Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
20
Jul 15

130420151856-756-PEDRODOCARMO.jpgA Comissão Política da Federação do Baixo Alentejo do PS já aprovou, por maioria, a lista de candidatos pelo distrito de Beja nas eleições legislativas deste ano. Pedro do Carmo encabeça a lista, José Alberto Guerreiro, presidente da Câmara de Odemira é o número dois e em terceiro lugar está Conceição Casanova, professora e ex-deputada.
O cabeça-de-lista, por indicação do secretário-geral do PS, António Costa, é Pedro do Carmo, atual presidente da Câmara de Ourique e líder da Federação, (ao que tudo indica, incluído na quota dos “seguristas”).
Como suplentes foram aprovados os nomes de Luís Martins, atual presidente da JS do Baixo Alentejo, Renata Veríssimo, presidente das Mulheres Socialistas do Baixo Alentejo e João Dinis, presidente da Concelhia de Moura do PS.

Será que a Comissão Política Nacional do PS aprova esta lista? Se o fizer contraria a garantia dada por António Costa de renovação e abertura das listas de candidatos. Com efeito. Esta lista é exclusivamente constituída por quadros do PS, incluindo os principais dirigentes das suas estruturas distritais. A Comissão Política da Federação do Baixo Alentejo (Beja) do PS não foi capaz de encontrar um só nome fora do seu círculo mais apertado capaz de integrar esta lista. Esta é uma das principais manifestações da incapacidade dos partidos tradicionais, neste caso do PS, se regenerarem.

