Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
21
Dez 15

João Ramos questiona Ministério sobre falta de médicos em Ferreira do Alentejo.

Ler e ouvir aqui e aqui.

SEP acusa ULSBA de não pagar aos enfermeiros que cedeu à Misericórdia de Serpa.

Ler e ouvir aqui e aqui.

publicado por Zé LG às 09:17
A Gestão da ULSBA é feita por um Conselho de Admi nistração desagregado, unidos somente pelas pontas da necessidade de poder e do lugar, em que cada um deles procura sobreviver nesse pódio. Não sabe e não que trabnalhar em grupo. Para reerguer esta ULSBA precisa-se de um grupo coeso e capaz de propor e adoptar uma reforma da organização.
Anónimo a 21 de Dezembro de 2015 às 16:32
Para fazer o que nunca antes foi feito.
Anónimo a 21 de Dezembro de 2015 às 18:42
Para todos os que por vão passando, Votos de um Óptimo 2016
Anónimo a 2 de Janeiro de 2016 às 22:11
Sobre a eterna falta de médicos e outros técnicos na região, porque não ir a Beringel e mandar fazer uns quantos?

Agora mais a sério. O que é que as autarquias, todas elas, têm feito nos últimos tempos para fixar técnicos por aqui?
Népias; nikles batatoides;nothing; niet;....
E o deputado João Ramos deveria perguntar primeiro a estas, antes de mais.

