Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
07
Mai 15

Aí vai algo bem importante:
o Hospital de Beja está em vias de deixar de ter endoscopias e apoio de oncologista.
Anónimo a 6 de Maio de 2015 às 18:15
Então a juntar a isso não é importante substituir os aparelhos do raio X, como o TAC e o aparelho das ecografias?
Anónimo a 6 de Maio de 2015 às 22:00
In: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/parece-nao-haver-vontade-para-debater-o-2944456?view=7102664#t7102664

 

Não sei se é verdade o que aqueles anónimos escreveram, mas já tinha ouvido falar nisso. Se for verdade é gravíssimo. Será a confirmação de que o nosso Hospital está a perder competências e valências fundamentais para a nossa qualidade de vida. Não será só a saúde das pessoas (e já não era pouco) que está em causa mas também qualquer estratégia de desenvolvimento de Beja, do concelho e da região.

Ou surge um desmentido claro ou os os detentores dos poderes locais e regionais devem não só assumir uma posição em defesa do Hospital como mobilizar as populações para essa exigência.

publicado por Zé LG às 00:22
A perda de competências do Hospital não é de agora, pelo contrário, já vem bem de trás.
Quando se implementou a todo o custo esta regionalização que o povo votou contra. Não se percebeu logo o que aí vinha?
Curioso, hem?
Anónimo a 7 de Maio de 2015 às 20:20
Não passem culpas da passividade.
Anónimo a 7 de Maio de 2015 às 20:46
e isso não é só isso!!!
porque não dizem esses anónimos o que na verdade se tem passado com os equipamentos do rx? se eles disserem o que sabem o C:A. cái nessa hora, tenham coragem, não alvitrem apenas!
Anónimo a 7 de Maio de 2015 às 23:43
A verdade é dura e revela a grande incompetencias dos CA nomeados especialmente deste último que leva o tempo com folclores e politiquice da medíocre . Mas a ULSBA tem algum serviço de imagiologia? Vá , os Médicos que digam a verdade eles é que sabem bem.
Anónimo a 8 de Maio de 2015 às 21:05
esses vão continuar calados, defendem-se uns aos outros num corporativismo feroz! Enquanto isso quem àquele serviço recorre é bom que se que se ponha a pau, e mais não digo...........................
diga quem sabe
Anónimo a 8 de Maio de 2015 às 23:56
...a começar pelo Diretor do serviço, do PSD...
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 10:41
Esse é um dos principais responsáveis,a par do CA.Convem a muitos ....alguns....o pior são os utentes.Esses coitados sabem lá eles o que vão fazer ao Serviço de imagiologia.
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 16:19
é por aí que se deve seguir a pista... quentes , quentes...
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 22:49
O Diretor do Serviço de imagiologia diz lá alguma coisa.Agora vai ter um Serviço todo equipado de novo,com o milhão que o Ministro veio trazer no dia da inauguração da Psiquiatria.Sempre vale a pena ser do partido do poder.Os enfermeiros chefes dos Serviços é que não ouviram porque não foram lá.Deixaram a PCA só com a Psiquiatria e o ED sem companhia.
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 09:40
Tudo falta de coluna vertebral!...
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 12:06
e quem sabe o que se passou na inauguração? parece que o CA tambem já está de candeias às avessas com tudo o que é enfermeiro chefe da ulsba? alguem sabe detalhes ?
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 22:53
comenta-se que existiu prepotência do CA na nomeação do novo enfermeiro chefe da psiquiatria e que o antigo foi deixado de lado para satisfazer os caprichos da agora (por enquanto) toda poderosa berloquista.
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 23:14
Com prepotência ou não, o gajo que se perfilava em bicos de pés não tem a menor capacidade para o que pretendia.
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 23:17
Pois se se comenta comenta-se mal, caro anónimo. E essa da "toda poderosa" é tão, mas tão básica que só mesmo não tomando conhecimento.

Estou em modo pedagoga e sempre lhe explico que:
1- Não compete aos médicos decidir as chefias de enfermagem
2- Não há "um novo enfermeiro chefe da psiquiatria", existe no Departamento, que integra 2 serviços - a psiquiatria e a pedopsiquiatria - um enfermeiro chefe do ambulatório dos 2 serviços (a quem vexa se refere como "o antigo") e uma enfermeira chefe do internamento. A decisão da divisão das chefias de enfermagem não me coube, naturalmente, nem tão pouco à directora do Departamento.
3- Interferi, através de um pedido de reflexão à Direcção de Enfermagem, na escolha da chefia do internamento - já deixo nesta caixa de comentários a carta que lhes dirigi - sem qualquer poder decisório, obviamente.
4- Se há traço de carácter que não tenho é a prepotência e os meus "caprichos" são alimentados pelos que me rodeiam nas minhas relações pessoais, nunca em termos profissionais.
À Direcção de Enfermagem da ULSBA

Exmos. Senhores Enfermeiros

A maioria de vós não me conhece, por isso começo por me apresentar. Chamo-me Ana Matos Pires, sou médica psiquiatra há mais de 20 anos, assistente hospitalar graduada, mestre em Psiquiatria e Saúde Mental pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, docente universitária e, desde outubro de 2014, directora do Serviço de Psiquiatria da ULSBA.

Sou uma mulher de desafios, motivações e convicções. Acredito, e defendo, a meritocracia. Acredito, também, que é possível melhorar a prestação de cuidados psiquiátricos no Baixo Alentejo e quero contribuir o melhor que posso e sei para que isso seja uma realidade, tendo sempre presente que o trabalho multidisciplinar é a regra.

