Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
01
Ago 14

Duas enfermarias do Hospital de Beja desinfestadas devido a ácaros do ambiente

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=3515

Ácaros obrigam a desinfestação no Hospital de Beja

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=4636

 

Afinal o que se passa no Hospital Distrital de Beja? Com frequência vêm a público notícias sobre o mau funcionamento do Hospital e a degradação dos serviços que presta. Cada vez mais, são mais as pessoas que dizem que procuram outras alternativas ao Hospital de Beja porque não existem especialistas ou não confiam nos que existem.

Há pouco tempo realizou-se uma reunião entre a Administração da ULSBA e o presidente da ARS do Alentejo e os autarcas, da qual foi divulgada uma acta que relatava os assuntos abordados mas não referia conclusões. Ou seja, ficámos sem saber se os problemas existentes vão ser resolvidos, como e quando ou se vão manter.

Só com uma informação correcta e com o envolvimento das populações será possível evitar a aparente progressiva desqualificação do Hospital. Cabe à Administração da ULSBA e aos autarcas assegurar a informação e aos autarcas o envolvimento das populações para que tal não se verifique.

publicado por Zé LG às 23:01
Quais artarcas? Os favores entre o poder local e o governo, através da mixórdia politica local que desde as eleições o PSD+PCP estão metidos no concelho, deixam margem de manobra para se ter a postura que o ZLG preconiza em defesa das populações?
Anónimo a 1 de Agosto de 2014 às 23:58
Faz falta um movimento independente de utentes, que exija mais informação e transparência.
Anónimo a 2 de Agosto de 2014 às 01:19
A única coisa que se passa no Hospital de Beja nada tem a ver com pragas de piolhos ou de åcaros .
JMSC a 2 de Agosto de 2014 às 23:01
enquanto se degladiam aqui com tretas deviam preocupar-se com a situação dos trabalhadores. porque não há quem diga qq coisa sobre a situação de escravatura que se vivencia diariamente nos serviços? Faltam Assistentes, faltam enfermeiros, as pessoas estão a fazer 10 e mais turnos seguidos, ninguém se atreve a atender um telefone quando está de descanso, não vá ser um pedido para ir trabalhar.
O que será preciso acontecer para que os do bunker do 6º piso façam alguma coisa? Que morra gente?
Spartacus a 3 de Agosto de 2014 às 23:56
Manuel Sobrinho Simões. "É preciso fechar hospitais e aumentar os centros de saúde"

O governo tem uma doença psicológica. E na sua área é incompetente, displicente e amador, diz o médico
Sobrinho Simões é professor, médico e investigador. Confessou-nos que não há pior derrota que falhar a patologia de um doente e diz que está a chegar uma vaga de novos-ricos que o preocupa: são os fundamentalistas antivacinação. Fala-nos do erro médico e aponta o dedo aos políticos e aos reguladores, incapazes de punir e premiar, e por isso de melhorar o Serviço Nacional de Saúde como um todo.
…….
Fiquei com a frase sobre os reguladores serem muito fracos...
Porque em Portugal há outro problema grave, que é o contexto: somos todos da mesma família. A classe dominante eram 5% ou 10% e fomos casando uns com os outros. Isto também torna a regulação difícil, porque há uma promiscuidade muito grande.

E na saúde?
É preciso fechar hospitais e aumentar os centros de saúde. Sei que quando escrever isto vai haver gente com vontade de me matar, mas conheço dezenas de cidades do Interior que têm hospitais que não deviam ter para as características que têm. Deviam ter centros de saúde muito bons, centros de saúde capazes de resolver os problemas até certo nível, e depois passar para os hospitais terciários. Depois devíamos ter cuidados paliativos e continuados. Os nossos hospitais deviam ser poucos mas muito bons e só para coisas muito especializadas. Por exemplo, há hospitais que só operam dois ou três cancros por ano e o que sei é que as pessoas que são operadas nesses hospitais são muito menos bem tratadas do que se fossem tratadas num hospital que tem dez ou quinze vezes mais operações. É claro que tem o peso da deslocação, mas vale a pena. As pessoas acham que é uma coisa economicista, mas não é, também tem a ver com a qualidade.
O utente sabe isso?
Não. O utente do que gosta é de ter uma unidade ao pé da porta. Como se fosse possível. E a grande aspiração do político é um tipo de bata branca em cada esquina. Mas não pode ser.
Falar claro a 2 de Agosto de 2014 às 11:00
Estas opiniões do meu Exmo. Colega não se aplicam a Beja.
Munhoz Frade a 2 de Agosto de 2014 às 13:42
E o principal motivo porque não se aplica, são os tachos políticos em jogo. Que de tantos serem, exigem que o hospital tenha serviços e uma envergadura tal que os justifique. Além da visão hospitalocentrica da saúde, que é uma doença de cura assaz difícil.
Quanto à qualidade, trata-se de um desidrato de somenos importância no meio de todos os interesses envolventes.
Anónimo a 3 de Agosto de 2014 às 12:11
Claro , claríssimo que se aplica porque estamos numa Ulsba que deve ter cuidados de saúde integrados .