Ou será que a sua principal missão nos tempos que correm, depois de feitas todas as obras publicas básicas, são festas, cantoreios, almoçaradas ou outras que tais e afins?
Anónimo a 21 de Dezembro de 2015 às 19:12
Então descartaram os trabalhadores de Serpa e não querem pagar o que trabalharam para a ULSBA???
... está bonito está...
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 19:17
Serpa, como está, é um negócio ruinoso.
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 19:40
A gestão da ULSBA deve ser contestada por todos aqueles que a conhecem. E há muitos...
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 20:12
Ninguém de bom-senso pode desejar a continuidade de um CA sem métodos nem hábitos de trabalho regulares. Não são só os prestadores de cuidados que tem de fazer trabalho com qualidade. Isso também se aplica à gestão, e a incompetência a esse nível também repercute sobre a qualidade de prestação de cuidados. Queremos uma ULSBA melhor! Fora o atual CA!
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 21:04
É preciso morrerem utentes para as gestões se demitirem. Mas o pior é o que não se sabe publicamente porque quanto mais iletrada ê a população, menor o número de reclamações e maior o desconhecimento nesta área.
São sempre problemas de gestão os geradores de disfuncionalidades da organização, com consequências desconhecidas da generalidade dos utentes.
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 21:33
O argumento de que a população é iletrada tem sido usado para menorizar as queixas de utentes que se referem a problemas resultantes de má organização, como os que se prendem com tempos de espera aceitáveis, por exemplo. Esse tipo de reclamações são enviadas para o fundo de uma gaveta qualquer. Só seguem reclamações que ponham em causa diretamente o comportamento de profissionais. Para uma gestão negligente os problemas de organização da empresa são relegados para as calendas gregas.
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 21:41
Isso mesmo.
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:08
"Demitam-se! Demitam-se todos os gestores de topo, intermédios e demais que tenham tido responsabilidades diretas e/ou indiretas em situações que lesem a qualidade de vida das pessoas ou, em última instância, lhe a tirem por falta de assistência ou assistência insuficiente ou errada. Demitam-se todos os profissionais nomeados, eleitos ou designados que procurem esconder essas situações ou que só venham a lume quando lhe encontram o rabo de fora. Incluo aqui os maus profissionais também. Não aqueles que erram. Todos erramos. Mas os que ocultam o erro, persistem no erro, se calam perante o erro e ainda o sacodem para o elo mais fraco. Esta situação é uma. Uma que veio a lume. Triste, dura... mas infelizmente como tantas outras, umas mais longe, outras mesmo aqui ao pé da nossa porta. Esta viu a luz do dia. Assim como deviam ver todas. Choraríamos mais, revoltar-nos-íamos mais, indignar-nos-íamos muito mais. Era o mínimo que podíamos fazer. Assim, resta-nos repudiar as leis da rolha informais que há um par de anos voltou a fazer escola. Uma coisa é sigilo, outra é conivência, complacência e cumplicidade perante atentados à vida humana." (Miguel Góis)
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:23
Um seguidor das pegadas do Dr. Frade.
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 23:25
Muito demagógica a afirmação! Conhece ao menos os possíveis métodos de trabalho do C.A. , ou dos seus membros? Ou é apenas mais um daqueles bacocos que produz afirmações gratuitas, emana bocas foleiras e pouco ou nada mais faz do que isso? Se é assim tão entendido..., devia saber que do ponto de vista social o HJJF e a ULSBA funcionam como uma amostra da sociedade em que vivemos (alguns) e como tal nela se reproduzem e repercutem as vicissitudes da sociedade na sua origem!
Não há C.A. que resista ao alheamento, ao desprendimento, à falta de empenhamento do tecido produtivo de que dispõe...não há CA. que consiga resistir Às "sabotagens" continuas de que é alvo,nem este nem qualquer outro!
Para que algo mude na ulsba não é só o C.A. tem que mudar, mas sim todos nós, nós e a nossa postura, comportamento , atitude, só assim será possível!
Boas Festas para todos
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:07
