Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
16
Mar 17

Esse "mediático" Director de Recursos Humanos, que entre tantas outras coisas já foi Auxiliar, Assistente Técnico, Chefe de Divisão, Formador, interlocutor da IGAS para a área disciplinar (e que continua com a área disciplinar) e democraticamente eleito presidente de uma Junta de Freguesia entre 2009 e 2013 pelo PS e que NÃO DEVE ABSOLUTAMENTE NADA À POLITICA encontra-se disponível para, dentro dos princípios que norteiam o segredo profissional, disponível para prestar todos os esclarecimentos que entendam por necessários e desmentir o rol de mentiras que aqui é proferido. Encontra-se também disponível e convida quem escreveu o post anterior a fazer uma denúncia ao IGAS para que dessa forma possa explicar não apenas o que não se encontra abrangido pelo dever de sigilo como tudo o que a IGAS entender. Quem não deve não teme. Estão desde já convidados a fazê-lo e quem escreveu isto decerto que me conhece, se não querem dar a cara podem mandar algum emissário que explicar-lhes-ei por A + B e com respeito pelo dever de sigilo, todos os actos praticados. Até porque sempre foi um acérrimo defensor dos princípios da administração aberta e transparência como tal força, saberão com certeza onde o encontrar, se calhar até têm o contacto telefónico.
Fiz este post agora, em serviço, única e exclusivamente em defesa da minha própria honra, e porque me vieram contar o que estava escrito.

Vitor Paixão a 16 de Março de 2017 às 09:55, AQUI.

publicado por Zé LG às 22:28
Safa que você não perde a oportunidade caro Lopes Guerreiro, eheheheh. Mas tudo bem, não retiro uma virgula ao que disse e aos hipócritas, aos maldicentes, aos desconhecedores, aos energúmenos que sob a capa do anonimato se lembraram de acusar quem tem pautado a sua actuação com a maior descrição e também (e muito melhor) áqueles que venham por bem, abro uma excepção e faço questão de esclarecer tudo o que tiverem por pertinente às segundas e sextas-feiras entre as 8:30h e as 10h e as 14:30h e as 16 horas (afinal a "coisa" pública é de todos nós-vocês), não obstante e como não poderia deixar de ser, com a respectiva salvaguarda do dever de sigilo ao qual estou vinculado. Mas garanto-vos que vos poderei responder a tudo, nomeadamente entre 2006 e 2011 em que fui Chefe de Divisão (primeiro na sub-região e depois na ULSBA, EPE) e entre Abril de 2014 até à actualidade em que sou Director de Serviços. Até vos posso contar coisas da minha vida pessoal e a forma como cheguei a Chefe de Divisão que tem a sua graça, bem como podemos falar sobre politica e o quanto (não) preciso dela para efeitos profissionais. Tirando isto conseguirei garantidamente prestar-vos os esclarecimentos necessários e simultâneamente garantir o sigilo a que por Lei estou obrigado. Só não dou o meu contacto telefónico porque a minha esposa não deixa mas de certeza que quem fez as acusações tê-lo-á. Uma boa noite.
Vitor Paixão a 16 de Março de 2017 às 22:43
Correcção: Entre Abril de 2016.

Mas se necessário também podemos falar do tempo em que estive no Gabinete Juridico e do tempo em que andei por esse Alçentejo a trabalhar na área disciplinar quer para a IGAS, quer para a ARS Alentejo, IP, quer para a própria sub-região e ULSBA. Vá, cheguem-se à frente.
Vitor Paixão a 16 de Março de 2017 às 22:46
Vitor Paixão homem de muito boa fé e quem tenho muito orgulho, não gastes o teu tempo com esta canalha que escrevem no anonimato e nós até sabemos quem são, cobardes...
A tua querida esposa
Cremilde Paixão

"As críticas não são outra coisa que orgulho dissimulado. Uma alma sincera para consigo mesma nunca se rebaixará à crítica. A crítica é o câncer do coração. "
( Madre Teresa de Calcutá )

