Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
08
Mai 15

070520151928-385-PauloMacedo.jpgO ministro da Saúde Paulo Macedo vem hoje a Beja, às 17.30 horas, inaugurar o Internamento do Serviço de Psiquiatria do Hospital José Joaquim Fernandes.
Esta é uma reivindicação feita há muito por um distrito que tem a maior taxa de suicídios do país e o único Hospital sem serviço de internamento de psiquiatria, facto que tem obrigado à deslocalização de doentes para Lisboa. Uma situação que ficará resolvida depois da inauguração desta tarde.
A partir desta sexta-feira, este serviço, com 17 camas, gabinetes de consulta e urgência psiquiátrica para adultos e crianças passará a estar disponível para a população do distrito.

Esperamos que o ministro da Saúde aproveite esta visita ao Hospital de Beja para esclarecer qual vai ser o seu futuro, se vai continuar a perder valências e competências. E se não o fizer por iniciativa própria esperamos que haja quem o questione e obrigue a esclarecer.

publicado por Zé LG às 08:53
Seria boa ocasião para uma das Comissões (autárquica ou de utentes) mostrar o que vale.
Anónimo a 8 de Maio de 2015 às 10:13
O que vale, o quê?
Ainda não percebeste, que salvo as devidas exceções, quem anda metido nesSas coisas são os boys à procura de tachos?
Anónimo a 8 de Maio de 2015 às 14:36
O que vale, o quê?
Ainda não percebeste, que salvo as devidas exceções, quem anda metido nessas comissões são os boys à procura de tachos?
Anónimo a 8 de Maio de 2015 às 14:36
Que triste eu fico quando a esquerda usa argumentos populistas. Há tanta coisa a criticar, tantos erros na política de Saúde deste governo, para quê usar o falso argumento de que a abertura do internamento neste momento foi uma escolha eleitoralista? O PCP, pela voz do deputado João Ramos, fez um excelente trabalho de pressão política para que o tema "internamento psiquiátrico da ULSBA" estivesse na agenda e não caísse no esquecimento, não era preciso vir agora borrar a escrita. Vim para Beja em Novembro de 2013, motivada e investida na melhoria dos cuidados psiquiátricos e de Saúde Mental do Baixo Alentejo, determinada a ajudar no que pudesse para que este internamento fosse tornado realidade. Ao longo destes 18 meses testemunhei as carências de recursos humanos e o quão difícil é trazer e fixar psiquiatras no interior - acho, aliás, que só conseguindo idoneidade formativa local se resolverá de forma sustentada o problema -, e sei que só agora foram atingidos os mínimos olímpicos. Sou politicamente insuspeita, a minha cor política não é a do governo nem a dos membros do CA, daí até deixar de reconhecer o empenho colocado neste projecto vai uma distância abissal e não ficaria a bem com a minha consciência se deixasse passar a acusação de eleitoralismo. O internamento abriu "a cinco meses das eleições" porque foi quando se reuniram as condições para ser aberto, ponto. Fazê-lo antes seria impossível, arriscado e inqualificável do ponto de vista da qualidade dos serviços a prestar.
Ana Matos Pires a 9 de Maio de 2015 às 17:35
Não me nutrindo de amores pelo PC, quer-me parecer que tem de se reconhecer que a leitura de significado eleitoralista tem alguma razão de ser. Repare, Dra.: com esta publicidade matam-se dois coelhos de uma só cajadada - 1. Dá-se uma ajuda à candidatura da coligação, tentando que não perca o deputado; 2. Caso isso se perca, que não seja o PS a eleger um segundo deputado, dando uma ajudinha ao PC, que sempre é preferível para a coligação de direita.
Sendo óbvio que as novas instalações são um ganho para os utentes do Distrito, isso não apaga todo o mal que o governo tem feito (ou permitido que alguém o fizesse) ao Hospital de Beja.
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 09:41
Não discuto as extrapolações que faz, não conheço as dinâmicas politico-partidárias locais, mas o meu ponto é não usar argumentos que não são verdadeiros. As instalações já lá estão desde 2012, os recursos humanos é que foram difíceis de conseguir e só agora se reuniram as mínimas condições técnicas para avançar. É a saúde das pessoas que está em causa, não se compadece, ou não deve compadecer-se, com agendas políticas.
Cumps
Sem dúvida que o que está em causa é o mais importante. Nem sequer se duvida da sua boa-fé. Mas que a inauguração foi oportuna do ponto de vista político, isso foi!
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 11:01
Estamos de acordo. A abertura do internamento determina ganhos políticos mas não foi agora aberto, e não antes, para obter ganhos políticos, é só esse o ponto. Nesse sentido não é o acto de abertura que é eleitoralista.
Correcto.
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 13:24
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