Ora boa! Que grande desculpa! Então é o CA que tem de seguir o exemplo dos preguiçosos.,.
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:11
Mas que raio de comentário, este último. É de alguém tão desconhecedor da matéria que refere .."do ponto de vista social o HJJF e a ULSBA funcionam...".Entao não sabe que o HJJF é o hospital que conjuntamente com os Centros de Saúde constituem a própria ULSBA? se não sabe não opine com asneiras!
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:15
só deves ler "tio patinhas"..., tão lerdo!
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:49
Mas quem é este bacoco, que desconhece a entidade onde trabalha?
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:17
deves ter faltado muito Às aulas de Português ...com essas dificuldades semântico/sintaxicas
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:54
concordo, mas o problema é a Worten vender computadores a qualquer um que lá vái, deviam exigir certificado de habilitações!
Não percas tempo, eles lá o que é sintaxe e / ou semantica, .. é por isso, se eles nem ler sabem.. Bendito C.A. que aguenta gentinha desta!
Anónimo a 22 de Dezembro de 2015 às 22:58
Benditos profissionais que aguentam CAs deste calibre. Pobres utentes que morrem e são mal tratados sem perceberem que são governados por gentinha desta.
Anónimo a 23 de Dezembro de 2015 às 12:07
Produzem-se aqui alguns comentários cujo conteúdo é indubitavelmente pertinente. Esse conjunto de críticas construtivas e sugestões, caso fosse acolhido pela instituição em causa, poderia constituir-se como um valioso acervo de contribuições da comunidade. Infelizmente, a administração da ULSBA é fechada sobre si mesma, inibindo e censurando as críticas internas e exteriores, não acarinhando novos projetos e visões. Tão diferente que a ULSBA poderia ser!...
Anónimo a 23 de Dezembro de 2015 às 14:53
Poderá ser diferente se os poderes públicos assumirem uma ruptura com um presente e passado não longínquo , assumindo essa necessidade como um imperativo de mudança de paradigma para a reorganização da saúde no Distrito.Vamos aguardar...
Anónimo a 23 de Dezembro de 2015 às 21:30
Exatamente! É preciso acreditar que isso é possível!...
Anónimo a 23 de Dezembro de 2015 às 23:09
Não. primeiro muda o CA e depois vamos mudando nós com o exemplo que o CA nos dá.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 11:07
“Como é que uma criança, com doze meses, a sofrer de traumatismo craniano, esteve quase três horas na urgência, sem um médico a observar?"
É esta a pergunta que Nuno Serrado, pai de Joana Cavaco, faz.
Joana caiu em casa e bateu com a cabeça no canto de um móvel. Entrou na urgência do Hospital de Beja, esta terça-feira, às 17:58 horas. Foi solicitado aos pais que esperassem com a menina na unidade de pediatria até que fosse chamada.
“O tempo foi passando e eu ficava cada vez mais desesperado”, desabafou Nuno Serrado que via a filha sangrando da cabeça, sonolenta, com vómitos, muito rabugenta e “ninguém fazia nada”. O progenitor, aflito, tentou obter explicações do que se estava a passar. Foi informado que era um assunto da cirurgia. Entretanto o médico da cirurgia informou-o que não observava a criança enquanto não fosse vista por um médico da pediatria. “E levamos nisto até às oito e meia da noite”, afirma.
Nuno Serrado diz mesmo parecer haver “uma rixa entre a pediatria e a cirurgia”. Felizmente, o médico que entrou no turno das vinte horas, deu atenção à situação e observou a criança que teve alta ainda nessa noite.
Os pais da Joana Cavaco informaram que vão apresentar queixa junto das entidades competentes.
Contactado pela Rádio Pax, o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, diz que "foi atribuida a pulseira verde o que significa que se tratava de situação de pouca gravidade, com tempo previsível de atendimento de 2 horas". A ULSBA informa ainda que a Joana Cavaco "foi devidamente observada pelas equipas médicas de pediatria e de cirurgia".
Uma resposta burocrática a 26 de Dezembro de 2015 às 11:45
À propósito , conhecemos o pensamento dos gestores da saúde no Distrito sobre a tão necessária reforma hospitalar? Não. E sobre a reorganização das urgências hospitalares, com a colocação de equipas especializadas fixas? Também não.