Anónimo a 17 de Março de 2017 às 11:09
Oh, Votor Paixaõ isto já parece a necrologia da agência Pax-Júlia.Não estraguem o Alvitrando ao LG.
Anónimo a 17 de Março de 2017 às 12:32
Gostei, sobretudo da intervenção da esposa, em defesa da honra do marido! e da citação de Madre Teresa de Calcutá, utilizada de modo descontextualizado e forçado!
Quem não deve não teme, e não é necessário justificar posições, quando se está conscientemente tranquilo e imune a críticas!...Mas parece que que há aqui, gato com rabo de fora, não obstante a "boa fé"!...
“O orgulho dos pequenos consiste em falar sempre de si próprios; o dos grandes em nunca falar de si”.
(Voltaire)
Francisco Menezes a 17 de Março de 2017 às 17:11
Muito bem, uma citação do Maçon Voltaire!
Anónimo a 17 de Março de 2017 às 17:59
Uma resposta como deve ser, Vitor Paixão.
Embora o meu caro não se livra de ser uma pessoa muito polémica. Logo haverá quem o respeite e muito considere e também quem não o possa ver à frente.
Aliás tal como o meu caro em relação a alguns dos seus paisanos, sem lhe terem feito mal algum.
No entanto, reconheço-lhe a coragem e o seu sucesso profissional e pessoal. Assim como aqui a postura da sua companheira e esposa.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 13:18
"Sucesso profissional" sem padrinhos, sem madrinhas e sem partido!
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 14:02
Segundas-feiras das 8:30h às 10h e sextas-feiras das 14:30h às 16h, no meu gabinete; tudo o que diga respeito EXCLUSIVAMENTE à minha pessoa e ao meu "sucesso profissional" (que até podia ser mais se tudo não fosse tão politizado) será explicado, se quiserem desde 1988 até agora.
Vitor Paixão a 18 de Março de 2017 às 17:36
E nas horas de serviço,dedica um período para falar de si e do seu sucesso profissional,acha que está bem?
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 18:40
"E nas horas de serviço,dedica um período para falar de si e do seu sucesso profissional,acha que está bem?"

Mas claro que sim pois segundo os principios da transparência e da administração aberta e segundo a LADA (Lei de Acesso aos Documentos Administrativos) qualquer cidadão tem o direito de questionar e consultar qualquer processo da administração pública desde que naturalmernte não se exponham os denominados dados nominativos (o tal dever de sigilo mas que no meu caso autorizo a dispensa do mesmo), como tal, sendo eu funcionário público, actualmente Director de Serviços, logo com responsabilidades acrescidas, e se questionam as minhas competências, o meu trabalho e postura enquanto tal naturalmente que o poderei fazer nas horas de serviço, essa é a sede própria para o fazer. Mas pronto se quiserem também o poderei fazer em algum café, não posso é levar comigo o meu processo individual, terão de acreditar naquilo que vos conto enquanto que no serviço podem consultá-lo que eu autorizo. Porra, ao menos se não sabem informem-se e não escrevam sobre o que não conhecem. E para que fique claro, contrariamente ao que alguém disse aqui não há gato com rabo de fora nem nada para esconder e muito menos truques, é uma questão de defender a minha honra na sequência do que foi dito pois a certos comentários que se limitam à ofensa gratuita, a esses nem respondo.
Vitor Paixão a 18 de Março de 2017 às 19:14
Afinal esse tempo é para mostrar o currículo!
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 21:16
Acha que sim? Fica já aqui:

https://dre.pt/application/conteudo/74748454

E já agora, para além dos comentários ofensivos, aos quais não vou responder, deixarei de responder também a todos quanto demonstrem "ignorância".