publicado por Zé LG às 08:48
Os actuais Partidos - do arco da governação - não são mais que centrais de interesses, de amizades e compadrios. Não apresentam políticas novas nem sequer alternativas, que não seja uma forma de fazer política seguidista e caseira, salpicada aqui e ali de actividades ilegais protagonizadas por alguns dos seus supostos melhores líderes.
O eleitor já não confia há muito nesta gentinha, que se degladia entre si para manter os melhores lugares, apenas preocupados consigo próprios e não com o futuro deste País. Não é preciso prová-lo, porque o dia a dia demonstra-o. Encaixaram-se nestes partidos com um único objectivo: tratar da sua vidinha uns, e outros se não fazem o mesmo não tem competência para assumir responsabilidades de governação mas, uma vêz nomeados, são um desastre comprovado. Com uns ou outros este País, continuará assolado pela miséria.
António Martins a 20 de Julho de 2015 às 09:30
Exemplo de renovação e rejuvenescimento das listas do PS é a provável indicação de Miranda Calha e João Soares na quota do Sec Geral. O que é que esses deputados têm feito na Ass da República há muitos anos. Assim não admira o resultado do PS nas sondagens. Com Seguro não seria diferente.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 10:15
E parece que há outra jovem esperança que Costa vai impor, a Helena Roseta.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 12:44
Helena Roseta é uma boa aquisição e uma boa deputada! Queriam outro boyzinho de trinta anos , daqueles que ainda nunca fez nada na vida.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 14:47
Oh que aborrecimento, o amigo do Lopes Guerreiro ficou de fora da lista do PS.
Canta amigo a 20 de Julho de 2015 às 14:48
Podes bem lamentá-lo, anónimo das 14:48hs. Tiveram medo que ele trouxesse à lista uma consistência que eles não tem condições de igualar.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 14:59
A Concelhia de Beja é uma estrutura puramente inexistente e sem qualquer peso politico na Federação do Baixo-Alentejo.
Depois de ter contribuido decisivamente , pela sua inercia e incapacidade de mobilização , na derrota de Pulido Valente prepara-se para estar ausente das Legislativas.
Como é possivel que a Capital do Distrito não imponha alguem com capacidade politica num lugar elegivel ?
1º candidato de Ourique , 2º candidato de Odemira , 3 ª candidata não se sabe se é de Barrancos , se de Lisboa , se de Beja , pois nem na Escola onde trabalha a conhecem. Os suplentes também não são de Beja. Os Sardicas , Arsénios , Nascimentos , Louções fariam um grande favor ao PS se fossem para casa.
costa a 20 de Julho de 2015 às 18:24
Está igual a estrutura do PSD.Beja nao existe.Deviam todos sair de cena.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 18:39
Canta amigo: Provavelmente gostaria que fosse essa a realidade - que eu navegasse por essas águas -, mas a realidade é bem outra e quase já todos perceberam que o PS não é "a minha praia". Mas também não vejo nele "o inimigo"...
Zé LG a 20 de Julho de 2015 às 19:53
Não me lixem, que ele deve ter garantido um qualquer compromisso a breve prazo...
Anónimo a 21 de Julho de 2015 às 22:16
Há sempre algum "ilustre desconhecido" à espreita para deitar por terra qualquer compromisso...
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 08:46
É a medíocre vida dos partidos.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 10:47
Ajoelhou, tem de rezar.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 13:40
Depois de tanta conversa, vai ter de provar do que é capaz.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 13:51
Não há por aí muita "ingenuidade" ou outra coisa do mesmo género?
Alguém acreditaria mesmo que assim não fosse?
Quem milita num partido desde há décadas, e que conseguiu chegar ao topo, iria agora abrir mão para que recém-chegados ficassem com os lugares principais?
Não é por cá e nem será em parte alguma do mundo. Só e apenas nas cabeças de alguns ... poucos.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 18:53
É certo que seria ingenuidade esperar que isso acontecesse. Mas os verdadeiros líderes, os políticos com talento, rompem com o 'status quo'. Impõem-se pela sua qualidade, não pela antiguidade.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 19:19
Muito bem observado! Pedro do Carmo e José Alberto Guerreiro impuseram-se, como 1.º e 2.º no contexto do PS Baixo-Alentejo , precisamente pela sua reconhecida qualidade. Aguardemos pelas listas completas dos outros partidos e fiquemos «abismados» com a carrada de "qualidade" que aí vem! Falar de "qualidade" e de mérito é fácil. Basta atirar umas postas de pescada. Escolher apenas 6 nomes... será para todos os partidos de maior dimensão distrital, imagino, um pouco mais difícil e sempre muito polémico interna e externamente! Mas há muitos partidos que precisarão de candidatos para poderem concorrer. Quem tinha expetativas de pertencer às listas do PS, PSD/CDS e CDU e não "coube", azar. Se a questão é protagonismo mais imediato, basta contactarem uma força política com menos peso, e serão certamente aceites sem grandes entraves...
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 19:46
O que os partidos não parecem reconhecer é a qualidade fora das fileiras dos seus militantes habituais. Beja tem muitos cidadãos com muita qualidade.
Anónimo a 20 de Julho de 2015 às 21:13
Sem surpresa não há entusiasmo!
Anónimo a 21 de Julho de 2015 às 12:28
Temos chefinhos não temos líderes! Os partidos merecem!
Prevaleceram as acomodações e os Jobs em detrimento dos interesses do PS, que seria apostar numa nova geração de políticos regionais que trouxesse inovação, dinamismo, mobilização, entusiasmo, novos horizontes...estou profundamente desiludido👎 já só falta o PSD apresentar o MS...
Portugal dos pequenitos a 21 de Julho de 2015 às 21:56
E é o mais provável...Mario Simões.
É mesmo o Alentejo dos pequeninos...
Anónimo a 21 de Julho de 2015 às 22:17
A candidatura do Mario Simões é de uma enorme ajuda á eleição do 2 º deputado do PS
ZICA a 26 de Julho de 2015 às 11:15
Tomara.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 11:18
Bem precisam, depois do tiro no pé em relação ao concelho de Beja.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 14:41
Não sei porquê. O Mário bate o Pedro em elegância.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 18:34
Mas o segundo bate-os aos dois, se querem esse critério! valha-me Deus! Temos por essa lógica dois para o PS!
É burrice não querem comparar!
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 20:31
Será que o charme lhe vai chegar?
Narciso a 26 de Julho de 2015 às 20:40
Nada chega aos pés do look-Buiça do Ramos!
Trêtsky a 26 de Julho de 2015 às 20:41
Ainda se tivessem posto ao contrário...
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 20:52
Charme por charme, vou mais pelo da candidata do Livre.
Apuleio a 26 de Julho de 2015 às 21:01
Acabou de ser anunciada a cabeça de lista da PAF no distrito de Beja: Nilza Sena, actual deputada pelo círculo eleitoral de Setúbal
Desculpem, Coimbra e não Setúbal. Não conheço o desempenho da senhora mas deixo aqui uma opinião insuspeita sobre a candidata, de alguém do mesmo lado da barricada política http://31daarmada.blogs.sapo.pt/nilza-de-sena-um-apanhado-6519542
Tiveram de pôr uma para-quedista... Mas que falta de confiança no Simões!
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 13:58
É gira! Corre o risco de ser eleita...
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 14:00
O Simões vai outra vez à boleia!
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 14:21
Sensacional!!!
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 14:26
Ganha as mesmas! Desta vez não engana os bejenses
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:07
Só se for à custa de quem gosta de carinhas larocas.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:11
Bate aos pontos a veterana de Beja.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:14
Bom... face a 2011 constata-se que o PS renovou, 5 dos 6 membros da lista. Comparando com 2011, e fui ver a composição da lista dessa eleição na NET, verifica-se que só a candidata em 3.º lugar efetivo é a mesma de há 4 anos. Renovação portanto de 83,33% da lista! Renovação do Cabeça-de-Lista, do 2.º e de todos os 3 suplentes. E sem ninguém de fora do Distrito de Beja.
Outra coisa diferente é não se gostar "da renovação" ou dos nomes que entraram na renovação. O que é perfeitamente legítimo e aceitável em democracia.
Eu também acho que as lista onde EU consto, das quais EU faço parte e que EU integro, ganham imensa qualidade e captam mais eleitorado porque toda a gente me conhece e GOSTA muito DE MIM, certo? Ai esses egos, esses egos, amigos e amigas...
Venham de lá então as listas completas do PSD e da CDU para isto continuar animado aqui no blogue! Mas já prevejo que sejam igualmente "péssimas"... Siga a música, maestro!
Anónimo a 22 de Julho de 2015 às 01:18
Isto é uma argumentação enviesada, para perverter o objetivo da renovação. Renovar não apenas para serem caras novas, mas sim gente com novas ideias, que seja reconhecida como competente pela sociedade civil. Renovar dentro dos círculos das clientelas dos aparelhos não é renovar, e não é inteligente, porque não garante adesão do eleitorado.
Anónimo a 22 de Julho de 2015 às 16:06
Anônimo da...
Falar em renovação quando são os mesmos dinossauros que mudam apenas de habitat, para garantir emprego político? Saiam da zona de conforto, arrisquem, vão à luta noutras frentes menos garantidas. Renovar é ir buscar gente jovem, para novas funções e responsabilidades, ousar apostar e arriscar em novos valores e pô-los à prova.
O processo de seleção dos candidatos quer a nível nacional quer local continua viciado e tem tudo menos de democrático e de defesa dos interesses político partidários.
Foi definido um perfil? Foi dada hipótese aos militantes e simpatizantes de se proporem? Foi feita alguma avaliação pessoal e política dos potenciais interessados? Foi avaliado o seu reconhecimento público? O seu valor eleitoral? Que critérios presidiram à escolha? Amizade? Fidelidade? Prêmio de fim de carreira? Prêmio de consolação?
Renovar implica também rejuvenescer, dar lugar às novas gerações! Os mais velhos e os prematuramente envelhecidos pelo poder, devem, se forem inteligentes, dar voluntariamente espaço ao futuro, antes que tenham que ser empurrados...
Portugal dos pequenitos a 22 de Julho de 2015 às 23:00
Gostei da argumentação. Jovens que arriscam, que saem da zona de conforto, etc... Dois Presidentes da Câmara, jovens por sinal, um quarto da JS , bem, bem jovem, e a 5.ª uma mulher jovem de Aljustrel. Mas não chega... era preciso mais. Talvez bebés acabados de nascer, bem jovens, sem qualquer vicio da podre política fossem uma boa solução. Acho imensa piada quando se fala de "perfil". Giríssimo. Que perfil? O meu ou da pessoa que eu apoio, claro! Há lá melhor perfil que esse! Procura-se pessoa séria, competente, dinâmica, bem vista, inovadora, popular (já agora!). Não cabemos todos neste perfil? Mas quem decide as listas, que no caso do PS, PSD e outros, são órgãos colegiais muito alargados com dezenas e dezenas de pessoas não têm qualquer noção do que estão a fazer porque não foram ao encontro do "meu" critério e do "meu" perfil de candidato.
Que bando de incompetentes! Raio, ainda não foi desta que me escolheram ou escolheram o amigo que eu queria...
Claro que podem falhar, mas porque me hei-de julgar o supra sumo todo poderoso que escolheria, qual divindade, a lista perfeita, da qual - quase de certeza - faria parte?
Uma lista está aí. As outras estarão em breve esperemos, e todas com excepção do LIVRE/Tempo de Avançar (que teve primárias) foram ou serão decididas por órgãos colegiais representativos dos militantes, constituídos certamente por incompetentes aparelhistas e carreiristas que não têm critérios ao nível da minha superior capacidade analítica... Santa paciência... Se com 18 ou 19 listas de partidos são todas tão más, cheguem-se à frente e formem um partido onde todos os critérios que defendem sejam amplamente aplicados para que a população vote massivamente nesse projeto inovador e democrático... Eu desligo. Fiquem a falar sozinhos de perfis e de critérios. E se ao fim de 10 anos, de alargada e profícua discussão sobre critérios e perfis, conseguirem formar uma lista de 6 pessoas de consenso total, dou-vos os meus mais sinceros Parabéns! Mas talvez nessa altura as eleições já tenham passado e tenham de começar a discussão de novo. Au revoir !
Anónimo a 23 de Julho de 2015 às 00:21
Sim, se o partido assim o decidiu, concerteza que tem razão.
Esta era uma frase que há duas ou três décadas era exclusiva do PCP. Mas agora parece ser ao PS que mais se adapta. A lista foi assim decidida pelos orgãos dirigentes e que até são próprios que a constituem, e assunto encerrado.
Veja-se o seguidismo a José Sócrates que apesar de tudo, ainda é idoletrado até à exaustão pelos militantes sem a minima dúvida ou hipótese de discussão.
Tal como nos velhos tempos do stalinismo soviético.
Anónimo a 22 de Julho de 2015 às 09:14
Aproveito a deixa da discussão para relembrar que o LIVRE/ Tempo de Avançar teve eleições primárias abertas para a escolha dos seus candidatos e respetiva ordem nas listas para as eleições legislativas.