Há pouco mais de um ano cheguei a um serviço onde, durante anos, as pessoas fizeram omeletes sem ovos com um esforço louvável e sem tamanho. Realço o fantástico e profissional trabalho de um grupo de enfermeiros que se dedicaram aos doentes mentais, tendo feito formação específica, actualizando-se e treinando-se. Felizmente a realidade está em mudança, para melhor, e o Serviço de Psiquiatria tem hoje a possibilidade de, tão brevemente quanto possível, abrir um internamento - deixando Beja de ser o único distrito do país sem essa valência.

Está em aberto a chefia de enfermagem desse internamento e, na minha qualidade de directora do Serviço de Psiquiatria, o Enfermeiro Director convocou-me na passada sexta feira para uma reunião onde me informou que a Direcção de Enfermagem anuiu ao propósito dessa chefia ser entregue ao Sr. Enfermeiro Chefe António Costa, por via do seu pedido de transferência da Medicina 2 para o internamento de Psiquiatria.

Só na sexta feira conheci o Sr. Enfermeiro Costa, nada tenho contra ele, portanto, e não tenho de meter o nariz na dinâmica de uma classe diferente da minha. Mas tratando-se de um assunto que diz respeito ao serviço do qual sou directora, tendo sido já previamente auscultada pelo Conselho de Administração da ULSBA, na pessoa da sua Presidente e do Enfermeiro Director, no decorrer do processo de discussão do perfil do Enfermeiro Chefe do internamento psiquiátrico e tendo de novo sido chamada a participar dei a minha opinião. Aqui a deixo para conhecimento de todos, dita na primeira pessoa, relembrando que um elemento essencial para uma boa qualidade de cuidados em Saúde Mental é o trabalho multi e interdisciplinar continuado,

Nada tendo pessoalmente contra o Sr. Enfermeiro Costa, tenho tudo contra o facto da chefia de enfermagem de um serviço que dirijo e de uma valência que vai abrir de novo poder vir a ser entregue a alguém sem qualquer experiência em Saúde Mental, ainda por cima havendo na instituição enfermeiros especialistas e com anos de actividade, experiência, trabalho feito e provas dadas nesta área.

Esmiucemos os argumentos que me foram apresentados.

"A lei não impede que um enfermeiro especialista em Enfermagem em Pessoa em Situação Crítica (Colégio da Especialidade de Enfermagem Médico-Cirúrgica) dirija um serviço de internamento de Psiquiatria". Pois não, também não obriga, e quer parecer-me que as inovações legais que apareceram nos últimos anos referentes à Carreira de Enfermagem - cf site da Ordem dos Enfermeiros (OE) (http://www.ordemenfermeiros.pt/legislacao/Paginas/default.aspx) - e a constituição de Colégios da Especialidade na OE vão no sentido de melhorar os cuidados de enfermagem e de dignificar, pelo aumento e especialização do conhecimento técnico e científico, a classe. Julgo que não é justo nem honesto adulterar o espírito da lei. Mais, realço que tão pouco se está a discutir um aspecto formal de progressão na carreira, deixando de fora um Enfermeiro Chefe de carreira - este enfermeiro já tem, e pode manter, uma chefia de serviço.

(continua pq não cabe tudo)
"Se se vai permitir a transferência de alguns enfermeiros de outros serviços do hospital para o serviço de Psiquiatria, por maioria de razão aceita-se o pedido de transferência de uma chefia". A argumentação lógica está errada, é exactamente o contrário. Os enfermeiros primeiramente transferidos serão os que, tendo manifestado esse desejo, têm a especialidade de Saúde Mental e/ou experiência de trabalho e formação na área. Porquê? Porque estão mais habilitados técnica e cientificamente. Pergunto eu, não é uma incongruência querer-se melhorar os cuidados de enfermagem com elementos mais especializados na "base" da pirâmide e escolher um não especialista e sem qualquer experiência profissional em Saúde Mental para chefiar a equipa? E se a lei não impede a transferência de chefias também não prevê essa possibilidade, não é por acaso.

"O enfermeiro chefe, não sendo especialista na área, vai ter colegas especialistas a trabalhar e ajudá-lo". Pois vai, e também vai ter enfermeiros recém licenciados, a precisar de uma chefia muito consistente e que domine em absoluto uma área de actividade com características tão particulares como é a Psiquiatria e a Saúde Mental. Parece-me do mais elementar senso - e nem precisa ser bom, o senso - que quem dirige seja o mais qualificado na área, ou estou enganada? Como é que um líder organiza um serviço, qualquer que ele seja, sabendo que está em piores condições técnicas e profissionais, porque tem menos formação, do que alguns daqueles que vai liderar? A legislação laboral dos enfermeiros prevê que as chefias de enfermagem apresentem um plano de actividades (Programa de Acção) para o serviço que vão gerir. Como se pode propor um projecto de qualidade quando não se conhece a realidade clínica da área? Creio que será consensual que se está a andar para trás, a desconsiderar um caminho já feito e a atentar contra a dignidade da Carreira de Enfermagem naquilo que é a sua especialização.

