Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
30
Mar 17

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Na sequência da reunião do conselho de ministros de hoje, dia 30, o Governo aprovou, sob proposta do ministro das Finanças e da Saúde, os nomes propostos para o conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (Ulsba). Maria da Conceição Lopes Baptista Margalha, José Aníbal Fernandes Soares, José Manuel Lourenço Mestre, António Sousa Duarte e Joaquim Manuel Brissos foram nomeados para os cargos de presidente e vogais executivos, respetivamente. Todas as nomeações receberam parecer favorável da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (Cresap), faltando ainda um nome a juntar a este grupo, o de um dos vogais, que deve ser proposto pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (Cimbal).

publicado por Zé LG às 22:40
Tantos engenheiros e doutoras...
Anónimo a 1 de Agosto de 2017 às 12:19
Tanta dor de cotovelo...
Anónimo a 1 de Agosto de 2017 às 13:09
E o pé não dói também?
Anónimo a 1 de Agosto de 2017 às 15:40
Engenheiros só o Mestre.Depois o substituto Pascoa que é o capanga do outro.
Anónimo a 3 de Agosto de 2017 às 08:47
Capanga? De qual outro?
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 12:48
Enquanto aqui se entreteem com mexericos e intrigalhada, o Dr. Munhoz faz política de alto nível...
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 13:02
Política de alto nível? !
Essa só pode ser para rir. Então o Sr.está reduzido à sua insignificância. ....
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 13:56
Estão distraídos a olhar para o umbigo...
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 14:22
Os medíocres querem neutralizá-lo mas não conseguem. O homem tem uma bagagem que nem suspeitam.
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 15:09
Mas é um lobo solitário.
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 15:42
Por isso vai ficando para o fim... Mais velhos ou mais novos, todos se foram arranjando... Um é "senador", outro "imperador", quem diria que eram do contra?...
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 16:30
Então ainda não sabe que ele é um dos promotores nacionais do Manifesto "Pela Nossa Saúde, pelo SNS", que está a ter grande repercussão?
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 17:40
Um pedreiro-livre nunca é insignificante...
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 20:15
M. Frade mão tem chance alguma contra o seu próprio partido.
Veja-se o que está a acontecer com o deputado Pedro do Carmo.
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 22:39
Você não percebe um boi do que está a acontecer, anónimo das 22:39!
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 22:42
M. Frade é costista.
Anónimo a 4 de Agosto de 2017 às 22:57
Quem não percebe boi disto, é o próprio M.Frade. Que não entende de forma alguma que está na prateleira e há muito tempo. E não ganha nada em ser costista ou deixar de o ser.
Embora eu lhe reconheça mérito e continue a gostar de ver aqui ver o seu apego em defesa do SNS e do hospital.
No entanto, as verdades são para ser ditas, por mais que custe admiti-las, como é o caso.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 09:36
Uma verdade que alguns não querem admitir é a capacidade dele para não estar "na prateleira", de onde os medíocres não querem que saia. Mas é evidente que fora deste mundo mesquinho do Hospital de Beja, o seu valor é solicitado.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 10:05
Independentemente da consideração pessoal. Mas como é certo e sabido que os partidos secam tudo à sua volta e sabem muito bem isolar quem não lhes interessa.
Já agora tinha curiosidade em saber. Solicitado por quem?
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 10:11
A ostensiva ostracização com que tem sido visado só prova o seu valor.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 10:27
O que pode ele ambicionar? Paga o preço de ser independente...
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 10:37
O Ministro da Saúde está de boa saúde e recomendam segundo mandato.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 10:43
Se está de saída do atual mandato, recomenda-se, para um hospital privado...
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 10:49
Com ou sem saída do ministro, ir aos hospitais privados é que estão a dar. E nem expertos como M. Frade e as suas estratégias, o conseguirão impedir.

Aliás não há sector algum da nossa economia em que o triunfo do capitalismo foi tão retumbante como no da saúde.