Anónimo a 26 de Dezembro de 2015 às 12:19
O problema central do Hospital de Beja são os políticos e as politiquices dos mesmos lá dentro. E de todos os quadrantes políticos. Não há os bons e os maus.
São todos iguais, pois quando entram uns e saem outros, só as moscas é que mudam, porque a merda, essa é sempre a mesma. Como diria o médico aljustrelense que foi ministro do na 1ª República.
Ou seja, há sempre dinheiro para eles e as suas manigâncias, agora para pagar a quem trabalha, é que nem sempre.
E depois de quem é a culpa, quem é ?
Sempre dos mesmos. Os que lá andam dias inteiros após dias inteiros, já sem poder mais e sem que haja quem os substitua mais frescos e com capacidade para desempenhar as suas funções de forma digna.

Se todos os políticos e politiqueiros, e alguns que aqui escrevem, escrevem, escrevem,.. na ânsia de lugares/tachos, sem olhar a meios. Fossem vender xuxas para a porta da maternidade, não seria melhor?
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 11:38
Anónimo da 11:38: pelos vistos também prefere vir escrever aqui do que vender chuchas... De resto, escrever aqui também não garante tacho para ninguém... Nos cemitérios, o silêncio é adequado. Entre os vivos, a falar é que devemos entender-nos. O problema central, como lhe chama, não será deixarmos os políticos fazerem politiquices à vontade, sem que ninguém lhes diga as verdades?
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 11:48
As verdades doem, não doem?
Sejam elas chuchas ou xuxas.
Foi apenas uma piada, mas parece que caiu mal.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 15:52
Nada disto cai mal a quem se esforça dia a dia para uma unidade local melhor. Acho estranho a referência deste anónimo da 11:38 ,quando diz que não há dinheiro para pagar a quem trabalha e para eles há sempre.Entao onde ainda não faltou dinheiro foi para os vencimentos dos profissionais (bem sentimos que com demasiados cortes) tal como para os nomeados do CA porque estão em igualdade de circunstâncias porque recebem todos no mesmo dia 21,
Que me diga que o problema está em esbanjar em situações e em produtos que não deviam, não fomentando a eficiência,nisso estamos de acordo.Serao as ditas "manigâncias".
Mas o problema central ,como muito bem disse o Sr. Ministro da Saúde, há dias , a propósito do recente problema que causou a morte de um jovem no S.Jose, é ao nível da organização /gestão destas casas.por isso se demitiram, ou foram mandados apresentar a demissão,, os CAs respectivos.Ora no nosso hospital também é a este nível que se centram os problemas, acentuados nestas últimas gestões que os ciclos políticos têm perpetuado , infelizmente, por mais do que um mandato! Aqui sim ,é a política no seu pior , o reino da politiquice local , associados à desmotivação e ao desmembramento dos finais dos CAs desgastados e amedrontados com a perda do seu lugar de nomeação. Mas ,pela primeira vez , de há mais de uma década, um Ministro associa e chama a atenção , publicamente, para o mau atendimento dos utentes estar associado à má gestão e à falta de organização. Vamos ver se dará frutos , mesmo na ULSBA, que bem precisa de mudar de paradigma olhando ,sim , para os seus profissionais com um sentido de pertença.
Alensul a 27 de Dezembro de 2015 às 17:24
Sim, tem que olhar para os seus profissionais, dialogar com eles no sentido da resolução dos vários problemas que afectam as suas áreas profissionais. Mas este CA tem feito precisamente o contrário, só querem saber dos seus tachos, e na forma de quando saírem de lá, levarem o máximo de indemnização que puderem. Não querem saber dos bons profissionais que tem, querem saber daqueles que lhes andam a lamber as botas, para obterem os bons tachos.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 18:17
Eles tem mostrado profusamente não ter capacidade de diálogo nem de liderança. Preferem impôr as suas deliberações contra a opinião dos profissionais. Vêm-se os resultados desse autoritarismo: desmotivação e desinteresse. Com dirigentes destes, a ULSBA cairá no abismo.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 19:42
o que faz falta é competência , liderança , espirito de serviço á comunidade. a conversa do dialogo muitas vezes é para mascarar a incompetência e para se manterem mafias instaladas
anonimo a 27 de Dezembro de 2015 às 20:44
Diálogo não é um "pro forma". É para quem sabe ouvir. Quem não ouve, não decide bem.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 20:48
Pois é verdade. Quando vão para esses lugares para gerir os tais equilíbrios de compromissos nada muda, porque os interesses instalados são tolerados. É por isso que os vários corporativismos temem que pessoas independentes e incorruptíveis sejam nomeados.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 21:30
tanta conversa fiada..
Anónimo a 28 de Dezembro de 2015 às 00:12
Chamem lhe "fiada" e deixem acontecer o caos aos olhos da população.Sim , porque o caminho está feito.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2015 às 08:35
E se fosse só essa criança...
Anónimo a 26 de Dezembro de 2015 às 23:39
Agora é que vai piar fino!
Anónimo a 27 de Dezembro de 2015 às 20:43
"Mais de 81 milhões de euros foram transferidos pelo Estado, só para as misericórdias, e só para a área da saúde, o que inclui os orçamentos anuais dos três hospitais já “devolvidos” às santas casas de Anadia, de Serpa e de Fafe, o do Centro de Reabilitação do Norte e a despesa das unidades da rede nacional de cuidados continuados integrados.".,
No público de hoje, um extracto de um artigo que nos diz respeito , onde a ULSBA, EPE teve, através do seu CA, um papel interveniente. Projecto Nacional do anterior executivo da Saude, não concluído , a nível nacional, que acabou de merecer , nos últimos dias, envio para o Tribunal de Contas, já por parte deste Ministério. Fiscalização essa para a restante entrega de hospitais, ainda não realizada.
Digo eu, e quanto aos protocolos já existentes? Que fazer?
Primeiro, e a nível local, entendo que:
1. Imediato conhecimento público do protocolo estabelecido, com publicitação das actas de gestão que lhe deram suporte;
2. Conhecimento público do estudo económico que lhe esteve subjacente,exigido, para análise das poupanças de 25% de despesas em sede de SNS;
3. Avaliacao/monitorização dos resultados do primeiro ano para o SNS/ULSBA,EPE;
4.Debate público sobre a Saúde no Distrito, onde este tema possa ser discutido à luz da informação conhecida, com especial destaque para a Urgência do Hospital de S.Paulo de Serpa;

