Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
05
Fev 16

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publicado por Zé LG às 13:43
......
olhovivo444 a 5 de Fevereiro de 2016 às 16:22
PONTO DE SITUAÇÃO: Resumo das principais medidas do OE

Fica claro que este Orçamento, é mesmo um virar de página na "austeridade", e que coloca mais rendimento disponível nas mãos do povo português.

Senão vejamos!!!,Exceptuando o:
1) aumento do imposto de selo sobre comissões cobradas aos comerciantes
2) o aumento do imposto cobrado aos sócios de uma empresa sob título de remuneração de suprimentos (que resultam de empréstimos dos sócios à própria empresa)
3) o aumento do imposto de selo agravado para crédito ao consumo.
4) o aumento do imposto sobre os produtos petrolíferos.
5) o aumento do imposto sobre o tabaco.
6) o aumento do imposto sobre as bebidas alcoolicas
7) o aumento do imposto sobre veículos.
8) o aumento da contribuição sobre o sector bancário, que irão agravar os custos cobrados aos clientes.
9) o aumento dos impostos sobre transportes de produtos agrícolas.
10) o aumento de impostos sobre os alugueres de máquinas e equipamentos agrícolas.
11) o aumento do IRS para os casais com filhos.
12) o aumentos de impostos sobre os pães de leite e pão de tostas.
13) o aumentos do Imposto de Circulação.
14) o aumento do IMI para todos os imóveis que estejam a ser utilizados para industria, comércio e serviços.
15) o aumento dos custos salariais para as empresas.
16) o aumento dos custos de produção com os 4 feriados adicionais.
17) o prejuízo na economia de quase 3 mil milhões de euros que irão custar esses 4 feriados adicionais.
18) o bloqueio da promessa da redução da TSU para salários até 600 euros.
19) o bloqueio do processo da redução do IRC.
20) os aumentos dos juros da dívida pública que anteriormente, no prazo a 10 anos andavam nos 2% e agora já passaram os 3% (um agravamento de 50% em menos de 2 meses).
21) o aumento dos impostos sobre viaturas eléctricas.
22) os aumentos dos custos com horas extraordinárias no sector público.
23) os vergonhosos aumentos inferiores à inflação de 0,4% nas pensões mais baixas, (logo os pensionistas mais pobres irão ter uma diminuição do valor real da pensão).
24) o aumento da factura dos juros do país, a pagar sobre mais 25 mil milhões da dívida pública para os próximos em 4 anos.

tirando para já todos estes aumentos, fica claro que de facto este orçamento, acabou de vez com a austeridade.
E todos estes aumentos e impostos para quê? Para termos todos que pagar os aumentos dos salários dos funcionários públicos que ganham acima de 1500 euros mensais, para pagarmos a redução do seus horário semanal de trabalho para 35 horas, e para pagarmos a eliminação da CES sobre as pensões acima dos 4 mil euros mensais, e para pagarmos a entrega do sector dos transportes públicos, novamente aos sindicatos da CGTP e ao PCP.
Anónimo a 5 de Fevereiro de 2016 às 19:02
É a estocada final na economia nacional. Mas desde que os funcionários públicos deixem de ter cortes nos salários e trabalhem menos horas, está tudo bem. Lindo país este.
Anónimo a 5 de Fevereiro de 2016 às 20:18
Exato! Os FP que trabalhem até ao limite máximo de horas previstas no Código de Trabalho - que até deviam ser 50 e não 40 para diminuir "os custos de trabalho" das empresas - e que ganhem o menos possível. Que não tenham férias, mas sim grandes cortes salariais a começar logo nos € 675,00 como aconteceu com o governo cessante e triplique-se o desconto para a ADSE!
E no final de cada dia que deem graças por terem sequer trabalho. Corja de malandros, certo?
Mesmo que no setor privado ninguém beneficie 1 cêntimo com isso, carregue-se nesses estupores "privilegiados"!
Fogo neles!
Para as empresas sim, reduza-se o IRC como estava a ser tão bem feito, - ainda que o PSD/CDS não tenham cumprido o acordo que assinaram com António José Seguro sobre este assunto -, até ao mínimo (de preferência acabe-se com esse imposto), os bancos que paguem pouco ou nada de impostos e o que resta do setor público privatize-se tudo, por favor.
Transfira-se dinheiro que deveria ser para a escola pública para os colégios privados, crie-se um plafonamento para a Segurança Social de modo a que só os mais pobres fiquem no sistema público, fechem-se tribunais de comarca de proximidade e duplique-se em 4 anos o preço das taxas moderadoras ao passo que se deixa degradar o Serviço Nacional de Saúde. Aplique-se à comida a mesma taxa de IVA do que a um bem de luxo (raio dos pobres e da classe média também comem, que chatice!), e invente-se uma sobretaxa de IRS duríssima que até se devolve até às eleições mas que afinal - azar nas contas - passadas as mesmas já não se devolve...
O salário mínimo nos últimos 4 anos e meio subiu uns brutais € 20,00 (de € 485,00 para € 505,00) permitindo a todos os trabalhadores acompanhar o aumento do custo do vida, com larga folga financeira.
Parem-se também todas as obras públicas. Ainda que já estejam em fase de conclusão.
Passem-se os produtos quase todos da taxa reduzida de IVA para a taxa normal (chamado aumento encapotado), o imposto sobre combustível que este ano é uma vergonha aumentar, no ano passado subiu vários cêntimos no OE mas isso não fez mal, foi a bem da nação!
Reduzam-se os escalões de IRS de 8 para 5 para "subir" os escalões mais baixos e aumente-se o valor % de cada um dos 5 novos escalões a começar logo pelo mais baixo (os mais pobres pensavam que escapavam sem contribuir? Nã! Se os bancos não pagam, alguém tinha de pagar, raio)! Aumentem-se também, e muito, as Retenções na Fonte mensais.
Feito o balanço, devemos muito mais do que antes e o déficit se somada a borrada do BANIF, é igual ao de 2011. Fomos exprimidos até ao tutano (mais os trabalhadores e a classe média, mas pronto, arraia miúda que pague! Afinal viveram acima das possibilidades segundo PPC.)
Mas valeu a pena e estávamos no bom caminho. No melhor dos caminhos até... Os portugueses rejubilavam de sucesso e de alegria!
A Comissão Europeia ditava-nos tão bem os Orçamentos e tudo o que tinham de conter e nós até tínhamos gosto em abrilhantar mais um pouco para agradar ao Sr.Schäuble. Eramos tão bons alunos independentemente da classe média estar a ser dizimada...
Não vejo motivo algum para que Pedro Passos Coelho queira "reposicionar" o PSD "ao centro" do panorama político nacional e para que faça "mea culpa" de que "foi um pouco longe de mais na austeridade".
Não foi nada.
Foi duríssimo com a corja de FP e de pensionistas (chupistas que vivem à conta do erário público) e amigo da banca, das grandes empresas e dos grandes grupos e de quem paga impostos sobre capital e empresas? Reposicionar-se ao Centro para quê? Não me digam andei distraído e que nos últimos anos a governação pendeu muito para um dos lados???
Anónimo a 7 de Fevereiro de 2016 às 00:30
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