E além da natural evolução da sociedade, só se deve a um único factor. A livre escolha de cada cidadão dos seus cuidados de saúde.
Logo trata-se de uma ferroada de todo o tamanho nos ideólogos de "esquerda", isto porque são eles mesmos, que sempre que podem é ao sector privado que recorrem.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 11:16
Essa da livre escolha é uma grande treta. Quem não tem ADSE tem de pagar muito para poder ter essa alternativa. E quanto ao pretenso sucesso, se esses tais hospitais privados não tivessem a garantia dessa clientela (os beneficiários que custeiam a ADSE), sucessivamente dada pelos Governos, estariam às moscas...
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 11:39
Mas têm e estão cheios de gente.
Contra factos, não há argumentos.
E esta, hem?
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 18:10
E ainda dão lucro,outro facto!
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 18:20
Que o presidente da distrital do PSD não venha com essa da livre escolha da privada, que essa era a tese favorita do homofóbico gentil-homem contra o SNS.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 11:59
Ah ah ah, no pacote!
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 12:08
Continuam-se a cometer erros grosseiros qdo se compara público e privado em Saúde, há já uns anos escrevi o que mantenho "Outros dois aspectos que têm sido demagogicamente defendidos dizem respeito à defesa do implemento na concorrência entre público e privado como factor de poupança e do pagamento diferencial dos actos médicos na altura do acesso de acordo com os rendimentos. A ideia de que a concorrência seria mais favorável que a complementaridade assenta no mito de que os dois sectores têm os mesmos direitos e obrigações, o que é falso. A outra falsa questão determina uma perda da equidade e perverte o princípio da universalidade do serviço, estigmatizando a desigualdade: os mais ricos já pagam mais no acesso à saúde através dos impostos." http://jugular.blogs.sapo.pt/3313882.html
Nem mais! A panaceia neo-liberal aparece sempre com um discurso demagógico, disfarçando a voracidade pelos lucros chorudos à custa de quem não tem condições de mercadejar...
Concorrência com clientela convenientemente assegurada e afugentado das unidades públicas, cuja tecnologia se deixa obsoletizar, menor exigência de cumprimento de padrões de qualidade, enfim, um fartote! Isto é um tipo de "mercado" em que não há concorrência em igualdade de condições, mas sim um proteccionismo. O Estado, tomado por traidores comprados para proteger os falcões...
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 14:22
Os encargos que as famílias têm com a saúde,encargos privados com a saúde, são hoje bastante mais elevados.Têm crescido com a oferta privada fruto de acordos com todos os subsistemas, nao só a ADSE, mas também porque a insatisfação com o público,hospitais e médico de família,é notória ao nível sobretudo de uma classe média, até mais letrada. O SNS abriu uma janela de oportunidade, motivada por políticas públicas de menor investimento quer em infraestruturas /tecnologias quer em gestão qualificada /avaliada das suas unidades de saúde.Optou,regra geral pela politizacao dos órgãos de gestão.E o sector privado aproveitou,e bem,
essa janela de oportunidade. Aparenta uma resposta muito mais eficaz à procura específica,aos seus clientes que conhece bem .Depois paga razoavelmente bem aos profissionais,sobretudo médicos,até os escolhe,e tenta mantê-los satisfeitos.Ja quanto à eficiência no uso dos recursos publicos,público versus privada, os estudos são mais exigentes e a avaliação que possamos fazer não é imediata,pois há que avaliar muitos outros factores, além da resposta eficaz e de satisfacao para o utente.
E neste contexto de despesas crescentes das famílias com a saúde e dos encargos por transferência do sector público e ou convencionado para o privado, que deve ser,ou nao?,repensado o modelo de prestação de cuidados de um SNS que se quer conforme constitucionalmente consagrado.
As críticas que têm surgido ultimamente,têm ainda mais razão de ser quando estamos num território onde o hospital privado não está ali ao lado,quando não se trata de uma simples consulta ao Otorrino,ao Dentista,ao Pneumologista, e por aí adiante. Sim, quando precisamos de um diagnóstico correcto o mais rápido possível, temos a tal dor no peito,..ou ainda quando necessitamos de cuidados permanentes pré e pos hospitalar.E em qualquer destas situações podemos não ter a oferta pública adequada às nossas necessidades.Tambem porque essas necessidades do bem saúde,não são igualmente percepcionadas pelos diferentes utentes.Sabemos que a satisfação/percepção dos Cuidados prestados ou a prestar varia na razão inversa do grau de literacia.Entao em território, onde a oferta privada ainda não proliferou por qualquer canto,não tem procura suficiente para se manter quanto mais para lucro, e perante a necessidade manifesta estamos todos em igualdade de circunstâncias,os mais ou menos letrados,os mais ou menos capacitamos economicamente, os subsistemas e os SNS.E julgo que o momento é preocupante perante as necessidades dessas populações,não só quando manifestas mas mesmo quando não são percepcionadas por cada um.
Em gíria, quem não quer ter una resposta eficaz quando vai com uma forte dor no peito, ou já sem falar,na barriga ...ao hospital?
Todos queremos ter um médico,um serviço,em quem depositemos toda a confiança.
E isso nem sempre acontece hoje no hospital público.E essa percepção é tanto mais válida quanto maior for o grau de literacia, o conhecimento das coisas.Como podemos confiar num serviço de médicos desmotivados porque os diferentes sistemas de pagamentos e outros a isso conduzem?
Como podemos confiar num serviço cujos equipamentos estão há muito ultrapassados,que nem um exame de TAC ou uma ecografia ou um dopler pode ser técnico e honestamente avaliado por um médico? E daí,temos que fazer no privado,porque internamente não há resposta adequada.
Como podemos confiar num serviço que não cativa profissionais e os que forma, deixa-os partir ...quando se reformarem alguns e partirem todos ficamos sem serviço!
E quanto às patologias cardio vasculares,as primeiras do Distrito,que resposta podemos ter?