Portanto a parte do curriculo fica ultrapassada, por isso não seja, e embora também conste no processo individual... essa parte podemos saltar.
Vitor Paixão a 18 de Março de 2017 às 23:12
Polémico? Não o diria, talvez mais reaccionário mas se me acusar de ser polémico relativamente a principios, coisas e assuntos que defendo e acho que tenho razão então que seja por ai, mas (quase) sempre com a capacidade de reconhecer quando falho ou quando a perco. Sabe, se há coisa que eu não suporto e muitas vezes nem sequer consigo compreender é o conceito cego de disciplina partidária porquanto nos amarrar o pensamento e até mesmo a acção, seja em que partido for e em relação a qualquer tema da nossa sociedade. Para além do mais esse comentário só pode vir de uma de duas pessoas que eu conheço e continuo a estimar embora vocês possam pensar o contrário, não podemos é estar sempre de acordo. Quanto ao que fez a citação do "Voltaire" diriamos que se trate de alguém mais sofisticado, que gosta de comida gourmet e de carros de marca sueca.
Vitor Paixão a 18 de Março de 2017 às 17:31
Eu diria mais, sobre o citador: aprecia música de Mozart... Nem todos preferem rock "da pesada".,.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 18:30
Ou ambas:

https://www.youtube.com/watch?v=L-RGxhg6psU

Mas adoro a 40ª de Mozart ;)
Vitor Paixão a 18 de Março de 2017 às 19:17
Que vergonha, parece que a real questão foi esquecida e abafada por certos egos.
Será que ninguém defende a transparência e igualdade de direitos e oportunidades? ???
Para quando , o facto de estarmos doentes de baixa médica sem a preocupação e irritação que isso acarreta para cada funcionário, quando a chefe de sessão decide e se sobrepõe aos que os clínicos escrevem?! Será que uma baixa de alta risco é considerada como todas as outas? As pessoas para alemede estarem doentes, serem prejudicados no vencimento ainda são privadas dos dias de férias! !!!
Enfim.......coitados/as dos que tem a infelicidade ser vítimas da ira eesta senhora.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 22:55
Quanto a essa parte só posso responder a partir do dia 12 de Abril de 2016 e asseguro-lhe que tem sido muito diferente, que muitas situações têm sido resolvidas retroactivamente e que inclusivamente no caso das férias, que desde 2013 para as situações decorrentes do Código do Trabalho e 2011 para as situações decorrentes da Lei Geral do Contrato de Trabalho em Funções Púbicas (as datas até me podem falhar, não tenho comigo os elementos) a suspensão do contrato de trabalho, ainda que por doença, implica perda dos dias de férias se essa suspensão for superior a um mês e transitar de um para outro ano. Infelizmente o que não acontecia nessa matéria era a fórmula de aplicação, dispare de norte a sul do país. Assumi a responsabilidade, e porque os trabalhadores já tinham férias marcadas e aprovadas, e embora o desconhecimento da Lei não favorecesse ninguém, de começar a aplicar o que diz a legislação apenas a partir do presente ano, ou seja, a partir do dia 1 de Janeiro de 2017. Fui eu que dei o parecer, fui eu quem fez o projecto da Nota de Serviço. Nesta matéria terão de culpar o legislador e não quem aplica a Lei embora tivesse determinado que tal apenas se aplicaria a partir deste ano quando já deveria suceder nuns casos desde 2011 e noutros desde 2013. A titulo de opinião pessoal não concordo pois já não basta o trabalhador estar doente e ter consequências por causa disso mas a Lei é para ser aplicada, ainda assim consegui fazer com que TODAS as férias descontadas por esse motivo fossem repostas. Quanto a outras situações muitas têm sido corrigidas e outras evitadas. Basta perguntar a quem teve gravidez de risco ou doenças profissionais ou até outras. As pessoas mesmo quando têm razão temos de saber explicar-lhes de facto e de direito, numa linguagem o mais simples possivel o porquê de certas decisões, quanto mais quando têm expectativas e a razão não lhes assiste. As pessoas têm direito a obter da administração uma resposta, sejam os próprios trabalhadores, sejam externos à Empresa, ainda que possa ser negativa, tenho feito um esforço para que no nosso Departamento tal aconteça e julgo que o tenho conseguido. Não é fácil pegar num Serviço com muita coisa pendente, mal resolvida e por resolver. Espero ter esclarecido um pouco a sua amaragura e preocupação e mantenho-me disponivel para, pessoalmente, explicar com exemplos pois garantidamente os trabalhadores não se irão importar.
Vitor Paixão a 18 de Março de 2017 às 23:31
É muito interessante o que aqui assistimos. Graças à utilização deste recurso de liberdade de expressão, que garante (pela possibilidade do anonimato) condições de não retaliação, abrem-se portas que de outra forma anteriormente não se abriram na empresa. A vinda aqui de um responsável por uma importante função de chefia na ULSBA, assumindo a disposição de esclarecer com a máxima transparência possível é um facto novo e significativo, incomum na administração pública. Talvez isto seja possível pela presente situação de vazio de poder... Veremos se os novos gestores tolerarão a comunicação com o exterior por outras vias que não a exclusiva do próprio Conselho de Administração.
Anónimo a 19 de Março de 2017 às 00:04