"O que está em causa é um acto de gestão". Pois é, é disso que se está também e sobretudo a falar, de gestão de serviços de enfermagem (de Saúde Mental). Já este mês, no dia 10, foram publicados em Diário da República dois regulamentos que versam estas matérias - o Regulamento de Reconhecimento de Áreas de Competências Acrescidas (Regulamento nº100/2015) e o Regulamento do Perfil de Competências do Enfermeiro Gestor (Regulamento nº101/215); DR Nº48, 2ª série de 10 de março de 2015. No preâmbulo do primeiro destes regulamentos pode ler-se "O Sistema de Individualização das Especialidades Clínicas de Enfermagem potencia no Modelo de Desenvolvimento Profissional o carácter de especialização, ao construir a possibilidade de que todos os enfermeiros, durante o exercício da prática clínica, se especializem e desenvolvam a actividade profissional na sua área de especialização, organizando e regulando desta forma o exercício da profissão. No contexto de pós-modernidade a Ordem dos Enfermeiros prevê a possibilidade de definição de competências acrescidas, entendidas como aquelas competências que permitem responder de uma forma dinâmica a necessidades em cuidados de saúde da população que se vão configurando, fruto da complexificação permanente dos conhecimentos, práticas e contextos. Estas competências serão certificadas ao longo do percurso profissional especializado, em domínios da disciplina de Enfermagem, de disciplinas da área da saúde e outras áreas do conhecimento", enquanto o Regulamento do Perfil de Competências do Enfermeiro Gestor diz no seu artigo 2º "O perfil do enfermeiro gestor integra, cumulativamente, as competências comuns e específicas previamente adquiridas e enforma um conjunto de competências que visam prover o enquadramento regulador para o exercício das mesmas" (os sublinhados são meus). Como seria de esperar os recentes regulamentos não dissociam, não poderiam dissociar, a actividade de gestão de enfermagem das qualificações necessárias para o melhor exercício e dignificação profissionais, formalizadas nas definições legais de competências comuns e específicas dos enfermeiros. Assim, os regulamentos agora publicados têm em conta o articulado legal já existente e reforçam a ligação gestão/especialização em área específica.

(ainda continua)
Termino como comecei, move-me tão só e apenas a vontade de fazer mais e melhor pelos doentes mentais que a ULSBA tem a seu cargo. O facto de ser membro, desde o ano passado, do Observatório Português de Sistemas de Saúde obriga-me a dar uma especial atenção aos princípios gerais das boas práticas em Saúde, e na Saúde Mental em particular. Esses princípios, quer venham da Organização Mundial de Saúde quer venham da Direcção Geral da Saúde naquilo que é o Programa Nacional Para a Saúde Mental, apontam sempre para a necessidade de uma boa formação de base nas diferentes áreas profissionais envolvidas e para a articulação de esforços e saberes. É por isso que me estou a dirigir a vós.

Grata pela atenção dispensada, despeço-me com uma nota pessoal. Sou filha de uma enfermeira (alentejana), já reformada, uma mulher que fez parte do grupo de trabalho que criou, depois de abril de 74, o Curso de Promoção de Enfermagem. Tenho muito orgulho na minha mãe também pela profissional que foi e agradeço-lhe ter-me ensinado a respeitar uma classe que é minha par. Estas são razões acrescidas que me fazem escrever-vos esta mensagem e pedir-vos que reflictam.