São estas as preocupações/as questões que devemos colocar ao serviço público,mais fortes ainda num território em recuo demográfico,sem atractivos para a oferta privada de saúde,a crescer no litoral e nas grandes capitais.
PDS a 5 de Agosto de 2017 às 16:37
Ó PDS, venha daí essa Clínica!
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 17:24
Só na ULSBA.
PDS a 5 de Agosto de 2017 às 18:01
Mas que Clinica? É alguma coisa nova e privada que já por cá anda?
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 20:38
Parece...
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 20:54
Ó malta, não espantem o PDS, que ele parece ser novo neste blogue. Parece não saber que aqui já se escalpelizou o problema da ULSBA com bastante detalhe.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 18:16
O PDS está habituado a esquecer ou a memoria já o atraiçoa .
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 18:38
Sabem o que vale o público.O pior é se a dor de lado é muito forte.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 14:57
É o público que forma bons profissionais.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 15:03
"Algumas notas sobre o "sentido de oportunidade":
1. Reafirma-se que somos apoiantes da atual convergência governativa, desde a primeira hora.
2. Desde logo nos prontificámos a contribuir para a reformulação estratégica da política de saúde. Destaco o célebre artigo do Prof. Cipriano Justo, "Valsa a quatro tempos". Eu próprio enderecei ao ministério uma proposta de estratégia para a Unidade de Saúde em que trabalho. Muitas outras contribuições se verificaram, de muitos membros que integram este grupo que agora se une na presente iniciativa.
3. Este movimento de cidadania é também a procura da possibilidade de cativar a receptividade para propostas de alternativa à esquerda. É também resultante da constatação de que o Ministério da Saúde do Governo que apoiamos não tem sido receptivo às sugestões apresentadas, quer por vias institucionais, quer publicamente.
4. Rejeita-se, pois, qualquer tentativa de colagem desta iniciativa - o Manifesto Pela Nossa Saúde, Pelo SNS - a objetivos táticos da oposição. De resto, bastaria reparar no silêncio satisfeito que nessas bandas tem havido quanto às grandes linhas da política de saúde desenvolvidas nos primeiros anos da presente legislatura - continuidade austeritária e facilitação do setor privado."
(José Frade)
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 09:06
Manifesto
Pela nossa saúde, pelo SNS
A razão de os signatários se dirigirem aos portugueses decorre da análise que fazem da actual situação no sector da saúde, a qual, quase a meio do mandato do governo, permanece sem sinais de mudança que alterem a natureza do modelo de política de saúde, promovendo a saúde dos portugueses, reabilitando e requalificando o Serviço Nacional de Saúde. O qual dificilmente se verificará sem a contribuição activa dos actores sociais e políticos das comunidades.
O sistema público de saúde carece do financiamento ajustado à sua missão: promover a saúde, prevenir e tratar a doença. Sem essa condição não só o SNS vai definhando, vendo reduzido um dos seus principais valores, a cobertura universal, como as respostas que vai dando são canalizadas quase exclusivamente, e já em condições precárias, para o tratamento da doença e para contribuir para o florescimento da prestação privada. Em seis anos (2009-2015) a despesa pública da saúde diminuiu 21%, tendo passado de 6,9% para 5,8% do PIB. Os signatários tomam, por isso, como referência a despesa verificada em 2009, que foi de 9,9% do PIB, um ponto percentual acima do verificado em 2015. Além disso, percentagem do financiamento público dos cuidados de saúde prestados à população é desde 2014 das mais baixas da Europa a 28 (66%).