Faço-o em nome do Serviço Público e falando de situações que envolvem pessoas mas não as suas identidades com a garantia e o conhecimento de que não estou a violar absolutamente nada. Naturalmente que tenho limites e esses saberei respeitá-los. Mas faço-o a quem pretenda ver esclarecido de forma séria, honesta e verdadeira, certas coisas de que falam e não correspondem à verdade. Quanto a questões particulares, individuais, SÓ com autorização dos próprios não obstante as possa, no horário e dias que mencionei, esclarecer o melhor possivel sem que com isso quebre o dever de sigilo e lealdade a que estou adstrito, seja perante este CA, tal como aconteceu perante o anterior e sempre acontecerá em quaisquer circunstâncias. Já não sei o que possa fazer ou dizer mais. Obrigado por esse reconhecimento embora considere que este espaço não é o sitio próprio para o fazer, principalmente quando há parasitas que mais não fazem do que ofender e de encher isto de lamaçal, ainda assim e com respeito por todos quanto queiram fazer disto e deste espaço uma questão séria, para esses e sempre que possa, poderei fazê-lo mesmo aqui.
Vitor Paixão a 19 de Março de 2017 às 00:44
Pobres profissionais do Hospital de Beja que o têm como Director dos RH !!!!!!!!!!!!!!!!
anonimo a 19 de Março de 2017 às 13:58
Pobres profissionais e pobres doentes que têm como chefias este Conselho de Administração e o próximo estão à espera que ainda seja pior.Sao eles que escolhem os Directores de Serviço como o tal Vitor Paixao e outros que por lá reinam.
Anónimo a 19 de Março de 2017 às 15:24
Se a moda pega, teremos vários Diretores de Serviço a falar diretamente para as "massas", como costuma fazer a AMP.
Prevê-se que o novo Conselho Consultivo da ULSBA venha a ter sessões com muita vivacidade!...
Anónimo a 19 de Março de 2017 às 00:53
Não temos diretores de serviços a falarem às "massas".
Temos pessoas que aqui fazem a sua defesa da honra. O que é bem diferente.
E felizmente que há estes blogs para o efeito.
Anónimo a 19 de Março de 2017 às 09:31
Quer dizer que antes do dia 12 de Abril de 2016 ainda era pior do que por aqui tem sido agora pintado.Cheguem-se então as chefias à frente,já que o vazio de poder assim o permite.
Anónimo a 19 de Março de 2017 às 09:24
Mais um pormenor a acrescentar a esta novela, será que é verdade que tiveram que pagar e repor valores exorbitantes às enfermeiras, que a dita senhora chefe de sessão penaluzou indevidamente, quando recusou aceitar os atestados por gravidezes de alto risco????.
Afinal Dr. Paixão, diga lá que isto é mentira.....
Se calhar seria oportuno ter sido a chefe de sessão a pagar do bolso dela sendo que a maldade veio da própria! !!!
Anónimo a 21 de Março de 2017 às 17:19
Diga lá Dr.Vitor Paixao se o seu chefe do Conselho de Administração leva no recibo de vencimento deste mês um chorudo ordenadão, do pagamento das férias que diz não ter gozado nos anos anteriores??O homem não teve tempo para ir de férias, ficou gerindo o hospital os verões inteiros, não???
Anónimo a 21 de Março de 2017 às 18:27
Pouca vergonha! Arranja maneira de ser "indemnizado"...
Anónimo a 21 de Março de 2017 às 18:51
Aqui o blog, ameaça tornar-se a noite (e o dia) da má língua do hospital de Beja.
E não percebo, porquê?
Isto, porque estas coisas sempre ali se passaram, ... e irão continuar a passar.
De modo que, ou há coragem para serem denunciadas nos sítios certos, e lembro que tal como aqui as denuncias anónimas também contam.
Ou então, o melhor é calarem-se e meterem a boca .. ou o dedo, no saco de vez.
Anónimo a 21 de Março de 2017 às 20:43
Então mas esse serviço não tinha uma chefia acima dessa chefe de secção, que pudesse analisar a "malvadez" dela e a respectiva prática? E ainda outro responsável no Conselho de Administração por essa gestão de recursos?
No entanto não acho correcto,para não ir mais longe fico-me por este adjectivo,que no blog seja discutida a gestão diária desse Serviço.E ainda aqui não tinha acontecido este fenómeno, apesar de muitos comentários sobre a ULSBA, esses sim,sobre actos e comportamentos dos gestores públicos nomeados para a gerir.
Imagine-se, como aqui já foi referido, que os outros Directores, e são mais de duas dezenas de chefias intermédias,viessem explicar, opinar,emitir juízos sobre decisões superiores.Alguém teria que providenciar que tal não acontecesse!
Entendo e penso que muitos factores explicam o que se tem vindo a passar nos últimos tempos, mas a gestão destas organizações complexas, com vários níveis de poder e conhecimento que se cruzam em diferentes fases e patamares,só pode ser efectuada, utilizando como instrumentos de trabalho, as reuniões internas de serviços e ou multidisciplinares estrategicamente lideradas.E delas devem resultar decisões ,sempre que possível lavradas em acta,após o "partir pedra", a quaisquer dos níveis decisorios.E quanto a decisões estratégicas do órgão de gestão, devem ser devidamente fundamentadas em actas , que para tipificarem a transparência da "coisa pública" têm que ser públicas, pelo menos do público interno.
Tais procedimentos e comportamentos deixaram de existir no hospital e na ULSBA há muitos anos...as consequências... vamos todos vivenciando,sentindo,percepcionando,questionando e agora ei--las também na praça pública do blog Alvitrando.
E já foi aqui aberta, nos últimos dias uma "primeira vez"...à qual alguém , obviamente anónimo, se referiu "se a moda pega!"
Mariana Raposo-AH a 21 de Março de 2017 às 21:51
Olha olha, é então preferível fazer queixinhas pelas costas correcto?

