Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
22
Jun 16

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O PCP anunciou que o tema do seu agendamento potestativo do próximo dia 30 de Junho, é com base no seu Projecto de Lei que estabelece o Regime para a reposição de Freguesias. Paula Santos afirmou em declarações à comunicação social que "este agendamento é de uma enorme importância para as populações e órgãos autárquicos que sempre se opuseram ao processo de extinção de freguesias." 

 

Eis uma iniciativa que se saúda! Pela coerência e pela justeza.

Em defesa da reposição de Freguesias extintas e em defesa das populações.

publicado por Zé LG às 08:43
Gostei da forma com LG no blog A cinco tons levantou o problema da Vidigueira e das alterações na Praça Vasco da Gama, que inclusive já motivaram protestos e podem levar à apresentação duma providência cautelar.
Mas aqui é só CA, CA, CA.. tic tac, tic tac, e nada mais mais.
Anónimo a 22 de Junho de 2016 às 22:18
O problema do CA tem a ver com a população da Vidigueira e também com a de todos os outros concelhos...
Anónimo a 22 de Junho de 2016 às 22:50
Temos o que merecemos, um partido comunista ortodoxo, manipulador do zé povinho e contraditório no que afirma, são os coveiros do alentejo, como podem levantar a reversão das freguesias quando estão de pedra e cal com as uniões, aliás é bem de ver, porque sendo um partido hegemónico e centralista o que lhe interessa é dominar o maior território possível, logo não estão interessados em voltar às freguesiasinhas, sempre podem perder o domínio de alguns que pensam de maneira diferente, resumindo são mentirosos compulsivos e detractores do povo e mais, estão a ser coniventes com as reversões de terras entregues a pequenos agricultores após a falsa reforma agrária que importaram da US e deixando constituir os velho latifúndios, há que respeitar as alianças, quem diria?
anomima a 22 de Junho de 2016 às 23:23
Porque é que se deixou de falar destes assuntos aqui neste blog? Porquê?
Só existe o CA?

O Syriza morreu. Ao menos enterrem-no

É perturbador para qualquer pessoa que seja da área política da esquerda assistir ao trajeto do Syriza

Uma das coisas divertidas dos militantes do centro e da direita, quando querem criticar o atual governo e os parceiros à sua esquerda, é acusá-los de ter por companhia “o Syriza” ou os “Syrizas”. Esta análise tem o defeito de ignorar a alteração ideológica total que aconteceu na Grécia, depois de ter sido obrigada à rendição perante as “instituições”. Alexis Tsipras não é hoje o mesmo homem que ganhou as eleições, nem sequer o mesmo homem que convocou um referendo em confronto com as duras exigências impostas por Bruxelas. Tsipras e o Syriza “capitularam” e colocaram o socialismo, não na gaveta, mas algures nas catacumbas do labirinto de Creta.

Ontem, Alexis Tsipras escreveu um tweet, acompanhado de uma fotografia em que está sentado ao lado de Jean-Claude Juncker, onde se lê o seguinte: “Feliz por encontrar o presidente J.C. Juncker hoje em Atenas, um grande amigo da Grécia e um caloroso defensor do projeto europeu.” O economista Nuno Teles classificou o tweet como uma manifestação da “síndrome de Estocolmo”.

É perturbador para qualquer pessoa que seja da área política da esquerda assistir ao trajeto do Syriza. As eleições deram a vitória a um partido que ia combater a austeridade - que, aliás, anunciava ir expulsar a troika do país -, renovaram a vitória num referendo contra as imposições europeias, para no fim o Syriza aceitar um programa ainda pior do que inicialmente tinha sido proposto e capitular perante uma humilhação que lhe foi imposta por Bruxelas.

O destino do Syriza é o mais perfeito retrato da profunda crise das esquerdas na Europa - desde a social-democrata à esquerda radical. O governo do Syriza é a prova de como os diretórios europeus “ilegalizaram” a social-democracia. O Syriza não está a cumprir o mandato para que foi eleito e hoje bem podia chamar-se “a coisa”, como aconteceu a dada altura aos comunistas italianos. O tweet de Tsipras sobre Juncker é a constatação de uma passagem para outra dimensão

In Jornal i
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 09:21
Isto não é um comentário original, é publicitação de um comentário alheio.
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 09:50
Citar a opinião de outros incluída na sua própria argumentação é natural. Mas isto é copia-e-cola, sem identificar o autor. Se é um editorial, o jornal agradece a publicidade gratuita.
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 10:22
Deixem-se de entretantos e vão aos finalmentes.
Até porque a noticia está documentada de onde vem.

