Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
06
Set 17

Uma contribuição pessoal (apresentada em 16 de junho de 2015):
"(...)
• reduzir desigualdades de acesso aos cuidados
• desenvolver mecanismos participativos na gestão do SNS
• aumentar o número de Médicos de Família
• fazer uma reforma hospitalar
• aumentar a capacidade dos Cuidados Continuados
• incentivar a motivação dos profissionais
• reforçar a autonomia das unidades e a responsabilidade dos seus gestores.
(...) importa a nível local contribuir com propostas decorrentes das nossas especificidades, o que implica a articulação entre os programas eleitorais dos distritos, que não podem estar em contradição. Este princípio é especialmente pertinente para distritos que fazem parte de uma mesma Região Administrativa.
Uma vez aprovado pelo escrutínio eleitoral, passando subsequentemente a integrar o Programa de Governo, o trabalho de definição das medidas concretas não acaba.
Utilizando empenhadamente as estruturas de participação democrática teremos de procurar “enriquecer” o conteúdo programático, no dia-a-dia da futura prática governativa, com medidas dirigidas às necessidades loco-regionais, dentro de uma estratégia coerente de desenvolvimento sustentado."

Munhoz Frade a 5 de Setembro de 2017 às 17:56

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Aproveito ... para lançar um repto às candidaturas dos partidos que dão suporte político ao Governo. Consultem os respectivos programas eleitorais e expressem aqui o que defendem para a Saúde no distrito de Beja.

Munhoz Frade a 5 de Setembro de 2017 às 17:47

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publicado por Zé LG às 19:36
Dr. Frade, não adianta insistir. Já se viu que para os políticos da nossa praça esse assunto é tabu. Mais uma vez vai ficar a falar sozinho, sem interlocutor à altura. Beja mereceria, mas infelizmente deixa-se conduzir por medíocres.
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 09:53
Os partidos não podem ignorar a lei, designadamente a que atribui à CIMBAL a indigitação de um vogal para integrar o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde. Será pedir muito que os eleitores fiquem a saber como os partidos encaram essa obrigação?
Munhoz Frade a 7 de Setembro de 2017 às 11:23
Para os autarcas é muito mais cómodo promover festas do que Saúde...
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 12:10
Os eleitores também têm curiosidade de saber se Munhoz Frade será designado pela CIMBAL.
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 12:27
Seria uma boa hipótese. Das duas uma: ou reúne o consenso PS/CDU ou é rejeitado pelos dois...
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 12:36
Ainda a procissão vai no adro e as ovelhas não conseguem ter o andamento do padre...
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 13:37
Nunca tiveram pedalada para este "padre".
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 16:54
Expressão do dia: "Sentido de Oportunidade" - capacidade de fazer uma coisa adequada no momento oportuno.

Não perca, a de amanhã: "Oportunismo".
HipocrisaNãoPagaImposto a 7 de Setembro de 2017 às 20:29
E a de depois de amanhã, "Hipocrisia"...
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 21:00
Agarra, que é ladrão!
Anónimo a 7 de Setembro de 2017 às 21:05
Seria bom que os representantes dos munícipes aproveitassem a possibilidade legal de integrar na administração da unidade local de saúde um elemento que fizesse a ligação aos interesses da comunidade, monitorando a prestação e acesso aos cuidados concelho a concelho, sendo um provedor da correcção de assimetrias e estrangulamentos na acessibilidade, coordenando a cooperação para coordenação do aproveitamento de recursos partilhados, etc., etc., etc.... É preciso elencar mais razões ou estas não são boas?
MF a 8 de Setembro de 2017 às 12:35
Que melhor desígnio para uma Comunidade Intermunicipal do que esse?
Anónimo a 8 de Setembro de 2017 às 13:51
Pelo que é de todos ninguém se interessa.
Anónimo a 9 de Setembro de 2017 às 17:00
Ainda não perceberam que somos acionistas do SNS?
Anónimo a 14 de Setembro de 2017 às 12:23
"Transformação Organizacional – ideias para algumas linhas estratégicas

1. A ideia central da mudança deve ser uma organização menos burocrática, para uma funcionalidade mais natural. O que precisamos para a nossa Unidade Local de Saúde é de uma nova matriz, que permita: (1) mais flexibilidade adaptativa da organização; (2) mais criatividade para responder a procura; (3) mais envolvimento dos recursos humanos na missão da empresa; (4) mais realização pessoal dos RH, através de um novo papel - de "cooperantes"... Para que a organização gere essa dinâmica, tem de permitir ciclos de feedback amplificadores...
2. Para que a missão da ULSBA se cumpra a integração de cuidados tem de ser feita decididamente. A estrutura tem de acompanhar a necessidade funcional. Em termos de processo evolutivo, as experiências técnicas pessoais específicas têm de ser usadas para se conjugarem, complementarem e potenciarem, para a partir delas criar algo diferente, novo e com dinâmica de futuro. Não é plausível que todos e qualquer um façam seja o que for com a mesma competência. Temos formações específicas, de âmbitos limitados. Para a nova maneira de estar, sistémica, precisamos fazer nascer os "universalistas" com a matéria disponível - "a prata da casa"...
3. Temos de avaliar as contribuições dos Centros de Saúde para a fluidez do sistema. Um dos indicadores a analisar cuidadosamente e concelho a concelho é o da utilização da urgência pelos respectivos utentes. Isso deve ser o estudo prévio imprescindível, para que se possam desenhar com acerto as medidas locais que visem corrigir distorções e ainda para usar a contratualização inteligentemente…
4. Sobre o cumprimento de indicadores constantes do contrato-programa, como a taxa de altas da consulta externa. Contesto a adequação dessa taxa num contexto de Unidade Local de Saúde. O facto de as consultas de diabetes terem essa taxa baixíssima é bem revelador disso. Numa Unidade Local, o seguimento integrado de doentes crónicos deveria ser avaliado de outras formas, não separadamente - indicadores para o hospital e indicadores para os centros de saúde. As conclusões baseadas nesses indicadores distorcem a percepção da funcionalidade global do sistema. Há que explorar a possibilidade de negociarmos novos indicadores, mais adequados. Nada de resignações burocráticas...
5. Teremos também de criar mais estruturas funcionais transversais, para além da que já existe na área da Diabetes. A oferta de ambulatório deve ser desenhada de acordo com as necessidades da comunidade que servimos, já identificadas no Perfil de Saúde."

(5/4/2017, 11029)
ULSBALEAKS a 12 de Setembro de 2017 às 13:59
O que é isto?
Anónimo a 12 de Setembro de 2017 às 15:33
Transparência.
Anónimo a 12 de Setembro de 2017 às 16:46
Agora anda tudo divertido com as fofocas entre candidatos às câmaras e freguesias. As mentes pequeninas não são capazes de abordar as grandes e importantes questões. Por isso ignoram-nas.
Anónimo a 12 de Setembro de 2017 às 18:42
É um documento interno?
Anónimo a 12 de Setembro de 2017 às 22:49
Está-se mesmo a ver que sim.
Anónimo a 12 de Setembro de 2017 às 23:09
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