Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
29
Abr 17

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Passos Coelho, presidente do PSD

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António Costa, primeiro-ministro

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Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

publicado por Zé LG às 00:09
Faltou a Catarina Martins.
Anónimo a 29 de Abril de 2017 às 15:33
Ooooooh!!!
Hannah Patos Mires a 30 de Abril de 2017 às 09:51
O primeiro-ministro, António Costa, admitiu hoje em Bruxelas que aguarda “inquieto” e com “impaciência” o resultado da segunda volta das eleições presidenciais francesas, pois “não haverá Europa sem a França”.
Segundo Costa, e atendendo a que um dos dois candidatos, a líder da extrema-direita francesa Marine Le Pen, advoga a saída da França da UE, é importante “não só o resultado de quem ganhar” mas também a “expressão dos votos críticos sobre o futuro da Europa”.
In Jornal Económico

Estranha-se como é que um tema tão importante para o nosso futuro, não mereça aqui neste blog a mínima referencia.
Nem sequer a dinâmica e sempre bem documentada Drª AMP?
Que tal como os seus correligionários de boa cepa, usam e abusam do Marxismo como se de uma receita universal se tratasse, e têm sempre resposta afiada e convincente para toda e qualquer questão política e social.
Só não conseguem é explicar porque é que o Sr Jean-Luc Mélenchon está feito com a Srª Marine Le Pen.
Essa foi mesmo ao lado tsc tsc tsc. Naturalmente que tenho andado atenta e a discutir as eleições francesas e, como não poderia deixar de ser, parece-me que só há um voto possível: Macron.

(nunca tive Mélenchon em grande conta e esta sua posição é cereja em cima do bolo: vergonhosa.)
Vergonhosas foram as leis anti-trabalhadores do Hollande apoiadas pelo Macron, que adubaram a extrema-direita.
Augusto a 30 de Abril de 2017 às 13:38
Cf comentário que já deixei.

Com este cenário de escolha não pode haver dúvida, não votar Macron é votar Le Pen, alguém de esquerda não o dizer abertamente é vergonhoso.
PS: Sou uma europeista convicta.
De tão convicta ainda a veremos a apoiar o Shäuble.
Augusto a 30 de Abril de 2017 às 13:36
"De tão convicta ainda a veremos a apoiar o Shäuble." tire o cavalinho da chuva.
Um bom meio para seguir a coisa, este agregador que a minha irmã organizou e atualiza http://www.scoop.it/t/olimpics
PS2: fico à espera de um comentário seu, "prima".
Entre a extrema-direita apoiada pelos rublos dos banqueiros russos e pelo Putine, e um candidato criado pela comunicação social francesa e apoiado pelo Shäuble venha o diabo escolha.
Mas esteja descansada a ESQUERDA francesa, sabe sempre votar para impedir que a extrema direita chegue ao poder, bastava a Ana Matos Pires ter estado atenta á primeira volta das eleições francesas, a esquerda de Melenchon foi a ÚNICA a estar no terreno a combater a fascista, os outros estavam mais preocupados a atacar o Mélenchon.

OPÇÕES.
Augusto a 30 de Abril de 2017 às 13:34
"Opiniães" - bastante reducionistas, acho eu.

Naturalmente não teria votado Macron na 1ª volta se fosse francesa, isso não implica que não tivesse o meu voto, com toda a segurança, na 2ª volta.
A ler "o antigo secretário do líder da resistência francesa durante a segunda guerra mundial, Jean Moulin, utiliza a palavra "monstruoso" para classificar a possibilidade da extrema-direita poder vencer as presidenciais" http://www.lejdd.fr/politique/lex-secretaire-de-jean-moulin-le-pen-je-dis-non-3315290#xtor=CS1-4
A luta contra a extrema direita faz-se no terreno, desmontando os seus argumentos, apresentando alternativas credíveis, não se faz com proclamações.

A extrema-direita hoje em dia é apoiada pelos governos da Rússia e dos EUA, e é adubada pelas políticas austeritárias do directório da UE com a Merkel e o Schauble a cabeça, e os seus lacaios como o Holande.

