Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Dez 17

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A criação do Hospital Central do Alentejo, em Évora, “não pode implicar a menorização dos demais hospitais do Alentejo e a capacidade de financiamento de Serviços e equipamentos destes”. Esta foi uma das conclusões saídas de uma reunião dos Conselhos Sub-Regionais de Beja, Évora, Portalegre e Setúbal da Ordem dos Médicos, que assumiram o compromisso de “contribuir para uma solução que salvaguarde os interesses da Saúde global do Alentejo, como factor de desenvolvimento geral e de fixação de população”.

Pedro Vasconcelos, presidente do Conselho Sub-Regional de Beja da Ordem dos Médicos frisou que o entendimento de que a saúde do Alentejo deve ser pensada e praticada não por projetos avulsos, mas de uma forma global, integrando ofertas e necessidades gerais foi uma das grandes conclusões retiradas deste encontro.

publicado por Zé LG às 00:04
Parece-me óbvio.
Ana Matos Pires a 15 de Dezembro de 2017 às 00:46
Concordo em absoluto o problema é que nem sempre o que é óbvio do ponto de vista teórico o é (ou acontece) na prática. Infelizmente os maus exemplos proliferam.
Vitor Paixão a 15 de Dezembro de 2017 às 11:18
Não basta ser óbvio. As unidades têm de ter dirigentes à altura, para evitar as “menorizações”.
Anónimo a 15 de Dezembro de 2017 às 12:09
E a ULSBA não os tem.
Anónimo a 15 de Dezembro de 2017 às 13:34
E a ULSBA tem o que merece.
Anónimo a 15 de Dezembro de 2017 às 16:15
Os utentes é que não.
Anónimo a 15 de Dezembro de 2017 às 19:56
Então não existe uma sociedade civil? Tantos movimentos para isto e para aquilo! E os representantes dos utentes, dos amigos do hospital e quejandos...
Anónimo a 15 de Dezembro de 2017 às 22:14
Para haver movimentos têm de ser liderados por alguém disposto a incómodos na sua vida. Já vimos alguém com saber e coragem bastantes, mas não o quiseram apoiar. Venceu a resignação. Para o mal vencer, basta que os bons nada façam...
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 08:46
Deixem fechar mais umas dezenas de camas do Hospital de Beja e depois digam que não conseguem fixar especialistas...
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 09:30
A população de Beja ainda não se levantou contra a menorização do seu Hospital. Em Elvas isso aconteceu, e esse hospital não fechou. Em Beja, pela calada se vai deixando o terreno livre para os projetos centralizadores. É a desertificação da periferia.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 09:57
Continuem com qualidade a decrescer a olhos vistos e os médicos a abandonarem o barco e outros a pouco se importarem com o que por lá é feito, que não precisam de fechar camas.Passam a integrar os cuidados continuados e a ser pagas como tal.E até os doentes urgentes podem ir para os hospitais privados porque os seguros pagam
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 13:16
Crónica de uma morte anunciada, como se fosse uma fatalidade que nada pode evitar?
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 13:24
Sim. Os seguros pagam e os médicos da Urgencia também os mandam para casa porque estão bem.E a classe média fez e faz seguros.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 13:33
Esta posição da Ordem dos Médicos não merece resposta, nem da Administração Regional de Saúde nem do Conselho de Administração da ULSBA?
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 10:28
Eles não estão lá para dar essas respostas.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 13:35
Morte muitas vezes aqui anunciada.Depois de “portas arrombadas tranças à porta”.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 14:28
Uma causa perdida?
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 14:30
Ainda tem dúvidas? No hospital já muitos sabem isso incluindo médicos.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 15:16
Só na cabeça de quem já desistiu!
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 16:20
E não tenha dúvidas que os braços caídos são mais do que os braços erguidos.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 17:11
Mais vale quem quer do que quem pode.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 17:14
O pior ê que não se vê quem queira,começando pelos nomeados.Oque querem eles? Passar o mandato sem ondas e para isso nada deve mexer.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 17:26
Quem se dispunha foi afastado.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 17:30
Então agora sigam o ditado...
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 18:12
E aí de nós se precisamos de cair na Urgencia! Pode ser que tenhamos sorte e ser tratados na janela de oportunidade que o estado da arte exige, ou não é vamos logo caminho de Évora ou Lisboa.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 18:15
Não sejamos injustos. Os profissionais que lá trabalham fazem o melhor que podem, dentro das circunstâncias.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 20:13
Vamos vendo e assistindo .As vezes podem ,querem ou sabem muito pouco.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2017 às 21:22
Sempre se vai lutando e fazendo alguma coisa, caramba http://www.wpanet.org/detail.php?section_id=11&content_id=513
Sim, é melhor irem fazendo alguma coisa.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2017 às 13:21
Sim, melhor pelos serviços de saúde prestados (imagino que era o sentido do seu comentário).
Sim, felizmente há outros exemplos dignos de destaque noutras especialidades do Hospital. Caberia a alguém de direito vir defender a sua dama, mas prima pela ausência de diálogo com os utentes. Realço apenas a qualidade nos sectores da Diabetes e da Cardiologia, do tratamento da HIV e da Hepatite C, na excelência da Oftalmologia e da Ortopedia, etc..
Anónimo a 17 de Dezembro de 2017 às 17:56
A menorização do Hospital de Beja já aconteceu! Estão esquecidos do abandono do projeto de construção da “2ª fase”? Não se lembram para onde foi desviada a verba atribuída que financiava o seu arranque?
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 13:11
Então e a amputação das camas oncológicas, durante o governo de Passos Coelho?
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 13:23
A decadência do hospital deBeja, quantidade de serviços e qualidade dos mesmos, tem vindo a acontecer lentamente com pontos acentuados correspondentes a amputações significativas de recursos físicos e humanos , e cuidados de menor qualidade.Digamos que se trata de um processo lento e penoso para os profissionais e utentes,


Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 14:36
Seria interessante ouvir aqui os testemunhos de Apolino Salveano, Maurílio Gaspar, Adelaide Belo, José Aníbal, Emília Duro. O que lhes faltou no exercício das funções que exerceram?
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 15:59
Ena! Não pode por tudo no mesmo saco pelas diferenças manifestas de competências profissionais e de gestão.
Com a gestão do Dr.Apolino Salveano,em Presidente do CA,o hospital de Beja nivelava
com outros poucos distritais entre os.melhores do País e assim era considerado superiormente.
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 17:43
Não pus tudo no mesmo saco. Apenas disse que seria interessante ouvir ditas pelos próprios as diferentes versões do que aconteceu...
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 21:26
Pode ser mas não creio que o façam.So se for organizado por aí um dia local da saúde no BA com debate do tema.
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 22:49
Alguma vez!
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 22:57
Vamos aguentando o que temos, é o que é.
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 00:15
Não é verdade. Os bejenses têm deixado tirar-lhe muita coisa. Até alguns sonhos! A propósito, o que foi feito do projeto de ampliação do Hospital, anunciado pelo Dr. Rui Sousa Santos, cuja maquete se viu nos sites das rádios locais?
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 08:37
Tu ainda deves acreditar que o Pai Natal vem lá da Lapónia todos os anos, num trenó movido por renas, e que vai pelas chaminés de todos os meninos riquinhos deixando os presentes no seu sapatinho.
Haja paciência para esta malta, que nunca mais aprende.

Os investimentos do Estado são feitos nos locais onde há força politica e pessoas com poder para influenciar as decisões dos governos.
Que não é o caso de Beja, e do Baixo Alentejo.
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 10:21
Fia-te na Virgem e não corras...
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 10:55
Mas querem ampliar o quê? Essa ampliação foi passado.Nem precisamos porque para o que existe não temos nos médicos dentro de meia dúzia de anos. Estás a passos largos de uma boa unidade de cuidados continuados.Para quê ampliações? Tratem bem o pouco que temos
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 12:15
A ampliação era principalmente uma nova urgência e um novo bloco operatório.
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 14:40
isso mesmo, una urgência maior, com mais buracos para eles se esconderem e um bloco maior? Mas ele qq dia nem quen saiba tirar uma apendicite há !
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 22:04
Essa é que é a verdade que a populaça ou desconhece ou não quer saber.
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 22:23
O SNS já foi.Restam distritais sem qualidade para pobrezinhos .
A Médis mostra hoje os resultados do seu crescimento com os quais se assusta,diz administrador.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 11:00
Esse não era um projeto megalómano. Inseria-se numa visão desenvolvimentista da região, integrada com a ligação de Sines a Espanha e a utilização do aeroporto de Beja. Repare-se que entre os fatores da relutância do investimento estrangeiro nesse aeroporto está a impreparação de um Hospital preparado para eventuais grandes acidentes na proximidade.
Anónimo a 25 de Dezembro de 2017 às 11:24
Mas essa visão era de alguns e não foi apropriada pela massa crítica política bejense. E sobre esses decisores ,fina flor dos partidos políticos reinantes,ja aqui foi tudo dito.E também não houve nenhum movimento, tipo Beja Merece, que daí quisesse tirar alguns proveitos, convidando até Ministros ou Presidentes da República para observar in loco e debater na Casa da Cultura.
Anónimo a 25 de Dezembro de 2017 às 12:15
Exatamente! Está tudo dito. Boas Festas
Anónimo a 25 de Dezembro de 2017 às 13:00
Vejam a maquete:
http://www.betar.pt/upload/photo/1360670830Hosp_Beja_Amp%20-%20Copy.jpg
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 10:59
Só o projeto deve ter custado uma pipa de massa!
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 11:51
Esse projecto é muito anterior ao Dr. Rui Sousa Santos.Foi aprovado com financiamento no mandato do Dr.Apolino.
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 12:17
O financiamento foi gasto só com os arquitetos?
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 14:42
O financiamento penso que naofoi utilizado.Uma coisa é um projecto aprovado outra ,bem distinta,é um projecto concluído e co financiado.
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 17:58
Recordando:
http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2411573.html
Anónimo a 31 de Dezembro de 2017 às 14:41
Espera-se que de volta ao CA seja coerente com a posição que na altura teve.
Anónimo a 31 de Dezembro de 2017 às 16:28
Mas que esperança tola! O que têm basta-lhes...
Anónimo a 31 de Dezembro de 2017 às 16:37
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