O que deveriam era comentar a noticia e tudo o que ela nos diz e não arranjar desculpas para não se falar aqui do importante.
Não sei se vos chame de cobardes se de poetas de karaoke.
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 11:49
Cantores de karaoke são os que aparentam falar, quando a voz é de outro. Portugal está cheio de treinadores de bancada...
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 11:54
OK, discutamos o BREXIT.
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 12:24
E porque não também o drama do Syriza?
Anónimo a 24 de Junho de 2016 às 12:27
Porque o tema são as freguesias, mas como já não interessa de facto desuni-las, há sempre os encomendados tipo pau mandado que distorcem o assunto e colam coisas que desviam as atenções , isto está bem feito não está LG?
anomima a 24 de Junho de 2016 às 23:05
Já aqui vêm de novo os da cortina de fumo e os intelectuais da contrainformação.
Claro que o tema são as Juntas de Freguesias. Mas não é obrigatório que não se aproveite e fale de um outro qualquer assunto da atualidade. Aliás sempre aqui assim foi.
Logo um tema como o Syriza, que tanto foi debatido, tanta solidariedade despertou neste país e tão importante ainda hoje o é, não deve ser esquecido.

No entanto, parece que há muita gente que não está agora interessada em que se fale deste tema.
uma exceção foi a deputada mariana Mortágua que numa entrevista ao Jornal i, disse o seguinte:

"O grande trauma para a esquerda é o que se está a passar com o Syriza na Grécia. Como é que o Bloco olha para isso?

-O que aconteceu na Grécia foi duro para quem apoiava o Syriza e para quem discordou da decisão do Syriza. O Bloco discordou e a partir daí deixou de haver a ligação que havia antes, obviamente porque não concordámos com o rumo que as coisas tomaram. Distanciámo-nos dessa decisão. Mas o que se passou na Grécia foi duro para todas as pessoas que tinham a mínima ideia de que viviam num espaço institucional com os mínimos de democracia. O que aconteceu na Grécia diz-nos que há instituições europeias que estão dispostas a ultrapassar qualquer regra para manter o seu plano ideológico. E isto é assustador.

E também não se sabe o que é hoje o Syriza. A Mariana sabe?
-Não. Acho que o próprio Syriza não sabe muito bem o que é. A imposição de austeridade na Grécia desestruturou não só o país e a base social, mas o próprio sistema político. Neste momento ou temos Syriza ou extrema-direita. O Syriza é uma coisa em ebulição e mais uma vez são as consequências da imposição de quem se está marimbando para o que vai acontecer à Grécia no futuro, desde que eles cortem as pensões. Isto é escandaloso, é revoltante. Mas a pressão das instituições europeias torna muito difícil para os diversos governos e partidos terem uma atitude puramente confrontacional. Não vale a pena dizer que isto não é verdade."
.....
sic.

Ora dadas as semelhanças de Portugal com a Grécia, e até do atual governo da "geringonça" com o do Syriza.
Se este não é um tema atual e que nos diz diretamente respeito. Acho que não vale apena aqui debater mais nada. Mantemo-nos no CA do hospital, e pronto.
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 10:02
Fique com o seu imaginário e enfie a cabeça no buraco do chão. Ignore o que se passa à sua porta. Tão esperto que você é!
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 10:42
Igualmente.
Ignore o que se passa agora na Grécia, que é para quando bater em Portugal, não estar preparado para o que aí virá.
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 21:49
E Brexit.? Como o vamos aqui sentir?
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 13:28
BRexit?
Nós os amigos do alto pardal não temos problemas.. eu ja lhe pedi um passaporte pra albufeira!
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 13:58
Vai fazer apostas em algum casino?
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 16:52
São comportamentos típicos de Portugal.
Isto porque devido à nossa posição geográfica, mal ou bem, lá nos fomos sempre saindo bem de todas as guerras e conflitos europeus.
Só que as guerras na Europa deixaram até ver, de ser militares e passaram a ser económicas e sociais. E na atual crise, nós estamos envolvidos nas primeiras linhas e até à raiz dos cabelos.
Daí que ou muito me engano, ou a malta vai ter que se interessar e rapidamente pelo Brexit, pela situação na Grécia e sobretudo ... na Espanha.
Anónimo a 25 de Junho de 2016 às 21:54
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