Em resultado desse processo, temos uma lista, uma equipa, linhas programáticas, ideias para a região, o país e a Europa. Temos candidatos por Beja e para Beja e estaremos sempre disponíveis para discutir ideias e propostas.

Esperamos contribuir para um debate sério e esclarecedor sobre as opções fundamentais a tomar nas eleições do próximo dia 4 de outubro e as políticas que se seguirão. E, como em democracia cada voto vale um voto, esperamos igualmente baralhar ainda mais as contas sobre o terceiro candidato eleito por Beja.

PS (salvo seja): podem encontrar os candidatos por Beja aqui:
http://tempodeavancar.net/?page_id=13574

João Gaspar a 23 de Julho de 2015 às 03:41
Já agora podia divulgar que propostas tem esse movimento para a Saúde no distrito de Beja.
Anónimo a 23 de Julho de 2015 às 10:29
A candidatura cidadã LIVRE/Tempo de Avançar será uma das forças políticas concorrentes às eleições legislativas de 4 de outubro. Não está em causa, portanto, um processo eleitoral autárquico nem regional, donde as propostas relativas à Saúde são, como se percebe e seria de esperar, nacionais. Deixo-lhe a Agenda Inadiável http://tempodeavancar.net/?page_id=10838. O programa mais específico na área da Saúde será posto a discussão pública em breve, se estiver interessado(a) diga, pf.
Essa agora! A cabeça de lista não avança nada sobre a Saúde em Beja!
Anónimo a 24 de Julho de 2015 às 09:09
Há! A cabeça de lista do LTDA até acha que o CA da ULSBA está muito bem assim e deve continuar.
Anónimo a 24 de Julho de 2015 às 23:36
ehehehehheheheh fala-se em "propostas para a Saúde no distrito de Beja" e o(a) anónimo(a) chuta com o CA da ULSBA. Estranho entendimento sobre "política de Saúde no distrito de Beja", que menorização a sua e que demonstração da apologia da pseudo-política.

