinar. Como foi possivel terem sido tão ingenuos?
M. Frade e a tal de Raposo podem limpar as mãos nas paredes. Pois não vão a lado algum. Nem o partido em que militam quer saber deles para nada.
Monteverde deve estar a rir a bandeiras despregadas.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 19:43
Nao percebe nada de nada.So se ouvem disparates. A princesa da Ulsebonia pensara q o seu reino nao tera fim,mas tem.O Conde esse ja findou ate no seu partido.Haja bom senso, não falem do que nao sabem, boyada de interesses pessoais que tem dado cabo deste hospital.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 20:23
O último a rir rirá melhor.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 20:48
No caso, o Dr Monteverde.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 20:41
Esse tem sempre um rir de alarve.
Anónimo a 20 de Abril de 2016 às 00:38
As regras da função pública não existem para contrariar a defesa do bem público e os direitos de cidadania.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 20:55
Isto do bem e do mal, depende do ponto de vista de quem está de um lado e de outro. Agora que a Função Pública terá que ter regras, sem dúvida.
Senão, vale tudo. Como parece ter sido o caso.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 22:59
Nobre, o conde? F...... Reles é o que é o personagem, falso como as cobras, interesseiro e intriguista.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 18:48
Sabem quem sobe so poder,e o Vitor Paixão. Depois o MS e a governanta .
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 20:56
se tirarem o MS a coisa podia não ser má
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 22:57
então e eu não vou pro C.A.?
Tótó a 18 de Abril de 2016 às 22:59
Vás. Vás, mas é para o olho da rua mais cedo do que pensas.
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 23:00
Atão mas porque? Fiz algum mal ao Conde? Foi?
Tótó a 18 de Abril de 2016 às 23:02
Grande post... sim senhor!
E quer que acreditemos que não lhe disseram qual era a empresa publica? E que não lhe disseram quem eram os visados?
LG já nos habituou melhor...
Anónimo a 18 de Abril de 2016 às 23:01
Mas ainda não percebeu de que empresa de que pessoas se trata?...
Zé LG a 19 de Abril de 2016 às 23:56
Anda aqui uma palhaçada, num assunto muito sério. Os cidadãos têm de elogiar a coragem destes funcionários, que puseram em primeiro lugar a luta por uma causa pública.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 00:24
O Frade é que deu dois tiros em cada mão e em cada pé ao juntar-se à raposinha. Se é isto a cara da equipa "séria" e "competente" nem quero saber os restantes membros. Mas pelo que se vê nem vamos conhecer...
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 08:47
Tanta pena, que enternece... Não sabem da missa a metade...
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 08:54
Já que o/a Anónimo(a) das 08:54 é tão iluminado porque não elucida os restantes Anónimos? Não se preocupe que de Anónimo não passa!
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 09:14
"Quem fala não sabe, quem sabe não fala."
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 09:21
Mas o Dr. Munhoz Frade juntou-se a alguém incompetente?
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 10:52
A competência é um resultado que se constrói com trabalho de equipa.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 13:20
A função publicas tem regras mas a gerigonça não quer saber,toca a nomear mulher filhos e amigos é uma chuvada.
Eu não admito o que se esta a passar,caiem de para-quedas em chefes directores e delegados sem a mínima capacidade só por cartão de eleitor socialista,é isto a esquerda do povo ou do polvo!?
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 12:46
Concretize lá onde anda esse polvo de boys.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 12:55
Não fui eu que disse isso, mas posso acrescentar que desde que me conheço que as instituições de maior revelo da nossa cidade têm sido regra geral entregues aos boys dos partidos.
E daí termos chegado a este estado.
De modo que os boys do PS do hospital estão à espera daquilo que sempre se fez.
Pôr fora tudo e todos os do tempo da outra senhora, sejam ou não competentes, para se porem lá eles, sejam também competentes ou não.
Daí que podem lhes chamar o animal que quer que seja, como por exemplo polvo, que significa sempre o mesmo.
Até quando é que este país vai aguentar com tudo isto é que eu não sei. Sei é o estado a que esta região e esta cidade com esta gente, e de que o hospital é o exemplo acabado. E não é de agora, é de décadas e décadas.
As minhas desculpas ao Dr Frade que não gosta do termo décadas.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 20:50
O HOSPITAL DE BEJA CHEGOU A SER O PRIMEIRO E MELHOR DISTRITAL DESTE PAÍS E NÃO HA DECADAS E DÉCADAS.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 21:33
E AGORA É 27º EM 29, E ONDE ENTRAM TAMBÉM O DE ELVAS E SANTIAGO.
LOGO É O ÚLTIMO DOS DISTRITAIS.
E A CULPA TODA É DOS BOYS DOS PARTIDOS.
Anónimo a 19 de Abril de 2016 às 21:46
"Administração de Hospitais e Gestão em Saude"-artigo de hoje
WWW.PÚBLICO. PT
Recomendamos esta leitura por se enquadrar
no tema.