Continuar a defender ESTA Uniao Europeia , isso sim é fazer o jogo da extrema-direita.

Defender os Tratados de Livre Comercio, isso sim é fazer o jogo da extrema direita.

Aplicar políticas austeritárias que atacam os direitos de quem trabalha, que abandonam os desempregados á sua sorte, que defendem o fim das contratações colectivas, que atacam o Estado Social , isso sim é adubar o caminho da extrema-direita.
Travar a extrema -direita para quem é de ESQUERDA, é atacar as causas que permitem o crescimento da extrema-direita.

E certamente a extrema -direita não se denúncia descendo a Av da Liberdade de bandeirinha da UE , a UE actual dos Schaubles das Merkel, dos Orbans, do governo Polaco etc etc.
Augusto a 30 de Abril de 2017 às 14:57
"A luta contra a extrema direita faz-se no terreno" sem dúvida, estou completamente de acordo, votando contra ela, por ex.
Para lutar eficazmente contra qualquer coisa deve-se primeiro perceber porque tem essa coisa aumentado a sua força. A extrema-direita tem cada vez mais votantes. Porquê, ó bem-pensantes?
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 15:07
Uma grande e importante razão: a força do populismo.
Mas qual é o conteúdo do populismo? É o mesmo em todos os contextos nacionais? A esquerda nunca o usa?
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 15:14
1. Diverso mas sempre muito pouco sustentado e parasitando momentos de crise.
2. Não, adapta-se qual Zelig.
3. Usa.
Dezassete minutos para uma resposta telegráfica! Pensei que estava a consultar a Wikipedia...
1. Resposta vazia.
2. Adapta-se o que?
3. Pois...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 15:35
Estava a acabar de ver um filme, ora essa.

1. Discordo
2. o populismo
3. É apenas a verdade

Um pequeno texto giro, do Paulo Tavares no DN http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/paulo-tavares/interior/quando-a-europa-nao-cuida-da-democracia-6255988.html
1. Discorda do vazio?
2. Adapta-se como?
3. Quem com ferros fere...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 15:42
1. Sim
2. Como o Zelig
3. Quem achou que não foi vexa, não eu.
1. Então preencha-o.
2. Zeligue as massas.
3. Se usa, que conteúdo tem? O mesmo que o que a direita usa ou Zeliga-o?
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 15:52
1. Se não o acho vazio não sinto necessidade de o preencher
2. Nope, o Zelig é eficaz
3. O que acha necessário para conseguir, no momento, o objetivo que pretende. Não "zeliga" o conteúdo da direita, é um Zelig na sua postura. Veja-se Mélenchon, ao contrário do PCF neste particular http://www.liberation.fr/direct/element/le-pcf-appelle-a-voter-macron-puis-a-le-combattre-apres-lelection_62541/
Zelig é a personificação da atitude cata-vento, muito ao agrado de quem segue a moda para agradar, ou por não ter conteúdo alternativo. Enquanto nós os bem-pensantes não percebermos que os homens (e as mulheres) ditos comuns se estão nas tintas para os rodriguinhos intelectuais com que iludimos a nossa ignorância nunca entenderemos porque o maquiavelismo político arrecada tantos votos.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 16:05
Não creio que a questão esteja nos "bem pensantes vs comuns", vai bem além disso. Em todo caso parece-me que uma maior formação é uma arma real contra a eficácia do populismo, sim.
É uma auto-crítica. Não falo de falta de formação, mas de atitude arrogante ou no mínimo presumida. Se soubermos ouvir a explicação de que faz essa opção, sem repúdio, com humildade e atenção para as razões do outro, ficaremos com toda a "formação" que precisamos.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 16:18
Corrijo: "a explicação de QUEM faz" (a opção de votar extrema-direita, claro).
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 16:20
Ouvir acho absolutamente necessário, não repudiar o que deve ser repudiado, venha dos "bem pensantes" ou dos "comuns", parece-me grave.