Recebam os meus cumprimentos
Ana Matos Pires
Espero que de uma vez por todas o assunto fique esclarecido.
Cumprimentos
amp
É preciso "ter as costas bem protegidas" para tornar público um documento interno.
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 22:06
atão nan hade ter as costas quentes, eles tão refens da berloquista, o anonimo das 00h00 que esclareça a historia do salario pra gente perceber a frontalidade e desinteresse da drª
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 00:06
Importa-se de se explicar? Antecipadamente grata.
Parece que, tal como o outro anónimo que toma por fonte, entupiu. Lançar merda no ventilador e atingir os outros tem muita graça, não é? A chatice é que ela tb atinge quem a lança.
Não se trata de um "documento interno", é uma carta minha, escrita pelo meu punho, que publicito onde me apetecer pelos direitos de autora que me pertencem
Não sei em que diabo de sociedade democrática vive. de qualquer modo sempre lhe digo que tenho as costas quentíssimas, são agasalhadas pela minha convicção e pelos princípios que me foram transmitidos por uma progenitora ex-comunista e por um progenitor deputado à Constituinte pelo PPD. Gente diferente mas de bem, que me ensinaram o bem que sabe, e o gozo e o descanso que dá, o exercício da cidadania
Acabo de ler uma Carta que a Dra Ana Matos Pires dirigiu à Direcção de Enfermagem da ULSBA,na qualidade de Directora do Serviço de Psiquiatria desta casa,aquando da nomeação/escolha da enfermeira Responsável do Serviço.
Trata-se de um documento interno de gestão , como centenas de outros , que são suporte à decisão (boa ou má) da organização. A Dr. Ana,mulher de causas e missões,que já admiro,inteligente, entendeu (sabe o que fez e porque o fez) torná-lo público através deste blog.
Mas este documento interno não foi,naturalmente,o único que suportou essa decisão superior.Ficámos a conhecer essa parte,a da intervenção da Dra. Ana.E a restante informação? Era importante toda ela para que o nosso juízo fosse completo e objectivo.Só a frontalidade da Dra. Ana não é suficiente...se um documento interno é público ,também não haverá problemas ,e seria útil conhecermos os restantes documentos que cimentaram/contribuíram para a decisão,ou não?
Um Maluco qualquer a 13 de Maio de 2015 às 22:29
Dizia o Ary dos Santos "era uma vez um País (...) em Aljustrel ajustado"...
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 23:32
Cf comentário anterior, não se trata de um documento interno, antes de uma carta minha que publicito onde quiser. Pela minha parte apenas lhe direi que não obtive qualquer resposta colegial e se alguém me quiser responder publicamente be my guest.
can i be your guest ?
Anónimo a 6 de Julho de 2016 às 23:22
Em todo o caso concordo consigo num ponto, gostava de conhecer os contra-argumentos.
Ontem li a correr e não dei a devida atenção a esta afirmação sua sobre o escrito "que são suporte à decisão". Se reler a carta irá reparar que peço uma reflexão sobre o assunto, não se trata de qualquer documento institucional - tão pouco me foi solicitado por quem quer que seja - e, por isso, não tem esse propósito de "suporte à decisão".
Mas também não é um simples artigo de opinião. Seguramente, com ele pretendia influenciar a decisão institucional, não?
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 11:19
Usando argumentos claros e de base técnica pretendia que a Direcção de Enfermagem reflectisse sobre a sua posição face à indicação colegial dada relativamente à chefia de enfermagem de uma unidade a abrir brevemente, dadas as suas obrigações técnicas, éticas e deontológicas como orgão consultivo. Tanto quanto me é dado a perceber não tive sucesso.
Ora bem ,Dra.Ana ,li agora o que aqui vai desencadeado por mim.Por alguma razão me acham ,às vezes ,um maluco qualquer! quando penso que essa é a maluquice da mudança ,da proactividade,de gostar do que faço, dos meus saberes técnicos,do meu espírito de missão pela causa pública do SNS...fico feliz e foi o que aconteceu hoje ...
O meu post das 22:29de ontem , não tinha como enfoque principal as suas respostas de hoje, porque bastou a de ontem,apelando aos "contra-argumentos".Os comentários de há pouco tão somente fundamentam a minha afirmação de que divulgou um documento interno de suporte à decisão, dispensando até a minha explicação (não discussão!) de sentido pedagógico .Mas mesmo assim acrescento-lhe /reafirmo-lhe que i) um documento interno da Directora do Servico, de base técnica, parecer não solicitado mas entendido por si como necessário e útil àquele órgão consultivo na tomada de decisão relativa a um parecer para nomeação do responsável de enfermagem do Serviço que dirige ,ii)um documento/parecer escrito ou não pelo seu "punho" mas assinado por si,com ou sem sucesso(não temos informação suficiente para avaliar esse grau, ou ausência dele,pelo menos com impacto),iii)um documento dirigido a uma Comissão Técnica presidida pelo Enfermeiro Director, vogal do Conselho de Administração da ULSBA, ele próprio o proponente do enfermeiro responsável pelos serviços assistenciais ao órgão de decisão do topo (não conhecemos sequer a posição/parecer/proposta que apresentou no órgão),iv)um documento espontâneo /não exigido superiormente,nem em termos legais,mas que considerou necessário pelo menos àquela tomada de decisão da comissão ,rompendo a norma instituída/o "status quo" instalado ao nível dos dirigentes intermedios, sobretudo os nomeados dos dois grupos profissionais em causa(médicos e enfermeiros) é sempre um documento interno de suporte à decisão e neste caso. Indirectamente,à decisão do topo, embora não tenha sido esse o seu propósito,como refere.
Quero-lhe acrescentar que por muito menos,ou seja um artigo de opinião,publicado em jornal local,sobre a ULSBA,escrito pelo "punho" de profissionais dirigentes intermedios da casa, com informação obrigatoriamente pública, mereceu ,com êxito ,processos disciplinares . Esses aprenderam ,com certeza , a lição, e tal informação nunca foi veiculada / criticada/mencionada em qualquer blog local,pese embora continuem a "dar a cara"sob a forma do anonimato.Porque será Lopes Guerreiro?
Um MALUCO qualquer a 14 de Maio de 2015 às 13:17
Vamos por partes.

Começar por dizer que lidar com "um maluco qualquer" ou com "um qualquer maluco" é a história da minha vida profissional, não me impressiona, portanto, e quando esse "maluco qualquer" luta, tal como eu, "pela causa pública do SNS" agrada-me particularmente (ao contrário de si não é por "espírito de missão", é mesmo por convicção pura e dura).

Ficará com a sua opinião - é a sua, tão legitima como a minha - sobre o "documento", como lhe chama, ser "interno" e "de suporte à decisão".

i) Para que fique claro, para mim é uma carta que pede um pedido de reflexão a um órgão colegial consultivo que foi enviada a cada um dos seus membros e que me permite, pela falta de carácter institucional que teve, publicitá-la onde me apetecer. Mais, não se trata de um parecer mas de uma opinião, entendida por mim como necessária perante aquilo que é a minha postura ética e técnica. Para se dar um parecer é necessário que ele nos seja pedido, não foi o caso.

ii) A insinuação (rasteirinha) de que o "documento" possa não ter sido escrito, mas tão só assinado, pelo meu "punho" não me merece qualquer consideração, a fazê-la seria seguramente javardota no linguajar e não me apetece. Quanto ao sucesso do meu propósito é fácil de aferir, não houve mudança de posição por parte da Direcção de Enfermagem, donde o meu pedido de reflexão foi declinado e, nesse sentido, não teve sucesso, ponto.

iii) Reiterar que se tratou de um "documento" dirigido a um órgão consultivo, com obrigações técnicas, daí a minha preocupação em sustentar a minha opinião numa base técnica e objectiva. Sobre as considerações que faz ao Enfermeiro Director não vou, porque não me compete, pronunciar-me, como facilmente entenderá. Tão pouco estive ou sei o que aconteceu - nem tenho de saber - na reunião plenária. Resolvam o assunto um com o outro e coloque-lhe directamente as suas questões.

iv) Este seu ponto iv) é redondo e não me merece qualquer outra consideração para além da que já deixei acima, no ponto i).

