Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Nov 16

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João Rocha revelou ontem, na apresentação da estratégia para Beja a curto médio prazo, que a Praça da República voltará a ser como antigamente, depois da intervenção que a autarquia tem programada para este espaço. 

 

Lemos esta notícia e temos dificuldade em acreditar. Então agora cada Executivo Autárquico - mesmo da mesma força política -, faz intervenções nos espaços públicos não porque sejam necessárias mas apenas em função do gosto dos seus responsáveis? Não há intervenções prioritárias onde deva ser investido o dinheiro público? E esta intervenção também não justifica uma discussão pública?

publicado por Zé LG às 08:50
A correção dos erros tem sempre custos.
Anónimo a 23 de Novembro de 2016 às 09:18
Hoje o Lopes pegou na Praça da República. Depois de ontem ter metido os pés pelas mãos, e de ter levado na cabeça - até com a acusação de desonestidade intelectual - pelos comentários que publicou, resolveu hoje (o vagar é muito) questionar a intervenção que desconhece na Praça. Teria muito para dizer sobre isto, mas...problema! Não me apetece. Mas percebo a intenção do Lopes e dos outros Lopes. Eu sei o que lhe dói!
Anónimo a 23 de Novembro de 2016 às 11:11
Porra que assim também cansa. Tantas e tantas vezes vi defenderem uma intervenção na praça da república com o pretexto de que a descaracterizaram; tantas e tantas vezes assisti a criticas ao executivo que levou por diante a execução da maior parte do tão famigerado programa Polis. Agora que se vai intervir na praça (e ainda bem) é porque intervêm. Amigo Lopes Guerreiro, reitero o que uma vez disse, você vale muito mais do que isto. Ultimamente não tem feito mais do que promover a politiquice e o acessório e isso deixa-me triste porquanto nutrir por si respeito, simpatia e capacidades intelectuais e éticas para outro tipo de intervenção mas sinceramente assim não. É disto que me farto na politica, pois havendo sempre razão para discordar ou até dizer mal na medida em que não há uniformidade nos gostos e simpatias, sejamos ao menos honestos e coerentes nas nossas intervenções e façamo-las com o intuito de valorizar essas mesmas intervenções e delas tirar algum proveito, em vez de lançar ou apelar, ainda que indirectamente (mas conscientemente) à confusão, ao acessório, enfim, à politiquice!!!
Vitor Paixão a 23 de Novembro de 2016 às 19:08
O LG mais cedo ou mais tarde tinha que pagar pela deserção, pelos vistos este Sr. Anónimo, não estava cá no tempo dos anteriores executivos, onde foi possível fazer todas estas obras que agora são postas em causa e se faz com algum fundamentalismo à mistura, a apologia de tudo o que é proposto, não há lugar a discussão nem a alternativas até mesmo dentro do mesmo espectro politico, é assim a democracia do eu e mais ninguém, vamos no bom caminho graças a Deus e ao nosso Senhor, dá jeito para mandar e dispor do erário publico sem qualquer responsabilidade ao menos moral.
atento a 23 de Novembro de 2016 às 19:35
Não creio que esteja a defender uma coisa e o seu contrário e, muito menos, que esteja a fazer politiquice. Primeiro, porque não fui dos que apontaram as obras do Pólis como de lesa Beja, embora ache que algumas (a PR, por exemplo) podiam ter sido melhor conseguidas ou mesmo evitadas, porque não me pareciam prioritárias. Segundo, porque independentemente da opinião que se tenha sobre elas, não me parece que devam ser alteradas quando foram feitas há tão pouco tempo, não são prioritárias face a outras intervenções bem mais necessárias e urgentes, onde deve ser investido o dinheiro, que não abunda.
Zé LG a 23 de Novembro de 2016 às 23:15
Lá temos que pagar o IMI mais caro, para obras e desdobras do atual executivo da CMB.
viverBeja a 23 de Novembro de 2016 às 20:44
Gosto da parte do " não porque sejam necessárias". Basta passar pela Praça da República para constatar isso
Anónimo a 23 de Novembro de 2016 às 22:26
Lá está o Sr porta voz Lopes Guerreiro a falar em nome de todos! "Em função do gosto dos seus responsáveis" Quem é que lhe disse que não existem pessoas em Beja a favor da recreação da Praça da República sem estarem ligados ao PCP ou ao executivo? Você já chateia com essa sua crítica amorfa que só serve para você tentar tirar proveito político... que tenciona fazer? Auto-proclamar-se candidato nas próximas eleições como fez nas anteriores, que a uma determinada altura disse: "eu é que vou ser o candidato á câmara"? Quando como muitos sabem que você não era o nome que reunia consenso? É preciso ter uma grande lata para andar sempre a meter o bedelho onde não é chamado. Sei que vai já apregoar aos valores democráticos, mas democracia é falar em nome próprio, não em nome dos outros, muito menos quando não se foi eleito para o efeito. E ainda menos quando encabeçou uma lista, da forma que você fez: por imposição! Como se diz no Alentejo: Oh homem, arrecolhe-te!
