Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
04
Out 17

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A Concelhia de Beja do PCP analisou os resultados das autárquicas e concluiu que “não confirmaram os objectivos”.

Numa nota enviada às redacções, o PCP refere que não renovou “a maioria na Câmara e Assembleia Municipal, nem se reforçaram posições e mandatos, mantendo a presidência de seis das nove freguesias que eram geridas pela CDU”.

O mandato que agora se inicia representa para os comunistas, “uma interrupção na dinâmica e no projecto de desenvolvimento em curso e, sobretudo, uma perda para as populações”.

O PCP adianta que “a população do concelho de Beja continuará a contar com a CDU para fazer valer os seus interesses”.

publicado por Zé LG às 08:57
Uma óbvia constatação. Nunca anunciam que medidas internas tomarão. Um partido fechado à sociedade.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 08:59
No PCP não há autocrítica.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 09:01
Vão rolar cabeças.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 09:18
Contaram com o ovo no cu da galinha. Não se deram ao trabalho de elaborar um programa nem de fazer campanha. Agiram como quem supõe que tem as favas contadas, levaram com I m balde de água fria pela cabeça abaixo. Espero que ganhem juízo e apreendam que têm de evoluir.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 13:10
Em suma o " povo" é burro porque não votou no PCP. Se calhar como o PCP não muda, tem de mudar de povo.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 09:32
O tsunami rosa quase chegou a Évora.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 09:35
Até que enfim, não disseram que ganharam.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 09:44
Está a ser difícil, senão impossível aos partidos Portugueses sustentar bases ideológicas.
O que não deixa de ser normal, já que temos por normal a velocidade a que tudo hoje em dia sucede e que todos ultrapassa.
Passa tudo tão rápido que o futuro já está fora de moda.
É no entanto importante aproveitar estruturas já existentes para aglutinar e representar os cidadãos.
Neste aspecto, o PCP poderia tirar partido da sua essência reivindicativa e diversificar a sua acção.
Não há quem conteste, nem à direita, o papel importante do PCP na defesa dos interesses dos trabalhadores, mas já não chega.
Acho que o PCP tinha tudo a ganhar se para alem do já referido, se empenha-se fortemente na defesa dos direitos humanos (reneguem a Coreia e companhia), na defesa das minorias, na defesa do património histórico e cultural, da saúde, da educação, e, principalmente, na defesa do que vai ser a luta do futuro, a sustentabilidade, o ambiente, a natureza, a economia verde, etc, etc
Pós-Cumunista a 4 de Outubro de 2017 às 11:19
Empenhasse.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 12:13
Obrigado
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 12:17
Do alto da arrogancia e vaidade chegaram a dizer ao inicio que contra o paulo arsenio nao era preciso fazer campnha. looool
Falta de humildade
Joao a 4 de Outubro de 2017 às 15:44
Hoje depois de almoço, na Pastelaria Paula foi servido "vodka laranja", ao Zé Hilário e Vitor Picado, para ajudar a engolir o sapo. Pronto, já sei... são amigos de infância.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 22:09
Eishhhh ganda porteira.
Irão desculpar-me, mas se alguém fizer o obséquio de me explicar como é que um partido que reclama para si ser "O" representante do povo escreve uma coisa destas “uma interrupção na dinâmica e no projecto de desenvolvimento em curso e, sobretudo, uma perda para as populações”, pondo em causa a livre escolha das "populações", eu agradeço. Não cola.

Os maus momentos devem servir para nos colocarmos em questão, não para por fora de nós a culpa. O funcionamento em falso self ao serviço de uma organização tem o mesmo significado e as mesmas consequências que no singular. Não é bem, não é bom.
Ana Matos Pires a 4 de Outubro de 2017 às 22:53
Exatamente. Quando um partido com o património histórico e grandes responsabilidades políticas atuais emite um juízo desse jaez só pode significar desnorte do pensamento estratégico. Por muito menos (de 16,7% em 2013 para 16,97% em 2017) o PSD mudará de líder. A CDU, que desceu de 11,06% para 9,46%, não questiona os dirigentes?
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 23:14
16,07%, desculpem a gralha.
Anónimo a 4 de Outubro de 2017 às 23:15
ehehehheheh parafrseando Passo Coelho "trata-se de uma eleição local, não de uma eleição nacional". Não vá por aí.