O princípio da transparência não se limita ao acesso à informação, sendo muito mais do que isso, tal como a publicação e divulgação de forma pró-activa de materiais, matérias e informações essenciais por parte da própria Administração, seja num placard informativo, num site ou até num blog (a obrigatoriedade legal de divulgação de informação das empresas públicas nos respetivos sítios na Internet, por exemplo, que é obrigatória — arts. 44.º e 45.º do Regime Jurídico do Setor Público Empresarial — tal como o dever legal de publicitação dos contratos celebrados mediante ajuste direto no portal da Internet dedicado aos contratos públicos — arts. 127.º, 315.º e 465.º do
CCP); desta forma tal principio protege inclusivamente bens fundamentais, designadamente em matérias como o ambiente, a saúde e a segurança rodoviária. Mais do que um mero dever de acesso dos cidadãos à informação, trata-se de ser a própria administração a comunicar com os cidadãos.

Conheço o Dr. Vitor suficientemente bem para saber que o fez no limite e numa tentativa de defender-se das acusações de que estava a ser alvo e tendo por base o interesse público, tal como sei que foi ele quem resolveu uma série de questões pendentes e que aqui foram relatadas por alguém que não ele, como o caso das grávidas, entre outras.

Por isso, antes a moda pegasse do que vivermos constantemente na desconfiança, em que ora se é "Mariana Raposo" ora se é "anónima".

Finalmente uma Administradora Hospitalar tão propalada e que tem vindo a fazer o culto da personalidade neste blog como se tratando do supra-sumo dos AH dizer "que para tipificarem a transparência da "coisa pública" têm que ser públicas, pelo menos do público interno". Do público interno? Está tudo dito!!! Então "fica tudo em casa", fechado a sete chaves e ninguém precisa de saber nada ou então faça-se sob a capa do anonimato que terá mais valor do que o Dr. Vitor fez.