Não tenho a tolerância como um valor em si, há princípios, opiniões, factos e comportamentos em relação aos quais sou, e quero manter-me, completamente intolerante, sem uma ponta de humildade ou de empatia.
Certamente que essa não é uma atitude própria da sua especialidade médica, mas não temos de ser profissionais em tudo. Isso do repúdio pode parecer muito correto em termos de discurso ideologicamente cristalizado, mas afasta as pessoas. Basta perceber que os tais princípios não são comuns a todos. Alguém pode entender que o direito individual de escolher as opções da sua própria vida não deve ser proibido por uma qualquer lei! O sentimento de uma lei "natural" existe, e leva a que muita gente resista aos desígnios ditos coletivos. Não estou a ser relativista, apenas a questionar a forma de educar a consciência cívica. Não é repudiando, mas convencendo. Dá trabalho.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 16:32
Não "psiquiatrizo" a vida, era o que mais faltava.
Discordo completamente de si, quero repudiar o que acho repudiável e não tem nada de ideológico, antes de razoável.
Não se trata de uma questão de "dar trabalho", ouvir é uma coisa, não usar todas as estratégias, incluindo o repúdio, para se lutar contra certas coisas parece-me errado. Eu repudio o nazismo, não quero sequer conversar com nazis.
A sua tática de combate - deixe-me que o qualifique de verbalismo radical - não tem dado grandes resultados...
Por muito que indignados oradores produzam inflamados discursos de repúdio, se bem que possam produzir efeitos inibitórios na expressão assumida de preconceitos racistas e xenófobos, não garantem que os que conseguirem fazer calar não votem nesses tais partidos populistas.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 17:08
Não há uma "tática de combate" única, uni-las talvez seja mais eficaz. E nunca, mas mesmo nunca, a eficácia vai ser total.
É claro que eu não proponho tertúlias com fanáticos fascistas.
Mas não são esses que fazem crescer os resultados eleitorais da extrema-direita.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 18:43
Voltamos ao início da conversa. São sim, usando do seu discurso populistas. Ou acha que a Le Pen não é "fanática fascista", como o pai dela e quem gere a FN?
Não me diga que só o discurso da Le Pen tem boa difusão nos media...
Ainda bem que as forças democráticas também podem influenciar pelos media.
O problema é quando aos auto-proclamados paladinos da democracia lhes falta convicção. Isso percebe-se bem...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 18:54
"Não me diga que só o discurso da Le Pen tem boa difusão nos media..." claro que não, ora essa.
Tem toda a razão , o anónimo , no comentário das 18:43.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 18:55
Mas a tolerância é um valor de dimensão enorme e praticamente indiscutível enquanto conceito de valor.
Sejamos cada vez mais tolerantes,Dra.
TM a 30 de Abril de 2017 às 18:50
Não é um valor em si, há coisas que não quero mesmo tolerar.
OK, isso é consigo, não queremos que violente a sua consciência...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 18:55
Ainda que quisesse(m), iria(m) de carrinho eheh
eheheheh gosto particularmente da referência a Orban, conte lá quem lhe fez uma pega de caras.

Não é estar contra a Europa que se luta por ela. Insisto, sou uma europeísta assumida, sou uma social democrata europeia, não embarco em discursos ideológicos rançosos.
"Recentrando" a discussão, neste momento, em França, lutar contra a extrema direita e o fascismo é votar Macron.
A discussão não é essa, se a Le Pen é tudo o que abomino, o Macron é a " alternativa" que eu não compro.

Aliás a UE hoje já aceita regimes anti- democráticos como o da Hungria e da Polónia, não isola nenhum governo que tenha aceite forças de extrema direita no seu seio, mas ataca impiedosamente a experiência grega do Tsipras.

Qual longe se está dos tempos do " Mon Ami...." e do Khol , quando a França e a Alemanha puseram a Áustria de quarentena por ter aceite um partido de extrema-direita no seu seio.Esta União Europeia até se dá muito bem com a extrema -direita desde que obedeçam ao Schauble está tudo nos conformes.