(a que percentagens se refere, importa-se de me elucidar?)
PS: Sejam quais as percentagens parece que a coisa está a ser problemática eheheh http://www.mediotejo.net/abrantes-responsaveis-do-psd-brigam-devido-a-maus-resultados-eleitorais/
Tenho aqui lido e de forma repetida, este malhar em quem está no chão caído, que até me tem dado náuseas. E que pelos vistos não parece parar.
Já que alguns dos agora vencedores e seus apaniguados, têm aqui vertido os seus maus humores, como se este blog fosse um autentico muro não das lamentações, mas sim das suas iras e ódios viscerais.

Claro que toda a gente, incluindo os dirigentes, militantes e simpatizantes do PCP/CDU já perceberam pela leitura dos resultados, que o principal motivo da sua copiosa derrota em Beja, foi a personalidade/comprtamento e os anticorpos que J Rocha foi acumulando ao longo dos 4 anos do seu mandato.
Motivo e peço deculpa a P. Arsénio, por quem sempre tive muita consideração, mas sem dúvida que a sua eleição deveu-se mais ao que atrás referi do que ao mérito do seu programa eleitoral.

Mas o que interessa agora à cidade e à região é olhar em frente, e quem deve estar no centro da atenão e do debate politico é o executivo agora eleito, e não o bater no Rocha e nos comunas, como aqui repetidamente se faz.

Até porque no mandato do Rocha, foram dados muitos bons passos e tomadas medidas muito corretas, nomeadamente em termos de captação de investimentos na área industrial e na requalificação do centro histórico da cidade. Que aliás foi a sua imagem de marca dos anos em que esteve na autarquia de Serpa.

Esperemos é que o atual executivo prossiga nesse caminho e tenha o engenho e a arte de continuar o trabalho por ele inciado e se que previa ser de excelencia.
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 10:11
O resultado escrutinado pelo povo de Beja demonstra que não viu a tal obra de futuro que a CDU propalou. Não se trata de continuar a "bater no ceguinho", mas sim um debate cujas conclusões quiçá possam ajudar a CDU a corrigir alguns erros. Os motivos na razão das escolhas são muito diversos. Uns (muitos) escolhem as pessoas da sua simpatia, outros (poucos) elegem o programa que julgam mais adequado. Escrever um bom programa não é assim tão difícil. Com um pouco de imaginação e boa gramática. Mas a realidade dita a possibilidade de poder apresentar aos eleitores candidatos que "caiam no goto". A CDU fez o que podia...
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 11:23
Por outro lado, o PS apresentou pessoas simpáticas, um programa escorreito e legível, fez uma campanha de proximidade. Não venham dizer que não houve mérito.
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 11:28
É claro que o povo segue em frente. Mas a hipocrisia dos pantomineiros que durante quatro anos disseram mal do Presidente pelas costas e que agora lhe dão festinhas e beijos na face deve ser desmascarada. Adiante que se faz tarde.
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 11:37
Não sei se se refere a mim e ao comentário em termos genéricos que atrás fiz.
Não conheço pessoalmente J. Rocha.
Enoja-me é ver este malhar repetido e cobarde que aqui se lhe está a ser feito quase compulsivamente a quem já é do passado.
Como bem disse, adiante que se faz tarde, e quem deve estar agora no foco dos holofotes é o atual executivo socialistas.
Cá estaremos para ver e observar o seu trabalho e as suas decisões e atitudes.
Esperemos é que tal como fez o anterior de JPV, não assista calado, impávido e sereno perante certas decisões como foi o desinvestimento e ao previsivel encerramento do comboio em Beja.
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 12:18
Não era você a quem me referia. Está patente em fotos, publicadas na página do Diário do Alentejo no facebook.
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 12:54
Não foi por causa das decimas que o Passos foi á vida, foi porque não tinha estratégia, andava á deriva, estava á espera que o actual governo caísse , desvalorizou as eleições autarquicas, e teve resultados desastrosos em Lisboa e Porto. Senão entende isso....
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 12:17
Claro que foi por isso. Mas o contraste mantém-se: outros nem com perdas numéricas significativas questionam os estrategas.
Anónimo a 5 de Outubro de 2017 às 12:52
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