Só tenho pena é que ele não dê mais ouvidos a quem o admira e reconhece tratar-se de um profissional integro e dedicado, mas chegará o dia em que certamente ficaremos a saber o que nos afastou.

Maria Menezes

Maria Menezes a 21 de Março de 2017 às 23:01
Penso que nao a conheço.Nao me conhece e não conhece o meu trabalho.Nao entendeu o meu comentário.Fez sobre mim e sobre o que eu disse,juízos de valor não fundamentados.Nao recebo lições de transparência e interesse público em gestão da coisa pública , concretamente de hospitais e contratação pública,de qualquer um ,menos ainda de quem não me conhece.Analisei e opinei globalmente face às situações da pratica diária de um serviço do "meu "hospital, que aqui vêm sendo expostas , sem ofender pessoas/funcionários, muito menos o Dr.Vitor Paixao, a quem diria ou direi o mesmo com muito maior profundidade, se o diálogo o permitir ou permitisse.Etalvez possa afirmar, sem engano, que concordaria comigo!
Se me quiser conhecer para se informar e ou aprofundar o raciocinio que aqui explanei, poderá fazê-lo pessoalmente, até porque os sinais evidentes da sua resposta ao meu comentário mostram claramente que alguém que lhe formatou os juízos d valor,lhe abrirá o caminho do meu contacto pessoal.Aqui , neste blog, que prezo, não manterei com a desconhecida Maria Menezes qualquer diálogo nominativo ou anónimo.
Mariana Raposo-AH sénior a 22 de Março de 2017 às 00:52
E quem consegue falar com esta senhora???
Segundo consta é a base da gritaria!
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 22:18
Então uma chefe de secção tem o poder para recusar um atestado médico devidamente passado a atestar gravidez de alto risco a um trabalhador. A funcionária deveria ter feito queixa, pela dita chefe de secção ter recusado um atestado médico legalmente passado. Ao que isto chegou! Um atentado aos direitos legais de uma trabalhadora, para mais numa situação de risco clínico.
Anónimo a 22 de Março de 2017 às 00:19
Esta senhora chefe de sessão, é de uma malvadez nunca visto e tem o aval do director RH e do CA. Do CA porque vieram todos de Serpa e sabe-se lá o que aconteceu para aquelas bandas.......
E dita senhora quando a filha vem fazer manhã ao domingo, tb vem fazer que trabalha para lhe ser pagas horas extraordinárias. Inadmissível e vergonhoso!!!!!!
Só sabe fazer bem para a família, aos outros trabalhadores está constantemente a prejudicar.
Ahhh, e a dita ainda recebe há anos, ajudas de custo, porque vem de Serpa. Por nós podia ficar, lá no centro saúde e ainda poupavamos uns tostões.
Dr. Vitor, parece cansado......é a vidinha...
Anónimo a 22 de Março de 2017 às 00:45
Trabalho no Hospital, sou enfermeira e tenho um familiar que já lá foi até há pouco tempo Assistente Operacional e conheço a situação das minhas colegas e sei que quem lhes resolveu essa situação foi o Dr. Vitor, assim como tem resolvido muitas outras, basta perguntarem às próprias. Quanto aos que vieram de Serpa é mais do que sabido que desde que se criou a ULSBA e tiveram que se deslocar diariamente de Beja para Serpa recebem um valor para a deslocação não sendo exclusivo dessa senhora. Eu própria tive problemas com ela pois falta-lhe sensibilidade e é bastante agressiva mas com a mudança de responsável nota-se que acalmou muito mais e muitas colegas minhas preferem recorrer directamente a ele. Quanto às horas que faz a mais vão para bolsa de horas e não recebe trabalho extraordinário, tal como acontece em geral com todos os trabalhadores do Hospital. É injusto acusarem uma pessoa que tem feito um grande esforço para corrigir uma série de situações, que inclusivamente quando fui ouvida por causa de um processo de averiguações há cerca de 2 anos disse o que muitos não seriam capazes de dizer, aboslvendo um colega meu e responsabilizando quem estava mais acima. Segundo me parece quem escreve muita coisa só o faz por difamação pois o que dizem não é verdade e é quanto a mim ofensivo para com o Dr. Vitor. Caso leia isto, um bem haja por nos ouvir, receber e tentar resolver os nossos problemas; agradeço-lhe também porque se tive férias este ano a si o devo.