Anónimo a 3 de Agosto de 2014 às 12:39
Não vale a pena vir outra vez com o chavão estafado do hospitalocentrismo. Conceber a integração de serviços e funcionalidades não significa que o hospital seja ao mesmo tempo um centro de saúde e vice versa. Disparate.
MF a 3 de Agosto de 2014 às 14:08
Ó Sr., não se desidrate! Essa sua conversa é uma seca! Você repete bocas, mostra q não percebe nada de organização. Não é um problema de número de cargos, mas sim de competência para os preencher, o q até agora os caciques nunca quiseram.
Desideratum a 3 de Agosto de 2014 às 14:04
Tem toda a razão o Desideratum quando refere que os caciques locais nunca quiseram o preenchimento de cargos para gerir o Hospital , considerando os saberes e competências para o desempenho dos mesmos . Não tem havido interesse local em dar um "empurrão" na "coisa pública" com uma equipa forte pelas suas características de gestão , ao invés das suas características de proximidade /"mãos dadas" aos efémeros políticos locais que de momento em momento vão surgindo entrelaçados em variados interesses pessoais/locais.
Rita a 3 de Agosto de 2014 às 17:35
Mas não acham que essa história da mediocridade política tem que ter um fim ? O dinheiro está a acabar-se e não estica !
AJSM a 3 de Agosto de 2014 às 19:07
Enquanto os medíocres tiverem o caminho livre, até nas abóboras se sentarão, sentindo-se os maiores!...
Desideratum a 3 de Agosto de 2014 às 19:58
Hospitalocentrismo um chavão?
Por favor.
Anónimo a 3 de Agosto de 2014 às 21:17
Os próprios utentes do SNS tem uma cultura hospitalocentrica .Entre os profissionais de saúde o termo está muito em desuso .
Anónimo a 3 de Agosto de 2014 às 22:00
E quem é que disse que o grave problema do hospitalocentrismo é só e da única responsabilidade dos pro
fissionais ... dos hospitais?
O que se disse aqui e muito bem, é que se trata de uma autentica "doença". Causada por múltiplos factores que se intricam de forma a que seja muito difícil embora necessário e imperioso o respectivo tratamento.
Sob pena de que não haja não só dinheiro para a continuar a manter, como não contribui da melhor forma para os objectivos que se pretendem alcançar - a saúde e o bem estar da população.
Anónimo a 3 de Agosto de 2014 às 22:38
pois, diria eu!
a conversa do costume, algumas verdades, bocas soltas, os papalvos do costume, e apenas nada mais do que da ultima vez!
Já repararam que periodicamente alguém, alguns tentam atear o fogo purificador e que ele teima em não pegar?
Porque será? Pensarão que são, estão imunes? um dia vão ser vocês, a vossa família, alguns dos que por aqui deambulam já sofreram na pele, e o seu silencio não ajudou em nada à melhoria dos cuidados, antes pelo contrario!
A verdade foi mais uma vez aqui dita, os países na crista da onda tem muitos centros de saúde, e não tem hospitais em cada esquina, isso não é qualidade! A qualidade não se vê pela quantidade de hospitais, mas pelo numero de pessoas que a eles não acorre. para se fazer bem precisa de se fazer muitas vezes, não de vez em quando, quando se faz de vez em quando sai m...! E na ULSBA cada vez se faz mais de vez em quando..
não há que ter medo de remodelar serviços, valências, não podemos ter especialistas para tudo na ulsba, perdem o ritmo, perdem a carruagem do conhecimento, são humanos apesar de tudo; e quem paga? os otários!
o Munhoz vái dizer que é demagogia, mas é a verdade nua e crua, não podemos continuar a alimentar um grupo de corporativistas, servir interesse pessoais, não podemos continuar a ser os meios para atingir fins menos claros, ou talvez claros de mais!
Estamos entregues a um grupelho que reflecte a mediocridade dos políticos da região, pouco ou nada percebem de saúde, e sabe-se lá de que percebem, mas que paulatinamente vão dando cabo do pouco que resta.
não adormeçam, bajulados pelas cantigas da PCA, as coisas estão bem mal no BES da ULSBA, depois não digam que ninguém avisou!
Paspalho a 3 de Agosto de 2014 às 23:45
podias era ter avisado que avia piolhos, parece que há uma praga, também não admira, piolhosos tem necessariamente piolhos
Piolhoso a 3 de Agosto de 2014 às 23:56
Então os piolhos já chegaram ao sexto piso ? E aquela malta ainda não fugiu de vez? Se não fugiu , devia...porque não sabe o que está lá fazendo , principalmente a que mais devia saber.. Continua a não saber para que servem os AH.
Toca a 5 de Agosto de 2014 às 15:13
Ó Paspalho! Acusar o Munhoz de corporativo só pode ser piada.
Bzzz a 3 de Agosto de 2014 às 23:56
Um hospital em cada esquina? Quantas esquinas tem Beja?
Remodelar Serviços em resultado de análises de resultados seria bom. Pelo contrário, o que a administração da ULSBA tem querido fazer é ajustar o hospital às ambições de alguns. Poucos e poucochinhos.
Xico a 4 de Agosto de 2014 às 00:02
Oh, Paspalho , mas você quer converter o Hospital em Centro de Saúde ? Mas o investigador Sobrinho Simões não disse isso na entrevista que deu . cuidado com as interpretações ! E analogias ! Não acha que nesta região precisamos de ter um hospital forte nas valências médico-cirúrgicas , fazendo bem feito aquilo que devemos ser capazes e dando resposta a nossa casuística ?
Anónimo a 4 de Agosto de 2014 às 12:25
Sr. Anônimo das 22:38. Já se deu ao trabalho de saber como se deve quantificar a proporção certa para distribuir o orçamento de modo equilibrado, entre os vários níveis de cuidados públicos de saúde? Muita da atividade de pervença feita nos centros de saúde vai causar despesa nos hospitais. Como pensa que se fazem diagnósticos precoces? Acha que os exames são baratinhos? Ou será preciso reforçar as verbas dos centros de saúde para que se ensinem as pessoas a ter estilos de vida saudáveis, para que ensinem as pessoas a saber comer saudável? Esse ensino não deve ser feito nas famílias e nas escolas? Acha que se pode continuar a cortar verbas aos hospitais? Acha que esse dinheiro não faz falta para tratar os doentes? Hospitalocentrismo é um papão para entreter pacóvios.
Desideratum a 3 de Agosto de 2014 às 23:54
O q é preciso é colocar a admnistracao na rua! tanta inncompetência junta é demais! É desmotivante trabalhar assim! Acss, Ers , Dgs etc Façam alguma coisa!
Anónimo a 4 de Agosto de 2014 às 02:28
Sim, com este CA na rua e um lá do PS. Tudo mudaria.
Só que ... seria para melhor?
Duvido. E muito.
Anónimo a 4 de Agosto de 2014 às 08:41
Mudaria para melhor, se não fossem uns quaisquer, só por serem de outro partido. Julgamos que os competentes dariam as mãos em prol do bem público, mesmo sendo de diferentes partidos. Porque havemos de considerar uma fatalidade o velho rotativismo?
Cidadão utente a 4 de Agosto de 2014 às 17:39
Aceitar o velho rotativismo como fatalidade nunca foi obstáculo para os oportunistas, que vão apoiando agora uns, depois outros, sempre os que estiverem no poder. Os profissionais deviam ter uma palavra a dizer no processo de escolha dos dirigentes. A decisão passa-lhes ao lado, e quem é escolhido raramente é o melhor.
Spartakus a 4 de Agosto de 2014 às 18:03
É desmotivante mesmo trabalhar no hospital de Beja, eu que ía trabalhar todos os dias com gosto, actualmente estou muitas vezes de baixa, porque, cada vez ganhamos menos e somos comandados por bestas!
Anónimo a 24 de Agosto de 2014 às 13:19
Sim. O problema é mesmo esse do "rotativismo" sic.
Que aliás já tem barbas no nosso país, pois era assim no século XIX. Com todas as consequencias negativas que daí nos advieram, aindfa hoje.