Querem ver que na óptica desta candidata do livre a política de saúde no Distrito nada tem a ver com o Conselho de Administração da ULSBA? Já agora servem todos para o mesmo! Nem precisam de plano estratégico para o Distrito e vão à função"cópia e cola"do programa do livre?I.V.G....e por aí...
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 09:19
Vejo que começa a perceber, as pessoas que coordenam uma instituição do SNS - por nomeação do accionista da empresa, o Estado e mais especificamente o governo - "não servem todos para o mesmo", desde logo porque o "mesmo" não existe, ou não deve existir, e depende da política nacional prevista para o sector.

Aqui chegado falta-lhe perceber a parte de elaboração participativa de um programa político eleitoral. Vá, só mais um esforço, vai conseguir.
Ó Dra., a questão do CA da ULSBA é que se tem primado pela incompetência! Neste caso, se a política de Saúde é má, uma gestão incompetente ainda piora mais as coisas! Portanto, a medida de o destituir, substituindo-o por uma equipa competente, teria um efeito positivo mais rápido do que a mudança de política de Saúde. Não acha?
Zibelina a 26 de Julho de 2015 às 18:47
Eu digo ainda mais: os conselhos de administração devem ter como objetivo gerir a casa de modo a que realize da melhor forma a sua missão. E a missão dos Serviços de Saúde não é agradar a ministros.
Zabalona a 26 de Julho de 2015 às 19:26
Na minha opinião na saúde, como em qualquer outra área, as pessoas são, ou devem ser, escolhidas pelo seu grau de capacidade, formação e eficácia para pôr em prática um projecto/programa. O que me faz sentido é discutir um programa político de Saúde, desde logo as regras aplicadas aos Conselhos de Administração: usa-se o princípio da confiança política para a sua nomeação e depois aplicam-se as leis laborais, isto é, a nomeação é por x tempo e se não for cumprido por perda de confiança política - mudança de governo e, espero, de política geral e sectorial - as pessoas têm direito a uma indemnização. Bitola híbrida, portanto. Faz algum sentido? Já viu o que a (licita) mudança implica para o erário público?
Aí tanta asneira!
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 22:58
Esmiúce, pf.
É sempre possível fazer uma estimativa dos custos da continuação de gestão incompetente.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 23:29
E? Onde foi que me viu escrever o contrário? Mas a avaliação da competência/incompetência faz-se sempre tendo um padrão para comparar, padrão esse que depende da política de saúde que foi abraçada, escolhida pelo voto
Discordo. A avaliação tem a ver com a quantificação da realização de objetivos. Para isso há estratégias adequadas e outras incompetentes. Os padrões de qualidade não devem variar consoante as mudanças de políticas. São exatamente os critérios perenes que permitem dizer se as políticas são boas ou más.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 23:59
Os padrões de qualidade em Saúde, aferidos pelos indicadores de Saúde, não variam com as mudanças políticas, mas as estratégias, "umas adequadas outras incompetentes" e erradas, são determinadas pelas políticas de saúde, também e sobretudo por isso as nomeações dos orgãos dirigentes se fazerem por confiança política.
Mas que discussão que aqui encontrei! Li não encontrei a palavra eficiência , penso que li quase todos os comentários.Estranho...para entendedores do assunto ,supõe-se!
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 07:49
Chama-se a isto uma"trovoada seca,em céu de verão quente".Gostei sobretudo da explicação para as" nomeações dos órgãos dirigentes se fazerem por confiança política"!
Alensul a 27 de Julho de 2015 às 07:57
Não se tratou de uma explicação, antes de uma constatação.
Chama-se a isto uma conversa blogosférica.
Livre e dentro das normas de razoabilidade e cordialidade que um espaço com estas características permite. Acha que não vale a pena tem bom remédio, não participa, simples.
Sou blogger há praticamente uma década e uma das razões é a possibilidade de discussão "cabeça contra cabeça", é muito interessante (tb por isso não me faz impressão nenhuma o anonimato na net, a não ser quando é usado para, cobardemente, atacar gratuitamente o outro, seja ele quem for)
Hum?
A Dra Ana Matos Pires tem que ir ter com alguém que lhe explique como e para quê têm sido nomeados os vários CAs da ULSBA.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 08:15
As nomeações dos CAs são nomeações centrais, suponho, portanto, que os requisitos e os propósitos têm obedecido à lógica geral: nomeação política.
Dra, essa resposta é outra "verdade de la Palisse" como já lhe disseram ontem.Peco desculpa!
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 08:51
Nem mais, por ser uma la palissada é que não percebo a observação prévia, mas se me quiser esclarecer be my guest
Recomendo a esta Dra.que lei a legislação respeitante à nomeação dos órgãos dirigentes da saúde ,gestores públicos,bem como os estatutos da ULSBA.Ate vai ajudar na discussão política da saúde que vai enfrentar no Distrito que vai representar.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 08:57
Conheço a legislação geral, confesso que só ainda passei os olhos pelos Estatutos da ULSBA, falha que colmatarei mal possa.