Mas o que muita gente em Portugal parece desconhecer que hoje em França já se estão a discutir as terceira e quarta volta, as Legislativas, e essas ainda vão dar muito que falar...,.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 15:54
Pois, não estamos de acordo. Macron é um adversário, Le Pen é uma fascista e nesta 2ª volta não há alternativas, só um vai ser presidente da França.

Ser europeista não é sinónimo de defeder acritica e cegamente o estado atual da EU, como tão bem foi provado aqui https://www.publico.pt/mundo/jornal/conselho-da-europa-e-rui-tavares-poem-hungria-em-xeque-26714139, por exemplo.

Concordo consigo, as legislativas francesas vão dar muito que falar, a escolha de Le Pen para "seu" primeiro ministro bem o prova.

Olhe que coisa engraçada acabei de ler "O Eurobarómetro mostra ainda que a adesão à UE é vista como positiva aos olhos de 57% dos europeus. Um aumento de quatro pontos percentuais em comparação com o ano passado e praticamente ao mesmo nível de 2007 (58%). No entanto, as percentagens variam significativamente de país para país." http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/portugueses-sao-dos-que-menos-se-identificam-com-o-ser-europeu-152505#.WQYFdAXFHac.facebook
Isso tem a ver com a perceção do que a UE é no presente. Não aquilo que é apregoado em discursos oficiais. O trabalho a fazer é MUDAR E MELHORAR A UE. E que políticos querem de facto faze-lo? Os burocratas só querem gerir o status quo económico das potencias.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 18:47
Trago-lhe tb este texto de um amigo, também esquerdalho "Há duas coisas que me intrigam mesmo na posição de alguma esquerda sobre as eleições em França.
Por um lado, esta decisão de não apelar ao voto em Macron nem em Le Pen, para lá da sua objectiva ineficácia, não agrada nem aos seus eleitores e potenciais eleitores que vêem na extrema direita o perigo maior e estão mais preocupados com 2017 do que com 2022, nem aos que defendem o quanto pior, melhor e a política de terra queimada.
Por outro, e mais grave, como já ouvi dizer, esta ideia de não entregar o combate "anti-sistema" à FN é, voluntária ou involuntariamente, dar razão não só ao "centrão" e à teoria dos extremos gémeos, como à própria FN, ao ceder à sua linguagem. Tanto quanto consigo perceber, o "sistema" que a esquerda combate não é o "sistema" que a extrema-direita combate, bem pelo contrário, ou pelo menos assim o espero, e assim devia ser bem frisado.
Enfim, tanta gincana táctica, tão preocupada com o futuro próximo (as legislativas) como com o mais longínquo, arrisca-se a ser um falhanço estrondoso que, além da irresponsabilidade manifesta, se sustenta na caricatura e menorização do eleitor."
Felizmente o eleitor tem um senso próprio, raras vezes fundado em leituras de escribas politólogos. No entanto, talvez esse senso infelizmente se forme nas filas do supermercado...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 18:50
(bela conversa, obrigada)
Eu é que agradeço! Que o Grande Arquiteto nos inspire...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 20:13
http://www.godf.org/index.php/actualite/details/liens/position/nom/Prises-de-position/slug/communiqu-du-24-avril-2017-le-grand-orient-de-france-appelle-faire-barrage-lextrme-droite
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 20:28
eheheh
Já viu o apelo da Le Pen? E o número de RTs?

Marine Le Pen ✔ @MLP_officiel
🎥 Mon appel aux insoumis : faisons barrage à Macron !#DangerMacron
13:37 - 28 Apr 2017
2 177 2 177 Retweets 2 977 2 977 j'aime
Pois é! Além dos media, as redes sociais...
Quem tem experiência de convocar eventos por esses meios, sabe que o número de participantes em presença física é sempre uma pequena percentagem dos virtuais...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:21
A questão não é a "presença física", é a difusão da informação e a população alvo a atingir - aqui são os votantes Mélenchon, os "insoumis".