Acaba por ser apenas a versão soft de qualquer ditadura no sentido em que são sempre os mesmos que para lá vão. Com os aspectos negativos de que quem lá está no momento empurra as culpas do estado lastimosos das instituições sempre para os outros. E estes quando lá chegados, fazem extamente o mesmo.
Logo a culpa das incompetencias para não ir mais longe, dos dois lados, acaba por morrer solteira.
ENGENHEROS, hem?
Anónimo a 4 de Agosto de 2014 às 19:22
Estranho como o epiteto de Hospitalocentrico mexe e incomoda tanta gente.
Porque será???
Anónimo a 5 de Agosto de 2014 às 11:56
OK. Explique-se (novamente) o termo hospitalocentrismo. Nos alvores da criação do SNS, assim se designava a concepção de quem se opunha à criação dos Cuidados de Saúde Primários (os Centros de Saúde). A utilização atual desse termo não faz sentido. A não ser que seja utilizado como papão, contra quem se recusa a aceitar que se depauperem os hospitais públicos. O SNS precisa ter qualidade tanto nos Centros de Saúde como nos hospitais. Portanto, deixem-se desses chavões que resultam em pôr uns contra os outros. De resto, os conceitos integradores tem a potencialidade de acabar com a velha pecha de os diferentes níveis de cuidados estarem de costas voltadas, quando o que é necessário é uma cultura de cooperação. O que não se cria por via burocrática. E muito menos espartilhando financeiramente os serviços.
MF a 5 de Agosto de 2014 às 14:48
MF: Trata-se apenas de um debate descomprometido, pelo que a última coisa que pretendo é que se torne numa querela sem sentido.