Por fim dizer-lhe que tenho este terrível defeito de não opinar sobre assuntos que desconheço, por isso não comento o episódio do "artigo de opinião" que relata. Quanto às minhas opiniões deixe-me dizer-lhe, a si e a todos, que nunca cumpri nem cumprirei a "leia da rolha". É uma decisão clara na minha cabeça, cujo uso apenas depende dos meus juízos face a um assunto ou acontecimento particular e especifico, assumindo naturalmente todas as consequências profissionais, institucionais, pessoais e judiciais que daí advenham. A escolha do meio a usar é da minha total responsabilidade. Já antes escrevi artigos de opinião em órgãos de comunicação generalista, em publicações profissionais e na blogosfera - sou blogger há muito e com muito orgulho co-fundadora do Jugular (http://jugular.blogs.sapo.pt) , tenho sobre a blogosfera, em particular sobre a blogosfera política, uma opinião própria que vai no sentido de a achar um excelente meio de discussão de ideias e de exercício de cidadania, vou continuar a usá-la. Ah, e vou continuar a dar a cara, com nome.

(A resposta à última pergunta fica para o Lopes Guerreiro, a quem é dirigida.)

Cumprimentos, um bom feriado municipal.
ana
Dra. Ana Matos Pires:
"Insinuação"?? claro que o documento foi escrito por si! Desculpe dizer-lhe mas não percebeu! releia que não interpretou correctamente.
"Lei da folha"?Nunca seria essa minha intenção e não foi...
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 21:08
Reli e o que está escrito é "um documento/parecer escrito ou não pelo seu "punho" mas assinado por si," - "escrito ou não pelo seu "punho"" e "mas", não restam dúvidas, penso eu de que. E refiro-me à "lei da rolha".
Para finalizar, da minha parte ,quero referir que , naturalmente , foi um lapso de teclado na palavra "rolha",nem outra coisa poderia ser.
Quando escrevi" ii)um documento/parecer escrito ou não pelo seu "punho" mas assinado por si,..." repare que utilizei uma palavra sua que coloquei em aspas e fui buscá-la ao seu post de 14 de Maio às 02:14que cito"É uma carta minha escrita pelo meu punho,que publicito onde me apetecer pelos direitos de autora...", que fundamenta/afirma com a escolha da palavra "punho"a autoria de um documento e que esse facto também contribuiu, em seu entender para o publicitar.Ora,quando eu refiro. .."ou não..."tão somente lhe quis dizer que desde que o assinasse (podia até não ser escrito pelo seu punho)e enquanto Directora de Serviços que é , esta carta tornou-se num documento interno e importante (juízo meu agora!).
Posições distintas porque conceitos diferentes, assunto arrumado porque não foi este o objectivo central do meu post, como já referi anteriormente.


Um MALUCO qualquer a 15 de Maio de 2015 às 12:58
Só mesmo alguém que não me conhece coloca a possibilidade de eu assinar, com o meu punho, uma carta que não tivesse sido escrita pelo meu punho.

Cumprimentos
ana
Não sei responder à sua pergunta, Um MALUCO qualquer, porque não sei do que se trata. Tenho procurado alimentar estes debates sobre as questões da Saúde, porque acho de grande importância que o debate seja alargado e não se confine aos espaços institucionais e para que cada um - e principalmente - os intervenientes directos nos processos - possam, se entenderem, fazer "ouvir" a sua opinião. Não tenho outro conhecimento de alguns assuntos aqui debatidos para além do que aqui vou lendo.
Para terminar, resta-me acrescentar que o Alvitrando está aberto a que nele sejam publicadas as informações que os diversos interessados entendam divulgar. Pode sempre divulgar a informação a que se refere, suprindo dessa forma uma lacuna que me aponta.
Zé LG a 15 de Maio de 2015 às 23:52
A Dra. do Berloque está habituada ao blog do jugular e esqueceu -se que isto aqui é Beja e a ULSBA.
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 18:21
Explique lá diferença, pf. É dos que acha que há diferenças entre "as cortes de Lisboa" (AJS dixit) e "as gentes brutas da província" (alguém neste blog dixit)?
As "Cortes de Lisboa"sempre são as de Lisboa,sempre foram... Cá por Beja são outras cortes, o povo já há muito que lá tem assento!
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 18:35
tsc tsc tsc
Não se decepcione porque as Cortes de Beja também são muito úteis e interessantes...é uma questão de tempo e a Dra logo vai ver que este quadro de referência ainda é mais interessante:somos poucos mas bons!
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 19:52
Gosto do que tenho visto. Em todo caso faço notar que não fui eu quem fez a segregação, note-se. Aliás, para mim a blogosfera é uma só.
Voltei a ler o Alvitrando (é o que temos aqui no Alentejo profundo e devemos ao LG) e espanto meu a Dra. responde a um anónimo que a blogosfera é só uma.Apressei-me e fui ver o seu jugular.Oh,Dra como quer igualar as Cortes de Lisboa às de Beja? aquilo é outro mundo ,outra vida e até a Dra é outra...aqui já é Kiduxa e assanhada.Já é cá das nossas!
Só passando os títulos recentes do Jugular"O debate constitucional do Observador(IV)-As razões e a estrutura", outro"Uber problemas" bem este podia ser do nosso Alvitrando, mas tinha que ser assim"Os Graves Problemas da ULSBA-O Conde e os seus muchachos" e ainda "Metáforas falhadas?",mais adiante"Devemos proibir os lisboetas de doar sangue? pelo Pedro Morgado"por Ana Matos Pires, critica João Miguel Tavares(não estou aqui com pormenores,tive que ler duas vezes!).Aqui no nosso Alentejo queremos lá saber o que diz o João Miguel Tavares , o Pedro Morgado e outros demais da televisão ,como a Clara Ferreira Alves...(bem alguns ainda ouvem o que diz o alentejano do eixo do mal)são intelectuais das Cortes de Lisboa, a tal elite de esquerda, onde a Ana Matos Pires não é "Kiduxa"nem pública cartas pedagógicas.Aqui no nosso Alvitrando(peço desculpa ao LG, até já o sinto como meu...esta coisa de ser alentejano de Beja dá nisto) queremos saber do CA do hospital, dos técnicos qualificados daquela empresa e sobretudo do sangue novo,a maior entidade empregadora do Distrito, da PCA,dos "politicozinhos" locais como o Simões e demais,do Rochinhas e afins...Tudo minudências ,tudo pequenino num Alentejo grande, com Alma grande!
Posto isto ,e sem segregações, temos que tratar de modo diferente aquilo que é desigual,lá dizem as modernas teorias da pedagogia.
Um MALUCO qualquer a 16 de Maio de 2015 às 12:13
Não podia discordar mais desta análise, é desmerecedora para o Baixo Alentejo e denota uma postura de menoridade que não tem razão de ser.

