Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
24
Set 17

É natural que os executivos autárquicos apresentem e divulguem as suas realizações. Diria mesmo que têm a obrigação de informar onde investiram o dinheiro que é publico. Mas também devem apresentar e divulgar o que não fizeram e porque não fizeram. Principalmente quando se trata de coisas da sua estrita responsabilidade.

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Divulgar que arranjaram uma estrada ou uma rua quando há muitas a precisar de arranjo não me parece que seja informar. Divulgar que arranjaram ou melhoraram um equipamento municipal quando há muitos a precisar de manutenção não me parece que seja informar. Divulgar que aumentaram o apoio ao movimento associativo mas ficaram aquém do que já foi dado não me parece que seja informar. Anunciar a realização de obras emblemáticas e não as começarem e não darem qualquer explicação não me parece que seja informar.

Divulgar o que fizeram sem estabelecer qualquer relação com o que prometeram ou tinham a obrigação de fazer não me parece que seja informar. Não explicar porque não fizeram ou só começaram a fazer em vésperas de eleições não me parece que seja informar.

Acusar o governo de bloquear projectos e vangloriarem-se do desbloqueamento desses projectos sem reconhecer a acção do governo, mesmo em vésperas de eleições, não me parece que seja informar.

publicado por Zé LG às 14:18
Estou verdadeiramente chocado. Onde param os defensores dos comboios em Beja? António Costa vem a Beja fala para mil pessoas, segundo dizem, onde estão muitos dos que andaram no passado muito ativos no Beja Merece, onde estão os candidatos do PS às câmaras do distrito, incluindo o candidato Paulo Arsénio, e não diz nada sobre a modernização da linha férrea de Beja/Lisboa. Vai de Beja para uma acção de campanha em Évora, e pimba, descobre a importância que a infraestrutura ferroviária tem para Évora. Será que ninguém teve a coragem de dizer ao homem que, a este nivel, o que serve e o que vale para Évora, também serve para Beja.
Anónimo a 24 de Setembro de 2017 às 21:16
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/autarquicas-2017/2017-09-24-Antonio-Costa-diz-que-receita-da-Direita-falhou
Confiram ao minuto 2
Anónimo a 24 de Setembro de 2017 às 21:32
Quer-me parecer que quando Sócrates veio ao Nerbe juntou maior apoio.
Anónimo a 24 de Setembro de 2017 às 22:32
Maior apoio do que o de ontem deve ser impossível para qualquer partido ou candidato. É que o NERBE estava à pinha. Na melhor das possibilidades estaria igual com José Sócrates.
Anónimo a 25 de Setembro de 2017 às 01:03
Será que vai chegar?
Anónimo a 25 de Setembro de 2017 às 08:14
Não é difícil encher um espaço com comensais, se se convidar a tropa toda do distrito, mais os assessores, familiares e afins!...e também não é amostra de coisa nenhuma, visto que as eleições se ganham apenas nas urnas, e não nas sondagens ou nos almoços-convívios!...
A ver vamos, como dizia o cego, que cada vez via menos!
Borges a 25 de Setembro de 2017 às 14:27
800 pessoas do distrito deixaram o NERBE á pinha! E o Costa o que terá achado? 130.000 eleitores do distrito! 800 pessoas dá 0,62%. Pelo que vi o Costa não ficou lá muito entusiasmado, visto que o almoço era da distrital e não da concelhia!
Anónimo a 25 de Setembro de 2017 às 20:02
É natural que as autarquias, em tempo de campanha eleitoral, se ponham em bicos de pés e gritem a plenos pulmões e altifalantes, a obra realizada e a que pretendem realizar.
Já natural não é, quando se faz obra, que a mesma seja ocultada, esquecida e nem sequer inaugurada.
É o caso da Junta de Freguesia de Cabeça Gorda que promoveu a construção de um novo CEMITÉRIO, em 2011/2012, contíguo com o anterior, utilizando uma parcela de uso agrícola, onde gastou uma verba apreciável e, nos seus meios de divulgação de obras, desta construção não deu relevância ao seu conhecimento público.
Será que este gesto - ocultação de construção - será sinal de modéstia, de honestidade, de simplicidade, será verdadeiro,honesto e não esconderá algo de irregular?
Pois é, tentando resposta para esta questão, parece que se pode concluir que a obra é ilegal, já que não foi cumprido o regulamentado pelo Dec. nº44220, de 3 de Março de 1962, com as alterações introduzidas pelo Dec.-Lei168/2006, de 16 de Agosto (Normas para a Construção e Polícia de Cemitérios).
Não consta que tenha sido pedida alteração ao PDM em vigor à altura da construção (2011) e no PDM publicado em 2014 o terreno, onde se situa o novo Cemitério, conste como "EQUIPAMENTO DE UTILIZAÇÃO COLECTIVA PREVISTO".
A obra apresenta graves irregularidades de localização e de qualidade do terreno para o efeito a que o destinaram. As campas, com os corpos em decomposição, enchem-se de água; essa água é atirada para as parcelas agrícolas vizinhas, onde são semeados cereais e pastam animais causando lixiviação, erosão e uma potencial e provável contaminação, por ordem do presidente da Junta, conforme referem os funcionários da autarquia.
Voltarei a este assunto com muitos mais pormenores.
João Cruz a 27 de Setembro de 2017 às 11:24
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