Mas, assim sendo, porque é que então um médico como Sobrinho Simões levanta o agora este problema?
E mais, em que o Hospital de Beja encaixa e de que maneira naquilo que ele pretendeu dizer.

Será que se trata de mais um reacionário, ou um vendido ao sistema capitalista ou ao poder politico?
Não. Se há exemplo de médico honesto, funcionário público, competente, correto, descomprometido com a politica e os partidos e dedicado à causa da medicina e dos doente. É ele.
Então porque é que dá uma entrevista e levanta este problema?
Porquê?
Anónimo a 5 de Agosto de 2014 às 15:59
Levanta o problema e bem e não é o primeiro , nem o facto constitui novidade . Mas é necessario entender e discutir seriamente estes assuntos . O problema não é levantado para ser aplicado à ULSBA . Tem que ser entendido no todo do SNS .Não faria com certeza sentido um Distrito como Beja ter somente bons Centros de Saúde ! Não significa que não tenha que os ter , de modo a que o Hospital preste tão somente cuidados especializados , aqueles que sabe e para os quais tem que se treinar e manter Know How específico investindo em saberes . Certo é. que muita coisa deve mudar , considerando logo que uma boa direcção clínica é
indispensável para que a gestão do topo faça isso mesmo para que é nomeada : elaborar e aplicar um plano estratégico ,envolvente , inovador nos seus conceitos de integração de cuidados , inserido numa nova dinâmica para o SNS ( não esquecer aqui o subjacente na entrevista de Sobrinho Simões )
no Alentejo .
Olhos nos Olhos a 5 de Agosto de 2014 às 17:14
Olhos nos olhos: qual o significado de tomar como pertinente, a considerar como estimulante para o debate, análise e procura de soluções, uma iniciativa de alguém distante da nossa realidade, quando se anatemiza o próximo que o faz?
Cara-a-cara a 5 de Agosto de 2014 às 18:56
Somente veio ao acaso como resposta a outros que acharam oportuno para debate . De facto não se justifica ir procurar para debate interno uma opinião global de uma entrevista de um a sumidade nacional , aqui pouco enquadrável .
Olhos nos Olhos a 5 de Agosto de 2014 às 19:36
Quando nestes fóruns abertos se lançam temas e questões, o que curiosamente se assiste é que aparecem alguns a dispersar o assunto com pequeninas coisas. Os que podiam dizer alguma coisa consistente nada dizem, ou usam conversas ambíguas. É preciso romper inibições, criar hábitos de debate livre e sério. É preciso vencer o medo que grassa entre os profissionais da ULSBA.
Spartakus a 5 de Agosto de 2014 às 21:41
Debates no blog alvitrando , devem estar a brincar .
Anónimo a 5 de Agosto de 2014 às 22:16
Onde acha que podem ser feitos?
Anónimo a 5 de Agosto de 2014 às 22:20
Não sabe onde se debatem ideias ? Eu relembro: fóruns , colóquios , congressos , encontros , conversas de fim de tarde...
Depois podemos escrever artigos , papers , livros , sebentas e apresentações variadas...
Anónimo a 5 de Agosto de 2014 às 23:00
pois é. a administraçao da ulsba podia promover esses foruns...
Anónimo a 6 de Agosto de 2014 às 00:04
Acha? A administração da ULSBA a promover fóruns ? Deve estar também a brincar ou então não conhece nada da casa? agora nesta fase do campeonato ! Não o fizeram , nem esta nem outras. Iam promove-los agora no final do mandato e se prevê a dança das cadeiras? Só se a Presidente quisesse brilhar mais um bocadinho , pondo o disco a trabalhar como fez no fórum e debate da saúde promovido pela Câmara de Moura. E parece que foi muito apreciada dizem os que lá foram debater ideias.
Anónimo a 6 de Agosto de 2014 às 10:08
Os "rotativistas" não estão interessados num debate desses. Apenas lhes interessa a dança-das-cadeiras.
Anónimo a 5 de Agosto de 2014 às 19:06
Aos "rotativistas"interessa-lhe a dança de cadeiras e os ácaros nas enfermarias por má gestão da limpeza . Folclore !
JMSA a 5 de Agosto de 2014 às 19:43
limpeza? e isso existe no hjjf?
existe sim mais um compadrio, mais una empresa que se faz pagar principescamente, que não cumpre o caderno de encargos descarademte desde o inicio do contrato , FACTO QUE AADMINISTRAÇÃO CONHECE, e nada faz, e assim se vai o dinheiro que depois não ha para pagar material, contratar pessoal, ou estou a dizer mentiras senhores do C:A:??
Ácaro a 15 de Agosto de 2014 às 08:58
E o Hospital paga a uma Administradora para gerir esta empresa . Grandes profissionais , estes administradores da ULSBA .
Martins a 15 de Agosto de 2014 às 11:45
Pelo retrato da PCA calcula-se o restante elenco . Quantos inúteis são? A quantos o erário público paga?
Piolho a 15 de Agosto de 2014 às 21:14
O retrato que aqui fazem é o de um beco sem saída.
Ateniense a 15 de Agosto de 2014 às 22:25
Isso há sempre saída. Nem que seja a pior...
Anónimo a 16 de Agosto de 2014 às 09:49
não paga a uma, paga a uma data de gente para tratar da limpeza:
* 1 administradora
* 1 encarregado
* 1 membro do C.A.