Estou preocupada.
A presença física é necessária, nas cabines de voto...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:31
Sem dúvida, mas apelos destes não me agradam nem me descansam.
Reparo bem na palavra que utiliza: insubmissos. Um apelo "libertário", hein?
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:25
Hum? "La France Insumise", o grupo de apoio a Mélenchon https://avenirencommun.fr/
Manipulação, como sempre. A segunda natureza da política...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:31
Facilitada pela posição de Mélenchon. Não podia ter feito o que fez.

Como lia há pouco no mural do FB do Porfírio Silva "Relativizar Le Pen? Achar que não faz mal que ela, mesmo que perca, tenha, por exemplo, 45% dos votos expressos? Achar que a fascista perde independentemente do que a esquerda vota? Caramba, onde é que alguma gente de esquerda estudou história?"
Essa é de facto a pergunta. Se não temos capacidade de aprender com os erros históricos, estamos perdidos enquanto sociedade fundada nos valores dos direitos humanos.
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:39
Sem dúvida.
O problema é educacional. Os factos mais tenebrosos da história são branqueados, os alunos não sabem que realmente se passaram. Vivemos mergulhados em festa multimédia, atordoados, manipulados, alienados...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:43
E a entrevista a Badinter, que começa assim "Considérez-vous, comme certains à gauche, que face à Marine Le Pen, l'élection d'Emmanuel Macron est acquise?
Je ne ressens pas le même optimisme que nombre de mes amis. Non, l'élection présidentielle n'est pas "pliée" et la défaite de Mme Le Pen n'est pas acquise. Le résultat peut dépendre du taux d'abstention au second tour, notamment à gauche. Il suffit qu'une proportion élevée des électeurs s'abstienne de voter pour M. Macron, et Mme Le Pen peut l'emporter." http://www.lejdd.fr/politique/robert-badinter-le-fn-rompt-avec-les-valeurs-republicaines-3315830#xtor=CS1-4
Oui, certainement!
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:40
(atão, "prima" Mari"Ana, perdeu o pio?)
Foi abatida pela metralha de links...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:44
Não, "prima Ana". Não perdi o pio.
Só que não havia nada a dizer.
Isto porque gostei da sua resposta e do seu posicionamento em relação às eleições francesas, e em particular no que diz respeito ao futuro da Europa e ao Sr Jean-Luc Mélenchon.
A quem voltei a ouvir esta manhã de novo a reiterar as suas posições mais que dúbias em relação à Srª Marine Le Pen.
E que ao contrário do seu caso, encontra defensores no BE e até do Livre/Tempo de Avançar como é o caso do jornalista Daniel de Oliveira.
Ora, como a História nos ensina, pois ainda não decorreram muitos anos, ninguém a não ser os próprios tem dúvidas, que a Europa agora ou daqui a mais uns (poucos) anos estará de novo prestes a voltar aos tempos conturbados que aliás sempre a caracterizaram.
Que passe um bom dia do trabalhador.
Esclarecida, "prima".

Só uma correção, mesmo não fazendo parte do Livre (fui candidata independente). O Livre/Tempo de Avançar foi uma coligação que existiu para as anteriores legislativas e que não é uma estrutura partidária, o Daniel de Oliveira estava na coligação como membro da Manifesto e a posição que defende é antagónica da assumida pelo Livre, um partido completa e assumidamente pró-europeista (veja a descida da avenida da República no último 25 de abril, foram os únicos a levar a bandeira da EU). Aliás o Rui (Tavares) e o Daniel têm mantido uma discussão pública bem intensa sobre a posição do Mélenchon, com uma crítica muito feroz por parte do Rui.

Bom dia do Trabalhador também para si.
*Av da Liberdade
Desceram a Av da LIBERDADE, e sim trouxeram as bandeiras da UE - MERKEL- Schauble- Orban....tenham bom proveito.
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 19:41
(e vamos combinar uma coisa, quando quiser saber a minha opinião sobre o que quer que seja pergunta e eu respondo, não assuma que tenho determinada posição antes de perguntar, boa "prima"?)
Ok, prima.
Mas como se diz em alentejanês, "Com quem te vi, com quem te compari".
Pois as pessoas com quem onde a prima anda metida, regra geral não pensam dessa forma, antes pelo contrário.