(obrigada pela confiança, já dá de barato a minha eleição ao escrever "no Distrito que vai representar" eheheheheheh)
Corrijo:que pretende representar.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 09:25
óóóóóó
A missão dos serviços de saúde públicos é prestar cuidados de saúde. A maneira como esses cuidados são prestados dependem das políticas de saúde em curso e as escolhas das políticas de saúde dependem do voto.
Discordo. A "maneira" como os cuidados de saúde são prestados depende de quem os presta. As políticas de saúde determinam opções de financiamento e recursos, mas não a "maneira"... Ou será que o entendimento que faz é de que os profissionais podem desculpar-se das suas "maneiras" não serem boas devido às más políticas?
São as boas práticas de gestão dos dirigentes que influenciam a prossecução da missão. Os que se desviam da missão não servem. Independentemente das políticas.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 23:37
Simplista. Antes fosse, a "maneira" como são prestados não depende só de quem os prestas, depende também dos recursos e das determinações políticas - a maneira como desempenho a minha actividade é diferente se estou num serviço com mais 4 colegas, se tenho de ver 10 ou 20 doentes num mesmo período de tempo, se tenho camas para internar um doente, etc, etc, etc, em última análise das políticas de saúde em curso... se não quero mais exercer da maneira X ou Y posso sempre emigrar, claro.

Se a "missão" é má é até desejável que não haja prossecução, quem define a "missão" são as políticas em curso.
Dra., olhe que a missão desta casa está definida há muitos carnavais.
Quanto à caracterização maniqueísta da "maneira", posso ser ainda masi simplificador: a maneira com que os médicos atuavam no século XVII não tem nada a ver com a maneira dos dias de hoje. O que a Dra. disse parece uma "verdade de La Palisse". É claro, quem quer analisar objetivamente, tem de comparar condições e contextos semelhantes. Demográficos, epidemiológicos, científicos e de disponibilidade de recursos. Batota argumentativa não vale.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 23:55
E nessas boas práticas de gestão dos dirigentes nomeados insere-se ,com toda a certeza, e mais ainda num contexto recessivo, o conceito de eficiência aplicado ao plano estratégico ,aquele instrumento de gestão que permite seguir a missão da organização, escolher as respectivas opções estratégicas e definir os eixos estratégicos de intervenção, concretizando os objectivos para atingir as metas traçadas. A competência dos gestores nomeados pelo poder político está no cumprimento deste plano ,utilizando os dados quantificáveis e comparáveis que dele emanam.
Tal não é ,a maioria das vezes o caso.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 09:24
A avaliação da dita "eficácia" do desempenho dos orgãos directivos nomeados por confiança política é da responsabilidade do poder político central que, ao renomeá-los, atesta da sua "eficácia" no desempenho do seu projecto político. Como vê o que interessa discutir, sobretudo em fim de legislatura e à beira de eleições, são políticas sectorais, neste caso políticas de Saúde. Os nomes de quem é nomeado por confiança política são secundários, na minha opinião, desde logo porque não dependem do voto directo.
Estou nisso de acordo.Ainda não vi aqui serem discutidos nomes de alguém.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 09:57
Basta andar para cima nesta caixa de comentários e encontrará (1) pessoalização de uma discussão de políticas de Saúde, desviadas para a composição - feita de pessoas - dos orgãos dirigentes e, já agora, (2) pessoas a falar por mim sem nada me terem perguntado.

Concluío,pelo menos por mim.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 10:05
O que o dito Poder Central espera, ao nomear quem nomeia, é que os nomeados trabalhem para realizar os objetivos programáticos do Governo para o setor. Para tanto, que se lembre os tempos em que servia ser-se industrial de cutelaria para ser nomeado presidento de CA de hospital... Ora, esse tipo de confiança política nos nomeados pode perverter a missão das unidades de saúde. Por um lado a avaliação da eficácia de gestão não é habitualmente feita, ficando-se pelos resultados de exercício, as tais boas contas. Por outro lado, como as decisões políticas a nível macro muitas vezes desconhecem especificidades locais, é difícil encontrar critérios e padrões para o "benchmarking". Ora, o voto direto tem muito a ver com o sancionamento ou rejeição que os eleitores fazem, dos RESULTADOS. Que se avalie então da eficácia das gestões, também pelos resultados não apenas económicos, mas em termos de ganhos de saúde das populações servidas pelas unidades.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 11:25
Sem dúvida, bons pontos de discussão (Tenho de ir fazer consultório, por isso não fico aqui. Boa tarde)
Julgo que queria ter escrito "eleitos" e não "eleitores" no seu comentário
Precisamente eleitores.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 13:56
Avaliar resultados,significa isso mesmo TODOS OS RESULTADOS,não só os económicos mas também os ganhos em saúde.Quando os nomeados traçam um plano ,estratégico para uma região,para implementar uma política de saúde definida por quem os nomeou, os objectivos e as metas a atingir são para todos os indicadores definidos quer sejam eles de cariz totalmente econômico quer sejam de ganhos em saúde para a população abrangida.Melhor ainda,os resultados medem-se em função dos ganhos de eficiência e de saúde. Não é bom gestor aquele que em tempos de abundância ,todos os recursos possui, e atinge os mesmos resultados em saúde que um outro gestor que com menos recursos faz o mesmo ou melhor.Porque em abundância qualquer um serve !
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:23
Venho aqui só mostrar-le esta maravilha, eis "Política de Saúde do Poder Central" http://jugular.blogs.sapo.pt/que-estupidez-caramba-3887786.
a estas horas não devias estar a bulir.
se calhar, a PCA, autoriza-te a ter um blog, experimenta, pedir não custa, não te compra a carripana, mas pode autorizar o blog... assim, como assim...
Anónimo a 28 de Julho de 2015 às 22:15
eheheheheheheheh coitadito(a), faz dó, dó daquela dos desgraçados, daquela que só lá vai com um implante de cérebro. Temos pena.
Já agora, conheço-o(a) de algum lado? Andámos à escola juntos?
Nem tem como missão encher a fotogaleria e ser "papagaio da Rita".
Sibilina a 26 de Julho de 2015 às 20:25
"Vanitas vanitatum et omnia vanitas".
Valentim a 26 de Julho de 2015 às 20:38
Eu também sei latim: sou a "vox populi". Votem no PàF.
Márinho a 26 de Julho de 2015 às 21:06
Engana-me que eu gosto, não é? Qual foi a parte de "programa será posto a discussão pública" que não percebeu? Eu explico, então: quando estiver em discussão pública eu informo o caro(a) anónimo(a) e vexa terá oportunidade de fazer proposta. Sou cabeça de lista por uma candidatura cidadã, portanto o programa final será feito com a participação, e propostas, de todos os que se identificarem com os princípios da candidatura.