Convido-o a ler com a atenção o que tenho escrito no Jugular, encontrará posts muito intimistas e outros a falar de actualidade política. Também encontrará mimos deliciosos ao nível do kiduxa - e mimos menos deliciosos, já agora -, gente amorosa há em todos os sítios, como sacana, estupida, ruim, maravilha, fantástica, de excepção, de qualidade, a valer lixo, mal formada... há de tudo.

Um blog regional de actualidade política e cultural locais é uma valia importante. Como se diz em investigação, controlando as variáveis parasitas há amostras improváveis comparáveis.
Não pode ser desmerecedora para o Baixo Alentejo uma análise que considera um Alentejo Grande com Alma Grande. O meu Alentejo de Beja tem o maior mérito do mundo!Vou a quase todo mundo e volto sempre.E lá por onde ando ,na capital...quando o meu linguajar é estranho, logo me apresso a referir que é tão especial, tão único que é mesmo daquela aldeia de Beja.
Mas a Dra.percebeu muito bem o meu post! E eu também percebie gostei daquela das "amostras improváveis".
Vamos almoçar que no Alentejo já são horas!
Um MALUCO qualquer a 16 de Maio de 2015 às 13:28
Como me costuma dizer alguém, eu cá não almoço só como "estrumêrinhas" eheheh
Bom almoço
As pois, esse termo é cá nosso!
Anónimo a 16 de Maio de 2015 às 14:32
Adoro
Quer espreitar um recente post "pedagógico"? Aqui fica, ele e os links que se lhe seguem http://jugular.blogs.sapo.pt/olha-joao-miguel-tavares-estudasses-3870125
Deixo-lhe tudo o que fui escrevendo ao longo dos anos no Jugular para provar o que referi num comentário aí mais para cima http://jugular.blogs.sapo.pt/user/anamatospires
Já fui ler aquilo tudo,uma espécie de sobremesa vinda das Cortes de Lisboa,mas não alterarei uma linha do post que escrevi às 12:13.Convenhamos, Dra.aquilo é "outra música",aquele linguajar não é nosso, o do Alvitrando:os interesses,os personagens , aquilo é um livro desigual, até os insultos são diferentes! Às vezes temos que ler duas vezes para perceber, aqui à primeira já sabemos logo o que vem a seguir.
Um MALUCO qualquer a 16 de Maio de 2015 às 14:11
Eu sou a mesma quando escrevo lá ou quando comento aqui.
a kiduxa é assanhada...:):)
Anónimo a 16 de Maio de 2015 às 00:26
Tem dias, tem dias
PS: a actual enfermeira em funções de chefia do internamento psiquiátrico é especialista em Saúde Mental, tem um mestrado em Bioética pela Fac de Medicina da Un de Lisboa e uma pós-graduação em Gestão pela Un do Algarve.
Não me digam que isto agora vai virar moda na ULSBA,tornar público as habilitações literárias e profissionais dos enfermeiros.Como não conhecemos o que devíamos conhecer, o que devia ser público na empresa EPE, passaremos a saber outras coisas,não?
Rita a 15 de Maio de 2015 às 20:06
eheheheheheeh a Rita tem graça
Não sei se vai virar moda, mas devia. Seria interessante conhecer as habilitações académicas e profissionais de todos que na ULSBA desempenham funções de chefia, quase que aposto que iríamos ter muitas surpresas. Não parece ser o caso da enfermeira nomeada para a chefia do internamento na psiquiatria já que a ser verdade o que aqui foi publicado correspondem ao perfil do cargo para o qual foi nomeada.
Marta Reis a 15 de Maio de 2015 às 22:45
Olhe ,já agora ,essa era boa ideia.Mas tinha que sair em nota de serviço,não acha?
Rita a 15 de Maio de 2015 às 23:01
Vejo que reconsiderou, ainda bem.
ter uma data de papeis nem sempre significa ter competencias, hoje em dia, mestrado é só ter 4000 Herois, pos graduação uns 2500 e dóturamento uns 6 a 8000 héróis pra dar a uns xulecos que andam por ai... não vamos por aí !
Anónimo a 16 de Maio de 2015 às 00:24
Quase que aposto que você é um daqueles/daquelas que,talvez fruto de um favorzinho, desempenha funções para a qual não tem as habilitações requeridas. Se é assim tão fácil ter mestrados e pós-graduações então porque espera? Força vá em frente.
Curioso a 16 de Maio de 2015 às 00:33
Digam lá,já que é tão grave que pode fazer cair o CA.Vamos a isto!
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 16:21
Ouve-se falar em 150.000 euros...
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 17:19
150 000 euros para quê? Isso gastam eles de uma assentada sem saberem em quê..
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 20:00
Paroles, paroles, paroles,...
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 20:47
São mesmo paroles porque o problema é bem mais grave e ninguém pega nele...fala quanto mais pega..
Anónimo a 9 de Maio de 2015 às 21:28
é bem mais grave que 150.000... pensem !
Anónimo a 10 de Maio de 2015 às 22:48
Qual 150.000€ ! O Sr. MInistro da Saúde ,na repetida inauguração do Serviço de Psiquiatria, deixou cá im milhão de euritos para o Serviço de Imagiologia.Finalmente acabaram-se os problemas!Viva as eleições e a fartura!
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 13:59
Prá campanha do Simões.
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 16:39
e a Duquesa do aprovisionamento não aproveita pra comprar a camioneta pra psiquiatra? ou pelo menos pode pagar-lhe o bilhete (só de ida)!
Anónimo a 11 de Maio de 2015 às 22:51
pândego eheheheh
os problemas na imagiologia estã olonge de acabar... há interesses instalados...
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 22:19
Claro que esses problemas estão longe de acabar,ainda nem começaram para o CA.Há para aí um anónimo que se atreveu a dizer a 7 de Maio, que o CA caía na hora! Isso também é previsão a mais mas que iria ter uma grave doença viral, ia...ia...
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 22:56
Atão não há-de ser grave.Todo o mundo sabe disso.
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 18:23
Mudando de assunto, ou talvez não....
Isto porque quase tenho a certeza que este assunto tem muito a ver com aquele.
E que do sucesso ou insucesso de um, depende muito o outro.

