Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
21
Ago 17

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Praticamente todas as semanas, como já referi noutras vezes, têm sido remendadas roturas na rede de água desta rua, surgindo novas roturas logo a seguir. Certamente que o que é necessário fazer é uma reparação na rede, mas a EMAS insiste em remendar... e quem paga a água desperdiçada é o Zé Consumidor... e como se isso não bastasse, paga também as tarifas de tratamento de esgotos e de lixos que lhe são acrescentadas. 

Depois recomendam que poupemos água... E se dessem o exemplo?

publicado por Zé LG às 14:20
ó Sr Lopes Guerreiro...não leve a mal o que vou dizer...acalme-se e veja lá se faz uma revisão do que escreve..."é o De Dá persistir no erro...", as tarifas de "trastamento" de esgoto...xiça...não escreva à pressa...o que nos quer dizer é que há rupturas que já se tornaram crónicas...só na cidade há dezenas....um abracinho aqui da boleta!

boletadomontado a 21 de Agosto de 2017 às 18:19
E a minha agua este mês duplicou de valor.Pago de água odobro de luz.Interessante ! E pelos vistos não há nada a fazer! aguenta cidadão pagante.
Anónimo a 21 de Agosto de 2017 às 20:35
Obrigado pela correcção! Já corrigi dois dos erros assinalados. Não corrigi o outro porque continuo a achar que se pode escrever rotura.
Zé LG a 22 de Agosto de 2017 às 01:13
Como se isto e outras más gestões feitas e acompanhadas por malta sem formação, mas que acenam com a cabeça a tudo o que lhe dizem para fazer não chegassem, pergunta-se onde andam os ambientalistas, os defensores de Beja que tão acerrimamente a defendem, composta por pessoas e intelectuais bejenses que normalmente estão fora e bem instalados, não deram ainda conta do que se está a aproximar da cidade a menos de 1 Km de distancia e que são olivais ou amendoeiras em preparação na parte sul, com a toda a nefasta carga ambiental de produtos químicos e alteração dos terrenos nomeadamente linhas de água, que servem o escoamento da cidade quando chove com todo o risco de futuras inundações e alergias para a saúde da população, onde está a câmara municipal e os seus técnicos que não avaliam tudo isto dando cobertura a uma mudança ambiental que nos prejudica a todos? Que façam mas com uma linha vermelha que não deve ser ultrapassada de proximidade à cidade.
atenta a 22 de Agosto de 2017 às 00:13
@atenta - Curioso. E preocupante. Ninguém fala disto?
E como é que poderiam falar? Há por acaso algum engenheiro ambiental na Câmara Municipal de Beja? Não, não há...
Nem os assuntos mais "básicos" associados ao ambiente, a Câmara tem quem trate, quando mais problemas de fundo, de carácter estratégico e de planeamento a médio/longo prazo....

É grave e sério o que se passa fora de Beja, mas também dentro da cidade. Já nem sequer a limpeza das ruas é assegurada, que é um assunto de gestão diária.
Importa pensar o concelho (e a região) de forma integrada, tendo em conta todos os factores. Há quem julgue o ambiente como "uma pasta menor" e o resultado está à vista. Mas isso não é de agora. Os últimos 4 anos são gritantes no que respeita à politica (inexistente) municipal e regional.
Eu a 22 de Agosto de 2017 às 14:26
A ULSBA tem um técnico ambiental. Porque não solicitar a parceria?
Anónimo a 22 de Agosto de 2017 às 15:35
eu até acho que o Partido Ecologista "Os Verdes" poderia ter uma palavra , se existisse...
boletadomontado a 22 de Agosto de 2017 às 21:22
Imagino a revolução que se daria caso a CMB interviesse desfavoravelmente na decisão do que cada um poderia plantar nos seus terrenos, tendo à sua disposição a água de Alqueva. Em politica não pode valer tudo o que nos dá na real gana. Critica-se porque há entraves a que se instalem empresas na região, mas a seguir criticam-se porque outras se vão instalando sem qualquer entrave. Têm de se decidir, afinal o que é que querem progresso ou marasmo. O marasmo tive-mo-lo durante muitos anos, em que tínhamos que esperar pelo que caía do céu. O olival e outras culturas de regadio irão chegar até onde chegar a água de Alqueva, não chegará às paredes da cidade. Infelizmente para alguns ficarão de fora, vendo o vizinho com os pezinhos de molho.
O que consigo ver em relação ao novo olival sem necessitar de grandes pesquisas, é que serão certamente muito mais as vantagens, que as desvantagens. As desvantagens será o preço a pagar pelo desenvolvimento de uma região que estava atingindo o ponto mínimo de investimento que comparado com as vantagens é residual.
Como parece que entendidos na matéria há por aí muitos, resta-me em relação às oliveiras e aos olivais, minimizar um pouco o vosso desconhecimento. Tanto os de sequeiro ou de regadio são realizados a partir de plantas que convivem connosco há mais de 3000 anos. As plantas que hoje são usadas são as mesmas que sempre foram, sem qualquer tipo de mutantes, havendo sempre preferência pelas que mais produzem e aí podem ser originárias de outros países. É das culturas de regadio a que menos água consome. Ao contrário de outras culturas apenas em cerca de 40% do terreno são utilizados produtos fito-sanitários e adubos. Todos os produtos resultantes da apanha e da poda são desfeitos e utilizados nas entrelinhas para aumentar a capacidade de substrato do solo. Por ser uma planta de folha persistente tem a capacidade de durante todo o ano transformar CO2 em O2. Além de tudo isto, produzem azeitonas, que são utilizadas na nossa alimentação para comer em fruto, ou transformadas num óleo 100% natural, sem qualquer tipo de aditivo e a frio. Óleo esse em que somos ainda deficitários mas apesar disso não nos impede de o exportar contribuindo assim para o equilíbrio financeiro do país.
Azeiteiro a 23 de Agosto de 2017 às 22:57
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