(deixe-me só dizer-lhe um segredo, quem vier para a rua, qualquer que seja a estrutura política, falar em propostas de Saúde para um qualquer distrito específico nesta fase está a aldrabar e a ser populista)
Mas esse segredo,deixe-me dizer-lhe é mesmo de "polichinelo".
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 17:01
Adaptando o que dizia o outro "parece que não Doutor, parece que não".
Princípios gerais do programa de Saúde do L/TdA em termos locais, a serem colocados à discussão pública para enriquecimento das propostas e adaptação às necessidades reais:

ARTICULAÇÃO COM A COMUNIDADE LOCAL
• Estratégias locais
• Especificidades locais
• Ambientes escolares, associativos, laborais,
familiares
• Organização das cidades
• Aumentar a literacia
• Aproveitar os órgãos de comunicação local

INFRAESTRUTURAS DA SAÚDE
• Dimensão da Comunidade Local de Saúde
( NUTs 3 - 30 no território)
• Rede intersectorial
• Coordenação integrada
• Manter a autonomia dos intervenientes

MEDIDAS PRO-ACTIVAS
• Parcerias para a literacia
• Sinalização de situações de risco
• Deduzir em sede do IRC financiamento para a promoção de
Saúde
• Continuação do bom caminho das equipas de Saúde mental
comunitária
• Promover o diagnóstico precoce
• Cuidados de Saúde oral
• Prevenir a institucionalização precoce dos idosos

ACESSO
• Cuidados primários e hospitais de acordo com as
necessidades locais
• Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde
pelos utentes do SN (lei 41/2007 AR)
• Tempos máximos de resposta
• Eliminar taxas moderadoras

ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA
• ACES ou algo que os substitua com autonomia financeira
• Criação de USF’s
• Cuidados continuados, domiciliários, paliativos
• Especialidades hospitalares a irem aos Centros de Saúde
• Desenvolver as unidades funcionais em défice,
particularmente as Unidades de Cuidados na Comunidade
• Ajustar os horários às necessidades de S.U.
• Articulação Hospitais/cuidados primários na lógica da
Comunidade Local de Saúde
• Rede de referenciação hospitalar
• Centro de informação na DGS
• Racionalizar as tecnologias de Saúde
• Sistema de informação clínica única
• Normas de prescrição
• Revisão de normas e do total das prescrições por doente
• Rever copagamentos de medicamentos e acesso às
inovações


Aguardo a sua contribuição e sugestões, darei nota disso mal o programa seja colocado em discussão pública participada.
Uma razoável coleção de títulos.
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 11:19
Oh! LG, assim não ,não vale! Programas de partidos no blog não fica bem! Este Alvitrando tem sido um bom instrumento da liberdade ,partidos não!

Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 13:25
Mas que fobia! Como alguém diria, é patológico!
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 13:50
És tu, Salazar? Partidos não, candidaturas cidadãs não, muito bem.
Talvez a virtude mais específica desse Programa seja o princípio de que as opções devem definir-se de baixo para cima. Seria útil discutirmos a viabilidade dessa estrutura, designadamente na articulação com o financiamento regional.
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 11:23
Vamos organizar a discussão, Munhoz Frade, vou inclusivamente tentar ver a disponibilidade do Cipriano Justo e de alguém da economia da Saúde para a tertúlia. Só proponho que o programa esteja fechado após a consulta pública.
Mas a Dra. do Berloque não sabe que o Dr. Frade é militante do PS e que PS e Livre não são uma e a mesma coisa.Ou combinaram campanha para a saúde no Distrito juntos e o Zé não sabe de nada.
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 17:06
Quem conhece o que tem sido a minha prática sabe que tenho participado em debates promovidos por diversas entidades. A discussão das matérias de interesse público não deve ser restrita a apenas alguns fóruns. Quando se entende que tem de ser estimulada a participação e envolvimento dos cidadãos, da chamada sociedade civil, a exclusividade partidária não faz sentido.
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 18:14
Naturalmente, Munhoz Frade. Que estranha é esta maneira de ver a política, que estranha é esta maneira de olhar para uma campanha eleitoral, altura privilegiada de discussão de ideias e de informação.
No âmbito da matéria em discussão, um tema muito pertinente e actual, é o das intenções de municipalizar a Saúde. Sou contra.
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 18:36
Também eu (e o L/TdA também, já agora).
Para além do interesse conjuntural, seria bom desenvolver consensos nesta área, para lá do dia 4 de outubro...
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 19:04
Nem mais, e ó se a esquerda precisa de aprender a querer fazer isso
Para deixar a retórica, para FAZER PARTE DAS SOLUÇÕES.
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 19:25
Isso.
Menos vaidade e mais,muito mais trabalho e conhecimento das matérias de saúde.
Alensul a 26 de Julho de 2015 às 21:57
Tacanhez e defesa do obscurantismo. O Salazar deixou marcas, de facto.
Respondendo à provocação, pela parte que me toca: suspeitar significado conspirativo nas convergências de interesse em debater temas é deformação obsessiva...
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 19:02
Lamento discordar, é mesmo só estupidez (a "diagnostificação" desculpabiliza eheheheh).
Dou o benefício da dúvida...
Munhoz Frade a 25 de Julho de 2015 às 19:22
Elimar taxas moderadoras? Quem é o economista da papoila?nem os economistas do Syriza proporiam tal !
Mas estes títulos foram quase todos copiados dos manuais da saúde do PS e do PSD!Vejamos:redes de referenciação hospitalar,há décadas que conheço o título; o mesmo para"promover o diagnóstico precoce" e assim por diante.
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 13:32
ehehehehe é mesmo que não vê um boi de Economia da Saúde e fala da boca para fora. Diga-me lá quanto representam para o orçamento da saúde os proventos das taxas moderadoras?

Pessoalmente nem defendo a sua abolição completa, concordo com a importância do seu valor pedagógico e simbólico - razão da sua imposição: moderar o uso desnecessário de recursos -, mas nunca por nunca aceitar o seu papel de importante provento económico - que não são -, já todos pagamos o SNS através dos nossos impostos.