O que aliás não sendo nem novo e nem curioso, talvez seja uma particularidade especifica da malta da sua área política. Pelo que lhe peço desculpa pela franqueza, mas já que me tirou do sério, lhe diga:
Ora, se nem mesmo vocês se conseguem entender uns aos outros, como é que querem que depois a gente os perceba?
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 17:00
As minhas desculpas, prima.
Desqueci-me de pôr o nome.
(aqui percebi pela maneira como me tratou, no comentário seguinte é que fiquei na dúvida)
Então conte lá com quem é que eu "ando metida"? É que "a minha gente" política não tem a menor dúvida da opção de voto: Macron, até de olhos fechados.

De caminho explique-me o "vocês". Pela parte que me toca, e como pode comprovar procurando posts antigos neste blog, uma das principais razões que me fez estar disponível, como independente de esquerda, para a candidatura do Livre nas europeias e do L/TdA nas legislativas foi acreditar piamente que a união das esquerdas era o caminho. Parece que estava certa, como o prova a geringonça.
Não percebo porque é que se está a enervar por causa desta semântica, até porque sabe muito bem o que eu estou a dizer.
Se me permite o conselho, poupe-se e guarde as irritações lá para o hospital, porque aí é que não se pode ver livre delas.
Vá lá...
E passe o melhor possível o resto deste dia do trabalhador.
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 17:27
Enervada? de todo, estou a conversar consigo. Não sou rapariga dada a grandes nervos.

Não sei se o anónimo é a "prima" mas se for está completamente enganada, não sei nada do que está a falar, se soubesse não perguntaria (lá está a "prima" a fazer afirmações não sustentadas, já lhe pedi que não fale por mim).

Estou a passar, obrigada.

Ps: Também não estou irritada, uso a irritação com parcimónia mas não me queira ver irritada, não é bonito.
UUUUUUUhhhhhh. Que medo!
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 23:05
Votam hoje Macron, e amanhã Merkel-Schauble, e se calhar por este andar até votariam no Orban para impedir outro ainda mais á direita. O Macron não se compromete com nada que lhe cheire a ESQUERDA, nem aceita o repto do Melenchon sobre o código do trabalho, quer uma adesão á sua política ponto final, e depois admiram-se de que a ESQUERDA francesa, se sinta atraída pela abstenção. O Livre não acreditava piamente em nada, o Tavares estava a disposto a aceitar o programa do PS,desde que tivesse um lugarzinho no governo. O resto minha cara é conversa para enganar incautos..
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 18:41
Conversa de chacha, plena de agressividade e má onda.

Só duas coisitas em relação ao Rui, de quem sou amiga, (1) quem elaborou e apresentou o relatório Órban no PE? e (2) se ele quisesse "lugarzinhos" teria aceitado o lugar elegível que lhe foi proposto pelo PS nas últimas europeias em vez de ter ajudado a criar uma organização política.

Insisto, sou uma independente de esquerda, nunca tive filiação partidária, mas para este tipo de palermice - que de discussão de ideias nada tem - não dou.

E insisto outra vez, alguém de esquerda não assumir, clara e inequivocamente, votar Macron quando a adversária é Le Pen é tão ruim que nem nome tem.
A criação do Livre, foi sugestão do PS , alias foi o partido que andou a recolher as assinaturas para legalizar o partido, sabia-se qual era a jogada para as Europeias, mas infelizmente para o PS e para o Rui Tavares a moscambilha saiu gorada.

Foi confrangedor nas ultima legislativas ver o Tavares a mendigar um tachinho ao PS.

Mas casa um é como é.

Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 19:50
eheheheheh
PS: acabei de ver uma fotografia tirada hoje - repito, hoje - na Polónia: camisas negras & botas cardadas em Varsóvia.
A Polônia faz parte, dessa desunião europeia que defende, não parece que a Merkel e o Schauble se preocupem com as botas cardadas em Varsóvia, sanções só para os " esquerdistas" dos gregos.
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 19:44
A ultima do Macron , não muda o código do trabalho, nem vai ao encontro dos apoiantes do Melenchon. A arrogância do bicho.....
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 19:46
Esta agora não é para a prima, mas sim para a/o outra/o colega de discussão.
Quer dizer que o banqueiro Emmanuel Macron, para aspirar aos votos do Sr Jean-Luc Mélenchon, tinha que ter como condição virar agora de um momento para o outro ou ter um programa de extrema esquerda.
Ou então prossegue neste jogo perigoso que pode levar à eleição da Srª Marine Le Pen.

(grande passo em falso deu hoje a Le Pen, espero que se espete mais vezes durante esta semana https://twitter.com/jeromegodefroy/status/859118737789771777 )
Programa de " extrema-esquerda" o de Melenchon, o que eu já desconfiava a Ana Matos Pires já utiliza os argumentos da DIREITA, nada a admirar , afinal o Livre nunca foi de esquerda, mas afinal o que pedia o Melenchon o fim do tal código de trabalho do Macron , que teve o repúdio de milhões de trabalhadores quando ele era ministro da economia do Hollande. Será que algum trabalhador vai pôr a cabeça no cepo, votar nele, e depois vai poder ser despedido com toda a facilidade , vai permitir que lhe sejam cortados direitos até nas indemnizações, isto é a arrogância e um apelo a abstenção. Com a Le Pen é a morte , com o Macron é a tortura , cada um escolha.
Anónimo a 2 de Maio de 2017 às 09:35
pssssssst leia lá outra vez, não fui eu quem escreveu isso.

Roubo, de qq maneira, uma observação da minha irmã que assino por baixo, de dedo "Das coisas mais "fascinantes" que têm acontecido por França nestes dias tem sido a conversa de alguns que Macron os "precisa convencer" a votar nele. Há momentos em que imperativos morais dispensam certas necessidades, bolas, não perceber isto é não perceber nada."
Para travar a candidata fascista mandam votar num candidato com um programa econômico ultra reaccionário. É isso que propõe a Ana Matos Pires? E depois quando o Macron puser em marcha o seu programa , o que vai dizer aqueles que hipoteticamente tiverem aceite a sua a sujestão , que se enganou, que os traiu porque já sabia o que a casa gasta , é esse o dilema do Melenchon, por isso e inteligentemente apela a que ninguém vote na Fascista, mas deixa á consciência e responsabilidade de cada um o que deve fazer, e as 3 opções são todas elas válidas, votar no Macron, abster-se ou votar em branco. E para o Macron poder ter os votos terá que dar GARANTIAS, porque ninguém acredita que ela seja um travão á extrema-direita.
Anónimo a 2 de Maio de 2017 às 12:28
Esse "ninguém acredita" está manifestamente insuflado. Estamos a falar de fascistas, fas-cis-tas. Só há uma alternativa para os travar, votar Macron. Mesmo que Le Pen perca as eleições - como eu desejo - ter uma votação significativa é ganhar, não perceber isso é não perceber nada.
PS: e já pedia desculpa pelos disparates que, por ter lido mal, disse num outro comentário.
"O fascismo ganha inevitavelmente de cada vez que alguém falta à chamada do anti-fascismo." https://www.publico.pt/2017/05/03/mundo/noticia/sim-le-pen-pode-ganhar-1770766
"O fascismo é uma minhoca que se infiltra na maçã.
Ou vem com botas cardadas ou com pézinhos de lã."
MF a 3 de Maio de 2017 às 11:23
Se interessar a alguém, link para o debate das presidenciais francesas http://www.france2.fr/direct
Estamos a lerpar, com uma overdose de AMP...
Anónimo a 2 de Maio de 2017 às 15:00
Que quer, a "prima" Mari"Ana desafiou-me fiu fiu fiu
A prima não será um heterónimo?
Anónimo a 2 de Maio de 2017 às 16:45
Não sei, pergunte-lhe.
Não quis dizer pseudónimo. Pode ser uma forma de fazer render o (próprio) peixe...
Anónimo a 2 de Maio de 2017 às 16:58
eheheh engraçadinho(a) - e muito pouco esperto(a), não identificar a diferente escrita é muito pouco inteligente.