anónima a 22 de Março de 2017 às 01:37
Aval do Diretor de Recursos Humanos não tem, a dita chefe de secção, porque não é homem para pactuar com essas situações de desrespeito pelos mais elementares direitos dos trabalhadores, poderá ter é a passividade de outros lados, de onde tem as costas quentes.
Anónimo a 22 de Março de 2017 às 15:53
Será que não há ninguém que meta um travão a esta senhora???
O que terão os funcionários mais que sofrer às mãos desta ditadora malvada?!!!!!!!!
Anónimo a 22 de Março de 2017 às 13:04
Não tem aval do diretor RH??
Impossível, ela faz o que bem entende sempre com prejuízo para os funcionários. Não respeita nem as pessoas nem as leis. É uma ditadora!
Faz o que lhe apetece sempre em prejuízo dos colegas e nunca é responsabilizada pelos seus actos.
Só quer horas em bolsa, e aumento de ordenado para os filhos e para ela........será que o Sr. Dr. Zorinho ainda consegue manipular os cordelinhos cá pelo baixo alentejo?
Devis pagar do ordenado dela , as incompetências dela!
Anónimo a 22 de Março de 2017 às 21:02
Há muito que essa casa anda sem Rei nem roque. Lamentavelmente, desconfio que vai continuar a ser assim...
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 09:23
É uma empresa com muitas centenas de trabalhadores, mas tão importante como terem boas condições de trabalho é a necessidade de que prestem serviços de qualidade a quem servem.
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 10:16
Oh Dr. Vitor então o senhor não controla os seus colaboradores?
Então numa formação interna destinada a médicos, enfermeiros e assistentes sociais estava uma administrativa!
O serviço fechou pois estava a senhora enfermeira e muito bem mas a administrativa tb esteve presente das 9-17:30. E ainda vai ficar com horas em bolsa.
O ridículo da situação é que esta senhora administrativa não vê o ridiculo da situação ?!
Todos gostaríamos de saber porque se fecha um serviço só por um capricho, de uma senhora frustada porque tem licenciatura mas exerce na ULSBA, como assistente operacional ou como designamos, administrativa.
As pessoas são pagas para não produzirem e fazerem o que bem lhes apetece.
Será que a Dra. Carla Carapinha tem conhecimento que a sua subordinada hoje nada fez no servicoee esteve presente numa formação que não estava convidada nem era de nenhuma destas categorias profissionais???
As folhas de presença estao Eu assinadas.
Assim tb eu teria convidado a minha assistente operacional e os demais formandos.
Logo esta menina que gosta meter processos e fazer queixas das chefias intermédias!
Fico aguardar as medidas senão irei denunciar a situação.
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 18:59
O Alvitrando agora é como o Correio da Manhã?
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 19:48
Mas que formação foi essa e quem autorizou a presença da assistente técnica na formacao?
E como foi justificada essa autorização.
O hospital ja não tem concerto no que respeita ao normal e correcto exerciciodo poder.
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 20:33
O Dr. Vitor tem responsabilidade directa sobre os profissionais afectos ao seu departamento e sobre os Assistentes Operacionais e indirecta sobre a totalidade dos trabalhadores da ULSBA, EPE, sempre que solicitado a intervir ou quando ache que o deva fazer. Sobre os Assistentes Técnicos quem tem responsabilidade directa são a Dra. Maria Gião e a Dra. Carla Carapinha, logo não se percebe este comentário, ainda por cima quem o faz não sabe distinguir um assistente técnico de um assistente operacional!!! Se foi um ou uma assistente técnico/a a autorização foi de uma dessas senhoras, se não houve autorização não sei, de qualquer forma é a elas que terão de pedir contas. Correio da manhã??? Pior ainda!!!