O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäeuble, alertou este sábado para a possibilidade de o governo grego entrar subitamente em incumprimento, mas recusou alimentar mais especulações sobre que medidas poderá Berlim tomar para se proteger desse cenário.
"Casos um pouco por todo o mundo têm mostrado que um país pode subitamente entrar em insolvência", disse Schaeuble ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, afirmação que o jornal interpreta como um aviso sobre Atenas.
No fim-de-semana que antecede a reunião do eurogrupo da próxima segunda-feira, o ministro voltou a garantir que tudo será feito para manter a Grécia na zona euro. Mas continua a não ter esperanças num acordo para já com o Governo de Alexis Tsipras para um programa de reformas: "Não vejo que isso seja possível até que tudo se clarifique"
Sobre eventuais precauções que o governo de Angela Merkel esteja a tomar perante um possível incumprimento grego, Schäeuble foi cauteloso: "Há temas a que um político sensato não pode responder. (...) Por isso prefiro não dizer nada."
As negociações entre credores europeus e autoridades de Atenas decorrem durante o fim-de-semana para procurar levar um entendimento à reunião de segunda-feira, onde estará também presente o ministro grego das Finanças, Yanis Varoufakis.
"Somos ambos ministros das Finanças e carregamos responsabilidades. Trabalhamos bem juntos. (...) Só que a imprensa fez de Varoufakis uma super-estrela e agora arrasam-no. Nenhuma das duas caracterizações é real", conclui.
Anónimo a 10 de Maio de 2015 às 00:17
No planeamento dos equipamentos de Saúde do nosso Distrito, há que corrigir as opções estratégicas. Há que atenuar as consequências da "salamização" do Hospital de Beja. Exemplificando, recordem-se os impactos negativos para esta Unidade, resultantes a) da subtração do concelho de Odemira à sua área de prestação, b) da concentração dos cuidados oncológicos em Évora e c) da entrega da população da margem esquerda do Guadiana aos cuidados da Misericórdia de Serpa. Cortadas várias fatias, o que resta do Hospital de Beja tem condições de qualidade?
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 15:25
As opções estratégicas foram umas, estão à vista.Corrigi-las é impossível .Definir outras pode ser oportuno.
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 15:56
Definir outras, sem dúvida! Desenvolver valências de excelência no Hospital de Beja, dando-lhe um projeto com futuro. Tem de ter algum setor economicamente interessante, para que continue a sustentar os objetivos formativos, designadamente das áreas da medicina e cirurgia.
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 16:13
a ulsba precisa é de dois ou tres Zandigas, sim porque precisamos de alguem para adivinhar o que o que podemos ter, já que capacidade para examens complementares... já era... a TAC foi de novo ao ar, pena que não aconteça o mesmo aos do 6º piso, até quando toleraremos passivamente tudo isto?
Anónimo a 12 de Maio de 2015 às 22:11
A ULSBA NÃO PRECISA de 2 ou três Zandingas.Estes assuntos são sérios. A ULSBA PRECISA de uma equipa de gestão , com uma liderança forte,sabedora e empreendedora, conhecedora de saúde e especificamente da realidade local. A gestão desta casa é determinante na qualidade dos cuidados prestados à população e não pode ser mais objecto de passagem , de oportunidades únicas e ou politicas.O estadio de organização e consequentemente de qualidade dos cuidados prestados asssim o exige,sob perigo de não conseguir já vir a atingir padrões médios indispensáveis.
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 10:54
Os utentes da ULSBA necessitam que ela seja gerida com competência, mas também sem tolerância para com os trambiqueiros, sejam de que grupo profissional forem. Esses tem delapidado o erário público, em detrimento dos interesses da população contribuinte. Esses tem manipulado os conselhos de aministração e contribuido para que o empenhado esforço da maioria dos profissionais seja debalde. Os partidos políticos andam sempre a fugir dos problemas sérios, fingindo que não veem nada. Quando aparece alguém suficientemente ingénuo e temerário, que denuncie com coragem os podres, logo fazem constar que nada tem a ver com eles, que é um maluco. Grassa o velho oportunismo, não se levantando ondas porque se deseja algum poderzinho. Enquanto essa "tradição" se for mantendo, a ULSBA não terá futuro de jeito. Os cuidados prestados serão cada vez de pior qualidade, até não prestarem mesmo para nada. Os que vivem nessa paz podre esquecem que são feitos da mesma massa que toda a gente, que também podem adoecer e ser maltratados.
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 20:10
O anonimo das 20:10 acertou "em cheio" na qualificação do Gap gestionário da ULSBA dos últimos longos anos.Utilizou uma linguagem acessível a todos os leitores(são mais do que se diz...) tipificou os grandes problemas que têm determinado a tal cultura organizacional da "tradição"associada aos"podres","oportunismo individuais nos diferentes grupos","não fazer ondas" "paz podre"...
É tempo da MUDANÇA desta cultura e ela só se faz com os melhores,os mais empenhados em quebrar esse "status quo".Os utentes, devem através das variadas formas que
podem dispor, de estar atentos e exigir aos partidos políticos que olhem a saúde do Distrito com "outros olhos".