Visao a 2 de Janeiro de 2016 às 11:28
Subscrevo a proposta de Visao. De resto, já o deputado Pita Ameixa dirigiu na Assembleia da República tais questões ao então ministro, que nunca respondeu.
MF a 2 de Janeiro de 2016 às 14:51
Não vale a pena. Estão em contraciclo com tudo o que aí vem.

Os tempos são de reforço das autarquias, das suas competências e das estruturas existentes ao nível dos concelhos. Até para justificar a sua própria existência, como tal.
Já que não fazia sentido algum manter tantas autarquias e dependências locais em funcionamento, depois de todas as obras estruturais terem sido feitas. Pelo que seria pois muito difícil justificar a existência de tantas com tão pouca população e tantos funcionários.

Estas politicas embora já venham do anterior governo, caem que nem uma luva no atual e sobretudo no passado de dirigente autárquico de António Costa e do futuro líder do PSD, o anterior presidente da Câmara do Porto, Rui Rio.

Daí que saúde, educação, segurança social e politicas sociais, emprego e desemprego, investimento e a sua captação, etc, etc, etc,...
Tudo isso irá passar para as autarquias, misericórdias locais e afins. Quer estes queiram ou não, isto até para os tirar da monotonia e preguiça em que se encontram.
Vai uma aposta, vai?
Anónimo a 2 de Janeiro de 2016 às 19:41
Caro anónimo das 19:41h: então acha mesmo que em setores sociais que necessitam grandes orçamentos é possível manter níveis de serviços de qualidade sem inequidades territoriais se houver pulverização pelas autarquias? Como se fariam economias de escala, controle de custos e garantia de programas de saúde, com o que essa ideia peregrina implicaria? Um basismo utópico sem qualquer consistência real.
MF a 2 de Janeiro de 2016 às 20:15
Não percebe nada do que está aqui referido ,nem leu o público de hoje.
Se as Misericórdias fizerem melhor ou igual a menor custo e avaliadas não haverá problema! O pior é que não será assim. Pelo menos com todas!
Quer então dizer que saúde, educação,...emprego,...vai ser tudo gerido pelas autarquias? No caso concreto fechamos as respectivas organizações e os vereadores e afins substituem a ULSBA, o Centro de Emprego, o IEFP, as Escolas, as Direcções Regionais...?
Saem uns da preguiça e os outros passam a preguiçosos ou fecham? Boa!
Já agora nem precisamos de gestores para a saúde , emprego...e os Engs. Da Câmara e as mesas da Misericórdia tornam se excelentes peritos na gestão destas coisas públicas.
E Rui Rio aqui referido a que propósito? Que futuro está já definido e por si preconizado? Não atingi!Burrice minha eventualmente!
Quem será que está em contraciclo?
Visao a 2 de Janeiro de 2016 às 20:21
Será que ainda há quem não consiga perceber que o ciclo mudou!?
(reportando-me ao sector da saúde)
É preciso não esquecer que a transferência de competências para as autarquias pressupõe, entre muitos logros:
incentivos à eficiência da gestão dos recursos públicos, promovendo a optimização da utilização dos meios disponíveis e, eventualmente, repartindo entre o Estado e a entidade local delegatária o produto do acréscimo de eficiência que tenha sido alcançado - Pensam que os autarcas sérios e conscientes querem este presente envenenado!?!? Alguns estão tentados a isso, porém todos sabemos porquê... vivem de braço dado com a co...pcão!
Para quem não sabe e o anónimo das 19.51h não sabe certamente, parece ainda estar no dia 3 de Outubro (a refletir claro...), que outros países - Suécia - já fez este percurso, com resultados catastróficos! Diminuiu a qualidade dos cuidados e aumentou a despesa, resultado... recuaram. Em Portugal? Não, quando se está à beira do precipício a melhor atitude é dar um passo em frente...
Meus caros, o que é necessário é desenvolver uma politica centrada no utente, com ganhos em eficiência e que assente numa prestação de cuidados de saúde integrados! Contudo só conseguirá levar acabo uma politica destas quem conhecer e for capaz de ler nova realidade no contexto da prestação de cuidados de saúde do distrito de Beja.
Misericórdias, Municípios? Por favor.
Disse a 4 de Janeiro de 2016 às 01:00
Então isso quer dizer que em Beja essa realidade se pode concretizar: autarcas sérios e conscientes é coisa que não temos e acusações de corrupção já vimos que não tiram o sono aos mandantes cá da praça!
Anónimo a 4 de Janeiro de 2016 às 12:52
Um artigo muito esclarecedor, e assim se destrói o SNS.

No que diz respeito aos Cuidados Continuados Integrados em Saúde Mental o Despacho 8320-B/2015, de 29 de Julho "Autoriza o Instituto da Segurança Social, I.P., e as Administrações Regionais de Saúde, I.P., a assumir os compromissos plurianuais no âmbito dos contratos-programa a celebrar durante o ano de 2015, com as entidades integradas ou a integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI)". No seu Anexo III é referida a criação de 18 lugares com a tipologia "Residências de Apoio Moderado" pela a Fundação S. Barnabé, com alocação de 59.132,70 euros pela Seg Social e de 53.816,40 euros pela ARSA ainda no decorrer de 2015 (https://dre.pt/application/file/69901186). Onde estão?
Visão ou falta dela, tudo o que atrás se referiu diz respeito às pequenas e médias autarquias e respetivas IPSS.
Por favor não brinque com coisas sérias ou finja que não está minimamente atento ao que já se verifica. Pois certamente sabe que já há autarquias a iniciarem processos para serem elas a gerir as suas escolas e centros de saúde.
Assim como nesses conelhos não há técnicos do IEFP ou da Segurança Social que vão para o desemprego.
Quanto a Rui Rio, tem alguma dúvida que no próximo congresso do PSD não vai avançar para a sua liderança?
Anónimo a 2 de Janeiro de 2016 às 22:40
(respondeu ao meu comentário, não ao da(o) Visão)
De qualquer modo está um bocadinho baralhado(a). Só por curiosidade, o que são "as respetivas IPSS" das autarquias?
As misericórdias e afins, doutora. Em quem as autarquias podem delegar competências através de protocolos com o poder central, nomeadamente nas áreas da saúde, solidariedade social e até emprego/desemprego. Ou até mesmo substitui-las nessas funções, caso aquelas não queiram assumir essas competências.
Estranho é que não esteja a par de tudo isto. Cumprimentos.
Anónimo a 2 de Janeiro de 2016 às 23:57
As Misericórdias são IPSS das autarquias? É que foi isso que escreveu.

Mostre-me lá o articulado legal de que fala, pf, acho que está aqui a haver um erro de comunicação qualquer.