anónima a 23 de Março de 2017 às 20:44
"Quando ache que o deve fazer".
Não sabem o que dizem,mais grave ainda o que escrevem.
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 21:19
Expliquem -me porque não sei, o que é responsabilidade indirecta sobre todos os trabalhafores da ULSBA.
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 21:21
Então e hoje o armanzem já tinha o material básico para os doentes internados?
Ou os stocks continuam a zero?
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 21:23
O armazém do hospital não tem material de uso clínico indispensável aos doentes internados há meses.Parece que esse Serviço não tem Director ou alguém responsável que possa ser responsabilizado por essas falhas.So falam no pessoal mas o resto não tem ponta por onde se lhe pegue.
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 21:40
Não sei ao certo, sei apenas que quando lhe pedem desloca-se aos sítios ou dá pareceres e informações sobre os profissionais de todas as categorias e outras intervém sem que lhe peçam, como por exemplo quando faltam sem justificação. Afinal o homem não é director dos recursos humanos? Sei que é ele ou pelo menos no departamento dele que se tratam as questões de contratos, assiduidade, aposentações, etc... de todo o pessoal da ULSBA. Posso até estar enganada?
anonima a 23 de Março de 2017 às 21:32
Pois não se percebe. E se ainda não percebeu que há Assistentes Técnicos e Assistentes Técnicos, já não vai conseguir compreender o que cada um deles faz no Hospital nem de quem dependem.
Haja pachorra!
(E não alimente mais a ideia de que todos dependemos do homem ou ele ainda se convence disso!)
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 21:37
Já agora, quem foi essa assistente técnica?
Anónimo a 23 de Março de 2017 às 22:11
Vejam nas folhas de presença, quem foi a assistente técnica que foi assistir ao curso.
E perguntem a quem esteve presente, eram cerca de 65 pessoas.
Foi assistir a um curso para a qual não está qualificada ao invés de atender o telefone e proceder ao preenchimento das fichas dos doentes internados que aguardam vagas em outras unidades.
Anónimo a 24 de Março de 2017 às 09:46
Para esta administrativa frequentar indevidamente este curso, houve muitas enfermeiras que embora tivessem todo o interesse não lhes foi permitido/autorizado a frequência do mesmo.
Anónimo a 24 de Março de 2017 às 18:09
E a superior hierárquica, Dra. Carla Carapinha, não toma uma atitude de controlo sobre esta menina???
Afinal leva o tempo a fumar e ao telemóvel e nas horas mortas ou pouco movimentadas frequenta cursos.
Se calhar está na altura da menina começar de fato a trabalhar e ser colocada num piso, para vermos trabalho feito. É que a menina parece que foi contratada para desfilar de bata nos corredores do hospital.
Anónimo a 24 de Março de 2017 às 18:21
Essa menina não ê subordinado da Dra.Carla Carapinha.Poderia ou deveria ser mas não é.
Anónimo a 24 de Março de 2017 às 18:35
Não ê a única que pouco ou nada faz.Na preguicinha há uma turma de lazer,agora acrescentada com a Sra.Dra. Isabel Sevinate.
Anónimo a 24 de Março de 2017 às 19:21
A Sra. Dra. Isabel Sevinate não faz parte da turma de lazer da preguicinha. A Sra. Dra. Isabel Sevinate trabalha nos Centros de Saúde de Serpa, Moura e Barrancos e quando é necessário ainda substitui os colegas. A Sra.Dra. Isabel Sevinate acumula funções de Vogal Técnica do Conselho Clínico mas não deixa de desempenhar as suas funções de assistente social nos três centros de saúde onde a área social está sob a sua responsabilidade. Se o/a caro/a anónimo/a considerar que trabalhar por gosto é uma forma de lazer, estará coberto/a de razão. De outra forma, caro/a anónimo/a, vá trabalhar e seja útil ou pelo menos faça por justificar o salário que lhe pagam ao fim do mês.
Isabel Sevinate a 25 de Março de 2017 às 01:52
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