Um MALUCO qualquer a 13 de Maio de 2015 às 21:17
Vejam bem como o PS local não sabe como descalçar a bota no caso do Dr. Munhoz Frade...
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 21:38
Mas vai ter que a descalçar muito rapidamente,se é que calçou!
GMAL a 13 de Maio de 2015 às 22:56
Só se preferir ir descalço para as eleições...
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 23:44
Nos tempos que correm é bom que não faça essa aventura. Andar descalço não é para estes caminhos!
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 23:54
A saúde do Distrito "com outros olhos",deve estar completamente desactualizado.O Baixo Alentejo já nem sequer tem um representante na Administração Regional de Saúde do Alentejo porque saiu o representante colocado pelo PSD que se fartou e o Ministro pôs lá um representante de Lisboa.É a primeira vez que isto acontece,ninguém dá por isso e nenhum partido se incomodou. O Lopes Guerreiro se soube nos seus meandros políticos também não deu importância ao facto.Nem uma pequena noticiazinha ,nem rádios ,nem jornais locais...não devia interessar ...porque será?
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 00:55
A não representatividade do Baixo Alentejo na ARS do Alentejo é dos problemas mais graves para a saúde na nossa região. Pela 1ª vez e por um período de 5 anos não haverá ninguém a zelar pelos interesses do distrito de Beja. Agora sim foi a machadada final!
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 12:40
Só resta a esperança de vir a haver na Assembleia da República alguém que o faça!
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 12:50
Isso é a continuação da politizacao,da má,das clientelas partidárias na saúde do Distrito.Alem do mais nunca dispensará nem pode, um dirigente superior na ARSA.Sim, parecem não estar preocupados e os media locais não se cansaram de tornar importante ,por exemplo,as nomeações de delegados regionais da educação (quadros intermedios de gestão)e as suas cores partidárias, mas a SAÚDE do Distrito ainda é ou era representada por um dirigente de grau superior!
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 13:32
Então para onde foi esse que se fartou da ARSA?O Marciano Lopes já não está lá?
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 16:03
Não sabem que o Dr. Marciano Lopes é funcionário da ULBBA e já lá está.É mais um técnico superior qualificado e uma mais valia para o Hospital.
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 18:16
e a falta que temos de quadros qualificados...
Anónimo a 15 de Maio de 2015 às 22:15
Mas onde está a querer chegar com a falta de quadros qualificados?O hospital está assim tão carenciado ou não?pensava eu que um hospital era uma casa onde as qualificações abundavam e não faltavam lá doutores e enfermeiros.
Anónimo a 16 de Maio de 2015 às 08:53
Para todos os que têm memória curta, ou que, de certa forma (intencional) omitiram quem lutou, desenvolveu e concretizou o projeto do novo departamento de saúde mental.
Refiro-me com todo o respeito ao Dr. Rui S. Santos, Dr. José Reina, Dr. José Aníbal, Dr. José Mestre, Dr. Manuel Soares e Enfº José Álvaro pois não houve da parte deste CA e do Sr. Ministro a "dignidade" de os referenciar e/ou convidar para as inaugurações. Sendo os grandes responsáveis, sem eles não teria havido negociações para o capital necessário, cofinanciamento do QREN e obra concluída.
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 11:24
Para esta administração, os funcionários, seja qual for a categoria, não contam como pessoas. Nem uma palavra de referência se diz quando falece quem nessa casa trabalhou toda a vida.
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 21:12
É verdade, não há palavras!
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 21:19
dificil concordar mais com o que escreve, este grupelho, pretensamente gestionario, é uma maquina fria, calculista, obsoleta e desprovida de qualificações para as funções e como se não chegasse desprovidada de sentimentos.
Não se compreende se por ignorancia, se intencionalmente, ignoram tudo e todos, não tem, não sentem, não querem saber absolutamente nada de ninguem. na ulsba do presente já todos despiram (quase todos) a "camisola" que o Manel e a Adelaide venderam, as pessoas cumprem horarios, não se empenham, dão o minimo possivel, vivem revoltados com tudo , com todos, com elas proprias por não conseguirem revoltar-se, mas o receio das represalias do rei é grande , vive-se em funçaõ da queda que se espera breve... e quando uma instituição vive assim, não vive, Sobrevive.., mas por quanto tempo?
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 00:17
O Lopes Guerreiro aqui tem ,neste post, das 00:17 o retrato do que se passa no Hospital.O que falta dizer mais? creio que nada.
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 13:40
Câmara Municipal idem. O mesmo retrato aqui descrito.
Anónimo a 14 de Maio de 2015 às 14:48
Zé LG, para teres a certeza, sabes bem a quem perguntar.
Anónimo a 13 de Maio de 2015 às 20:51
http://maisbeja.blogs.sapo.pt/74590.html?thread=41566#t41566
Anónimo a 10 de Junho de 2015 às 16:51
Tanto era verdade, como agora se tem visto...
Anónimo a 23 de Julho de 2015 às 12:54
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