Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Jul 17

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As obras na Praça da República de Beja estão para breve e a intervenção que a Câmara Municipal tem programada para este espaço tem como objetivo voltar a colocá-la “como antigamente”, repondo o pavimento em calçada portuguesa.

As obras na Praça da República fazem parte da estratégia traçada pelo Município para Beja, a curto/médio prazo, de desenvolvimento do centro histórico. O que se pretende para este espaço foi revelado pelo presidente da Câmara, João Rocha, em novembro de 2016, na apresentação da estratégia para Beja a curto médio/prazo.

Repor o pavimento em calçada portuguesa como era antigamente, mantendo no entanto o piso plano sem passeios, é a intervenção que a Câmara Municipal tem prevista para a Praça da República de Beja e as obras deverão começar em breve.

publicado por Zé LG às 08:50
Claro..em calçada portuguesa😂😂😂😂
Anónimo a 24 de Julho de 2017 às 23:22
Uma verdadeira prioridade..colocar calçada portuguesa também na praça da República..porque será?
Anónimo a 24 de Julho de 2017 às 23:24
A pedra vem de ponte de lima?
Pato Imbecil a 24 de Julho de 2017 às 23:44
E ninguém diz a esse senhor Rocha que é um perfeito disparate o que ele quer fazer só por populismo e eleitoralismo? É uma aberração total preencher o centro da praça com calçada portuguesa.
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 00:03
Daqui a 4 anos tiram a calçada portuguesa e colocam outra qualquer, é preciso é gastar mais uns milhares, como se não houvesse outras prioridades. Antonio zé
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 01:40
Durante uma década os bejenses reclamaram dos materiais utilizados na praça da republica, agora que se vão voltar a aplicar os materiais característicos da antiga praça há uns engraçados que protestam por isso mesmo. Nós sabemos o que é que lhe dói! Se populismo e eleitoralismo é fazer as obras que a maioria da população reivindica, então viva o populismo!
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 08:53
E que dizer daqueles que apoiaram, em 2003, a destruição da Praça (releiam os argumentos) e agora defendem a reposição daquilo que antes odiavam?
Já alguém conhece o projecto para a Praça da República?
Devem pedir contas a quem anda a brincar com os dinheiros públicos
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 11:30
Quanto é que custou a obra da Praça/POLIS? Tal como afirmei na ocasião, não deveriam ter feito à Praça o que fizeram. Agora, são os do mesmo Partido que reconhecem o erro. Algo vai mal neste reino.
E reconhecer erros é crime?
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 15:29
Não é. Mas já alguém reconheceu publicamente o erro?
Mas quem é que tinha de reconhecer o eventual erro? Os actuais autarcas que não tiveram intervenção no processo? O Partido que então suportava o executivo, mesmo que como é normal não tenha tido interferência na solução adoptada? Os anteriores autarcas?
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 16:59
Assisti a alguns debates sobre o POLIS. Recordo-me perfeitamente dos defensores da solução que então foi adoptada. Alguns (muitos) andam por aí agora a defender o contrário do que diziam nos debates. Alguns têm responsabilidades autárquicas (e políticas) na actualidade. Mas o pior mesmo, é o silêncio...
Negócios de pedra... e o povo a dormir.
Joao a 25 de Julho de 2017 às 13:27
Se ao menos o João Espinho reconhecesse os erros por ele cometidos na embaixada na Alemanha já não era mau.
Anónimo a 25 de Julho de 2017 às 15:32
Além desses, os que também cometeu enquanto presidente da Associação de Pais da Mario Beirão...
Anónimo a 26 de Julho de 2017 às 00:53
Txêque parece que tem azogue nas unhas!
Anónimo a 26 de Julho de 2017 às 07:47
Não se esqueçam de acautelar os direitos de autor!... sim que as obras e os projectos têm autoria, e rosto!...à falta de informação mais rigorosa e ampla, parece-me um exercício algo artificial, e absurdo ao mesmo tempo, ou seja primeiro faz-se uma intervenção que faz tábua rasa do que existe, e passado poucos anos pretende-se repor uma pretensa "originalidade" do espaço que foi outrora a praça! Nada de mais errado! Qualquer dia derruba-se o castelo para edificar um qualquer mamarracho e a seguir lança-se um concurso para voltar a edificar um novo castelo "parecido" com o existente!...Incoerente e esquizofrénico!
Valentim a 26 de Julho de 2017 às 20:24
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