Anónimo a 23 de Novembro de 2016 às 22:49
Percebo que não goste das minhas posições... mas afirmar que pretendo "falar em nome de todos" parece-me um pouco exagerado.
Para que fique claro, para o Anónimo das 22:49 e para todos os que tenham dúvidas quanto a isso, falo sempre em nome próprio, a não ser quando expressamente é dito o contrário. Mas julgo que tenho direito a expressar as minhas opiniões, por mais incorrectas que sejam, mesmo que não gostem delas.
Zé LG a 23 de Novembro de 2016 às 23:22
Tem todo o direito de falar em nome próprio, eu nunca disse o Contrário... mas quando você escreve "em função do gosto dos seu responsáveis" está a afirmar que só os responsáveis estão de acordo... portanto, não está a falar apenas em nome próprio, está a falar em nome de pessoas que não o conhecem de parte nenhuma e não querem saber de si nem dos seus ideiais... prova disso, foram os menos 2 votos que teve em comparação com o resultado obtido pela Dulce Amaral. Desculpe eu escrever as coisas assim, não o queria magoar... mas irrita um bocado as pessoas não terem nem a humildade nem a capacidade de se resumirem á sua insignificância, e continuarem a actuar como se fossem os salvadores da região, sem que fossem eleitos para o efeito. Tenha uma boa noite, e desculpe uma vez mais a forma que escrevi este texto, porque nem mesmo de forma anónima gosto de magoar as outras pessoas ou de as deixar em posições desconfortáveis.
Anónimo a 23 de Novembro de 2016 às 23:58
Quando digo "em função do gosto dos seu responsáveis" é porque são estes que decidem. Não tenho qualquer dúvida que muita gente gostaria de ver a PR de outra forma. Tenho muitas dúvidas é que essas mesmas pessoas a queiram alterada a qualquer preço e todas a queiram com o mesmo aspecto.
Pode ficar tranquilo(a) que não fico magoado com o que escreve, tal como gostaria que não se irritasse com o que aqui escrevo. Vá-se lá saber porquê... Quanto à falta de humildade, à minha insignificância e a querer ser salvador da região é a sua opinião, que respeito, tal como gostava que respeitasse o meu direito à livre expressão da minha opinião, ainda por cima num espaço que é meu e onde só vem quem quer.
Zé LG a 24 de Novembro de 2016 às 14:36
Agora que os presidentes de câmara e de junta vão ser desresponsabilizados pelos gastos financeiros, é gastar com fartura onde quer que seja, deixa de haver prioridades. Será que não há outras obras mais necessitadas na cidade e freguesias, pergunto eu? depois admirem-se de os cidadãos não irem votar.
Antonio ze
Anónimo a 23 de Novembro de 2016 às 22:56
Deve estar tudo doido! Quem é que de bom senso e no seu perfeito juízo pode estar de acordo com gastar milhares de euros em desfazer uma obra que tem tão pouco tempo(sem juízos de valor sobre a sua qualidade estética e funcional) para fazer outra que nem sequer se faz ideia do que poderá vir a ser (certamente que não será uma reconstituição fiel do que era porque não fará qualquer sentido que assim seja). Das duas três (passe o trocadilho): ou a CMB tem tanta dinheiro que não sabe o que lhe há-de fazer, ou não tem visão nem estratégia para a cidade ou é incapaz de definir correctamente as prioridades.
Aponto só algumas das intervenções urbanas que deviam ser prioritárias:
- remodelacao e requalificação do Flavio Santos, do mercado, das muralhas, da biblioteca, das piscinas descobertas, pista de atletismo, parque de campismo, do bairro do pelame
- requalificação e melhoria das acessibilidades e equipamentos dos parques industriais 1 e 2
- conclusão dos projectos do complexo desportivo Fernando Mamede
- renovação e requalidficacao dos paços do concelho
E outros ...que me dispenso de aqui os enumerar porque estes chegam para se perceber o disparate desta ideia de intervir na Praça da República para além de pequenas obras de requalificação decorrentes da necessária conservação e melhorias funcionais.

Beja à mercê a 27 de Novembro de 2016 às 13:56
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