Sabe que o que está bem deve manter-se e ser melhorado, se viu reforçadas propostas já existentes é porque elas devem manter-se, nunca nos verá a "botar a baixo" porque sim, isso é politiquice rasteirinha.
Mas o que li eu"eliminar taxas moderadoras".Mas a deputada não defende a eliminação ,é só o programa do livre! Fiquei esclarecidissimo.
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 16:59
E leu bem, é o que está escrito. A candidata independente de esquerda, eleita para cabeça de lista da candidatura cidadã L/TdA por Beja, tem opinião própria e, concordando com os princípios que norteiam esta candidatura, pode discordar pontualmente de algumas coisas e di-lo publicamente, ninguém está ao engano.
Atão não!
Anónimo a 25 de Julho de 2015 às 17:30
E para a berloquista o que está bem é o CA e a Psiquiatria de adultos.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 13:05
Patetinha.
Converseta tonta implica que fique a falar sozinho(a), não me tem como interlocutor.
*só reparei agora no "gato", "é mesmo de quem não vê" queria eu ter escrito
mais uma compilação de frases feitas. o habitual dos intelectuais de esquerda...
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 21:51
???
Intelectuá-li a 26 de Julho de 2015 às 21:58
Aproveitando a boleia informativa do João Gaspar deixem-me dizer que estivemos os dois ontem na AR e foi a isto que assistimos http://jugular.blogs.sapo.pt/resumo-do-final-da-tarde-de-ontem-na-ar-3885748 . Vergonha.
Ana Matos Pires a 23 de Julho de 2015 às 10:28
O povo não liga...
Anónimo a 23 de Julho de 2015 às 10:30
O povo é sereno. Os intelectuais entretem-se com bandeirolas e fogachos, para fazer de conta que existem.
Anónimo a 23 de Julho de 2015 às 10:32
Vão trabalhar, malandros!
Anónimo a 23 de Julho de 2015 às 10:33
Continuam aí? Os trabalhadores só lêem o que os malandros gastam o tempo a escrever...
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 11:25
Nã, estão à espera de uma nova polémica, como a do depósito de água.
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 11:40
Nova versão do filme "Querido, encolhi o candidato!".
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 17:12
PROGNÓSTICO PARA BEJA: PS 1, COLIGAÇÃO 1, PC 1 - O TRIUNFO DA MEDIOCRIDADE!
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 18:09
A continuação da estagnação do Baixo Alentejo...
Anónimo a 26 de Julho de 2015 às 18:31
Uau! A coligação PàF deu cheque-mate ao Pedro de Ourique.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:17
Nunca mais aprendem.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:24
Arrancam no dia 5 de outubro eleições para a Federação do BA do PS.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:30
E quem são os candidatos?
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:35
A seu tempo veremos. Mas não é difícil adivinhar.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:40
Vai ser uma luta assanhada entre três cabeças de lista, disputando o eleitorado masculino...
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 15:54
Coisa mais básica, primária mesmo, credo. Para além de tudo é fantástico como vexa sabe a orientação sexual das três cabeças de lista femininas.
Sem nada presumir, vai ser giro!
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 16:43
Espero que essencialmente vá ser interessante e esclarecedor. Espero, pelo menos, que tenha um efeito pedagógico e que nos próximos actos eleitorais o sexo do cabeça de lista não mereça, porque é indiferente, qualquer reparo tonto.
Claro que não é indiferente. Seja qual for a orientação dos ditos/as, a boa imagem conta para a escolha dos eleitores.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 16:58
Discutir a importância da imagem é uma coisa, discutir a o sexo dos candidatos nos moldes em que foi comentado é outra
Minha cara candidata, quem escolhe são os eleitores.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 19:38
Nem mais.
Oh pá, o sexo faz parte da imagem, não?
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 19:44
Se for de qualidade.
A candidata do PSD resolve o problema da ameaça de abstenção entre o eleitorado desse partido. Mau para as pretensões da Federação do PS.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 17:16
Só por curiosidade, porquê?
Porque sim.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 19:45
Quando era muito miúda a minha avó ensinou-me que "porque sim" e "porque não" não eram resposta. Já "não me apetece responder", não quero responder" ou "não lhe respono" são. Agradecida.
É suposto que os avós também nos ensinem que os olhos também comem.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 20:30
A minha não me aldrabou no que à "paparoca" diz respeito, ensinou-me a desenvolver a língua.
Nisto de degustações, primeiro escolhe-se o que tem bom aspecto e cheirinho apetitoso, depois prova-se, sendo nessa fase que às vezes apetece prolongar o prazer fechando os olhos. Saber de antanho.
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 20:50
Olhe que muitas vezes a gagazice acompanha o saber de antanho, cuidado.
Vote de olhos fechados e depois queixe-se.
É a Dra. que se recusa a aceitar que na escolha de em quem votar, as pessoas vão de olhos abertos. E quem não gosta de lavar a vista?
Zibelina a 27 de Julho de 2015 às 21:30
Euuuuuuuuuuuu? Ora essa.
(já dizia a minha avó, até os bichinhos gostam)
Ps: Relembro que o comentário que deu origem ao relambório foi "Vai ser uma luta assanhada entre três cabeças de lista, disputando o eleitorado masculino...", Zibelina.
A sua amiga Joana Amaral Dias não faria pior figura!...
Zibelina a 27 de Julho de 2015 às 21:47
Uma bonita péssima política.
tão convencidos que nós somos...
Anónimo a 27 de Julho de 2015 às 22:50
Então até outubro!
Zaqueia Zabalona a 28 de Julho de 2015 às 00:22
Ó mana! Chega de bate-papo aqui. Vamos para outro post, que este já subiu ao top-five.
Zabalona a 27 de Julho de 2015 às 23:27
Vou mas é de férias!
Zobaida Zibelina a 27 de Julho de 2015 às 23:33
Finalmente... Não sei se foi do calor do verão, mas a discusssão foi vasta e renhida. Lá diz o provérbio: "Da discussão, nasce a luz"; nem sempre. Todavia presiste o mistério: Porque será que em ocasião de eleições, os ânimos se exaltam, as espadas da escrita se afiam, muito embora quase toda a gente esteja consciente de que os atores da política cada dia que passa se tornem menos meritórios da atenção geral? Fica a interrogação.
António Martins a 28 de Julho de 2015 às 10:39
Alguma luz se fez. Viu-se que há quem venha à liça com saber e consciência, e que há quem nem apareça.
Anónimo a 28 de Julho de 2015 às 13:17
Estou de queixo no chão. Sobre o seu mandatário diz a nota de imprensa do PS "O Dr. Agostinho Moleiro (...) É um chefe de família exemplar" (http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=6471). Não conheço Agostinho Moleiro, isto não é contra ele. Sem mais comentários para não dizer palavrões
Ana Matos Pires a 29 de Julho de 2015 às 03:06
Um veterano...
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 09:38
Faço notar que a questão não é a pessoa, repito.
Ah, foi aquele deputado da palhaçada das cordas ao pescoço!
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 10:30
Esse mesmo. Um médico a pôr uma corda ao pescoço no distrito onde há mais suicídios. No mínimo mau gosto. Mas também a companhia não era a melhor, o Saleiro.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 10:59
A companhia era o Gavino Paixão.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 15:38
O Saleiro era o governador civil, não era? Rica prenda.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 18:21
Isso é outro assunto.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 18:32
Transcrição do Diário da AR do dia 10/Outubro/1997:
"O Sr. Presidente: — Devo dizer aos Srs. Deputados do PS — Agostinho Moleiro, Carlos Amândio e Gavino Paixão, que votaram contra, exibindo uma corda à volta do pescoço, que não é correcto nem democrático fazer manifestações dessa ordem no momento da votação. Os senhores votaram livremente…
(Aplausos do PS.)
… e a prova de que votaram como quiseram é que nem sequer o fizeram alinhados com o grupo parlamentar a que pertencem. Essa manifestação não é digna de vós. Descul-pem mas tenho de fazer-vos este reparo."
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 19:07
Levou um raspanete.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 21:50
Um duplo raspanete. Do Presidente da AR e do seu próprio partido.
Anónimo a 30 de Julho de 2015 às 19:43
Curioso! Esse que agora é mandatário chegou a opinar que um Presidente da Federação nunca devia ser cabeça de lista.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 14:54
está aqui:
http://www.correioalentejo.com/?diaria=7524&page_id=36
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 21:52
O que está a dizer é que Pedro do Carmo não deverá ser candidato a deputado?
Penso que sim. Um presidente da federação tem muita coisa a fazer e, envolvendo-se nos problemas do distrito, pode ajudar muito. Portanto, do ponto de vista partidário, acho que era importante essa separação.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 22:16
Pois é, deve estar a dar o dito por não dito.
Anónimo a 29 de Julho de 2015 às 22:49
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