O diagnóstico que melhor caracteriza a saúde da população é dado pelos seguintes indicadores-chave. (1) com 70% de esperança de vida saudável (2015), os portugueses tinham o mais baixo valor dos países do sul da Europa – Espanha, França, Itália e Grécia; (2) com 32% de esperança de vida saudável aos 65 anos, os portugueses ficam bastante aquém dos valores daqueles países; (3) no grupo etário 16-64 anos só 58% da população considerava que a sua saúde era boa ou muito boa, quando na Grécia ou em Espanha é superior a 80% (2015); (4) no grupo com mais de 64 anos aquela percepção é de 12%, sendo em Espanha e França superior a 40%; (5) mais de 50% da população tem excesso de peso; (6) em 2016 verificou-se o maior excesso de mortalidade da década, correspondente a 4 632 óbitos.
Nos setenta e sete hospitais da rede pública, cerca de 800 000 utentes aguardam com excesso de espera uma primeira consulta hospitalar, correspondendo a 30% das primeiras consultas realizadas em 2016. Esse excesso varia entre 2 e >800 dias. Mais de oitocentos mil portugueses não têm médico de família atribuído. Entre 2014 e 2016 verificou-se um aumento de 529 000 urgências.
Esta situação é já bastante preocupante. Continua a insistir-se num modelo de política de saúde exclusivamente orientado para o tratamento da doença e centrado nas tradicionais instituições de saúde. Quando a regra é ser-se saudável e a excepção é estar-se doente, a quase totalidade dos recursos são canalizados para a excepção, embora a promoção e a protecção da saúde sejam as intervenções que mais contribuem para melhorar o bem-estar das pessoas e das comunidades, e a estratégia que torna os sistemas de saúde sustentáveis. Do que se trata, por isso, não é de medidas avulsas que dificilmente se articulam entre si, mas de uma reforma que integre cuidados hospitalares, cuidados continuados, cuidados de saúde primários e intervenções em saúde pública, que inclua os actores formais e informais das comunidades locais e que incorpore o melhor conhecimento científico disponível.
Mas mesmo quando se trata da prestação de cuidados na doença, as limitações ao acesso mantém-se como o maior obstáculo aos serviços de saúde no momento em que são necessários, com as consequências negativas daí decorrentes para a condição dos doentes. Os tempos de espera inadmissíveis são disso a melhor evidência e o crescimento da afluência às urgências o pior sintoma da disfunção que reina no sector.
O excesso de mortalidade, verificado sobretudo entre a população idosa e durante o verão e o inverno, quando se verificam temperaturas mais extremas, exige que os cuidados domiciliários sejam mais frequentes e que tanto as autarquias como os serviços de segurança social façam um acompanhamento de maior proximidade respondendo às necessidades de cuidados de conforto que nestas alturas são particularmente sentidas.
No que se refere ao sector privado exige-se que a sua regulação se faça do lado do cumprimento de critér
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 15:35
No que se refere ao sector privado exige-se que a sua regulação se faça do lado do cumprimento de critérios de ordenamento das instituições de saúde, que a certificação inclua o preenchimento dos quadros de pessoal com a diferenciação ajustados à sua missão, às valências e ao volume de produção previsto, e que a demonstração dos resultados de gerência sejam obrigatórios e públicos.