JM a 20 de Abril de 2016 às 21:04
No tempo em que o hospital de Beja era uma referencia a nível nacional, não havia esta coisa ruim da tomada do poder pelos boys dos partidos que se verificou e generalizou nas últimas décadas. (as minhas desculpas também a M. Frade)
Havia competência e responsabilidade nos lugares e sectores chaves, e o reconhecimento deste facto não só interpares, mas pela generalidade dos trabalhadores e população utente.
Assim como não havia o apego aos lugares chefia, pelo que estes rodavam com relativa facilidade e harmonia pelas chefias intermédias, que se auto-substituíam e competiam entre si pela excelência do seu exercício.
Aliás, até mesmo para se chegar a estas chefias intermédias, era necessário mérito, trabalho e dedicação.
Pelo que comparar o hospital de Beja desses tempos, com agora o atual e a volúpia destes tempos em que vivemos, perdoem-me a asneira mas é só o que me apetece dizer, é o mesmo que comparar a Feira de Castro com o ....
Anónimo a 21 de Abril de 2016 às 16:08
De facto, o que mudou nessa ultima década e meia foi muito significativo. O paradigma anterior, como bem refere, pautava-se pelo poder médico. Havia reconhecidas capacidades organizativas e visão de que eram portadores personalidades que deixaram história. No entanto, não se faça a mistificação de que esses tempos eram "limpos". A unicidade dos grupos profissionais era construída por processos de caciquismo, fazendo alianças convenientes, sem princípios e excluindo os independentes. Tendo o poder médico sido (demagogicamente) arredado da gestão, o atual paradigma mantém no entanto caciquismos, intra e inter partidários. Alvitra-se que sem um novo paradigma, transversal e não clientelar, não corporativo, o Hospital de Beja (e a ULSBA) não lograrão voltar a ter uma dinâmica motivadora que o faça evoluir e melhorar.
MF a 21 de Abril de 2016 às 16:27
OK. M.F.
Então porquê é que mesmo com o "poder médico" e o "caciquismo", o hospital funcionava e era uma referencia.
E agora sem essas "doenças", não só não é o caso como não se vislumbra forma alguma de voltar a ser o que já foi.
Isto porque a ninguém convence, a não se aos próprios, que agora com os boys do PS algo mude para melhor.
Anónimo a 21 de Abril de 2016 às 18:48
Nessa época introduziram-se novas técnicas no Hospital e ampliou-se o seu quadro de especialistas. As inovações trouxeram mais-valias à qualidade de prestação dos cuidados de saúde. O poder médico estimulava-as. Quando os Diretores Clinicos deixaram de ser indigitados por eleição dos seus pares, essa função passou a ser desempenhada por nomeados politicamente. Deixou de ser importante ter capacidades reconhecidas pelos colegas. Quer que continue a contar a história ou já percebeu que caminho começou, ladeira abaixo?
MF a 21 de Abril de 2016 às 19:21
Uma reflexão: quando os nomeados não tem suficiente saber técnico, procuram apenas aplicar zelosamente as ordens centrais. É preciso que na gestão estejam profissionais que conheçam a casa, os seus trabalhadores, a sua história e acima de tudo tenham uma visão de futuro. Só assim negociarão verdadeiramente com a tutela.
MF a 21 de Abril de 2016 às 19:34
Obrigado pela informação.
Mas, a dúvida que se me põe e julgo que em todas as pessoas que aqui leem estes posts, é como é que a queda foi aqui tão acentuada.
Isto porque o que atrás relata, certamente também terá ocorrido em muitos outros hospitais de igual dimensão, mas que não só não terão chegado à situação do de Beja, como até terão conseguir progredir.
Daí que a única coisa que possivelmente terá feito a diferença, foram a sua gestão e os respetivos responsáveis.
Anónimo a 21 de Abril de 2016 às 19:40
O preço de acabar com os boys, by Daniel Oliveira

http://leitor.expresso.pt/#library/expressodiario/21-04-2016/caderno-1/opiniao/daniel-oliveira
Anónimo a 21 de Abril de 2016 às 20:05
Mas gosta de "Efémeros Vestígios"...
Anónimo a 20 de Abril de 2016 às 00:41
Na saúde , nesse caso mantem-se o polvo de incompetência do Conde e seus discípulos.
Anónimo a 20 de Abril de 2016 às 11:30
Já a ACSS aperta com eles...
Anónimo a 20 de Abril de 2016 às 18:57
Parece-me que o que estes funcionários fizeram exemplifica o tipo de atitude que o Presidente da República exortou recentemente.
Anónimo a 20 de Abril de 2016 às 00:45
Achas?
Deves andar a ver passar o comboio.
Anónimo a 20 de Abril de 2016 às 21:27
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