Fique vexa sabendo que nunca escrevo nestas lides sem me identifiacar. Parece-me que está a projetar, temos pena.

Por exemplo...
Hannah Patos Mires a 2 de Maio de 2017 às 17:54
Mas que falta de sentido de humor. Claro que não é heterónimo algum.
Aliás se não fosse aqui a minha prima, neste blog não seriamos mais do que meia-dúzia de chaparros a falarem sempre das mesmas coisas.
Do hospital, do Rocha e do atraso da região.

Já agora e uma vez que me meti por aqui, lá vai mais uma do Sr Jean-Luc Melenchon & Partneres.

http://observador.pt/2017/05/02/maioria-dos-apoiantes-de-melenchon-nao-votara-macron-na-segunda-volta/
Dra.AMP e respectiva prima, descansem e parem que este tema também já está a enjoar.Le Pen já foi e não vai chegar aos 40%.Os Franceses disso se encarregarão.
Viva Macron!
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 22:41
Acabou ontem, agora só no final do dia de domingo. Espero sinceramente que tenha razão, espero que Le Pen fique abaixo dos 40% (a bem dizer dos 20%, ainda que não acredite).
Como todas as graças, piadas & afins, ou tentativa das ditas, devem ter o seu terminus. Dou por terminada a piada/provocação da Mari"Ana Matos Pires e da minha "ligação familiar" à Drª AMP.
Colocando de novo o pseudónimo com que mais me identifico, e que infelizmente passou a ser também utilizado por outras pessoas na blogosfera. Sobretudo porque defendiam posições diferentes das minhas, e assim baralhando por completo os outros interlocutores que já não sabiam qual delas é que era a "Maria vai com as outras".

Isto para dizer que não concordo de forma alguma com a visão de que com a presumível vitória domingo do banqueiro Emmanuel Macron sobre a Srª Marine Le Pen, tudo fica nos conformes e não vale a pena falar mais no assunto.
Pelo contrário, 40% de votos numa candidata de extrema direita e num país com a centralidade como a França, devem fazer temer todos os europeus. E para quem gosta de estar atento à realidade social e politica que lhe diz respeito, este assunto deve fazer parte do seu dia-a-dia e ser motivo de debate constante.
Assino de cruz, é isto, completamente isto.
Entretanto daqui a seis semanas estão aí as legislativas em França, meeeeeedo.

(obrigada pela conversa)
Também assino de cruz!
MF a 6 de Maio de 2017 às 12:11
Digam lá então se não tempos difíceis, estes que aí vêm???

https://www.publico.pt/2017/05/06/mundo/noticia/os-emails-de-macron-podem-ser-inofensivos-mas-este-jogo-chamase-suspeita-1771195
Macron. E parece que com 65,1% yeeeeeees
Eu digo antes OUIIIIIII!
Anónimo a 7 de Maio de 2017 às 20:54
Comentando as fotografias: o ex-primeiro ministro anda sozinho, o atual reúne alguns boys e o camarada já tem fraco poder de mobilização... A entourage compõe-se de jornalistas...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:07
O campeão dos banhos de multidão é o Marcelo...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 19:32
O Lopes Guerreiro não pôs a foto em que o Rocha está todo sorridente ao lado do chefe da geringonça. Um certo presidente de federação mal se via lá atrás...
Anónimo a 30 de Abril de 2017 às 23:02
O LG nem se atreveu a postar tal foto! Até teve receio que julgassem que era montagem!!
Mas eu vi, foi mesmo assim.Uns poucos boys e o deputado lá por pé mas sem grandes "proximidades".
Anónimo a 1 de Maio de 2017 às 14:38
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