Dra. não se incomode! Não vale a pena! Então não ve que tipo de ideias e conhecimento é esse? Deve pensar que estamos todos fora de ciclo!
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 10:29
São questões importantes que merecem ser discutidas.
As substituições das Direcções do IEFP, já começaram, a próxima será a ULSBA, pois umas vez que são lugares políticos, o Governo tem que ter nesses lugares pessoas da sua inteira confiança e que sigam a nova política do Ministério da Saúde.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 00:24
querias, mas não vais ter essa sorte, isso será para mais tarde, muito mais tarde ..
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 01:54
AMP: http://observador.pt/2015/02/12/diploma-sobre-descentralizacao-de-competencias-para-autarquias-ja-foi-publicado-ar-discute-o-amanha/
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 08:17
Pois, bem me queria parecer que havia um erro de comunicação, imaginei que era neste diploma que estivesse a pensar.

O diploma determina aspetos gerais, a regulamentação não foi aprovada pela AR pelo que a operacionalização não está em curso. Lembro-me bem de ter falado sobre este assunto com vários deputados, nomeadamente do PS, e de me terem enumerado as incongruências com outros articulados legais. Lembro-me, até, de ter sido levantada a questão da necessidade de voltar a discutir a Regionalização e da impossibilidade de se operacionalizarem medidas avulso.
Esclareço que em debate realizado pelo Partido Socialista, foi consensual a posição de recusa de descentralização de responsabilidades para as autarquias no âmbito da saúde.
MF a 3 de Janeiro de 2016 às 10:47
Obviamente. Podem ser delegados alguns aspetos, nomeadamente no que diz respeito a infraestruturas, transportes de doentes não urgentes e projetos locais específicos, mas a orgânica do SNS é central, é una para o país.
Aliás, dentro do PS - e já desde os Estados Gerais - a própria existência de ARSs é questionada, pelo menos na forma e com as funções atuais.
Aliás, basta ler a notícia do Observador para perceber em que ponto estavam as propostas "este processo decorrerá através de projetos-piloto, com um “um número limitado de municípios ou entidades intermunicipais, o qual pode ser depois eventualmente alargado conforme os resultados da avaliação da implementação daqueles projetos”, repare no cuidado das palavras "projectos-piloto" e "eventualmente".
AMP & MF: As coisas já não se passarão como aqui foi referido, isto porque pelo menos nas áreas da educação e da saúde existem já muitos protocolos em curso. Daí que a fase experimental esteja muito avançada, e a tal ponto que já não será possível de parar.

O que se compreende, isto porque não é o atual processo de regionalização que vai contribuir para melhorar o panorama de empobrecimento e desertificação em curso nos concelhos do interior e sobretudo periféricos.
Aliás basta olhar para o nosso caso do Alentejo, para verificarmos que o que apenas sucede, é saída de algumas competências do Terreiro do Paço para a Praça do Geraldo. O resto fica igual ou até pior.
A regionalização serve apenas os interesses pessoais e políticos dos que vivem da politica, e nada nada mais. Aliás por esse motivo foi rejeitada em referendo nacional, e certamente voltaria a sê-lo.

Daí que ou as autarquias e forças vivas locais, sobretudo as mais pró-ativas, vejam nesta legislação a única saída para pelo menos não assistirem impávidas e serenas à contínua decadência dos seus concelhos.
Segundo informações pessoais, parecem ser os concelhos transmontanos aqueles onde este processo parece estar a progredir mais rapidamente.

Por último dizer que me espanta e de que maneira, a revelação de MF de que o PS pretenderia reverter todo este processo, ou pelo menos tentar menorizá-lo.
Estranho, hem?
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 12:14
Áh! E não me venham logo dizer que no referido referendo sobre a regionalização, a nível nacional foi apenas no Alentejo que o sim venceu. Isto para os outros não nos chamarem de "carneirada" e eu não me envergonhar de ser alentejano.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 12:30
Essa tal desconcentração está a ser uma nova ilusão. Com menos racional do que a regionalização, pois está ainda pressupõe a integração a um nível de alguma importância. Já aqui alguém evocou a história da China do tempo de Mao, em que até ele percebeu que os pequenos fornos siderúrgicos coletivos que cada aldeia possuía não interessavam, pois o produto era de má qualidade... Os nossos "descobridores de ideias" parecem entreter-se a inventar o que já se provou ser obsoleto. A retornar ao obsoleto não há progresso das sociedades.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 12:43
Porque será que a municipalização dos serviços incomoda muita gente?
Porquê?
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 13:06
Não defendo a reversão do processo, defendo a sua regulamentação e melhoria. Se há aspetos que devem ser passados, com regulamentação apertada, para as autarquias, outros há que não podem nem devem. O articulado, aliás, é muitos generalistas e não determina, de todo, a substituição das normas e responsabilidades nacionais pelo poder local.