e nem o caderno de encargos conseguem fazer cumprir
ótário a 17 de Agosto de 2014 às 22:46
Aos "rotativistas"interessa-lhe a dança de cadeiras e os ácaros nas enfermarias por má gestão da limpeza . Folclore !
JMSA a 5 de Agosto de 2014 às 19:44
Meu caro anônimo das 15:59. Opiniões de distintas personalidades há muitas, de sentidos opostos. Cada um selecciona as que lhe convém citar para suportar o seu próprio ponto de vista. Mas o argumento de autoridade vale pouco. Ao longo de décadas temos sofrido as consequências de decisões centrais que em nada se ajustam às nossas necessidades locais. A resolução das nossas carências de interioridade e periferia não pode ser tomando medidas que foram desenhadas para outros contextos. No caso da "nóvel" teoria deste iluminado investigador, mais me parece um exemplo da teoria geral dos supermercados.
M. F. a 5 de Agosto de 2014 às 17:54
Reforma hospitalar fica para as calendas

… Dito de outra forma: a portaria 82/2014 que estabelece os critérios para classificar os hospitais públicos, e que tem provocado acesa polémica, porque, lida à letra, implica o fecho de vários serviços e especialidades hospitalares, não determina as valências concretas que cada unidade deverá disponibilizar, salienta. Esta classificação hospitalar será “operacionalizada através dos contratos-programa com o hospital e o respectivo plano estratégico” e nesta equação vão entrar não só localização geográfica e as acessibilidades, mas também o nível de especialização, os equipamentos pesados, os recursos humanos e a procura potencial, além da interligação de cada unidade com outros estabelecimentos, os chamados centros de referência, segundo o documento.
A controversa portaria foi publicada em Abril passado para cumprir o calendário da troika que, no memorando de entendimento, destacava a reforma hospitalar como uma das mais importantes medidas na área da saúde.
O eventual fecho de serviços vai, então, ter que ser concretizado pelo próximo Governo? “São medidas que queremos que sejam tecnicamente correctas, devem passar pelos governos, nós próprios fomos buscar medidas que vinham de trás”, responde Jorge Penedo. Mas há ou não há serviços que vão fechar? “Essa é uma pergunta política, não técnica”, retorque.
JP 13.08.14 link
Rita a 15 de Agosto de 2014 às 20:51
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