As várias greves do pessoal da saúde – médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e outros trabalhadores -, em que se verificou tanto uma grande adesão desses profissionais como uma considerável compreensão por parte da população, representam sinais que devem ser entendidos e interpretados como manifestações críticas da situação que se está a viver no sector.
Os promotores deste Manifesto têm uma longa história de intervenção cívica e de defesa do Serviço Nacional de Saúde. Muitos deles são seus profissionais, contribuíram para que ele se implantasse nos primeiros anos da sua criação e bateram-se por diversas vezes contra os ataques que lhe foram movidos. Não estão, por isso, dispostos a assistir ao seu progressivo definhamento. Se, como é defendido, o SNS representa um dos mais relevantes serviços que a democracia tem prestado aos portugueses, então há que proceder à sua reabilitação e requalificação, alterando substancialmente o sentido da política de saúde. Passados 38 anos da sua criação, o SNS não pode ficar imóvel e alheio aos desafios que lhe são colocados. Nesta exigência estamos acompanhados pelos mais prestigiados peritos na matéria, como Ilona Kickbusch, David Gleicher e Hans Kluge da OMS, e Nigel Crisp, coordenador da Plataforma Gulbenkian Health in Portugal.

Por isso nos dirigimos também a todas as organizações partidárias que subscreveram os acordos de 10 de Novembro de 2015, na expectativa de que sejam sensíveis a esta necessidade inadiável e tomem as decisões que a situação descrita exige. Esta política de saúde já mostrou que não está a responder ao que é exigido de um governo que se afirma empenhado em dar uma orientação de esquerda às suas políticas sociais. Está, por isso, nas mãos da actual maioria parlamentar iniciarem o processo de mudança da política de saúde.
Anónimo a 5 de Agosto de 2017 às 15:36
O que se passa na ulsba, com os serviços sem recursos de enfermagem???
Como é possível entrar-se em ruptura desta forma?
Anónimo a 9 de Agosto de 2017 às 19:19
Muito fácil e imediata a resposta. Na ULSBA os dirigentes do topo não gerem e as chefias de enfermagem também não.
Anónimo a 9 de Agosto de 2017 às 20:04
Concluímos que dentro de escassos dias, fechem hospital por carência de enfermeiros?
Está na hora dos enfermeiros se unirem e fazerem greve. Esta sim, faz sentido.
Nem somos reconhecidos como técnicos superiores. É vergonhoso!!!
Anónimo a 10 de Agosto de 2017 às 09:16
Vergonhoso com certeza!
Anónimo a 10 de Agosto de 2017 às 12:59
Os médicos também estão a ser maltratados pelo ministro.
Anónimo a 10 de Agosto de 2017 às 14:10
Os médicos ainda conseguem fazer face às despesas..
Anónimo a 11 de Agosto de 2017 às 22:12
É uma questão de mais uns poucos aninhos, e também cá irá chegar:

Clínica de Braga está a admitir um especialista em medicina geral por 800 euros mensais, com uma folga semanal rotativa

"Admite-se Médico /a especialista em Medicina Geral e Familiar. Em horário: das 10h às 16.30 com uma folga semanal rotativa. Condições iniciais:800 euros mensais". O anúncio de emprego - colocado por uma clínica de Braga,.....

http://www.dn.pt/portugal/interior/ja-ha-ofertas-para-contratar-medicos-por-800-euros-por-mes-8656584.html
Anónimo a 13 de Agosto de 2017 às 08:21
É impressão minha ou o hospital está ao abandono?
Anónimo a 14 de Agosto de 2017 às 13:17
Parece que ninguém da pelo conselho de Administração.Sera que existe só para nomear alguns protegidos do Vogal Mestre?
Anónimo a 14 de Agosto de 2017 às 13:54
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