Posso pedir-lhe que me elucide sobre as experiências piloto que conhece? Onde estão a ser feitas e em que areas de intervenção?

A discussão sobre regionalização vai ter de ser feita, não tenha quaisquer dúvidas, os modelos a usar terão de ser discutidos.
Não percebi o que quis dizer com "as coisas já não se passarão como aqui foi referido", que coisas?
A evolução do processo de municipalização de serviços que eram apanágio do poder central, já não estará num nível tão inicial como se pressupunha ali atrás.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 14:25
Acho que percebeu mal, em nenhum momento tal pressuposto foi manifestado, houve foi uma correção ao que estava a ser dito.
Não há municipalização da Saúde, da Educação, da Segurança Social nem do Emprego como parecia que estava a ser dito, muito menos nos moldes gerais e absolutos como foi escrito.
AMP: Sobre o que se estará a passar no terreno, não estou em condições de lhe fornecer qualquer tipo de informação apurada e fidedigna, pela minha observação direta.
Sei apenas pelo que tenho lido e tido conhecimento através de troca de impressões, que há muitos protocolos celebrados na área da educação e com razoável/boa evolução, e alguns na saúde e em particular dos centros de saúde, incluindo até de municípios do norte alentejano.
Isto evidentemente além das misericórdias, que já têm a gestão de unidades hospitalares, ambições de ser elas a fornecer os chamados "cuidados continuados" e parece que o atual governo também quer que sejam elas nos concelhos mais pequenos e periféricos a gerirem o RSI.
É tudo o que tenho conhecimento.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 14:40
Então se não conhece não fale de assuntos que não são como refere , menos ainda confundindo conceitos na defesa do que não se percebe , transpondo para a prática local da saúde e da educação...e metendo tudo no mesmo saco para tão somente salvar o poder autárquico , que no seu entendimento está acabado e sem funções. Quanto às Misericórdias ocuparem espaço da gestão em saúde , para dai obtermos ganhos de eficiência do sistema público , está tudo por demonstrar. Por isso mesmo o actual Ministério está a rever o que o anterior previa avançar , submetendo mesmo futuros contratos de entrega ao parecer prévio do Tribunal de Contas, como já aqui referi . No entanto não estou com esta informação a dizer que as Misericórdias não têm ou podem ter um papel complementar e até concorrencial na saúde ao nível da prestação de cuidados em rede paralela como a dos cuidados continuados, ou se quiser na venda de alguns serviços , associados aos subsistemas , se a procura assim o justificar e ou as gestões públicas não sejam capazes de o fazer bem ou entendam que outrem o faz melhor. Tenho toda a certeza , que a nível local esse quadro da venda/compra desses serviços ,
só terá lugar enquanto a gestão pública quiser" agradar"ou for incapaz de gerir o quadro da oferta local manifestamente adequada à procura de cuidados da ULSBA.
Já quanto ao estabelecimento de protocolos , dentro deste sub sistema ULSBA , podem ser estabelecidos os que a gestão da Unidade entender , numa perspectiva de maximização de ganhos em saúde e maior eficiencia na utilização de recursos de que dispomos. Para tal tem que fazer estudos que o provem e monitorize os seus resultados. Tudo isto , sempre , como bem referiu a Dra. Ana Matos Pires , que interpreta , muito bem , estes conceitos no enquadramento legal recente.
E eu acrescento que esses protocolos podem existir , como estratégia a definir pela gestão do topo , desde que não tenham como objecto o "CORE BUSINESS"da ULSBA porque comprar ou protocolar esses serviços é demitir-se do "negocio" que , no caso concreto , tem que ter capacidade para gerir numa zona onde a procura diminui face às respostas que temos capacidade para dar aos nossos utentes do sistema SNS. Se assim não for feito teremos um desastre na gestão dos nossos recursos disponíveis...e cuidado que o caminho traçado precisa de ser invertido.
Visao a 3 de Janeiro de 2016 às 17:18
Visão, ou falta dela.
Quem parece que não conhece ou percebe nada do que diz e baralha todos os conceitos, é o meu caro.
Que faz uma confusão tal, que honestamente não entendo nada do que pretendeu dizer.
Tenho pena, pois embora tivesse esse ensejo,mas não consigo contraditar nada do que escreveu. E amanhã é dia de trabalho.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 18:42
Meu caro anónimo:
Se não contradiz , independentemente de amanhã ser dia de trabalho , é porque a minha informação bem como os juízos de valor que lhe estão associados, foram eficazes.
Se o não faz porque não entendeu bem essa minha posição ,face aos temas abordamos e em jeito de síntese , é porque não fui capaz de ser suficientemente esclarecedor e não porque não saiba do que estou falando/analisando , pode ter a certeza. Então não faltarão oportunidades para eu corrigir essa minha falha e talvez até estejamos de acordo , pendo eu ,que ê uma questão de "praias" diferentes.
Visao a 3 de Janeiro de 2016 às 19:46
por acaso acho que se fez entender muito bem eheheh
Sem dúvida, o caminho que estava a ser seguido era bem perigoso para o SNS, como o artigo do Público bem demonstrou.

Mais, as atividades privadas em Saúde, onde as Misericórdias se incluem, são complementares, nunca substitutas nem concorrênciais, do SNS - já o escrevi, de resto, em 2012 "A ideia de que a concorrência seria mais favorável que a complementaridade assenta no mito de que os dois sectores têm os mesmos direitos e obrigações, o que é falso." http://economico.sapo.pt/noticias/e-agora-desistese_149628.html
Mas protocolos com os municípios que incluem aspetos relativos à Saúde e à Educação há muito que há, veja-se o transporte de estudantes por algumas Câmaras ou os apoios comunitários a estruturas de terceira idade, por exemplo, a discussão estava muito para lá disso.

A história das Misericórdias é bem diferente, já têm, sobretudo por ação do anterior governo, muito mais que os Cuidados Continuados (veja o Hospital de Serpa e uma pipa de SIGICs por esse país fora). Leal da Costa, de resto, desejava dar-lhe de mão beijada uma fatia significativa do ambulatório do SNS. Felizmente há, neste momento, três grupos de trabalho, que terão de apresentar conclusões dentro de aproximadamente três meses, a reestruturar os cuidados hospitalares, os cuidados primários e os cuidados continuados, com tipos muito bons a coordená-los.

De novo lhe digo, o que estava em discussão era a passagem da gestão da Saúde, da Educação, da Segurança Social e do Emprego para os municípios.
Naturalmente que concordo consigo, Dra. Ana..a discussão encaminhou-,se para a gestão da saúde , da educação...ainda bem que há grupos de trabalho prévio a qualquer decisão .
Visao a 3 de Janeiro de 2016 às 21:08
Olha o Conde e a PCA que nem umas lapas , pegadinhos ao seu lugar, mexendo por tudo o que é buraco, para se manterem no poder negligente e incompetente que exercem. Dão uma boa migalha mensal ,são só uns largos milhares ,ao hospital de Serpa , à amiga provedora ,que em troca do serviço de urgencia , que lhe vende,os convida para as festas. À do Natal , com pompa e circunstancia , não faltaram todos, de entre os 500 convidados do burgo serpense.
Querem agora ficar mais um longo tempo , até vir o Rui Rio, veja-se, só para poderem dar uma outra migalha , do orçamento da ULSBA, mais outros milhares, para comprarem um outro servicinho , agora , à Fundação são Barnabé. O que será que desta vez o hospital não produz? Não chegam já as urgências de Serpa?
Isto é que é Visão para o Zé!
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 10:50
Também deves ser daqueles que estás a beneficiar com eles no Poder, para falares assim, deves ter o teu tacho em risco, mas há-de chegar o dia que já não deve estar muito longínquo. É normal quando mudam os Governos, os lugares políticos também mudarem, pois não foram lá postos por concurso, e alguns nem sequer têm algum conhecimento da Orgânica Hospitalar.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 10:58
A orgânica das unidades de saúde deverão ser articuladas em rede complementar de modo ao pleno aproveitamento dos recursos, visando garantir o acesso aos cuidados sem inequidades. Mais organização e rigor. Profissionalismo. Não há lugares para boys ignorantes.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 12:07
Este anónimo tem toda a razão porque a gestão torna-se cada vez mais exigente ao nível dos conhecimentos /profissionalismo. A ULSBA exige , no actual contexto , uma gestão encarada numa perspectiva sistêmica ...o tal todo em que cada um dos elementos tem um papel integrador ,conducente ao seu equilíbrio financeiro , contribuindo para melhorar a equidade na resposta a utentes que não dispõem e nem necessitam de uma resposta privada se a pública os satisfizer. É esse o grande desafio , que estará pela frente .
Não acredito que a mudança do actual CA se faça , pela actual equipa ministerial , numa troca de lugares de "boys" por "boys" sem conhecimentos capazes de empreenderem tamanho desafio. E se a política local o forçar , nesse sentido , não acredito que este CA seja substituído . Resta aguardar o desenrolar dos acontecimentos , sem precipitações e com sabedoria.
Anónimo a 3 de Janeiro de 2016 às 22:24
Estas tertúlias dominicais são muito interessantes.
Anónimo a 4 de Janeiro de 2016 às 01:34
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